Arquivo de abril \28\UTC 2017

Não perca tempo odiando alguém – por Richard Branson

tradução e adaptação por Daniel Souza

Richard Branson

Um dia antes de completar 45 anos e sofrendo com um câncer de mama, Regina Brett escreveu uma coluna intitulada: “45 Lições que a vida me ensinou”. Desde então, suas descobertas correram o mundo, compartilhadas por e-mail, a tal ponto que um deles recentemente veio parar na minha caixa de entrada, graças ao meu sábio tio Charlie. E, sensibilizado pelas lições de vida de Regina, queria compartilhar aquelas que mais me impactaram.

A vida nem sempre é suave, obvio. E muitas vezes encontramos pessoas que nos prejudicam ou tentam nos derrubar. Qualquer empresário, e eu me incluo nisso, tem histórias de traição ou sabotagem, onde o primeiro sentimento experimentado normalmente é o de abandono e desprezo. Mas estamos cansados de saber que ninguém é perfeito, todos cometemos erros. Como Regina escreve: “A vida é muito curta para perder tempo odiando alguém. Não importa a situação, o perdão é a melhor resposta”.

Minha vida e minha carreira poderiam ter sido muito diferentes se eu não tivesse escolhido perdoar um dos meus primeiros parceiros de negócios. Perdoá-lo foi uma das melhores decisões que tomei. Eu preservei um grande amigo. Ele se tornou uma pessoa mais feliz no trabalho e na vida, e retomou a confiança para, juntos, alavancarmos a Virgin. O perdão nos trouxe paz e sucesso.

Não desperdice o pouco tempo que você tem na Terra odiando alguém – esse ódio vai te consumir, e não vai parar por aí. Você se torna amargo e acaba por odiar a sua própria vida. Como Regina também escreve, devemos “Perdoar tudo e todos”. Se você tiver um desentendimento com uma pessoa, chame para uma conversa. Normalmente assumimos que o outro é o culpado, mas dê a ele o benefício da dúvida.

Ninguém faz tudo certo da primeira vez. Aprendemos como nossos erros, é isso que nos define vida afora. Todos merecem evoluir e o perdão é o caminho mais curto. Tantas coisas podem ser aprendidas com os pensamentos de Regina…

(Richard Branson – empresário e investidor britânico. Dono do Virgin Group). Para acessar a matéria original clique AQUI. 

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Merck transfere promoção de produtos maduros para Life Farmacêutica

(matéria na íntegra site SaúdeBusiness – 24 de abril de 2017)

A farmacêutica alemã Merck, uma das líderes globais no desenvolvimento produção e comercialização de medicamentos em operação no país, transferiu a promoção médica de cinco produtos consagrados da Urologia e Psiquiatria para a Life Farmacêutica. Os produtos são: o Mesidox® (mesilato de doxazosina), o Flaxin® (finasterida), o Clindal AZ® (azitromicina di-hidratada), o Floxocip® (cloridrato de ciprofloxacino) e o Psiquial® (fluoxetina).

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O mercado destes medicamentos movimentou entre março de 2016 a fevereiro de 2017 R$549 milhões. Em volume, as vendas somadas chegaram 40,8 milhões de unidades. As informações são do IMS Health. O contrato com a Life Farmacêutica tem como objetivo ampliar em 20% a participação da Merck nestes mercados. A operação projeta a visita em mais de 5 mil consultórios médicos em todo país.  A terceirização do marketing farmacêutico tem sido uma tendência. O objetivo das grandes companhias é concentrar todos os seus esforços e recursos nos produtos inovadores.

A Life Farmacêutica faz parte da Life Grupo – holding controlada por Mario Grieco, ex-homem forte da Bristol- Myers Squibb e Pfizer no Brasil. A empresa é pioneira no brasil em promoção farmacêutica, negócio até então disputado por multinacionais. entre os grandes players do setor. O objetivo é concentrar todos os seus esforços e recursos nos produtos inovadores.

