Arquivo de março \16\UTC 2016

Mayo Clinic e Boston Scientific – parceria pelo futuro

Minneapolis/St. Paul Business Journal

Mayo Clinic e Boston Scientific, dois pesos pesados em cuidados com a Saúde, tornaram publico uma parceira mantida em segredo por anos. Estão reunindo uma super equipe de engenheiros, médicos e executivos para trabalhar em 50 ideias de grande potencial e em uma dúzia de projetos em seu pipeline.

O projeto colaborativo teve início há 3 anos mas somente agora ambas as empresas estão divulgando o trabalho. Dois dos principais projetos são: um cateter especialmente pensado para válvulas cardíacas e também um estimulador da medula espinhal, ambos já em fase de ensaios clínicos.

Clinica Mayo

Como se trata de um grandioso projeto e que impacta diretamente o futuro de ambas as empresas, tudo tem sido mantido em alto sigilo e apenas alguns poucos detalhes foram recentemente divulgados. Para tal, foi preciso um cuidadoso processo de negociação de direitos de propriedade intelectual, bem como a forma de compartilhamento de produtos e idéias.

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Estudo liga obesidade a memória ruim

Um pequeno estudo realizado na Grã-Bretanha sugeriu que pessoas obesas podem ter memória pior do que as magras.

James Gallagher – Editor de Saúde da BBC News (27 fevereiro 2016) – matéria na íntegra

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Pesquisadores da Universidade de Cambridge realizaram testes em 50 pessoas e identificaram relação entre sobrepeso e pior “memória episódica”, a habilidade de lembrar experiências passadas. O estudo foi publicado na revista especializada Quartely Journal of Experimental Psychology. O trabalho afirma que uma memória menos intensa de refeições recentes pode levar a pessoa a comer em excesso. No entanto, outros aspectos da memória, como conhecimento geral, não foram afetados.

Experiências anteriores em ratos já mostraram que excesso de peso afeta o desempenho em testes de memória, mas estudos em humanos eram inconclusivos até o momento. As experiências em Cambridge analisaram a memória episódica, a que leva a pessoa a lembrar do cheiro de uma xícara de café ou do tato no momento em que segura a mão de outra pessoa.

Metodologia

Para a experiência, os cientistas recrutaram 50 pessoas com Índice de Massa Corporal (IMC) variando de 18 (considerado saudável) a 51 (muito obeso). Nos testes, participantes ficavam em frente à tela de um computador e tinham que “esconder” objetos em momentos diferentes e em cenas distintas que apareciam na tela. Depois eles tinham que lembrar o que haviam escondido, quando e onde. O índice de acerto entre pessoas obesas foi 15% mais baixo do que entre as magras.

“O que estamos sugerindo é que um IMC mais alto reduz de alguma forma a vivacidade da memória, mas eles (os obesos) não estão tendo brancos ou amnésia”, disse à BBC Lucy Cheke, da Universidade de Cambridge.

Segundo pesquisadores, obesos podem não ter uma memória tão vívida das refeições passadas.“Mas se eles têm uma memória mais fraca de uma refeição recente, com um impacto menor em suas mentes, então eles podem ter uma habilidade menor de regular o quanto vão comer depois.”

Fome e memória

Os hormônios ligados à fome têm um papel muito importante na quantidade de comida que consumimos, mas cientistas já reconhecem que a memória também tem sua importância no processo. Pesquisas já indicaram, por exemplo, que pessoas que assistem televisão enquanto se alimentam comem mais ou sentem fome mais rápido depois de comer. E que pessoas que sofrem de amnésia acabam fazendo várias refeições em um período curto de tempo. “Ainda é muito cedo para falar em conselhos (para a população), mas certamente estamos começando a observar os mecanismos que a obesidade usa para se perpetuar”, disse Cheke.

“Concentrar-se no que você está comendo já é uma mensagem (para as pessoas) há muito tempo, mas pode ser um pouco mais difícil se você está acima do peso. Esperamos que, sabendo o que está acontecendo, possamos desenvolver formas de ajudar as pessoas”, concluiu a pesquisadora.

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Hospital Vivalle inaugura novo prédio

Referência na região do Vale do Paraíba, hospital fica três vezes maior do que o original.

No dia 29 de fevereiro, o Hospital Vivalle (São José dos Campos/SP), pertencente à Rede D’or São Luis desde 2011, inaugurou suas novas instalações. O Evento de inauguração aconteceu na Recepção do Hospital e contou com a presença de médicos, a diretoria da Rede D’or e autoridades locais.

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O novo Hospital Vivalle tem uma área construída de cerca de 22 mil metros quadrados, 169 leitos. A nova UTI conta com 46 leitos e o Centro Cirúrgico tem agora 12 salas cirúrgicas. As obras geraram 250 empregos diretos, e com o início da operação do novo prédio são previstos mais 400 postos de trabalho.

Em julho de 2015, o Hospital Vivalle conquistou a certificação Diamante da Accreditation Canada International (ACI), o que mostra o altíssimo grau de compromisso e alinhamento com padrões internacionais de segurança, planejamento e qualidade em atendimento.

Sem dúvida, o Vale do Paraíba tem uma referência em atendimento à saúde da população, mais um enorme passo na diferenciação desta região. Parabéns aos médicos, executivos e funcionários do Hospital Vivalle. A população agradece!Veja abaixo fotos do evento de inauguração!

fotos: Gui Photografer e Dr Anderson Freitas da Silva.

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