Arquivo de outubro \20\UTC 2014

Anvisa muda regra para compra de medicamento similar

marca e similarRemédios equivalentes poderão ser comprados no lugar de remédios de marca

Medicamentos similares poderão ser comprados no lugar do medicamento de marca indicado na receita médica a partir de janeiro. A prerrogativa, até agora restrita para genéricos, foi definida numa resolução aprovada nesta quinta-feira pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). O texto determina que remédios similares, agora chamados equivalente, terão de trazer na bula a frase “este medicamento é equivalente ao de referência.” As empresas terão até um ano para fazer a mudança na bula.

A proposta aprovada nesta quinta-feira (9) é bem diferente da que foi apresentada em janeiro, quando o texto começou a ser discutido. O formato previa que o remédio equivalente teria de ter uma embalagem própria, com a inscrição EQ e preços pelo menos 35% inferiores do que os remédios de referência. Diante das críticas apresentadas pelo setor, a Anvisa mudou as regras.

De acordo com o presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, em alguns casos, medicamentos similares têm descontos superiores aos 35%, já há uma ampla concorrência. Fomos alertados sobre o risco de fazer um tabelamento pelo teto.

Remédio indicado na receita poderá ser substituído

Além da alteração na bula, farmácias passarão a apresentar, no balcão, listas para que o consumidor possa consultar o nome do medicamento de referência e o seu equivalente para então fazer a escolha de compra. Até o fim deste ano, todos os medicamentos considerados similares têm de apresentar testes que demonstrem que eles são equivalentes aos de referência, chamados de bioequivalência e biodisponibilidade.

Esses testes já são cobrados para medicamentos genéricos. A maior parte dos similares já cumpriu essa etapa. Atualmente, somente genéricos podem substituir receitas de remédios de marca, a chamada intercambialidade. A lei que criou genéricos, no entanto, exigiu que até o fim deste ano, todos similares deveriam cumprir o mesmo processo.

Apesar da mesma qualidade, remédio de marca custa até 4 vezes mais que genérico. A regra, no entanto, já funciona na prática, porque é raro postos de venda exigirem a apresentação da receita médica para medicamentos de tarja vermelha. Maior rigor na venda ocorre apenas para os remédios controlados.

— Isso precisa mudar. Há um sentimento da indústria, atacado e varejo que o respeito pelas tarjas ocorra de fato.

Ele informou que, por solicitação de integrantes do próprio setor, o mesmo grupo de trabalho formado para discutir a intercambialidade passe a debater, a partir de agora, novas regras para as tarjas de medicamentos. A discussão já é feita na Anvisa. “Ela agora vai envolver mais atores e com a participação do ministério”, disse Barbano.

fonte: R7 matéria na íntegra.

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O que você faria se tivesse mais tempo?

Belíssimo texto da Arita Leader Training e enviado pelo Doutor Marco Aurélio D’assunção (obrigado Doutor Marco).

Hoje a falta de tempo é unânime. Em toda parte as pessoas reclamam que não têm tempo ou que o dia poderia ter mais que 24 horas, já que todas as funções diárias não cabem na agenda. O excesso de atividades, o fluxo imenso de informações e as demandas do mundo moderno estão tirando nossa capacidade de organização do tempo. Algumas perguntas podem nos ajudar a entender melhor isso que vem acontecendo com a grande maioria da população mundial.dali

Qual é a sua prioridade na vida? Onde você investe mais tempo? No trabalho? Nas relações familiares? Cuidando de você? Essas questões são fundamentais para fazermos um mapa de como investimos nosso tempo. Refletir sobre isso e colocar tudo no papel ou em uma tabela é uma forma clara de entender para onde vão nossas preciosas horas. Colocando as atividades – e o tempo gasto nelas – na ponta do lápis será possível enxergar claramente e ver possibilidades de mudança, se o cenário não for positivo. Leia o resto deste post »

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Quem promulgou a Lei de Murphy?

Um Guru do Marketing ou um Monge Tibetano?

(Por Luiz Souza Filho)

Nenhum dos dois. foi um baiano. Nós mortais apenas a endossamos e a usamos para justificar nossas falhas e as de outros trapalhões mundo a fora. E chegou ao Brasil na década de 1960,Stapp e Murphy junto com os então modernos sistemas de gestão de projetos trazidos pelos executivos americanos e consagrou-se como o matricida da lei. Isto mesmo. Foi um filhote que passou a assassinar a própria mãe e chamou-se primeiro double-check e posteriormente triple-check. A Lei de Murphy é um adágio (uma máxima), mas na verdade é um folclore. Pelo contexto em que surgiu, assumiu ares de coisa séria. E o que é pior: seu autor não é Murphy. E o ainda mais pior (licença poética) é que seu autor foi um brasileiro e baiano chamado John Paul Stapp. Leia o resto deste post »

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Cade aprova compra da farmacêutica Shire pela Abbvie

A farmacêutica americana Abbvie obteve aprovação da autoridade brasileira antitruste para a compra da Shire, companhia sediada na Irlanda. Anunciada em julho e submetida a entidades de diversos países, a operação foi aprovada no Brasil, onde ambas atuam, sem qualquer restrição, informou a Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), em despacho no “Diário Oficial da União” desta quinta-feira.

shire Leia o resto deste post »

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