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“O Sócio” – nova temporada

Dicas e dilemas sobre os problemas de gestão mais comuns em pequenas empresas 

by Daniel Souza

O empresário Marcus Lemonis é Chairman da Camping World, uma mega empresa americana no setor de camping, com mais de 7.200 funcionários, 120 lojas nos EUA e uma receita de mais de 3 bilhões de dólares/ano.

Mas Marcus é mais conhecido, tanto nos EUA como no Brasil, por produzir e apresentar o Reality Show “O Sócio” (The Profit, nos EUA). Na série, pequenas empresas buscam a ajuda de Marcus para não fechar. Os problemas mais comumente apresentados são desorganização na gestão, decisões mal tomadas sobre investimentos e a velha falta de habilidade para gerenciar funcionários. Para tirar as estas empresas do “buraco”, Marcus faz um acordo onde investe dinheiro em parte do negócio, na troca do controle absoluto sobre as decisões operacionais e estratégicas.

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Marcus acredita que 99% dos problemas provém de três pilares tratados por ele na série: Pessoas, Produto e Processo. Com esse mantra, comanda mudanças necessárias. Nem sempre a empreitada dá certo, o que garante boa dose tensão em alguns episódios.

Para quem gosta de gerenciar negócios, as situações apresentadas em ambiente aparentemente “controlado” garantem boa dose de diversão e reflexão sobre como certos negócios são conduzidos, suas fragilidades e oportunidades. Com os passar dos episódios, os casos tornam-se repetitivos, em função da rígida estrutura do programa. O choque de realidades está presente o tempo todo, pois o formato pasteurizado da série faz supor que os problemas são menores do que realmente são na vida real. Mas vale à pena como diversão e aprendizado.

No Brasil, o programa tem nova temporada em 2017 pelo canal History, as terças feiras as 23:35hs. Veja abaixo trailer da série:

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É preciso discutir quanto custa prolongar a sobrevida, diz Paulo Hoff

Artigo publicado no jornal Folha de S.Paulo (Maria Cristina Frias | Taís Hirata) e veiculado no site da Interfarma, 24 de abril de 2017).

Para o oncologista Paulo Hoff, os novos medicamentos imunoterápicos, quePaulo Hoff revolucionaram o tratamento do câncer nos últimos anos, são um fator importante na derrocada final da doença, mas não a solução.

Hoff, que é diretor-geral do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira (Icesp) e do Centro de Oncologia do Hospital Sírio-Libanês, afirma que nem todos os tipos de tumores respondem ao tratamento, que estimula a resposta imune contra as células do câncer. O custo da medicação, entre R$ 30 mil e R$ 50 mil, é outro entrave importante.

Em entrevista à Folha, ele afirma que é preciso discutir como oferecer esses medicamentos aos pacientes do SUS.

Folha – Qual o papel da imunoterapia no tratamento de câncer e como lidar com o seu alto custo?

Paulo Hoff – O sistema imunológico é feito para atacar o que não conhece, mas o câncer herda a capacidade de não ser reconhecido e sobreviver. A imunoterapia suprime o mecanismo que o câncer usa para afastar o ataque, com efeitos colaterais menos frequentes, embora eles possam ser graves. É um fator importante na derrocada final [da doença, mas está longe de ser um tratamento perfeito e a solução final. Apenas uma fração dos pacientes responde a esses medicamentos. Os tumores com mais alterações moleculares têm mais chance. O mais clássico são os tumores por uso do cigarro. Funciona bem para fumantes e não tão bem para não fumantes. Melanomas têm alta taxa de resposta. Câncer de rim também.

Mas a precificação dos imunoterápicos foi feita de forma muito problemática, a meu ver. O preço de uma droga tem de cobrir o seu desenvolvimento e o de medicamentos pesquisados que não deram certo, além de gerar um valor para o acionista que investiu na empresa farmacêutica. Isso é caro, mas a precificação não segue mais esta lógica. A lógica é quanto o mercado tolera de preço e não quanto vale efetivamente o produto.

