Arquivo de junho \27\UTC 2013

Eurofarma faz “recall” de remédio para câncer de mama

A Eurofarma Laboratórios Ltda. divulgou comunicado informando que está recolhendo os medicamentos citrato de Fábrica-da-Eurofarma-Itapevi-SPtamoxifeno, lotes 152449 e 147407 (fabricados em 1º/12/2008 e válidos até 1º/12/2010) e Tamoxin, lote 143226 (fabricado em 1º/10/2008 e válido até 1º/10/2010).

No comunicado, a empresa esclarece que o medicamento, que age como modulador seletivo dos receptores de estrogênio, muito usado por pacientes que tiveram câncer de mama, está sendo recolhido por alteração no tempo de dissolução dos comprimidos.

Riscos. O problema, segundo admite a Eurofarma, pode ocasionar a liberação do princípio ativo em tempo diferente do previsto. Esses medicamentos foram comercializados entre dezembro de 2008 e janeiro de 2009 e a empresa já iniciou o recolhimento do produto. Até o momento, foi registrada apenas uma notificação de suspeita de reação adversa não especificada na Central de Atendimento Eurofarma.

Orientação. A empresa orienta os consumidores que tiverem o medicamento a entrarem em contato pelo telefone 0800 704-3876. Os consumidores que já passaram por algum acidente causado pelo defeito apontado poderão solicitar, por meio do Judiciário, reparação por danos morais e patrimoniais, que eventualmente tenham sido sofridos.

Redução de preço do Glivec
Rio de Janeiro. O ministro José Gomes Temporão (Saúde) anunciou a redução de 51% no preço do remédio Glivec (para leucemia mieloide crônica e um tipo de câncer gastrointestinal). O remédio é usado por cerca de 7.500 pacientes do Sistema Único de Saúde. A economia do governo de R$ 400 milhões, em dois anos e meio, será revertida para a prevenção e o tratamento da doença.

fonte: Dikajob

Deixe um comentário

HOSPITAL POMPÉIA DE CAXIAS DO SUL/RS – NOVO INSTITUTO DE CARDIOLOGIA

hospital pompeia1O Hospital Pompéia, de Caxias do Sul/RS, que vai completar em 12 de agosto seus 100 de existência tem em andamento um plano de expansão a ser concluído até 2020. Na emergência foram abertas mais 30 vagas no ano passado e na internação, recentemente foram abertas mais 40 vagas, outras 60 estão em fase de implantação, além de um centro clínico com 11 andares e um edifício-garagem.

Do projeto constam ainda melhorias na área de tecnologia das quais a mais recente foi a inauguração do INCARDIO em 17 de junho. O novo serviço conta com infraestrutura tecnológica e de pessoal completa para diagnósticos e procedimentos cardiológicos, em pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) e convênios.

O INCARDIO está localizado no pavimento térreo, com acesso pela Recepção Central e pelo Pronto-Socorro, para os casos de urgência e emergência. O instituto contará com uma área total de 279,92 m2, divididos em espaços para a realização de angiografia digital, eletrocardiograma de repouso, ecocardiograma, holter digital, monitoramento ambulatorial da pressão arterial, cintilografia miocárdica, cinecoronariografia e angioplastia coronária. A equipe de atendimento contará com médicos, enfermeiros, técnicos em enfermagem, técnicos de radiologia, higienizadoras e funcionários administrativos.

O instituto também irá servir de retaguarda para o Pronto-Socorro e Pronto-Atendimento, dando suporte ao atendimento hospital pompeia 2de urgências e emergências. Uma das principais inovações do Instituto de Cardiologia do Hospital Pompéia é o novo equipamento de hemodinâmica que foi disponibilizado a partir de agora para a comunidade.

O equipamento conta com tecnologia que proporciona maior definição de imagem, permitindo a visualização dos menores vasos e de mais estruturas anatômicas. A estrutura mecânica do equipamento foi desenvolvida com princípios ergonômicos para a realização dos exames de forma confortável e com o mínimo de esforço físico para o paciente. A riqueza dos detalhes das imagens garante mais precisão nos diagnósticos e procedimentos como cateterismo cardíaco, angioplastia coronária, angiografia cerebral, marcapasso e arteriografia de membros inferiores e superiores.

Fonte: sala de imprensa do site do Hospital. 

