Arquivo de janeiro \31\UTC 2014

Roche está atenta a oportunidades de aquisição no Brasil

O grupo farmacêutico suíço Roche, primeiro produtor mundial de tratamento contra o câncer, sinaliza interesse em fazer aquisições, inclusive no Brasil, usando parte do quase US$ 18 bilhões que tem em caixa. Em entrevista ao Valor, o presidente-executivo da Roche, Severin Schwan, afirmou que a empresa está atenta a oportunidades que surgirem no Brasil, porque o país “continua a ser um mercado muito importante, está crescendo e vamos aumentar nossa presença”.

Para o executivo, as turbulências atuais e o menor crescimento que afetam o Brasil e emergentes em geral não causam inquietação. “Vemos crescimento contínuo e isso tem a ver com a penetração de nossos remédios que ainda é relativamente baixa e uma demanda muito forte (no Brasil) vai continuar no futuro”. Leia o resto deste post »

, , , , , , , ,

1 comentário

Anvisa suspende comércio e uso de antibiótico

Resolução determina a suspensão da distribuição, do comércio e do uso do antibiótico Claritromicina 250mg/5ml

Medicamentos: Anvisa determinou ainda que a EMS promova o recolhimento do estoque do medicamento

Medicamentos: Anvisa determinou ainda que a EMS promova o recolhimento do estoque do medicamento

Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada hoje (24) no Diário Oficial da União determina a suspensão da distribuição, do comércio e do uso, em todo o território nacional, do lote 438569 do antibiótico Claritromicina 250mg/5ml grânulos para suspensão oral, fabricado pela empresa EMS S/A. De acordo com o texto, laudo da Fundação Ezequiel Dias apresentou resultado insatisfatório em análise de teor de princípio ativo no medicamento.

A Anvisa determinou ainda que a empresa promova o recolhimento do estoque existente no mercado relativo ao lote em questão. A resolução entrou em vigor a partir de 24/01/2014.

Em nota, a EMS informa que já havia iniciado o recolhimento de forma voluntária do lote do produto em 24 de outubro de 2013. Disse ainda que o laboratório está realizando todos os procedimentos cabíveis nos órgãos regulatórios em relação ao recolhimento.

fonte: Exame.com – matéria na íntegra

, , , , ,

Deixe um comentário

Hospital Galileo (Valinhos, SP) inaugura Ecoendoscopia

galileoO Hospital e Maternidade Galileo, em Valinhos (Interior de São Paulo), é referência em hotelaria, inovação tecnológica e de procedimentos de alta complexidade. E, mais recentemente, iniciou a oferta de exames de Ecoedoscopia. A Ecoendoscopia é um exame que associa endoscopia e ecografia, permitindo visualizar a parede do trato gastrointestinal e outras estruturas vizinhas como mediastino, pâncreas, vias biliares e pelve.

Leia o resto deste post »

, , , , , ,

1 comentário

Mais da metade dos médicos acertou menos de 60% da prova do Cremesp

medicosExame é obrigatório para quem deseja se inscrever no Conselho e atuar no Estado

(matéria na íntegra, Jornal – O Estado de São Paulo – Mônica Reolom)

Quase 60% dos recém-formados em escolas médias de São Paulo não atingiram o critério mínimo do exame do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp). Isso quer dizer que 1684 de 2843 médicos acertaram menos de 60% das questões da prova, aplicada em novembro do ano passado.

O percentual de reprovados ficou 4,7 pontos acima de 2012. Esse é o segundo exame realizado depois que ele se tornou obrigatório para quem deseja se inscrever no Cremesp e atuar no Estado. O registro, no entanto, não depende do desempenho na prova.

, , , ,

1 comentário

Nos EUA, pediatras adotam tablets no cuidado de recém nascidos

Associação Pediátrica de Bellevue, Washington, usa tablets equipados com software móvel de EHR para registrar visitas de pacientes

(Saúde Web – matéria na íntegra)

Utilizando o aplicativo Greenway em um tablet com Windows 8, a Associação Pediátrica de Bellevue, Washington, está registrando seus pacientes tão logo chegam a este mundo.