Folha – Hoje é tudo importado?

Sim, mas nem os EUA conseguem bancar o custo dessas medicações para todos os pacientes que precisam. A solução não é fácil. Se você é uma empresa com um bom produto, você quer ganhar com ele, gerar lucro para os acionistas, o que é legítimo. O problema é que está sendo demais.

Folha – Há poucas farmacêuticas com essas medicações?

Minha esperança é que esse número tem crescido. No Brasil já temos três desses anticorpos aprovados e outros estão a caminho. A competição do mercado pode ter um efeito positivo. Existe um drama da precificação nos anticorpos, que já têm um custo elevado, e que estão sendo repassados mais altos ainda, e existe um problema também com as drogas moleculares, que são baratas, mas também estão sendo vendidas a um custo elevado. A primeira maneira de reduzir o custo é a competição. A segunda é a definição de quem são os indivíduos que vão se beneficiar.

Temos hoje no Brasil e no mundo a ideia de que tudo é para todos, e utopicamente esse é um conceito interessante, mas, na realidade, talvez devêssemos trabalhar com um conceito diferente: quem precisa, o que funciona. Está muito claro que as terapias atuais têm limitações, não funcionam para todos. Se o custo se mantém, mas a população que recebe é reduzida, limitando-se aos que têm mais chance de ter benefício, o custo cai.

Folha – Quanto custa o tratamento e qual é a demanda?

São tratamentos que vão de R$ 30 mil a R$ 50 mil por mês. A sociedade paga alguns, mas 20 mil pacientes… A demanda cresce dia a dia, e nem todo paciente de câncer responderá àquela medicação, mas as indicações vão aumentando.

A indústria farmacêutica tem de repensar o modelo de precificação. Ela tem um período limitado para ter seu lucro, que é o período da patente. É justo, é assim que se consegue o investimento. Hoje nenhuma instituição de fomento e nenhum governo no mundo consegue investir o que a indústria farmacêutica investe. Simplesmente não teríamos os remédios. O Estado tem de dar a medicação quando realmente houver o benefício, porque essa é uma maneira de reduzir o custo. São mais de 100 mil [que precisam] por ano. Este drama não é só nosso, é do mundo todo. É insustentável.

Folha – Como vê a judicialização?

A judicialização dificulta o planejamento porque há mais de uma via de acesso. A decisão é tomada por alguém que tem pouco conhecimento médico. Há situações em que a judicialização é válida, porque sem ela o sujeito ficaria desassistido, mas às vezes cria-se uma obrigatoriedade de o governo pagar por algo que não faz sentido.

Existe um esforço de criar câmaras técnicas que ajudem os juízes na decisão. É o exemplo da fosfoetanolamina. Os juízes começaram a dar liminares forçando governos a ceder a substância como se ela fosse a salvação. O primeiro estudo mostra que ela não é a panaceia que se imaginava. E o medicamento está sendo distribuído como se fosse curar todo mundo que encosta nele. A distribuição farta pelo Judiciário não seguiu nenhuma lógica científica. A imunoterapia é algo promissor, mas ela tem limitações. Não é a solução e tem um custo que, infelizmente, tem de ser repensado. O conceito de quanto vale prolongar a sobrevida é algo que precisa ser discutido. Uma vida não tem preço, mas tem um custo. Não cabe ao médico individualmente tomar a decisão de quanto vale a pena pagar para que um indivíduo viva “x” meses a mais, mas à sociedade.

Folha – Que instituições hoje têm acesso à imunoterapia?

