Arquivo de 27 julho, 2013

Médicos Estrangeiros – O Brasil precisa deles?

medico(Doutor Ricardo Tedeschi – Piracicaba, São Paulo)

A vinda de médicos estrangeiros para atuar em solo brasileiro tornou-se o assunto do momento, tanto no meio médico, como pela população em geral e a pergunta que se faz: O Brasil precisa deles?

Antes aos fatos, ressalto ser o Brasil uma república democrática de direito, no qual há o direito de qualquer cidadão seja brasileiro ou não, exercer suas atividades profissionais, desde que seja respeitada a nossa legislação. Reafirmo não haver uma posição de discriminação social ou racial, mas sim um posicionamento técnico, puramente racional, baseado em estatísticas e fatos.

A real falta de médicos nos rincões nacionais, pequenos municípios e periferias, se deve a falta de investimento público, gerando salários inadequados, falta de um plano de carreira e condições inadequadas de trabalho. Leia o resto deste post »

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Vacina contra a Cocaína e o Crack

Nova vacina estimula o corpo a tratar cocaína como intrusa

NOVA YORK – Uma vacina anticocaína tem sido usada com sucesso em primatas não-humanos e está a um passo da aprovação para uso em terapias de dependência química. A vacina (dAd5GNE) combina elementos de vírus do resfriado comum com o GNE, partícula que imita a cocaína, e impede a alta de dopamina associada à droga.

– A vacina ‘come’ a cocaína no sangue como um Pac-Man, antes que a droga chegue ao cérebro – explicou po residente do departamento de medicina genética da Universidade Médica Weill Cornell à revista “Wired”. – Com a vacina, mesmo que a pessoa recaia no vício, a cocaína não surte efeito.

vacina cocaina

A cocaína funciona se ligando a um transportador de dopamina, impedindo a reciclagem do hormônio do prazer em duas áreas do cérebro, que produzem então o efeito da droga. A vacina estimula o corpo a tratar a cocaína como um intruso e a montar uma resposta imunitária contra a droga.

De acordo com os resultados do estudo, primatas não-humanos que receberam a vacina apresentaram níveis bastante reduzidos da ligação de cocaína com o transmissor da dopamina, cerca de 20% — bem abaixo dos 47% necessários para ‘dar barato’. Uma vacina anticocaína exigirá doses de reforço nos seres humanos, mas nós ainda não sabemos quantas vezes essas doses de reforço serão necessárias – disse Crystal. – Acredito que para aquelas pessoas que querem desesperadamente quebrar seu vício, uma série de vacinas vai ajudar.

fonte:  Jornal o globo (matéria na integra)

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