“O maior benefício é percebido quando os médicos saem para visitar pacientes em hospitais, especialmente, os recém-nascidos”, diz Brock Morris, CIO da clínica com 85 médicos. “Eles criam a conta, por assim dizer, e começam a documentar o paciente desde recém-nascido”.

medico_tablet Leia o resto deste post »

, , , , , , , , ,

1 comentário

Mudança surpreende e preocupa farmacêuticas

Por Vanessa Dezem | De São Paulo (Valor Econômico, matéria na íntegra)

A indústria farmacêutica recebeu com surpresa e preocupação o anúncio das novas regras para os medicamentos similares. Segundo participantes do mercado e analistas consultados pelo Valor, apesar de apoiar a intercambialidade do similar com o medicamento de referência, o setor ficou surpreso com o momento da divulgação – antes do esperado – e com a defesa do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, de que os similares sejam registrados com preço 35% menor que o medicamento de marca.

“A indústria se surpreendeu porque, dada a complexidade do assunto e a forma como ele vinha sendo tratado, esperava-se um debate mais profundo e cauteloso sobre o tema”, afirmou Antônio Britto, presidente-executivo da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma).

Henrique tata

“Os similares são diferentes. Não poderiam ser tratados de modo igual nos preços”, diz Henrique Tada, da Alanac.

A revisão dos preços preocupa principalmente porque muitas empresas já investiram no processo de equivalência de seus produtos similares ou estão em processo de investimentos, sem contar, no entanto, com a nova regra do desconto, o que gera dúvidas sobre o retorno desses desembolsos.

“Os similares são diferentes no que diz respeito a suas características de mercado. Não poderiam ser tratados de modo igual”, afirma Henrique Tada, presidente executivo da Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Nacionais (Alanac). Ao contrário dos genéricos, os similares têm marca, ou seja, exigem maiores esforços em marketing e em políticas comerciais. “As marcas consolidadas ficarão fragilizadas e isso preocupa. A política governamental deve permitir que quem participa deste mercado continue investindo”, explica Telma Salles, presidente-executiva da Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos.

Além do preço máximo, também não tinha sido discutida com a indústria a mudança das embalagens. Pela nova regra, as embalagens dos similares trarão o símbolo “EQ”, que significa equivalente, assim, a mesma prescrição médica que atualmente permite ao paciente adquirir medicamento de referência ou genérico também poderá ser usada para a compra do similar. Neste caso, a mudança pode ser positiva para os fabricantes, já que procura deixar claro para o consumidor que ele está consumindo um medicamento que pode substituir o de referência, elevando assim, o “status” do similar, muitas vezes questionado com relação a sua qualidade.

Outro fator que está sendo questionado pelo setor farmacêutico é se os objetivos das medidas o serão alcançados. O governo espera que, com as novas regras, a população tenha mais acesso aos medicamentos, dada a redução de preços e o aumento da oferta.

O mercado, no entanto, está colocando em xeque o real alcance das medidas. Segundo Pedro Zabeu, analista da Fator Corretora, as farmácias geralmente repassam para o consumidor um desconto menor do que o dado pelo fabricante (assim como já acontece com os genéricos), situação que fará com que o consumidor não sinta uma diferença tão grande na hora da compra de um similar. Além disso, as novas exigências farão com que empresas menores tenham mais dificuldades em competir com as grandes neste mercado.

“Alguns fabricantes não vão conseguir renovar seus produtos, dados os elevados investimentos necessários. Vai diminuir a competição de similares”, afirmou o presidente do laboratório Teuto, Marcelo Henriques.