 

Deixe um comentário

Hotelaria hospitalar

Recentemente uma pesquisa feita nos Estados Unidos e replicada no Brasil, constatou que das pessoas internadas em hospitais, 57% consideram a cura em terceiro lugar ao responderem por múltipla escolha, quais os 3 pontos mais importantes constatados durante sua permanência. Em segundo lugar na ordenação dos itens, com cerca de 65 %, ficou o atendimento, os aspectos humanitários. Leia-se, as pessoas. E acima de 75% no ranking estava o conforto das acomodações, da cama ao ar condicionado, passando pela TV, etc.

MOVEISAo menos em termos de Brasil, o resultado foi uma surpresa para muita gente. Esmiuçadas as informações e interpretados os resultados, infere-se que a cura não ficou em primeiro lugar porque o usuário do serviço não percebe um valor agregado na cura. Embora não declaradamente, pode-se interpretar do ponto de vista do consumidor, que a cura é o mínimo que ele espera. Em linguagem de negócios é uma commodity. O que agrega valor é a hotelaria, que ele quer que seja no mínimo iguala que tem na sua própria casa ou nos locais que frequenta e a forma como é tratado, a consideração que lhe é devotada pela equipe de apoio e, porque não, até pelo próprio médico.

A hotelaria hospitalar não fazia parte do contexto do hospital brasileiro até há menos de 10 anos. Desde que o médico fosse competente e o hospital aparentemente limpo, nada mais importava para o paciente. Nesse período, quem buscava o hospital para cuidar da saúde era também o paciente, significando que ao entrar no ambiente hospitalar ele deixava de ser cidadão, de ter vontade própria, de ter direitos e passava a ser passivo (daí o nome, paciente), obedecendo às ordens médicas e da enfermagem. Esse tempo passou. Agora quem busca o hospital não é mais paciente: é um cidadão que sabe de seus direitos e suas responsabilidades. Ele vai a procura de solução para seus problemas e sente-se com direito de ser bem atendido. É um cliente que vai comprar um produto, que é o tratamento e a assistência que o hospital oferece.

A partir desse momento, o hospital começa a perceber que precisa corresponder não só às necessidades do cliente, mas também às suas expectativas. Começa a se preocupar com a concorrência e parte em busca de um diferencial para atrair o cliente. Já não basta a competência do médico, do enfermeiro e nem a aparência limpa do hospital. O cliente quer ciência e tecnologia, mas também conforto e segurança. Quer que seus medos sejam minimizados e o ambiente branco e aparentemente estéril do hospital tradicional não lhe é favorável. Ele quer continuar em contato com o mundo, agora não só através do telefone, mas ele quer televisão, jornais, revistas. Enfim, o paciente não quer se sentir excluído da sociedade e exige um ambiente com aspecto que lembre mais um hotel e que cause menos estresse. Nesse momento, o hospital reconhece que precisa mudar o seu conceito de hospedagem para proporcionar ao cliente em vez de um ambiente frio e impessoal, um ambiente agradável e humanizado, ainda que muito complexo.

Pela sua preocupação com o bem-estar, a hotelaria hospitalar é voltada para uma contínua busca da excelência, conciliando os objetivos do hospital com o ato de hospedar, sem perder de vista a especificidade de sua clientela. Embora o foco principal seja o tratamento e a assistência, o hospital passa a investir nos serviços que envolvem a hospedagem, reconhecendo o paciente e o seu acompanhante como clientes.

A estrutura da hotelaria hospitalar varia de amplitude de um hospital para outro, principalmente porque ainda não é um serviço completamente sedimentado e, como tal, não faz parte do cenário rotineiro de todo hospital. Em geral, a estrutura básica da hotelaria é constituída pela governança (lavanderia, rouparia, camareiras, higiene, limpeza e gerenciamento de resíduos sólidos), nutrição e dietética. Muitos hospitais já contam com lanchonete e restaurante. Fazem parte também paisagismo, jardinagem, segurança pessoal e patrimonial, recepção, serviços de atendimento, manutenção, estacionamento, loja de conveniência, floricultura, áreas de lazer (cybercafé, sala de jogos, brinquedoteca, por exemplo). Além disso, poderá disponibilizar para o cliente que não quer perder contato com seu escritório, toda infra-estrutura de apoio, como fax, xerox, internet e motoboy.

