Arquivo de 24 julho, 2013

Hospital de Salto do Jacuí – sob nova Administração

gilda

Gilda Rathke

Ocorreu agora em julho um momento importante para a área da saúde de Salto do Jacuí/RS. Foi realizada, na Câmara de Vereadores, a solenidade de assinatura do contrato de gestão do Hospital Municipal Aderbal Schneider entre a Congregação das Irmãs de Nossa Senhora NotreDame e o Executivo Municipal.

A partir deste ato, o hospital passou a ser administrado pelas irmãs da Congregação, passando a denominar-se HOSPITAL NOTRE DAME ADERBAL SCHNEIDER.

A experiência de um grupo com mais de 43 anos de solidez na área da saúde somada a uma notável qualidade na prestação de serviços que tem sido demonstrada, não apenas na gestão de hospitais, como em outros nichos de atividade. É o caso da NotreDame Seguradora, empresa ligada ao Grupo NotreDame Intermédica, uma das três maiores operadoras de planos de assistência médica e odontológica do país. A saúde do município dando um grande passo. Gilda Rathke, que já foi Secretária da Saúde do município de Sobradinho é a nova administradora do hospital. Já gestora da Rede de Hospitais Notre Dame, Irmã Silvana Ioner, salienta que alguns objetivos já foram traçados e que a experiência que Gilda Rathke possui na área de administração hospitalar beneficiará toda equipe.

O hospital de Salto do Jacuí será o terceiro diretamente administrado pelas Irmãs de Nossa Senhora no Estado do Rio Grande do Sul. Os outros dois são o Hospital Notre Dame São Sebastião, em Espumoso/RS, e o Hospital Notre Dame Júlia Billiart, em Não-Me-Toque/RS. Está de parabéns a comunidade de Salto do Jacuí com a participação da Congregação das Irmãs de Nossa Senhora NotreDame no processo de desenvolvimento do atendimento à saúde de sua população. No evento de transferência de gestão, a Congregação foi saudada na pessoa da diretora dos hospitais NotreDame, Irmã Silvania, pelo grande trabalho realizado ao longo dos 90 anos de história da Congregação no Brasil. A proposta da mudança é que os moradores de Salto e da região tenham um atendimento de excelência, humanizado e feito com muita dedicação, amor e carinho por todos os profissionais liderados pelas Irmãs. Esta tem sido a marca do trabalho dos hospitais NotreDame no Estado do Rio Grande do Sul.

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Medicamentos e cosméticos – o fim das agulhas está próximo?

transdermicos

Diabéticos, hipertensos, enxaquecosos. Pessoas com náusea, pacientes em quimioterapia ou, no caso das mulheres, o eterno martírio das pílulas anticoncepcionais. Tudo isso tem um ponto em comum: a solução medicamentosa vem sempre por via oral ou injetável e traz desconfortos, principalmente no desafiador equilíbrio entre dose ideal e para-efeitos (ou efeitos colaterais, como queira), além da dor. E muitas vezes me perguntei se a tecnologia (ou a falta dela) não seria a culpada por tão poucas (e menos dolorosas) opções para se ingerir uma medicação.

Há até pouco tempo, o mais popular meio alternativo para medicar um paciente eram os adesivos de nicotina, famosos transdérmicos para ajudar o fumante a parar de fumar. Esse tipo de medicação já existe à um bom tempo, mas nenhum foi mais conhecido ao longo da história dos que os adesivos de nicotina. Isso até hoje. Pesquisadores já trabalham com a possibilidade real de, em pouco tempo, nenhuma medicação precisar ser ministrada por outra via senão pela pele.

“Em pouco tempo não vamos precisar tomar mais nada por via oral. No futuro todos os medicamentos serão transdérmicos. Quando a pessoa estiver com dor de cabeça, vai passar o medicamento na têmpora e a dor vai melhorar. No futuro, não vai precisar mais engolir um remédio”, explica o professor de biotecnologia no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará, Marco Botelho.

A nanotecnologia está por trás do que será uma verdadeira revolução nesse sentido. E não só no que diz respeito a medicamentos, mas também em saúde e beleza – os nanocosméticos. O Boticário investe anualmente 2,5% de sua receita em pesquisas com nanocosméticos, tais como filtros solares redutores de rugas e outras inovações.

Estamos falando de uma enorme oportunidade de mercado que se traduz em atributo diferencial para a saúde de pacientes e usuários. E, em se tratando de medicamentos, uma “mão na roda” para médicos e enfermeiros. Se, ao menos, pudermos abrir mão de agulhas e seringas, já temos aí uma inovação sem procedentes.

fonte: Saúdeweb

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