Agora, os representantes da indústria vão aproveitar o período de 30 dias de consulta pública, para dialogar em Brasília. “Nós gostaríamos que houvesse uma discussão mais profunda, para evitar prejuízos à política nacional de genéricos e para que não se gere falsa expectativa sobre a ampliação de acesso a medicamentos no país”, afirma o presidente da Interfarma.

, , , , , , , , , , , ,

1 comentário

Remédio similar deve ter status de genérico

genericosA Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) vai colocar nesta semana em consulta pública uma resolução que concede aos medicamentos similares o mesmo status de genéricos. A mudança vai permitir que o farmacêutico possa indicar o produto como substituto ao remédio de marca para o consumidor. Atualmente, essa possibilidade, chamada intercambialidade, é permitida apenas para os genéricos. Com a medida, a ideia é ampliar a concorrência e, em consequência, reduzir o preço dos produtos.

A mudança na classificação do remédio será precedida de uma revisão de preços pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed). O anúncio da nova política está previsto para ser feito hoje pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que no próximo mês deve deixar a pasta para disputar o governo de São Paulo. Dentro do governo, a ideia é que essa marca possa ser usada como um trunfo eleitoral, a exemplo do que José Serra fez com os medicamentos genéricos, quando estava à frente da mesma pasta. Remédios genéricos atualmente não podem custar mais do que 65% do que é cobrado pelo produto de referência. O reajuste de similares é feito de acordo com uma fórmula estabelecida pela Cmed. A revisão, de acordo com fontes ouvidas pelo Estado, não significa necessariamente que preços similares terão queda linear.

Embalagens

O texto da resolução, aprovado ontem (15) pela diretoria colegiada da agência, prevê ainda mudanças na embalagens dos medicamentos similares. Elas terão de obedecer um padrão, como ocorre atualmente com genéricos, que estampam com destaque a letra G. O prazo para alteração das embalagens deverá ser de até 180 dias, a contar da publicação da resolução, que, por sua vez, deve ocorrer em até três meses. Essa mudança na política também é reflexo de uma decisão de 2003, quando a Anvisa estabeleceu um cronograma com prazos para que medicamentos similares apresentassem à agência um teste de bioequivalência, uma exigência que sempre foi feita para o registro de genéricos. O prazo termina neste ano.

O teste é feito para comprovar que o remédio é uma cópia idêntica ao de referência: apresenta o mesmo princípio ativo, a mesma eficiência, o mesmo mecanismo de ação. De acordo com dados da Anvisa, praticamente 100% do mercado de similares já se adaptou. A Alanac (Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Nacionais) afirma que, ao longo desses anos, foram investidos cerca de R$ 700 milhões para realização dos testes.

No mercado

O País tem 185 laboratórios de produtos similares. Dados da Alanac mostram que os remédios dessa classe representam 43% do mercado. Genéricos concentram 27% e os de referência, 21%. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

fonte: R7 website

, , , , , ,

Deixe um comentário

ISEV – INSTITUTO DE SAÚDE E EDUCAÇÃO VIDA assume a gestão do Hospital de Estância Velha/RS

Estância Velha/RS

Recentemente  o ISEV- INSTITUTO DE SAÚDE E DUCAÇÃO VIDA assinou com o Prefeitura Municipal de Estância Velha o contrato de gestão do Hospital Municipal Getúlio Vargas . À frente deste novo empreendimento, além do acompanhamento do Presidente do Instituto, Juarez Ramos dos Santos, e da Segunda Presidente, Lucya Bueno Mainieri, estão, no dia a dia do tradicional Hospital, o Administrador da Unidade, Jéferson de Oliveira e o Assistente Administrativo, Lucas Schneider.

ISEV Bom Jesus

O Hospital Municipal Getúlio Vargas, que passa a se chamar ISEV – Unidade Estância Velha, tem uma estrutura de internação clínica, cirúrgica e leitos de Saúde Mental. Possui também Unidade de Emergência com plantão clínico, obstétrico e pediátrico, além de cirurgia Geral e anestesiologia de sobreaviso.

