Arquivo de dezembro \27\UTC 2017

Dezembro Laranja: é preciso prevenir, diagnosticar e tratar o câncer mais comum no país

(fonte: site Infomoney – clique AQUI para ver a notícia no site)

O “Dezembro Laranja” tem o objetivo de estimular a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de pele, sendo este tipo, considerado o mais comum no país. No tratamento, em um único procedimento, o cirurgião plástico pode remover o câncer de pele, reconstruir o local e devolver ao máximo a sua função.

Assim como acontece em vários meses durante o ano, em dezembro também há a conscientização sobre a prevenção de um tipo de câncer. O “Dezembro Laranja” tem o objetivo de estimular a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de pele, sendo este tipo, considerado o mais comum no país. Os melanomas são originados nas células produtoras de melanina, substância responsável pela pigmentação da pele. É considerada a forma mais séria da doença cutânea. Já os não melanomas representam a maioria dos casos, mais de 90%.

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“O câncer de pele ainda é mais frequente em pessoas com mais de 40 anos e é raro em crianças e pessoas de pele mais escura. Pessoas de pele clara, sensíveis à ação dos raios solares, ou com doenças cutâneas prévias são as principais vítimas”, disse Maurício Viana, médico oncologista, membro da Sociedade Americana de Oncologia e chefe do setor de oncologia do Hospital da Aeronáutica do Recife.

O oncologista ainda destaca que quando descoberta no início, a doença apresenta um alto percentual de cura. “Esse tipo de câncer pode se manifestar como uma pinta ou mancha, geralmente acastanhada ou enegrecida, como um nódulo avermelhado ou como uma ferida que não cicatriza”, disse Maurício Viana.

Já a dermatologista Lígia Guedes lembra que a maioria dos casos de câncer de pele pode ser evitada com medidas simples de prevenção. “Deve-se usar o filtro solar, mesmo que a pessoa não fique exposta aos raios ultravioletas. Além disso, é melhor evitar tomar sol entre 10h e 16h”, afirmou a médica da Clínica Pele e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, Lígia Guedes.

O cirurgião plástico também é responsável pela remoção cirúrgica de lesões cancerígenas e demais lesões da pele. Para isso, o especialista utiliza técnicas especializadas para preservar sua saúde e imagem.

“Embora nenhuma cirurgia fique sem cicatriz, o cirurgião plástico fará o possível para tratar o câncer de pele sem mudar radicalmente sua aparência. Além disso, utilizando técnicas de cirurgia plástica reparadora para minimizar as sequelas na região, é possível reconstruir o local, devolvendo ao máximo a funcionalidade do órgão”, destacou Paulo Hypacio, especialista em cirurgia plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e membro da Associação Médica Brasileira.

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Diversidade biológica inspira busca de remédios

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Folha de São Paulo, Gabriel Alves – 11/12/2017

Uma iniciativa 100% nacional irá buscar novas substâncias originárias da biodiversidade das plantas brasileiras com o objetivo de levar novos remédios às prateleiras das farmácias. Apesar do estágio inicial em que as pesquisas se encontram, as expectativas são altas.

O laboratório farmacêutico Aché, o Laboratório Nacional de Biociências (integrante do CNPEM, Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais) e a empresa Phytobios, especializada na prospecção e na obtenção de extratos da natureza, uniram-se na empreitada. O anúncio da parceria será feito nesta segunda (11).

Um dos dois projetos prospectará um medicamento oncológico. O outro deve ter aplicações em dermatologia ou em cosméticos, ao atuar como um agente antienvelhecimento.

O investimento na primeira fase de desenvolvimento é de R$ 10 milhões –metade do valor será pago pelo Aché. Do restante, uma parte fica a cargo da dobradinha CNPEM-Phytobios e outra, da Embrapii, a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial.

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Legalização da Cannabis Medicinal pode movimentar US$ 1,4 bilhão no Brasil

(Exame.com – 30 de novembro de 2017)

A New Frontier Data, autoridade global da indústria de cannabis em relatórios de inteligência de negócios e análise de dados, em parceria com The Green Hub, uma das primeiras plataformas de pesquisa e informação de cannabis medicinal no Brasil, acaba de publicar sua primeira análise aprofundada do mercado brasileiro – Cannabis Medicinal no Brasil: 2018 Visão Geral, com detalhamento do potencial impacto da legalização da cannabis medicinal no Brasil.

Segundo o estudo, a legalização da cannabis medicinal pelo governo brasileiro para diversos tratamentos, como ansiedade, câncer, autismo, Alzheimer e outros, o número de pacientes nos primeiros 36 meses de vendas legais de cannabis poderia chegar a 959 mil. Ao incluir o seu uso também no tratamento de dor crônica, o número alcançaria aproximadamente 3,4 milhões de pacientes ao ano, movimentando o equivalente a US$ 1,4 bilhão (R$ 4,7 bilhões) na economia do país.

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“O interesse contínuo do Brasil pela legalização potencial da cannabis medicinal é parte de um fenômeno global, pois dezenas de países de todo o mundo começaram a considerar a cannabis como um tratamento médico viável para uma variedade de doenças e condições. Dada a vasta área territorial do Brasil, clima e localização geográfica estratégica, o Brasil possui grande potencial de mercado, não só para aplicações médicas domésticas, mas também para expandir sua exportação para países incapazes de cultivar localmente, como Europa e América Latina”, disse a fundadora e CEO da New Frontier Data, Giadha Aguirre de Carcer.