Desde o momento em que o hospital passou a se preocupar com a qualidade do atendimento, a humanização do serviço prestado passou a ter uma enorme importância, pois atender pessoas com problemas de saúde requer uma maneira especial de comunicação, o que exige treinamento do pessoal que presta o serviço. Pode parecer óbvio que o atendimento no hospital deva ser essencialmente humano, mas na realidade isso ainda não é uma verdade para todas as instituições.

Segundo o Manual de Humanização do Ministério da Saúde, publicado no ano passado, “humanizar é garantir à palavra a sua dignidade ética. Ou seja, para que o sofrimento humano, as percepções de dor ou de prazer sejam humanizadas, é preciso que as palavras que o sujeito expressa sejam reconhecidas pelo outro. É preciso, ainda, que esse sujeito ouça do outro palavras de reconhecimento. É pela linguagem que fazemos as descobertas de meios pessoais de comunicação com o outro. Sem isso, nos desumanizamos reciprocamente. Em resumo: sem comunicação, não há humanização. A humanização depende de nossa capacidade de falar e de ouvir, depende do diálogo com nossos semelhantes”.

Somente ciência e tecnologia não bastam para atender bem o cliente. Ao contrário, quando apenas esses aspectos são considerados, o atendimento é desumano, pois não considera o sentimento das pessoas envolvidas. A hotelaria hospitalar tem importante papel a desempenhar para agregar valor à qualidade da assistência prestada ao cliente, não só de maneira direta, como também por meio das interfaces com os diversos serviços hospitalares.

Não é suficiente apenas fazer mudanças na estrutura organizacional do hospital, remanejando serviços ou criando novos para se implantar o conceito de hotelaria hospitalar. É necessário – aliás, fundamental –, uma mudança na cultura organizacional.

Todos sabem que mudanças envolvem resistências. O ser humano sente-se muito mais seguro quando tudo permanece igual. Mudanças em geral envolvem valores e crenças, daí a dificuldade que as pessoas sentem em mudar suas atitudes, conceitos, enfim, sua maneira de dar sentido ao seu trabalho. Se cultura organizacional “é um conjunto de crenças, valores e normas partilhados pelos colaboradores” pode-se inferir que a implantação do novo conceito de hotelaria hospitalar vai requerer uma firme liderança, definição clara de objetivos e, acima de tudo, treinamento de todos os membros da equipe para que compreendam e aceitem essas mudanças. Dessa maneira, a mudança passa a ser vista como uma oportunidade e não como uma ameaça, sendo abraçada pela equipe e não mais evitada.

A implantação de um novo conceito de hotelaria hospitalar envolve planejamento. O primeiro passo é a revisão de todos os fluxos da estrutura física do hospital, dos processos e das interfaces entre todos os serviços existentes para que seja feito um diagnóstico. É necessário que todos os serviços básicos da hotelaria hospitalar – governança, segurança patrimonial, estacionamento, paisagismo e jardinagem, nutrição e dietética –, tenham a sua gestão focada no cliente e na qualidade da assistência prestada. De acordo com a criatividade e o padrão de qualidade de serviço a ser oferecido, a hotelaria hospitalar ainda pode proporcionar ao cliente aquilo que ele nem espera, como por exemplo, salão de beleza, loja de conveniência, agregando dessa maneira, um diferencial competitivo ao hospital.

Se hotelaria “quer dizer hospitalidade, ato de hospedar, de acolher com satisfação e prazer” é indispensável que as pessoas que acolhem o cliente no hospital estejam conscientes da importância do seu papel e que busquem continuamente sua capacitação para prestar um serviço que proporcione o encantamento do cliente. Somente a estrutura física e equipamentos de ponta não serão suficientes. As pessoas é que fazem a diferença no atendimento, sendo indispensável o reconhecimento, pela empresa de saúde e pelo próprio serviço de hotelaria hospitalar, para criar condições para motivar e reter os talentos que agregam valor à assistência prestada.

