Arquivo de março \27\-02:00 2014

Gastro Con Vinho Campinas – Doutor Sérgio Barrichello e o bom uso dos balões intragátricos

Com mais de 1200 procedimentos, entre colocações e retiradas do dispositivo, Dr. Sérgio compartilha sua expertise com especialistas de Campinas

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Dr. Sérgio Barrichello (centro) com Doutor Romanholi Neto (esq.) e Doutor Mário Augusto Marchezan (dir.) – discussões sobre o bom uso dos balões intragástricos no tratamento da obesidade.

Na noite de 26 de março de 2014, o evento Gastro Con Vino, tradicional encontro de endoscopistas e cirurgiões da cidade de Campinas e sob coordenação do Dr. Admar Concon e do Dr. Marcelo Amade, recebeu o Dr. Sérgio Barrichello para falar sobre sua vasta experiência com balões intragástricos. No encontro, com o sugestivo nome de “Balões Intragástricos – o bom uso e estratégias para uma retirada de sucesso”, o Dr. Barrichello reforçou aos médicos presentes a segurança e a utilidade da técnica como parte do arsenal terapêutico na batalha contra a obesidade, bem como o perfil exato de paciente que pode se beneficiar com esta abordagem menos invasiva. Deixou clara a importância de que a melhor forma de assegurar êxito no procedimento é seguir as orientações em literatura especializada e também mostrou casos complexos para exemplificar os cuidados no momento da remoção dos balões. A remoção é um momento importante no procedimento e uma das maiores preocupações do médicos que lidam com balões intragástricos.

Durante toda a apresentação, recomendou várias vezes a necessidade de uma abordagem multidisciplinar quanto ao paciente obeso. Segundo Dr. Sérgio, “o obeso é um paciente complicado sob o aspecto da atenção necessária. Precisa de acompanhamento nutricional e psicológico, além de uma mudança em seus hábitos de vida, para que possa ter qualidade de vida e usufruir da perda de peso por muito mais do que os seis meses em que estiver com o balão”.

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Dr. Sérgio Barrichello é cirurgião geral, endoscopista instrutor das oficinas de Balões Intragástricos da SOBED (Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva) e Sócio Proprietário da Clínica Health Me, em São Paulo.

Em sua 5ª edição, O Gastro Com Vino 2014 acontece sempre na 4ª quarta-feira de cada mês em Campinas (São Paulo) e conta com o apoio das empresas Boston Scientific, Suprimed, Medicone e Given Imaging.

Veja abaixo entrevista com Dr. Sérgio Barrichello:

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Profarma aumenta capital e atrai sócio

Fonte: Valor Econômico – por Rodrigo Polito | Do Rio (matéria na íntegra)

A distribuidora de medicamentos e itens de higiene pessoal Profarma estuda fazer aquisições no segmento de varejo fora do Rio de Janeiro. O objetivo da empresa é ampliar a fatia dessa área de negócio nas vendas totais da companhia de 15% para 30%, em até três anos. A estratégia recebe impulso, agora, de duas operações: aumento de capital e a entrada de um novo sócio, a AmerisourceBergen.

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“Entramos no ano passado no varejo, através de duas redes no Rio de Janeiro [por meio da aquisição da Drogasmil/Farmalife e Tamoio]. Temos a visão de entrar em outros Estados através de aquisição. Nosso crescimento, nessa divisão de negócio, será um misto de crescimento orgânico e aquisição”, disse o diretor de relações com investidores da Profarma, Maximiliano Fischer, ao Valor PRO, serviço de informação em tempo real do Valor.

Parte dos recursos para turbinar a expansão será proveniente de um aumento de capital, de até R$ 335,6 milhões. Desse total, a gigante americana de distribuição de medicamentos AmerisourceBergen se comprometeu a injetar cerca de R$ 190 milhões, por meio de subscrição de ações que serão cedidas pela BMK Participações, controladora da Profarma. Ao fim da operação, previsto para o segundo trimestre, a americana terá de 17,6% a 19,9% da Profarma.

