Arquivo de dezembro \18\UTC 2014

Doutor Renato Luz fala sobre próteses de cólon no Gastro e Endoscopia Piracicaba

Dentre os tantos eventos médicos voltados para a Endoscopia e Cirurgia do Aparelho Digestivo, salvo os grandesgastro e endoscopia dez 2014 congressos da especialidade, cada vez mais reuniões para a discussão de casos clínicos em petit comittee tem sido a preferência dos especialistas. Nestes encontros, as aulas formais, conduzidas de forma quase unilateral, dão lugar a interativas discussões sobre as condutas mais resolutivas.

Obedecendo a esse modelo, um dos últimos eventos do ano de 2015 aconteceu em Piracicaba, no IV Gastro e Endoscopia Piracicaba. No encontro, organizado pelos Endoscopistas Rodrigo Oliveira e Wellington Assis (Clínica Bragalha), o Doutor Renato Luz, do Hospital do Servidor e Hospital Santa Catarina (São Paulo) abordou as diversas indicações, aspectos técnicos e complicações no uso de próteses auto expansíveis em cólon. Após a detalhada e interativa condução do Dr. Renato, os Doutores Wellington e Rodrigo deram segmento ao tema por meio da apresentação de outros casos clínicos correlatos.

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Doutor Renato Luz, Karina Mondini (ACS), Andréa Souza (ACS) e Dr Wellington Assis (Clínica Bragalha)

O evento contou com a presença de 22 médicos não só da região de Piracicaba como também de regiões vizinhas à cidade, como Rio Claro, Santa Bárbara, Limeira e Americana. As empresas Boston Scientific e Given-Covidien participaram como apoiadores do encontro.

A aceitação e o quórum do encontro dão a dica de que em 2015 outros eventos como o Gastro e Endoscopia Piracicaba virão, aguarde.

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Meta Hospitalar ganha o prêmio “Líderes da Saúde 2014”

premio_lideres_da_saude_014 - FOTOA premiação aconteceu no Espaço APAS em São Paulo, no último dia 11, o prêmio “Líderes da Saúde”, foi concedido às empresas que mais se destacaram em 2014, foram homenageadas 69 empresas em vários segmentos da área da saúde.

 A eleição do prêmio “Líderes da Saúde”, que premia o setor de indústrias, serviços e fornecedores, além de Associações, Federações e empresas que fomentam o Negócio na Saúde. Os escolhidos são apresentados em 23 categorias, com três ganhadores em cada uma, sendo todos igualmente homenageados, ou seja, não foi estabelecido um ranking entre eles.

A escolha desses importantes players foi feita por um corpo de jurados composto pelo conselho editorial das revistas Healthcare Management, HealthARQ e Health-IT, além do voto de gestores de importantes instituições de saúde de todo o Brasil.

 Os critérios para premiação tiveram como base as últimas conquistas e evoluções das empresas no setor, seus cases de sucesso inovadores e consagrados, que englobam os mais variados mercados dentro da área da saúde, parcerias com instituições, entre outras.

A Metahospitalar conquistou o prêmio, na categoria, Indústria Mobiliária, e se orgulha por ter sido reconhecida, por sua dedicação e profissionalismo.

Com idéias e soluções sempre inovadoras, a Metahospitalar, mais uma vez, fez a diferença no setor médicohospitalar. Com muita honra a Metahospitalar recebe este prêmio e o dedica a todos os seus colaboradores, parceiros e clientes, razão principal de todas as nossas conquistas.

“Nossa responsabilidade e nosso compromisso aumentam ainda mais, movendo-nos para continuar sempre em busca das melhores soluções para nossos clientes”, disse Kilder Vieira, presidente da Metahospitalar.

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Cuidado, multas agora doem na CNH e ainda mais no bolso

multasAviso aos mais desavisados: acabaram-se as multas de R$ 68, 85 e 125,00.

Cometer infrações de trânsito passa a doer não só na Carteira de Habilitação (pelo acúmulo de pontos) como doera ainda mais no bolo. Já estão valendo em todo o Brasil os novos valores reajustados das multas de trânsito.

  • Falar ao celular – R$ 574,00.
  • Furar sinal vermelho – R$ 780,00.
  • Ultrapassar em faixa continua ou local proibido – R$ 1.915,00.