Por: Maria Antônia de A. Dias (mestranda em hospitalidade pela Anhembi Morumbi)

Fonte:www.noticiashospitalares.com.br

Deixe um comentário

Entidades planejam greve contra importação de médicos

Repúdio ao pronunciamento de Dilma inclui série de manifestações e possível paralisação geral

Pressionada pelas manifestações nacionais das últimas semanas, a presidente Dilma Rousseff reafirmou em pronunciamento na sexta-feira (21) que deve acelerar o plano do governo de trazer milhares de médicos estrangeiros para reduzir o déficit de profissionais na rede pública do País. Entidades médicas nacionais vieram a público no dia seguinte (sábado, 22) para repudiar o anúncio.

saude20135241

No documento, as entidades – Associação Médica Brasileira (AMB), Associação Nacional dos Médicos Resisdentes (ANMR), Conselho Federal de Medicina (CFM) e Federação Nacional dos Médicos (Fenam) – cobraram mais investimentos na área da saúde e a qualificação do setor, e prometeram usar todos os mecanismos possíveis, inclusive judiciais, para barrar a decisão.

“O caminho trilhado é de alto risco e simboliza uma vergonha nacional”, diz o texto. “Ele expõe a população, sobretudo a parcela mais vulnerável e carente, à ação de pessoas cujos conhecimentos e competências não foram devidamente comprovados.”

Para as entidades, as recentes manifestações fazem coro por mais investimentos do Estado na área de saúde, e a vinda de médicos estrangeiros é uma medida com valor inócuo e paliativo, que esconde os reais problemas que afetam o SUS (Sistema Único de Saúde).

Retaliação

Para demonstrar a insatisfação da categoria com a medida do governo, a Fenam, o CFM e a AMB convocaram uma coletiva de imprensa para a próxima quarta-feira (26) no qual devem anunciar um calendário de manifestações, incluindo uma greve nacional dos médicos contra a política de importação anunciada pela presidente Dilma. Segundo as entidades, a medida atende pedidos nas redes sociais “para que as entidades médicas organizem a mobilização”.

Geraldo Ferreira, presidente da Fenam, diz que não vê outra alternativa senão uma paralisação geral como forma de alerta e protesto. Em nota a entidade defende que o governo federal realize concurso público de forma emergencial para atenuar o problema, empregando médicos brasileiros. Segundo Ferreira, 17 mil profissionais se formam anualmente no País e estão subempregados, vivendo de bicos ou com contratos precários.

Fonte Saude Web (matéria na íntegra)

1 comentário

Clínica Bragalha e Sobed – Sucesso absoluto na Jornada de Endoscopia em Piracicaba (SP)

No dia 22 de junho de 2013, ocorreu em Piraciaba a JORNADA DE ENDOSCOPIA – PIRACICABA SOBED/SP. No encontro, várias mesas redondas foram coordenadas, com apresentação e discussão de casos complexos e suas possíveis condutas. Foram abordados os seguintes temas:

  • Tratamento do câncer colo-retal (Papel da Colonoscopia) – Conferencista: Dr. Renato Carvalho Luz (HSPE/Hosp. Santa Catarina SP) e Apresentação/Discussão de Casos Clínicos: Dr. Cláudio Bragalha (Clínica Bragalha)

    APM2

    35 participantes dentre médicos, estudantes de medicina e enfermagem de suporte à endoscopia

  • Hemorragia Digestiva Média ( Indicações da Cápsula e Enteroscopia) –  Conferencista: Dr. Thiago Festa Secchi (Hospital 9 de Julho SP) e Apresentação/Discussão de Casos Clínicos: Dr. Ricardo Tedeschi Matos  (Clínica Bragalha)
  • Endoscopia na Obesidade – Conferencista: Dr. Renato Carvalho Luz (HSPE/Hosp. Santa Catarina SP) e Apresentação/ Discussão de Casos Clínicos: Dr. Wellington Gomes de Assis (Clinica Bragalha)
  • Doença do Refluxo Gastro Esofágico (diagnóstico e tratamento – quando encaminhar para a cirurgia?) – Conferencista: Prof. Dr. Tomás Navarro Rodrigues (HCFMUSP SP) e Apresentação/Discussão de Casos Clínicos: Dr. Rodrigo Azevedo Oliveira (Clinica Bragalha)
APM1

Dr. Ricardo Tedeschi (Clínica Bragalha), Dr. Renato Luz (Dr. Renato Luz) e Dr. Wellington Assis – casos clínicos e alternativas terapêuticas em discussão

O evento, realizado pela Equipe Médica da Clínica Bragalha e apoiado pela SOBED/SP,  aconteceu na APM (Associação Paulista de Medicina – Piracicaba). O êxito do encontro se deu com a presença de 35 participantes, entre médicos de diversas especialidades ligadas ao trato intestinal, estudantes de medicina da Universidade de São Carlos e a Enfermagem de suporte a procedimentos de endoscopia terapêutica.