Todas as instituições privadas no Brasil têm acesso à imunoterapia. As públicas, só com protocolo de estudo clínico ou por judicialização, que dificulta mais a solução do problema. O que for utilizado para cobrir imunoterapia de um paciente será removido do tratamento de outro. A sociedade tem de demandar que o governo discuta em que condições incorporaria [os medicamentos]. E ninguém melhor que os governos para negociar com as empresas um preço melhor, porque têm um volume muito grande. Não sou contra a judicialização, até porque ela força o governo a olhar com mais carinho para o que deve ser incorporado no SUS, mas a judicialização indiscriminada afeta o planejamento. E tudo para todo o mundo é extremamente caro. Os Estados Unidos estão investindo 20% do PIB na saúde, mas não conseguiram universalizar o atendimento, mesmo gastando essa fortuna gigantesca.

Uma coisa é dizer que o SUS não tem condição de oferecer imunoterapia para câncer de pulmão, em que o benefício é menor, mas, no caso do melanoma, em que o benefício é muito grande, há de se fazer uma discussão para ver como incorporar ao menos para parte desses pacientes. Os tratamentos são muito novos, mas há uma população com melanoma que responde em 80% dos casos –em pouco mais de 10% o tumor some. Teremos de ver se isso se sustentará. No câncer de pulmão, o tratamento faz com que os pacientes vivam mais, mas não temos um grande número de casos com cura. E isso nos deixa em situação delicada: a notícia é dada com tanta ênfase que não corresponde à realidade e, em outros casos, talvez falte mais ênfase. Tem situações em que a imunoterapia só prolonga a sobrevida por um curto tempo, e esse custo é difícil de justificar, mas a situação que pode levar à resposta completa e possivelmente à cura tem de ser mais discutida.

Folha – Como é trabalhar ao mesmo tempo no Sírio e no Icesp?

É difícil por serem duas realidades muito diferentes. Em 2007, o Icesp tinha 8 consultórios e 12 vagas de quimioterapia. Conseguimos aumentar muito o volume e atender uma população que antes não sei como era atendida. Hoje temos 130 consultórios e 500 leitos. Acho que aproximamos o tratamento feito no SUS e no sistema privado. Essa aproximação, porém, diminuiu um pouco com a incorporação das drogas de alto custo, mas vamos continuar brigando. Temos defeitos, o PS tem filas, e temos nos esforçado para melhorar. Não é fácil, mas é bom ter as duas perspectivas, porque faz com que busquemos ter no sistema público o que temos no privado.

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DRGE – mudanças na dieta melhoram sintomas. Novidade?

tradução e adaptação: Daniel Souza

Para quem sofre com o Refluxo Gastresofágico (DRGE), existem algumas recomendações relativas à rotina alimentar as quais, por mais conhecidas que sejam, recordá-las nunca é demais.

Em recente artigo, a Nutricionista Stefani Pappas (St. Francis Hospital, NY) defende que mudanças na dieta podem aliviar em muito os sintomas do Refluxo Gastroesofágico (DRGE). Ela pondera que o tratamento medicamentoso, às vezes, se faz necessário, mas que tratar o problema sob o ponto de vista nutricional pode trazer bastante conforto ao paciente.

DRGE

Hortelã, pimenta e frituras – lindo prato, mas uma verdadeira “viúva negra” para quem sofre com a DRGE

Segundo Pappas, alimentos fritos e gordurosos são um veneno, por isso sugere que as batatas sejam cozidas ao invés de fritas. O leite integral deve ser evitado, bem como carnes processadas. Recomenda evitar também alimentos de teor ácido, que exacerbam a DRGE, tais como laranja, limão, abacaxi, salsa e tomate (inclusive molhos). Aos chocólatras e “cafezólatras”, más notícias. O chocolate e o café possuem respectivamente Metilxantina e a já bem conhecida Cafeina, ambos estimuladores do relaxamento do esfíncter esofágico inferior, contribuindo para a DRGE. Doces ou alimentos à base de menta e temperos picantes (a base de pimenta) também colaboram para o aumento do refluxo. E, por fim, o que não é segredo, evitar bebidas alcoólicas.

Na lista dos alimentos altamente recomendáveis, Pappas sugere farinha de aveia (rico em fibras e capaz de absorver ácidos do estômago, reduzindo os sintomas do refluxo), pães e arroz integrais. Melão, banana, maçã e pêra também são amigos do seu estômago. Na lista de carnes entram frango, peru e os peixes (carnes magras), desde que cozidos e com baixo teor de gordura no processo. Abacates, nozes e todo alimento composto de gorduras saudáveis pode ajudar.

Outras recomendações úteis preconizadas pela Dra. Stefani Pappas acompanham o tratamento: após a refeição, permanecer ereto por duas horas, mastigar demoradamente os alimentos, bem como modificar o ângulo do travesseiro quando for deitar, algo em torno de 15 a 20 centímetros.

fonte: Gastroenterology & Endoscopy News

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Estudo afirma: mais sexo em casa, maior produtividade no trabalho

CasalTradução e adaptação: Daniel Souza

Uma vida sexual ativa pode levar ao aumento de satisfação no trabalho. É o que afirma um estudo realizado pela Oregon State University’s College of Business.

O estudo, conduzido pelo Professor Keith Leavitt e colaboradores (Oregon State University’s College of Business) entrevistou 159 pessoas casadas e empregadas durante duas semanas. Acompanhando seus hábitos, identificou que os que priorizavam a atividade sexual em casa, apresentavam-se mais bem humorados e produtivos no trabalho.

Segundo Leavitt, é comum fazer piada com as pessoas que declaram viver “fogosamente” a relação de casal, mas isso é sério e precisa ser debatido, pois tem impacto direto no âmbito profissional. Assim com casais sexualmente ativos tem bons resultados na motivação para o trabalho, o movimento contrário também é relatado pelo estudo: o estresse que o funcionário carrega do escritório para casa afeta a saúde sexual do casal, principalmente em tempos onde os smartphones, e-mails e redes sociais fazem com que as pessoas fiquem conectadas o tempo todo.

O sexo libera dopamina (centros de recompensa do cérebro) e oxitocina (neuropeptídeo ligado ao comportamento social), tornando o ato sexual um “elevador” natural do humor e da motivação. Esse efeito se mostrou permanente nas 24 horas seguintes.

Ainda seguindo Leavitt, o resultado serve de alerta para a importância social, emocional e fisiológica do sexo – o que reforça a necessidade de os casais dediquem o tempo certo para a prática sexual. Lembra que, da mesma forma como, há vinte ou trinta anos, soava estranho e exagerado medir a qualidade do sono ou a ingesta de calorias como sinalizador de qualidade de vida no passado, talvez seja a hora de repensar o sexo sob a perspectiva de seus benefícios para a qualidade de vida.

“Existem ações mais estremas nesse sentido. Um vereador sueco propôs uma lei onde funcionários da prefeitura de Estocolmo usem uma hora por semana de seu horário de trabalho para fazer sexo. Ao defender a lei, justificou a necessidade de aumentar urgentemente a população jovem da cidade, bem como melhorar o humor e a qualidade de vida dos funcionários. Os gestores não precisam chegar a tanto, desde que busquem, no ambiente de suas equipes, estimular e melhorar o balanço entre vida pessoal e vida profissional. Um bom exemplo partiu da França, recentemente. Foi promulgada uma lei que impede e-mails além do horário do expediente, dando o direito ao funcionário de “se desconectar”, pondera Leavitt.

Os achados do estudo foram publicados recentemente no Journal of Management. Além do Professor Leavitt, participaram da pesquisa como co-autores os professores Christopher Barnes e Trevor Watkins da Universidade de Washington e David Wagner da Universidade de Oregon.

Veja o estudo na íntegra, clicando AQUI.

fonte: Oregon State University e Quartz website.