Assim que o ISEV assumiu a gestão, os leitos já foram ampliados, passando de 56 para 67. Além disso, vários processos internos estão sendo revistos, buscando aprimorar os serviços, com foco na satisfação do cliente.

ISEV Estância VelhaO ISEV aministra hoje 7 unidades hospitalares. No Rio Grande do Sul ARROIO DOS RATOS, BOM JESUS, CACEQUI, TAQUARI E ESTÂNCIA VELHA. Em Santa Catarina Balneário Camboriú e Biaguaçú.

Oaea saber mais, acesse o site do ISEV – http://www.isev.com.br/

, , ,

1 comentário

Wal-Mart recolhe carne de burro contaminada na China

O Wal-Mart Stores recolheu carne de burro vendida em algumas lojas da China, após testes mostrarem que o produto continha carga genética, ou DNA, de outros animais, informou a empresa nos Estados Unidos. A Shandong Food and Drug Administration disse mais cedo que o produto continha carne de raposa. O Wal-Mart vai reembolsar os clientes que compraram a carne de burro “Five Spice” contaminada e está ajudando a indústria alimentar e agências locais na província de Shandong a investigar seu fornecedor chinês.

walmart china

O escândalo poderia afetar a reputação do Wal-Mart no mercado de alimentos chinês avaliado em US$ 1 trilhão, onde planeja abrir 110 novas lojas nos próximos anos. O Wal-Mart tem aumentado suas práticas de segurança alimentar na China desde o escândalo de 2011, quando funcionários dos supermercados da cidade de Chongqing foram acusados de vender porco regular como carne orgânica, que é mais cara. O incidente levou ao encerramento temporário de 13 lojas, a prisão de dois funcionários, a detenção de outros 35, e uma multa de 3,65 milhões de yuans (US$ 575 mil).

Carne de burro é um petisco popular em algumas áreas da China, apesar de representar apenas uma pequena fração do consumo total de carne. Em 2011, a China abateu 2,4 milhões de burros, de acordo com o anuário da indústria pecuária do país.

fonte: Jornal Valor Econômico – matéria na íntegra

, , , , , ,

1 comentário

Lições de Alberto Saraiva, o Senhor Habib’s

Nascido em Portugal mas radicado no Brasil, Alberto Saraiva aprendeu desde cedo o quanto é dura a vida de um comerciante. De cara, com 21 anos se viu obrigado a superar adversidades tendo que assumir a padaria do pai, morto repentinamente em um assalto. Em entrevista ao Jornal Conta Corrente (Globo News), Saraiva fala de sua vida, dos altos e baixos, do início do Habib’s na Rua Cerro Corá (São Paulo) até os dias atuais, com mais de 22 mil funcionários e lojas espalhadas em 120 cidades brasileiras.

“Sucesso é o que você planeja e dá certo. Não se mede o sucesso pelo tamanho do negócio, mas sim pelo êxito. Fracassos fazem parte do ensinamento para o sucesso. Eu tive muitos fracassos, mas todos foram formas de eu me fortalecer e aprender.”

“Na minha empresa, as salas têm os nomes das pessoas que me ajudaram. O segredo também está nas pessoas. Por mais simples que a pessoa seja, não precisa ter muito dinheiro pra se dar bem na vida. Precisa ter vontade de vencer e lutar. Vontade de ter um diferencial e de desenvolver outras qualidades.”

“Pra ter sucesso, tem que ter vontade de trabalhar. Continuo trabalhando 16 horas por dia, não porque preciso, mas porque gosto.”

para ver a entrevista na íntegra, acesse AQUI

(fonte: entrevista programa Conta Corrente – Globo News – 04/01/2014) 
Alberto Saraiva Dono da Rede Habib’s, maior rede de comida árabe do mundo.

Alberto Saraiva
Dono da Rede Habib’s, maior rede de comida árabe do mundo.

, , , , , ,

Deixe um comentário

%d blogueiros gostam disto: