Lidando com Millennials

Um novo olhar sobre o comportamento nos  mostram atitudes que valorizam mais o caminho do que o destino final. Essa “garotada” quer aliar, como ninguém, prazer e trabalho, onde o conceito de sucesso não é trabalhar duro para chegar mais rapidamente à diretoria. É encontrar no trabalho o motivador para ter mais qualidade de vida e auto-direcionamento. Hierarquias e convenções não tem significado algum e o prêmio maior é viver o hoje, não apenas o futuro. Extremamente conectados e ousados, prezam ambientes colaborativos e criativos, estimulando cada vez mais o surgimento de novas profissões, funções até então impensáveis e que foram aparecendo ao sabor das novas tecnologias. Quando se dedicam, são bons no que fazem, mas normalmente acreditam que são menos valorizados do que deveriam. Paciência para ganhar espaço a medida que demonstram seu valor não é o forte dessa geração.

Ao longo dos últimos 50 a 60 anos, diferenças marcantes foram definindo o perfil dos profissionais nas organizações. Gestores de empresas, sejam grandes ou pequenas, se vêm as voltas com um tipo peculiar de “funcionário” – a galera Millennial ou, como também é conhecida, a geração Internet.

A consultoria australiana UXC Solutions fez uma pesquisa com 1200 funcionários de empresas em segmentos variados e desenhou um quadro comparativo entre gerações.

nova geração

Como os Gerentes devem lidar com essa nova geração? Deixar claro o que é preciso para obter sucesso e dar-lhes atenção e treinamento. O trabalho tem que ter sentido. Agendas ocultas ou meias palavras não funcionam com eles. É, como se diz, “papo reto”. O uso de tecnologia para facilitar a relação, ao invés de demoradas conversas ao telefone certamente surtirão mais efeito. Para um Millennial, o emprego atual não é “a última bolacha do pacote” e pode ser trocado a qualquer momento, desde que deixe de fazer sentido.

O vídeo abaixo pode dar uma boa noção sobre as transformações ocorridas no ambiente de trabalho. É inegável lançar um novo pensar na forma como gerenciamos a relação com colegas, funcionários, chefes em geral. Como sempre reforço em todo o artigo cujo tema seja comportamento, não existe espaço pra generalizações e rótulos. Tratamos de tendências. Mas, com certeza, o ambiente de trabalho não será mais o mesmo.

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  1. #1 por Souza em fevereiro 10, 2016 - 3:12 pm

    Excelente. Acho de extrema importância nos, os mais usados, abrirmos a cabeça para lidar com os “0 km” ou pouco rodados.

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