NOVAS REGRAS DO DETRAN – A carteira só pode ser renovada durante o prazo de, no máximo, 30 dias após o seu vencimento. Após este prazo, a carteira é cancelada automaticamente, e o condutor será obrigado a prestar todos os exames novamente: psicotécnico, legislação e de rua, igualzinho a uma pessoa que nunca tirou carteira. Tudo isto, sem se falar na multa para tirar novamente a CNH: em torno de R$ 1.200,00. Todo esse processo leva de 2 a 3 meses.

fonte: folha.com

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Gastro Con Vino Campinas – autêntico por mais de quatro anos

Há mais de quatro anos o evento Gastro Com Vino Campinas reúne endoscopistas, cirurgiões-gastroenterologistas e alguns gastroenterologistas clínicos uma vez por mês, pra discutir casos complexos. Sendo a rotina médica uma rotina extenuante e cheia de intercorrências, um evento com essa finalidade ser tão “longevo” é um feito e tanto.

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Gastro Con Vino – Aprendizado sobre casos complexos em ambiente, acolhedor e com estilo.

Mas qual a fórmula para que um encontro médico perdure? Em grande parte, isso se explica pela autenticidade do evento – desde quando surgiu, o Gastro Con Vino Campinas tem sido um encontro feito por médicos e para médicos. Sob a brava coordenação dos médicos Admar Concon e Marcelo Amade, o evento se pauta por um momento de discussão de casos espontaneamente apresentados, na maioria das vezes, por médicos da região de Campinas, já frequentadores. Eventualmente, um profissional de São Paulo ou outra cidade mais afastada é convidado a mostrar seus achados para discussão. O momento lúdico (e merecido, afinal estudar a noite tem seu mérito, ninguém é de ferro) fica por conta das incursões ao mundo do vinho, proporcionadas pelo Cirurgião Vascular Miguel Hatsumura, Diretor da ABS (Associação Brasileira de Sommeliers – Campinas), logo após as discussões de caso.

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(na ordem) Professor Nelson Brandalise, Dr. Otávio Martucci, Dr. Cesar Alvarenga e Dr. Miguel Hastsumura. Discussões de casos complexos antes de um passeio pelo mundo do vinho.

No último evento do ano de 2014, ocorrido na Boulangerie Maria Antonieta, não foi diferente. O Gastro Com Vino mais uma vez mostrou fazer parte da agenda dos principais profissionais de endoscopia e cirurgia da região, com a presença de 22 médicos, 80% destes, habitués. O Professor Nelson Brandalise (centro Médico Campinas) abordou o tema “GIST – Atualização” – ​Diagnóstico Endoscópico e Tratamento Cirúrgico e esteve acompanhado pelo Dr. Cesar Alvarenga (Patologista do IPC Campinas) que falou do tema sob a perspectiva do patologista e o Dr. Otávio Martucci (Oncologista da Oncocamp) que trouxe uma abordagem focada no tratamento quimioterápico do Gist. Este modelo tridimensional chamou a atenção dos presentes e permitiu mais riqueza nas discussões.

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Dr. Aloisio Carvalhaes (Hospital Vera Cruz, Campinas), Dr. Frederico Magalhães, Dr. Admar Concon (Hospital Galileo, Valinhos) e Professor Nelson Brandalise (Centro Clínico Campinas)

Nada é tão bom que não possa ser melhorado. E é essa busca por um encontro médico que se solidifica e muda, mesmo quando está dando certo que faz do Gastro com Vino uma referência. O evento é apoiado pelas empresas Boston Scientific, Given-Covidien, Suprimed e Medicone.

Em breve iremos publicar a agenda de encontros Gastro Com Vino Campinas (SP) para 2015. Saúde e vida longa ao Gastro Com Vino!

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Compliance – já ouviu falar?

(by Daniel Carvalho de Souza, São Paulo/BR)

Existe um forte movimento mundial em prol de mais ética nos negócios. Segundo o Instituto Ethos[1], “empresas cujos valores são percebidos como positivos pela sociedade tendem a ter uma vida longa. Do contrário, tornam-se frágeis, sem competitividade e ficam suscetíveis a riscos de imagem e reputação. Os princípios éticos devem compor a base da cultura de uma empresa, orientando sua conduta e fundamentando sua missão social”.

Compliance

Todo o modelo de negócio precisa ser regido por regras, senão vira um “Deus nos acuda” e o setor farmacêutico ou de saúde, de forma geral, não foge à essa realidade – a saúde, assim como diversos setores críticos da economia tem sido mundialmente regulada e regida por normas e leis cada vez mais rígidas. Todo o rigor existente busca proteger o usuário, os profissionais atuantes e o próprio mercado de práticas tanto ilícitas quanto perigosas para a saúde de forma geral. Lógico que esse rigor não pode travar o acesso que profissionais de saúde podem e devem ter sobre um mundo de soluções impactantes na vida dos pacientes. E os próprios pacientes tem o direito de conhecer tudo àquilo que pode proporcionar mais saúde e melhor qualidade de vida.

Para garantir que estes dois princípios acima ocorram de forma legítima e balanceada, existe o Compliance, termo em inglês que significa “Conformidade”. Na prática, é o conjunto de disciplinas capazes de fazer cumprir as normas e diretrizes que regulamentam relações comerciais. O Compliance nasceu no mercado financeiro e atualmente se faz presente em outros setores da economia fortemente regulados, tais como empresas de tecnologia, geração de energia e organizações governamentais. Um bom exemplo do que está no guarda-chuva do Compliance é o entendimento e cumprimento da Lei 6826/2010, a chamada Lei de Combate à Corrupção. Esta lei institui a responsabilidade por parte das empresas por atos ilícitos contra a administração pública, por exemplo, subornar e fornecer benesses a funcionários públicos e/ou decisores-chave frente a negociações importantes. Esta lei vem sendo adaptada à realidade de cada segmento da economia, alguns mais, outros menos regulados. No caso da Indústria Farmacêutica e de Saúde em geral, como já dissemos, o Compliance já é uma realidade bastante forte no dia a dia das empresas desses setores.

A função do Compliance

A função do Compliance em uma empresa farmacêutica ou vinculada à saúde é fazer com que todospropaganda os funcionários conheçam as regras que regem o negócio e, com base nelas, tenham condutas éticas adequadas sempre que estiverem falando ou negociando em nome das empresas. O Compliance normalmente faz parte da agenda dos Departamentos Médico e Jurídico e suas ações consistem em treinar as pessoas, orientar processos e criar mecanismos de controle e/ou de avaliação de risco em todas as condutas destinadas ao mercado. Porém, pela sua importância institucional e corporativa, acaba envolvendo toda a empresa e, em muitos casos, clientes, fornecedores e demais envolvidos na cadeia de consumo.

Um exemplo histórico é a propaganda de medicamentos e a relação da indústria farmacêutica com médicos. Para reger a conduta da propaganda de medicamentos em caráter mundial existe o IFPMA Code ou Código da Federação Internacional das Associações dos Fabricantes Farmacêuticos, que congrega a maioria das principais empresas farmacêuticas mundiais. Caso queira conhecer mais detalhes sobre o código, clique AQUI. No Brasil, O monitoramento e as ações legais sobre o absoluto cumprimento das normas contidas no IFPMA Code são de responsabilidade da ANVISA, por meio da RDC96/2008.

O importante papel da Interfarma

O Código de Conduta da Interfarma, cuja concepção foi inspirada no IPFMA Code, é a referência nacional das entidades que congregam as empresas farmacêuticas internacionais no Brasil – o Código orienta e arbitra sobre a relação ética entre todos os envolvidos direta ou indiretamente com a área da saúde e a indústria farmacêutica, mais especificamente no que diz respeito à propaganda. Empresas farmacêuticas comprometidas com uma atuação séria nesse sentido assinaram o Código de Conduta da Interfarma[2], que tem como princípios fundamentais:

  1. Bases de relacionamento – o relacionamento com profissionais ligados à saúde será com base na troca de informações úteis para o aprimoramento médico e farmacêutico para que o paciente se beneficie das últimas novidades.
  1. Informações sobre produtos – sempre “completas, equilibradas, verdadeiras e atualizadas”. E sempre com base em evidências científicas.
  1. Autonomia do profissional de saúde – dar prêmios, gratificações ou vantagens econômicas para que profissionais de saúde se sintam pressionados a indicarem o uso deste ou daquele produto não é uma prática aceitável.
  1. Uso adequado de medicamentos – qualquer ação promocional deve divulgar o uso adequado do medicamento, sempre em conformidade com as indicações aprovadas pela ANVISA.
  1. Transparência no relacionamento – qualquer tipo de oferta de prestação de serviços, pesquisa, doações ou estudos científicos deverá partir sempre de uma demanda social, científica e educacional justificável.
  1. Responsabilidade – a responsabilidade pela aplicação do Código de Conduta Interfarma é das empresas, bem como dos distribuidores e empresas contratadas, desde que as ações tenham sido sob orientação das mesmas.
  1. Legislação vigente – toda a promoção de medicamentos segue sob judice da legislação vigente, advinda de autoridades competentes, independente do Código de Conduta Interfarma.