O acordo firmado entre as duas empresas, divulgado ontem, prevê a criação de uma joint venture, chamada Profarma Speciality, com participação de 50% cada uma, na área de especialidades hospitalares (produtos de alto valor como os destinados para tratamentos oncológicos e próteses mamárias, entre outros).

A contribuição da Profarma para a joint-venture será representada pelas empresas do setor Prodiet e Arpmed, adquiridas pela companhia em 2011 e 2012. Já a norte-americana, líder mundial no segmento, contribuirá com dois aportes, além dos R$ 190 milhões: um primário de R$ 40 milhões e um secundário (por meio de aquisição de ações adicionais) de R$ 21,3 milhões.

Assim como o mercado de varejo, o segmento de especialidades hospitalares é considerado estratégico para a Profarma. As duas áreas têm margens e rentabilidade superiores às da atividade de distribuição de produtos farmacêuticos, negócio original da Profarma e que ainda responde por 70% do faturamento da empresa.Segundo Fischer, o negócio de especialidades hospitalares responde por 15% das vendas da Profarma.

A AmerisourceBergen, por sua vez, também considera o acordo estratégico para sua entrada no mercado brasileiro. “Com uma visão de crescimento macroeconômico no longo prazo, demografia favorável e crescente acesso a serviços de saúde e especialidades farmacêuticas, o mercado brasileiro nos oferece uma tremenda oportunidade para expandir nossas ofertas internacionais”, afirmou o diretor-presidente da companhia, Steven Collis, em comunicado ontem.

Com receita anual de US$ 88 bilhões no ano fiscal terminado em outubro, a AmerisourceBergen tem acordo firmado, em 2013, com a Walgreens, maior rede de drogarias dos Estados Unidos, e com Alliance Boots, distribuidora europeia de remédios, em que as duas últimas têm direito de adquirir 23% do capital da norte-americana.

Segundo Fischer, o acordo com a AmerisourceBergen anunciado ontem, porém, não teve nenhum envolvimento da Walgreens e da Alliance Boots, e é focado em especialidades hospitalares.

As ações da Profarma fecharam o pregão com alta de 9,44%, cotadas a R$ 19,37.

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Roupa especial monitora funções vitais

Um tecido inteligente, com malha entremeada de fios de prata, permite um tratamento individualizado para prematuros. Um bebê prematuro numa incubadora e conectado aos equipamentos de monitoramento por eletrodos era algo traumatizantes para a família e desconfortável para o bebê. Dizemos era porque 2 cientistas italianos e uma empresária do ramo têxtil desenvolveram o novo material que usado nas vestes hospitalares do bebê, elimina estes problemas para ambos. O tecido, fácil condutor dos impulsos dos sinais cardíacos, respiratórios e de movimentos do pequeno paciente, coloca este momento de luta pela vida numa nova perspectiva. O diretor no serviço de UTI neonatal do hospital de Lecco, na Itália diz que, além da sensível melhoria do aspecto aparente da criança e dos sinais e da segurança obtida no controle possibilita a terapia fundamental do contato com a pele da mãe sem as barreiras clássicas.

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Feitos de prata, os fios inteligentes são bons condutores de eletricidade. “Isso garante boa qualidade do sinal para o monitoramento”, afirma pesquisador Giuseppe Andreoni, da Universidade Politécnica de Milão. Ao mesmo tempo, os fios têm uma textura semelhante à da malha de algodão e propriedades antibacterianas, evitando alergias no bebê. Os cabos e eletrodos seguem lá no ambiente da incubadora, mas dissimulados no tecido das vestes da criança.

A garantia de que eles sempre estão em contato com a pele reside no fato de que estes fios inteligentes foram incorporados à costura das mangas da vestimenta. Preso à roupa, um modem transmite via Wi-Fi  os dados captados por sensores. As informações podem ser, então, analisadas por computador, tablet ou celular.

Fonte: BBC Brasil

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Governo autoriza aumento anual dos remédios

Preço dos remédios deve subir até 5,68% no fim do mês, calcula setor

Medicamentos com preços regulados pelo governo deverão ser reajustados em até 5,68% a partir do dia 31, de acordo com projeções feitas pelo setor. O cálculo é feito com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado nesta quarta-feira, 12, e por índices de produtividade e concorrência do mercado.
 
remediosO reajuste oficial, determinado pela Câmara de Regulação de Medicamentos (CMED), deverá ser divulgado nos próximos dias. O valor, no entanto, dificilmente sofrerá variação dos porcentuais apresentados agora pela indústria.
 
A CMED determina três faixas de reajustes de preços. Pelos cálculos do setor, classes de medicamentos na faixa intermediária terão aumento de 3,35%. O menor índice autorizado será de 1,02%. Com isso, a média ponderada das três faixas de medicamentos será de 3,53%.
 
Os valores são menores do que os registrados no ano passado. Em 2013, os reajustes autorizados variaram entre 6,31% e 2,7%, com uma média ponderada de 4,59%. Os novos preços terão de ser mantidos até março de 2015. As regras para reajuste valem para perto de 24 mil itens. Medicamentos de alta concorrência no mercado, fitoterápicos e homeopáticos não estão sujeitos aos valores determinados pela CMED, sendo que seus preços podem variar de acordo com a determinação do fabricante.
 
O cálculo de reajuste de remédios leva em conta uma série de fatores. Como o IPCA acumulado entre março de 2013 e fevereiro de 2014. É observada ainda a competitividade das classes de medicamentos no mercado, avaliada pelo nível de participação de genéricos nas vendas do segmento. Quanto maior a participação de genéricos nas vendas maior o porcentual de reajuste. A composição do índice de reajuste observa também o ganho de produtividade.
 
O reajuste de preços não é imediato. Para aplicar o aumento, empresas produtoras de medicamentos deverão apresentar à CMED um relatório informando os porcentuais que querem aplicar. O valor fixado pela CMED é o teto. As empresas podem, portanto, fixar preços menores.
 
O presidente do Sindicato de Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (Sindusfarma), Nelson Mussolini, avalia que os preços autorizados trarão um impacto negativo para o setor. Ele estima que os custos de produção no período avançaram entre 13% e 18%, de acordo com o grau de dependência de importação de insumos da empresa. Diante da pressão, avalia, a política de descontos nas farmácias será menor. “Com o índice autorizado para o reajuste, a tendência é fabricantes aplicarem todo o porcentual autorizado.
O presidente da Interfarma, Antônio Britto, observou que o aumento está sempre abaixo da inflação. Este ano, a média ponderada de aumento será de 3,53% e o IPCA do período foi de 5,68%. Ano passado, o reajuste foi de 4,59% diante de um IPCA de 6,31%. Em 2012, o aumento autorizado foi de 2,8% e o IPCA, 5,85%.
Portal Estadão
Jornalista: Lígia Formenti – matéria na íntegra

 

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Hospital Mãe de Deus e a Copa do Mundo – junto com o Brasil, batendo um bolão

MÃE DE DEUS - Claudio-Seferin

Cláudio Seferin – antecipando melhorias para atender à Família Fifa

Hospital é referendado para a Copa e fará atendimentos da ‘Família FIFA’, composta pelos membros das delegações estrangeiras, e chefes de estado.

O Hospital Mãe de Deus (HMD) de Porto Alegre (RS) recebeu na sexta-feira (28/02) o convite para se tornar hospital referência da Copa 2014. A indicação partiu do coordenador médico da FIFA na cidade-sede, Fabio Krebs, por atender a todas as exigências da federação para a referida posição. Com a adesão, a instituição está apta a prestar atendimentos a todos os tipos de demanda da Família FIFA, que é composta pelos membros das delegações estrangeiras – atletas, comissão técnica e dirigentes – e, pontualmente, chefes de estado que estiverem na capital entre os meses de junho e julho.