O CEO da brasileira The Green Hub, Marcel Grecco, confirma as palavras de seu parceiro americano. “Existe atualmente um grande interesse pela legalização da cannabis medicinal no Brasil, bem como o entendimento do impacto potencial dessa legalização e regulação da cannabis no Brasil. Trabalhando em conjunto, The Green Hub e New Frontier Data estão melhor equipados para fornecerem não apenas às empresas privadas, mas aos órgãos governamentais e aos reguladores, os dados, a avaliação e os conhecimentos dos esforços de legalização em todo o mundo, para avaliar o potencial jurídico, econômico e social. Esses recursos serão inestimáveis, pois os funcionários do governo brasileiro terão dados seguros e legais para examinarem o assunto”, explica Marcel Grecco.

A parceria entre New Frontier Data e The Green Hub foi firmada para fornecer aos reguladores e legisladores locais, regionais e nacionais que estão trabalhando ou interessados no desenvolvimento da indústria de cannabis medicinal, os dados que eles precisam para tomar decisões assertivas. O relatório Cannabis Medicinal no Brasil: 2018 Visão Geral é o primeiro passo para a obtenção de análise de dados socioeconômicos, com estatísticas e informações precisas sobre métodos científicos, testes e tecnologias de cannabis para o mercado brasileiro de cannabis medicinal.

“Estamos muito felizes pela oportunidade dessa parceria com uma empresa perspicaz e pioneira como The Green Hub em um momento tão determinante, não só no Brasil, mas também em outros países, cujos players comerciais desse setor começam a surgir”, afirmou Aguirre de Carcer.

Para obter mais informações sobre o relatório, visite http://thegreenhub.com.br

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Nova terapia pode diminuir os episódios de enxaqueca

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(Jornal O Globo online 30/11/2017. autor: não mencionado)

Desenvolvimento de anticorpos diminuiria também o grau da dor.

Uma a cada sete pessoas no mundo sofrem com enxaqueca. Pois uma nova terapia para prevenir crises pode diminuir o tanto número quanto o grau delas, mostraram dois ensaios clínicos. De acordo com os testes realizados nos estudos, cerca de 50% das pessoas analisadas tiveram uma redução pela metade do número de episódios da dor por mês. Pesquisadores da King”s College Hospital, responsáveis pelo estudo, classificaram o resultado como um “enorme acordo”.

O tratamento é o primeiro a ser desenvolvido especificamente para prevenir as dores com o uso de anticorpos para alterar a atividade química no cérebro. Apesar dos bons resultados, mais estudos ainda serão necessários para avaliar os efeitos colaterais a longo prazo.

A pesquisa mostrou um composto químico no cérebro – péptido relacionado com o gene da calcitonina ou CGRP (na sigla em inglês) – que está envolvido tanto na dor quanto na sensibilidade para “disparar” a enxaqueca.

Quatro empresas de medicamentos estão na corrida para desenvolver anticorpos capazes de neutralizar o CGRP. Alguns trabalhos são no sentido de aderir ao CGRP, enquanto outros são para bloquear a parte de uma célula do cérebro com a qual o composto interage. Estudos clínicos em dois dos anticorpos foram publicados no jornal científico “New England Journal of Medicine”.

Um antibiótico, de uma empresa farmacêutica, o erenumab, foi testado em 955 pacientes com enxaqueca episódica. No início do estudo, os pacientes tiveram uma média de oito dias de episódios por mês. O estudo descobriu que 50% destes que receberam injeções do anticorpo diminuirão pela metade o número de dias em que a dor se manifestava. Cerca de 27% tiveram um efeito similar sem a utilização do tratamento, o que reflete também o fluxo natural da doença.

Segundo contou à BBC o professor Peter Goadsby, que liderou os ensaios com o erenumab no centro de pesquisa NIHR da King”s: “É um grande acordo porque oferece um avanço na compreensão do distúrbio e no desenvolvimento de tratamentos contra a enxaqueca”.

O estudo demonstra, então, além da redução da frequência das crises, uma diminuição da severidade das dores de cabeça.

“Esses pacientes vão ter parte de suas vidas de volta e a sociedade terá estas pessoas retornando às suas funções.”

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Reino Unido será primeiro país a vender Viagra sem receita

(IstoÉ independente, publicação de 29/11/2017)

O Reino Unido será, a partir de 2018, o primeiro país do mundo a vender sem receita o medicamento contra problemas de ereção Viagra, anunciou seu fabricante, a companhia farmacêutica americana Pfizer. A Pfizer anunciou na terça-feira (28) à noite que tinha recebido autorização da agência reguladora britânica.

A notícia abre a porta para que homens envergonhados de expor seu problema aos médicos possam resolvê-lo discretamente, embora os que têm doenças cardíacas ou tomam remédios que possam interagir com a substância continuarão precisando de receita.

Capturar

As autoridades esperam que esta medida acabe com as compras de Viagra em sites que funcionam ilegalmente. “Esta decisão é boa para a saúde masculina”, disse Mick Foy, da Agência Reguladora de Produtos Médicos e Sanitários do Reino Unido (MHRA).

Facilitar o acesso ao medicamento “estimulará os homens a procurarem ajuda dentro do sistema de saúde e aumentará a conscientização sobre os problemas de ereção”, acrescentou Foy.

“Alguns homens evitavam buscar apoio e tratamento para esta condição, então acreditamos que dar a eles a opção de falar com o farmacêutico e comprar Viagra Connect pode ser um passo realmente positivo”, disse Berkeley Phillips, diretor médico da Pfizer no Reino Unido.

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