repCom base no exposto acima, um médico vestindo um jaleco com a logomarca de um laboratório farmacêutico “discretamente” disposta no ombro esquerdo já não causa estranheza, uma vez que está sob o amparo da lei e não da aleatoriedade das relações. Da mesma forma como a caneta que o médico usa para preencher o laudo do exame – lá está uma logomarca de novo (logomarca da empresa e não de um produto, diga-se de passagem). Esses são apelos promocionais relativamente pequenos e que não terão força de mudança na conduta ética do médico. Aos olhos da lei, um brinde de baixo valor exerce muito mais uma função de cordialidade do que a declarada intenção de subverter a conduta do médico ou a enfermeira que ganha a caneta.

Em resumo, toda a ação promocional que envolve saúde tem um limite, o que cria a necessidade de que existam regras claras sobre a conduta ética – e a ética é um patrimônio pessoal, intransferível e inegociável. Muitas empresas e muitos profissionais de saúde pagaram e ainda pagam um preço alto por não saberem identificar o tênue limite dessa ética nas relações de mercado. E as consequências em função dessa falta de limite acabam por gerar ensinamentos ao mercado, obrigando organizações a recriarem posturas e regras de conduta para não desaparecerem. Pena que, às vezes, esse ciclo de aprendizado possa custar ainda mais caro ao paciente.

Como as ações de Compliance são difundidas

Normalmente as empresas desenvolvem pacotes de comunicação corporativos que são reproduzidos das matrizes para as unidades das empresas em cada país. Palestras, vídeos, comunicados eletrônicos e materiais de treinamento são especialmente desenvolvidos para que informação chegue aos funcionários. Não raro, os funcionários, fornecedores e em alguns casos, até clientes são instados a, após receberem o pacote de normas, preencher um teste de conhecimentos (normalmente eletrônico). A finalização do teste e posterior assinatura de um “de acordo” pelos interpelados caracteriza que a empresa deu ciência de suas normas e que, a partir daquele instante, a responsabilidade por atos que possam ferir regras de Compliance é compartilhada com todos os direta ou indiretamente envolvidos na relação. Em qualquer processo de infração de normas essas pessoas, quer sejam funcionários, clientes, fornecedores ou decisores, estarão envolvidos e poderão responder criminalmente por seus atos.

Por tudo isso, cada vez mais empresas, instituições governamentais, entidades de classe e profissionais de saúde terão que prestar muita atenção à normas internacionais de Compliance. Um tema presente, mas que desenha o futuro das relações e não diz respeito apenas a grandes instituições. E veio para ficar.

[1] Instituto Ethos – http://www3.ethos.org.br/ – Valores, Transparência e Governança

[2] Interfarma website – http://www.interfarma.org.br/codigo_conduta.php

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Anahp lança código de conduta empresarial

Políticas de compliance ainda não estão na cultura dos prestadores. Anahp encabeça primeira iniciativa sistematizada sobre o tema no setor hospitalar

Uma manhã pautada pela ética. Foi assim que começou nesta quinta-feira (04) o Fórum Horizontes Anahp (Associação Nacional dos Hospitais Privados), em São Paulo. Em meio a apresentações e discussões sobre o tema, o presidente do Conselho de Administração da AnahpFrancisco Balestrin, anunciou o lançamento do Código de Conduta Empresarial | Compliance para Hospitais Privados.

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A publicação é decorrência de um grupo de estudos sobre compliance estruturado este ano pela Associação, com o objetivo de propor recomendações para que os hospitais privados do País elaborem seus códigos de conduta.

O consenso entre os participantes dos painéis durante o Forum é de que políticas de compliance ainda não entraram na cultura dos prestadores de saúde, e de olho neste gap que a Anahp encabeça a primeira iniciativa sistematizada sobre o tema no setor hospitalar. Dividido em sete capítulos, o documento aborda aspectos como integridade; transparência; solidariedade; valorização do capital humano; gestão financeira; contábil e patrimonial; além do relacionamento com os fornecedores, o corpo clínico e as operadoras.

Para Baletrin, a mudança da moralidade da sociedade estimula mudanças no comportamento dos profissionais.

fonte: Saúde Business 365 – Verena Souza (Matéria na íntegra)

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