O convite foi formalizado por Krebs ao diretor geral do Mãe de Deus, Claudio SeferinPara ampliar e aprimorar o atendimento durante o período da Copa do Mundo, o hospital está antecipando melhorias previstas no projeto de expansão. Entre elas, a ampliação da área física e do número de atendimentos do setor de emergência, que terá a capacidade reforçada em 30%.

MÃE DE DEUS -707_RecepçãoOutra novidade para a Copa será o sistema de telemedicina, que irá conectar através da tecnologia os médicos localizados dentro do próprio estádio em dias de jogos – responsáveis pelos primeiros atendimentos de urgência –, com os médicos localizados na Emergência do hospital. Em parceria com a prefeitura de Porto Alegre, o hospital está remodelando o heliponto do Parque Marinha do Brasil, ao lado do Hospital, que poderá receber possíveis emergências vindas de helicóptero durante a Copa. Outro aspecto é que o HMD situa-se há 100 m do estádio sede da Copa em Porto Alegre. A preparação do Hospital Mãe de Deus para o mundial também envolve uma série de atividades voltadas ao atendimento de pacientes estrangeiros, como treinamento de seus colaboradores, com palestras envolvendo a cultura dos países que terão suas seleções jogando no Rio Grande do Sul.

Fonte: site HMD

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Farmacêuticas globais perdem receita com perda de patentes

Companhias farmacêuticas de grosso calibre no cenário mundial acusam o baque da perda de importantes patentes em suas receitas

De acordo com o jornalista Eric Palmer, do portal Fierce Pharma, não há grandes surpresas no ranking das 10 companhias farmacêuticas e suas receitas em dólares. Pfizer e Merck & Co, ambas estão em franco processo de reestruturação, perderam posições. Com o desmembramento entre AbbiVie e Abbott, a primeira ficou fora do ranking e abriu espaço para Eli Lilly e facilitou a subida da Bayer. Veja ranking de 2012 e, logo abaixo, 2013:

2012

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2013

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 Depois de um 2012 de muitas patentes importantes terem caído por terra, o ano de 2013 foi mais tranquilo, com aumento de receitas por parte de J&J, Roche, GlaxoSmithKline, Bayer e Lilly. Porém apenas a Bayer e a J&J tiveram crescimentos realmente interessantes. Bayer teve um crescimento de receita de 7,6% em dólares e J&J cresceu 6,6%. As demais tiveram crescimentos mais modestos, na casa de 3%. Pfizer, Sanofi-Aventis , Merck & Co e AstraZeneca despontavam em 2012, mas as perdas de patentes de alguns importantes blockbusters tiveram um reflexo imediato no ano seguinte. Pfizer perdeu Lipitor, Merck ficou sem a patente do seu Singulair. Curiosamente, as vendas de Crestor (medicamento da Astrazeneca para hipercolesterolemia) caíram 9%, o que significou forte desaceleração no crescimento da Astrazenca, na época, em torno de 8%.  Sanofi perdeu a patente de Plavix. Esse impacto contribuiu para uma queda de 5,7% nas receitas da empresa.

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Mas esses números nem se comparam com a queda de 17% reportados por AstraZeneca e Bristol-Mayers Squibb (fora da lista este ano) no ano passado. Ainda segundo Palmer, a metodologia do ranking considerou informações financeiras reportadas pelas empresas, relatórios e reportes anuais da Securities and Exchange Commission e outras fontes. De acordo com o jornalista, 2013 ficou marcado para a Indústria Farmacêutica mundial como um ano de transição, outra boa fase é esperada para esse ano.

Fonte: Fierce Pharma – mar, 2014 e IstoÉ Dinheiro, agosto 2012

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