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Todo o sonho se materializa a partir de uma ideia – Clínica Mestieri

por Daniel Souza

A materialização de um sonho começa com uma ideia, sempre acompanhada de muita luta e planejamento. Não é novidade que empreender, em nosso país, é quase como dirigir em uma estrada sem sinalização, com neblina, curvas perigosas e com um limpador de para-brisas que, por melhor que seja, nem sempre dá conta. Mérito dobrado para profissionais que, apesar de tantas incertezas, põem em marcha seus sonhos. Assim tem sido com Luiz Henrique Mestieri, Médico Endoscopista formado em medicina pela PUC/SP, cursando Doutorado em Tratamento Endoscópico da Obesidade pela USP e sócio-proprietário da Clínica Mestieri (Salto, Interior de São Paulo).

Luis Mestieri

Dr. Luis Mestieri – efetividade e empatia desde o primeiro contato com o paciente

A Clínica oferece consultas nas áreas de Gastrenterologia, Cirurgia Geral, Cirurgia do Aparelho Digestivo, Coloproctologia, Cirurgia do tórax, Cirurgia da Obesidade (bariátrica), Hematologia e Hemoterapia, biópsias de medula óssea, bem como exames de Endoscopia Digestiva Alta, Colonoscopia, CPRE, Cápsula Endoscópica e tratamento endoscópico da obesidade (balão intragástrico, plasma de argônio e sutura endoscópica). Como suporte à parte de obesidade, uma nutricionista e uma psicóloga são encarregadas de dar todas as orientações e acompanhamento pertinentes.

O sonho de ter a própria clínica surgiu há cerca de 5 anos, quando, juntamente com a Dra. Bruna Mestieri, Dr. Luiz tomou a decisão de montar um espaço onde o paciente se sentisse, sobretudo, acolhido pelo conforto de um lugar agradável e que lembrasse a própria casa. “Primamos pela afetividade e empatia desde o primeiro contato com o paciente. Queremos receber bem quem tem uma necessidade específica e está, na grande maioria das vezes, ansioso e com medo de um diagnóstico ruim. Essa é a nossa marca”, afirma Mestieri.

O olhar atento às novas técnicas, tecnologias e procedimentos, permite à Clínica Mestieri apresentar ao paciente soluções cada vez mais inovadoras.  É o caso do exame de cápsula endoscópica, novidade recém implementada. Novidade na região, permite estudar e diagnosticar doenças do intestino delgado e grosso por meio da ingestão de uma cápsula. Exame não invasivo, a Cápsula Endoscópica veio como mais um recurso resolutivo para o médico e mais um conforto ao paciente.

Ciente de que a Endoscopia há muito deixou de ser um terreno puramente diagnóstico, com intensos investimentos em pesquisa, tecnologia e novos protocolos, Luis Mestieri aposta fortemente na atualização dos médicos e funcionários da clínica como forma de diferenciação.

Ainda segundo Mestieri, “Não há sucesso sem dedicação e uma equipe especializada. Desde a atitude da recepcionista, passando pela enfermeira que explica cada detalhe de cada procedimento feito, até chegar no médico. O paciente percebe tudo atentamente e, apesar de estar vulnerável, não se conforma com menos. Queremos que nossos pacientes voltem, trabalhamos para isso.”

Como ex intercambista do Rotary Club e voluntário em prontos-socorros de São Paulo, Luiz Mestieri sabe muito bem o valor do acolhimento. “Estas experiências me marcaram, pois aprendi a importância de entender o ser humano na forma e no meio em que ele vive. Isso permite exercer a medicina da forma mais humana possível, estando próximo ao paciente”, acrescenta.

Salto, cidade pacata, considerada estância turística, a 105km da capital paulista, possui 115 mil habitantes e um passado industrial de respeito. Grandes corporações como Eucatex, a multinacional Fedrigoni (fabricante do papel moeda onde são impressas as cédulas de nossa moeda corrente) e a Matriz das Lojas Cem estão na cidade e garantem milhares de empregos. Porém o que realmente tem destacado a região nos últimos 30 anos é o crescimento do setor de serviços. A Clínica Mestieri acompanha essa transição e se coloca como opção de ponta para um público cada vez mais exigente. Ótima notícia para os pacientes.

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