Veja mais fotos do evento.

APM SOBED Bragalha 22 jun 2013 (1)

Dr. Cláudio Bragalha, Dr. Thiago Secchi e Dr. Ricardo Tedeschi

APM SOBED Bragalha 22 jun 2013 (4)

Dr. Cláudio Bragalha e Dr. Anderson Freitas da Silva (Clínica Endo, S. José dos Campos/SP)

APM SOBED Bragalha 22 jun 2013 (28)

Dr. Rodrigo Oliveira (Clínica Bragalha) em debate sobre Doença do Refluxo

APM SOBED Bragalha 22 jun 2013 (10)

Equipe de Enfermagem Clínica Bragalha

APM SOBED Bragalha 22 jun 2013 (27)

Prof. Dr. Tomás Navarro Rodrigues fala sobre a Doença do Refluxo

Deixe um comentário

HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DE CANOAS

O Hospital Universitário de Canoas/RS passou a contar a partir da semana passada, com mais 17 leitos na UTI adulta, elevando sua capacidade neste setor a 29 leitos. Para o RS que tem tido um déficit gradativamente crescente de leitos em emergências e UTI, como de resto em diversas regiões do Brasil, trata-se de uma boa contribuição. Os leitos devem servir não apenas ao município sede, mas também como suporte a hospitais de Porto Alegre e pacientes transferidos de outros hospitais públicos e postos de saúde, atendendo assim, até 176 municípios próximos.

hospital unimed canoasO Hospital Universitário (HU) está sob a administração do Sistema de Saúde Mãe de Deus desde 2011, através de contrato com os governos municipal e estadual, que prevê a gestão Mãe de Deus durante cinco anos. Partindo da imobilidade, em decorrência de problemas administrativos da antiga mantenedora (ULBRA) o Hospital Universitário, situado no bairro São José/Canoas/RS, está operando com 65% de sua capacidade total desde que se iniciou a gestão do Sistema de saúde Mãe de Deus. Segundo as Gerentes de Enfermagem, Fátima Farias do HU e Fernanda Guimarães, da casa matriz, o planejado é que em 2013 passe a ocupação para 80% e no ano de 2014 esteja atuando a pleno. A capacidade total é de 650 leitos, dos quais apenas 360 estão hoje instalados.

Atualmente o HU atende aos pacientes do SUS (Sistema Único de Saúde) e iniciou recentemente o atendimento a convênios. A distribuição é de 70% dos atendimentos aos pacientes do SUS e 30% a pacientes particulares e convênios. O HU presta atendimento à população de Canoas, servindo de referência em alguns serviços e especialidades, como é o caso da Traumatologia.

O Sistema de Saúde Mãe de Deus foi fundado em 1979. Atualmente possui duas unidades hospitalares em Porto Alegre, o Hospital Mãe de Deus e Hospital Giovanni Battista. O SSMD congrega outras sete unidades hospitalares no interior do estado do Rio Grande do Sul.

O resultado financeiro das suas operações é completamente reinvestido no próprio Sistema, em atualização tecnológica, qualificação profissional e ainda, na ampliação dos projetos sociais. Com vocação para a inovação e foco total na busca da melhor solução de vida para os pacientes, o Mãe de Deus tornou-se uma referência no atendimento médico-hospitalar de alta complexidade. Faz parte de uma nova geração de hospitais, que se especializa sem parar e evolui na velocidade dos avanços da medicina.

É o único hospital do sul do país com dupla certificação: ONA 3, nível máximo de excelência, e JCI, que certifica as instituições de saúde comprometidas com rigorosos padrões internacionais de segurança e assistência ao paciente. Além disso, o Hospital Mãe de Deus transfere conhecimento técnico para as instituições que administra no interior do Rio Grande do Sul por meio de convênios firmados com o Ministério da Saúde e com a Secretaria de Saúde do Estado.

Atualmente, o GMD está entre as instituições de saúde que mais crescem em qualidade e quantidade de serviços e produtos assistenciais disponibilizados à comunidade. Com uma equipe de profissionais altamente qualificados, corpo clínico especializado e os melhores recursos tecnológicos para a saúde, é reconhecido publicamente pelo modelo de gestão inovador. Em mais de 30 anos de atividade, destaca-se como uma nova geração de hospitais que nunca param de se especializar e evoluir na velocidade dos avanços da medicina.

, , , , ,

Deixe um comentário

CÂNCER DE PULMÃO: ESPECIALISTA TIRA DÚVIDAS SOBRE SINTOMAS E TRATAMENTO

Dra Junia

Dra. Junia Thirza Gehrke

Com um diagnóstico que quase sempre é tardio e com chances de cura que chegam a 10%, o câncer do pulmão costuma ser detectado somente quando a doença já se encontra disseminada, em estágio avançado.  Segundo o Ministério da Saúde, estima-se que o tabagismo, principal causa do câncer de pulmão, mate 200 mil pessoas a cada ano só no Brasil.

Aproveitando o Dia Mundial Sem Tabaco, comemorado todo dia 31 de maio, para alertar à população sobre os riscos de câncer de pulmão em fumantes, a oncologista e pesquisadora clínica do Instituto de Câncer de Brasília (ICB), Dra. Junia Thirza Gehrke, alerta sobre os primeiros sinais desse tipo de câncer, que muitas vezes se confundem com doenças respiratórias. Ela também orienta sobre a queda do índice de obtenção da doença após a retirada do cigarro, podendo chegar ao mesmo de um não-fumante, o aumento de mulheres fumantes nos últimos anos e também orienta quanto aos tratamentos já existentes no Brasil.

Existe algum sintoma que pode indicar câncer pulmonar em estágio inicial? 

A maior parte dos diagnósticos é firmada quando a doença já se encontra localmente avançada e/ou disseminada, uma vez que tumores iniciais não costumam produzir sintomas que justifiquem investigação. Não existem sintomas específicos de câncer pulmonar e as manifestações se confundem com as de outras doenças respiratórias, a maioria delas também relacionadas ao consumo de tabaco, como o enfisema pulmonar e pneumonias. As manifestações mais freqüentes são: tosse, falta de ar, chiado, presença de sangue no escarro e dor no peito. Perda rápida de peso e de apetite também são sinais que devem chamar a atenção para a possibilidade de câncer. Qualquer uma destas manifestações observadas em fumantes, tanto em homens quanto em mulheres, devem servir como um alerta para procurar orientação médica.

Por que o cigarro é um grande causador de câncer do pulmão?

Porque a fumaça do cigarro é uma mistura de aproximadamente 4.700 substâncias tóxicas diferentes e o alcatrão é um composto com mais de 40 substâncias comprovadamente cancerígenas, formado a partir da combustão dos derivados do tabaco.

Parar de fumar diminui o índice de câncer pulmonar? Em quais casos?

Quando a pessoa deixa de ser fumante, a partir de cinco anos, ela diminui o risco de doenças cardiovasculares, infartos e derrames, já após dez anos sem fumar, o risco de câncer de pulmão cai para quase o mesmo de uma uma pessoa que nunca fumou.

Existe mais propensão desse tipo de câncer de acordo com o gênero?

O câncer de pulmão ainda acomete mais os homens. No entanto, houve um aumento do número de mulheres tabagistas nos últimos 20 anos, influenciadas pela mudança do contexto social da mulher (com sua inserção no mercado de trabalho), influências de propaganda no hábito tabágico (associando o cigarro com glamour e poder) e de grupos sociais. As mulheres começam a fumar por volta dos 16 anos. As garotas têm mais dificuldade de parar de fumar, apresentando maior dependência do cigarro e sofrendo emoções mais negativas durante as tentativas de abandonar o vício.

Existe alguma forma de prevenção desse tipo de câncer ?

A principal medida de prevenção para o câncer de pulmão é abandonar o tabagismo, pois ele é responsável pela imensa maioria da incidência da doença.  Também é recomendado evitar a exposição a agentes químicos, ou metais pesados, como asbesto, arsênico, entre outros fatores de risco para esta doença. Exames de imagem periódicos e radiografia simples do tórax também podem auxiliar a detecção da doença no momento em que ainda pode ser possível um tratamento com intenção curativa. Qualquer suspeita de anormalidade no exame de raios-X, levará à necessidade de se fazer uma tomografia computadorizada do tórax, exame de fácil acesso e que fornece informações muito detalhadas sobre os pulmões.

Com a confirmação de câncer de pulmão, qual o tratamento mais utilizado?

Caso exames evidenciem alterações suspeitas de câncer, após a realização de uma biópsia, que significa a retirada de um pequeno fragmento da área suspeita para a análise, para confirmar a presença de câncer do pulmão, os principais recursos empregados no tratamento são cirurgias, radioterapia e quimioterapia.

Qual índice de cura?

Se descoberto e tratado no período inicial existe possibilidade de cura, através de uma cirurgia, já na doença avançada, a probabilidade de sobrevivência em cinco anos, aqui no Brasil, varia entre 7% a 10%.

Formada em medicina pela Universidade Luterana do Brasil e com residência em Medicina Interna e Oncologia Clínica, a Dra. Junia possui vasta experiência na área de oncologia clínica e em pesquisa clínica, tendo realizado publicações a nível nacional e internacional. Participou ainda de congressos, com apresentações de trabalhos de destaque, como o “Câncer de pulmão na mulher: sinais, sintomas suspeitos e hábitos preventivos”, em 2011, durante a Semana de Combate ao Câncer do GHC – GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO/Porto Alegre/RS –  e mais outros sete trabalhos para edições do Congresso Brasileiro de Oncologia Clínica, entre outros eventos na área.

Fonte: Instituto de Câncer de Brasília

, , , ,

Deixe um comentário

Madison – empresária (e milionária) aos 15 anos

madison

Madison – 15 anos e o primeiro milhão vendendo chinelos

Quando tinha 8 anos, Medison Robinson, uma menina americana do Texas, desenhava. Como qualquer criança de 8 anos faz. Hoje, com 15 anos, Medison tem um site onde vende seus chinelos. E acaba de fazer seu primeiro milhão de dólares, por meio de um contrato com as cadeias de lojas Macy’s e Nordstrom. Detalhe, este negócio ela levantou sozinha. No site, seus chinelos (ou desnhos) viraram livros e brinquedos, também oferecidos pra venda.Fazia desenhos que mostravam sua paixão por peixes, natação e pesca. Pensou em colocar os desenhos em chinelos, outra paixão. Com a ajuda dos pais, seus desenhos viraram uma linha de chinelos, com a marca criada também por Medison: Fish Flops. Vendidos a 25 dólares o par, vem com a seguinte mensagem:  “Eu sempre fui adepta aos flip-flops. Em 2006, eu tive a idéia de criar uma marca de chinelos que combinam o meu amor por natação, pesca, e desenho. Chamei-os de FishFlops ®. Compartilhei minha ideia com muitos dos meus amigos e familiares, todos gostaram. Então percebi que tinha criado algo muito especial. Eu espero que, ao usá-los e compartilhá-los, também façam você sorrir! ”

Ok, difícil acreditar que não haja um bom suporte dos pais aí. Que ótimo, a família é a primeira linha de defesa de um adolescente com boa cabeça. Gente, a menina tem 15 anos. Antes de pensar se vale à pena apostar em boas idéias, enfrentar as dificuldades e correr os riscos, lembre da Medison. Acesse o site da menina e veja com seus próprios olhos: http://www.fishflops.com/index.php

fonte: site infomoney

, , , , ,

1 comentário

Hospital Mãe de Deus – lançamento de um Livro Histórico

…e projeções para um futuro próximo.

O Hospital Mãe de Deus (HMD), de Porto Alegre/RS, um dos maiores grupos hospitalares privados do Brasil, promoveu no primeiro dia da  FEIRA HOSPITALAR em São Paulo, o lançamento de um livro histórico da instituição intitulado “Mãe de Deus: história, gestão e responsabilidade social”.

O livro descreve os os 34 anos do hospital e está dividido em três unidades: “Erguido pela Fé”, que conta como tudo começou e a importância da Irmã Jacomina na criação da então Fundação do Hospital Mãe de Deus; “Responsabilidade Social e Ambiental na Prática”, que destaca a qualidade do atendimento do hospital pelo SUS e “Gestão Moderna e Inovadora”.

Com stand montado na Hospitalar, o HMD promoveu coquetel para o lançamento que aconteceu no primeiro dia da Feira, 20 de maio e contou com a participação da presidente da HOSPITALAR, Dra. Waleska Santos, que declarou: “A HOSPITALAR está honrada em participar deste momento histórico do hospital Mãe de Deus”. Para a Irmã Lucia Boniatti, presidente do Hospital lançar a obra na HOSPITALAR “é partilhar 34 anos de história com os principais personagens do setor de saúde.”

Para Serafin, CEO do HMD, presente no evento “o lançamento do livro Mãe de Deus: história, gestão e responsabilidade social na HOSPITALAR reforça a parceria do hospital com a feira”.

Presidente da HOSPITALAR, Dra. Waleska Santos (segunda da esquerda para direita), com parte da diretoria executiva do Hospital Mãe de Deus: superintendente executivo, Alceu Alves da Silva; a presidente Irmã Lúcia Boniatti e o CEO da instituição, Cláudio Seferin

Presidente da HOSPITALAR, Dra. Waleska Santos (segunda da esquerda para direita), com parte da diretoria executiva do Hospital Mãe de Deus: superintendente executivo, Alceu Alves da Silva; a presidente Irmã Lúcia Boniatti e o CEO da instituição, Cláudio Seferin

Também marcou presença o presidente do Conselho de administração da ANAPH, Dr. Francisco Balestrin; o superintendente do Instituto Brasileiro de Controle ao Câncer (IBCC), Niversindo Cherubin, e o superintendente Médico Assistencial e presidente da Comissão Científica do Congresso Internacional de Serviços de Saúde (CISS), Dr. Fábio Leite Gastal.

Ampliação – Outro momento importante do coquetel foi a apresentação do projeto de ampliação e modernização do hospital. A iniciativa terá início em junho desde ano com previsão de conclusão até meados de 2014.

O projeto ajudará a sanar a carência de leitos da região metropolitana de Porto Alegre e oferecerá uma nova estrutura para a demanda de turistas da Copa do Mundo de 2014.

, , , , ,

Deixe um comentário

HOSPITAL SAPIRANGA – Exemplo de Coletivismo

Um hospital privado filantrópico para atender 110 mil habitantes de Sapiranga, no Rio Grande do Sul e região estava com sérios problemas. Em 2007 acumulava uma dívida de R$ 10 milhões e a perspectiva de fechamento da única instituição de saúde do município estava sendo cogitada. O caos estava instalado até que o empresário João Edmar Wolff presidente da Musa Calçados, resolveu arregaçar as mangas para reverter a situação e botou a mão na massa. Em cinco anos equacionou o quadro e hoje Wolff é presidente do Hospital Sapiranga, do qual se orgulha ao falar das conquistas obtidas.

A dívida foi parcelada, a população e as empresas da região foram mobilizadas para arrecadar recursos, parceria com fornecedores foram estabelecidas e hoje o Hospital Sapiranga já tem acesso aos repasses federais. Com isso,  está investindo em reformas e tecnologia, melhorando dia-a-dia o atendimento e ampliando a complexidade nos tratamentos prestados.

A fórmula do sucesso? Persistência.

Wolff, ao lado da comunidade, da indústria e de parceiros de peso (como a AES Sul Distribuidora Gaúcha de Energia S/A), elaborou um plano de ação e conquistou a confiança de todos. De acordo com o presidente, só de fundos da população foi possível arrecadar R$ 2 milhões e 130 mil. Segundo ele, “É muito gratificante ver o engajamento. A AES, por exemplo, com quem temos uma dívida financiada, aderiu à causa e contribui por meio do projeto ‘Mais Saúde’, que deixa à disposição da população a opção de contribuir com uma parte do valor da conta para o Hospital.

Atualmente, o Hospital Sapiranga recebe um repasse de R$ 20 mil/ mês que é revertido em reformas da ala SUS , equipamentos e tecnologia. “Estamos aguardando também a quantia de R$ 450 mil, que será utilizado em equipamentos para os blocos cirúrgicos. Nossa próxima meta é o investimento em uma UTI Neonatal, já que as crianças da região precisam ser deslocadas por 300 km para serem atendidas”, comemora Wolff.

hositalarNa foto, durante a Feira Hospitalar, Elita Cofferri Herman (administradora do Hospital), Sílvia Czapski (Jornalista), João Edmar Wolf (Presidente Hospital Sapiranga) e Dra. Waleska Santos, Presidente da Hospitalar.

, , , , ,

Deixe um comentário

%d blogueiros gostam disto: