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Quando o Amor é tudo

Em 2018, após 10 meses de trabalho, foi produzida a peça publicitária que apresenta o novo nome do Hospital de Câncer de Barretos: HOSPITAL DE AMOR. Criada pela WMcCann, Zombie Studio e LOUD, mostra o quanto essa palavrinha mágica faz diferença no tratamento daqueles que literalmente perdem o chão por causa da doença. Compatilhe sem qualquer moderação. 

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O futuro da conectividade em saúde é logo ali

Não é novidade que a qualidade em todos os estágios dos serviços de saúde, desde uma consulta simples a procedimentos cirúrgicos e emergenciais mais complexos, passa termos por profissionais bem qualificados, instalações minimamente certificadas e modernizadas para bem receber o paciente. Todavia, sem sombra de dúvidas, será o investimento em conectividade o fundamental para a prática médica e o melhor atendimento das necessidades do paciente. A conectividade, na realidade, permeia tudo o que foi mencionado como fundamental.

Por mais que se discuta dilemas éticos, práticos, filosóficos (e a discussão deve mesmo existir), a integração por transmissão de dados, som e imagem irá cada vez mais garantir que se consiga prestar ótimos serviços à população. Equipamentos com inteligência artificial, sistemas que se conversam e “pensam” junto com a equipe médica e de suporte, responsáveis por realizar os melhores protocolos de atendimentos, tomam conta do dia a dia em saúde.

Redes de alta qualidade já permitem compartilhar dados clínicos em tempo real, conectados com equipamentos de alta performance em medição paramétrica, tanto na ação de monitorar um paciente quanto na eficiente disponibilização de resultados de exames de imagem em nuvem, por exemplo.

Para se ter uma ideia do quanto precisamos entender esse movimento, a Global Market Insights prevê que até 2024 (estamos falando de míseros 5 anos), o mercado digital em saúde deverá crescer 26% em média anualmente. E, claro, o avanço galopante dos smartphones tem sido o grande responsável por esse movimento, uma vez que traz consigo o desenvolvimento de aplicativos que permitem interagir cada vez mais com o paciente, para rápidas consultas, prescrições para problemas simples ou análise de exames. Outro pilar desse avanço é a melhoria sistêmica dos sistemas de transmissão, por meio de redes de alta velocidade (fibra ótica), proporcionando baixíssimos níveis de “delay”. Não estamos falando de tecnologias ainda em teste ou distante. A fibra ótica é exatamente a mesma que traz TVs a cabo para dentro de nossas casas, nada de mais.


Swymed – mochila capaz de auxiliar médicos a coletar informações, fazer diagnósticos críticos e promover webconferences em campo

Ainda segundo o Global Market Insights,  cinco formas de como a conectividade confiável e de baixo “delay” contribui com a prática médica no segmento de saúde:

  1. Acesso ao paciente – pessoas que vivem em áreas remotas, distante dos recursos comumente usados em grandes cidades ou pessoas que simplesmente não conseguem encaixar cuidados com a saúde em horários regulares, poderão se beneficiar. O médico pode usar o recurso tecnológico como um primeiro “filtro diagnóstico”, evitando que o paciente precise se desloca ou armar uma verdadeira operação logística por uma consulta que, em primeira análise, pode resolver problemas simples de forma remota.
  • Colaboração Interdisciplinar – o diagnóstico multidisciplinar nem sempre é tarefa fácil e precisa de consenso rápido. Membros de um mesmo time nem sempre conseguem estar juntos para tomar uma decisão quanto a um determinado caso. É possível que médicos, enfermeiros e demais envolvidos possam rapidamente interagir por voz e imagem, tendo compartilhado em tela todo o histórico do paciente.
  • Atendimento emergencial mais efetivo – no caso do atendimento a um acidente de trânsito, tempo significa salvar vidas. Os paramédicos ou socorristas precisam agir rápido e, idealmente, ter em mãos informações e recursos que lhes permitam salvar aquele paciente. A SwayMed (http://swymed.com/), uma empresa de softwares em telemedicina de Massachusetts, desenvolveu uma mochila capaz de auxiliar médicos a coletar informações e fazer diagnósticos críticos em campo mesmo. Leve e intuitiva, a mochila contem itens como estetoscópio, ultrasom e até um sistema de fibras óticas capaz de emitir rapidamente resultados de exames clínicos para análise em minutos. Quase como um “médico de bolso”.
  • Monitoramento em tempo real – pacientes crônicos precisam ser monitorados e as informações, via de regra, precisam ser precisas e em tempo real. Um bom exemplo são pacientes diabéticos ou cardíacos. Os wearables (em tradução informal, tecnologias que podem ser “vestidas”), detectam rapidamente informações que podem ser captadas e lidas por especialistas e que os alertas necessários sejam detectados.
  • Transmissão segura dos dados – nenhuma informação pode ficar à mercê de hakers. Pois cabos de fibra ótica são reconhecidamente mais difíceis de serem invadidos do que cabos de cobre, por exemplo. Hospitais que utilizam a tecnologia de fibra ótica, portanto, tem muito mais tranquilidade quanto à proteção de dados.  A gradativa eliminação de provedores físicos (espaços, caros e vulneráveis a hakers), em substituição ao ambiente de nuvem tende a acelerar esse processo.

Como vemos, a interação remota, a digitalização de dados e o transito de informações, quer seja voz, dados ou imagens em alta definição, já são uma realidade no meio médico, ainda que não necessariamente nesta ordem de importância ou de grandeza.

Claro que não podemos desconsiderar que toda a inovação, quando se trata de lidar com a vida do paciente, precisa ainda mais de critérios, consensos e rígidos protocolos. O erro médico é a 3ª maior causa de mortalidade nos EUA. Segundo pesquisa da Johns Hopkins Medicine, perde apenas para complicações cardíacas e câncer. Claro que o estudo não credita seus achados estatísticos apenas à tecnologia, mas falhas em função de ferramentas digitais também são consideradas. Novos aplicativos “facilitadores” do dia a dia são lançados a todo o momento. Cabe às organizações e suas áreas de TI a responsabilidade de “separar o jôio do trigo”, minimizar erros, treinar suas equipes e seus usuários, garantindo assim a integridade do paciente quanto ao uso de dispositivos digitais integrados.

Falhas ocorridas por mal uso ou mal funcionamento de ferramentas digitais podem trazer efeitos nefastos, pondo em risco a saúde do paciente e comprometendo tanto a credibilidade do médico quanto a da instituição de saúde.

Por fim, a interação entre especialistas no universo digital, gerenciadores de redes e os profissionais médicos que planejam as aplicações clínicas ainda é uma cultura em franco desenvolvimento. Sintoma claro de um movimento em estágio adolescente. Executivos de TI sofrem um forte impacto quando desembarcam na área de saúde, principalmente em clínicas e hospitais. Segundo o CEO da Medigram, Sherri Douville, “É difícil para eles a compreensão de que sua rede e infraestrutura são a chave mágica para o uso de um simples celular”. Constantemente confundem o ambiente do consumidor e suas peculiaridades, com o ambiente hospitalar, pondera.

Existe ainda uma enorme área de necessidade e oportunidade para que fornecedores, ao invés de tratar apenas de soluções corporativas em TI, mirem soluções específicas para a assistência médica como um todo. Um árduo caminho para que a conectividade esteja, cada vez mais, a serviço de médicos e pacientes na construção de melhores soluções de saúde e de qualidade de vida.

Fonte: Hit Infrastructure Xintelligent Healthcare Media

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Debate entre Inteligência Artificial e humanos – desta vez, o homem levou a melhor

Por quase três décadas, a IBM vem promovendo enfrentamentos entre inteligências artificiais e homens. Em 1997, o Deep Blue venceu o campeão Gerry Kasparov. Em 2011, o Watson venceu jogadores humanos no jogo de perguntas Jeopardy. Desta vez, o debate entre o software Project Debater, desenvolvido pela empresa americana para ser capaz de debater temas complexos com seres humanos, teve um resultado diferente: o campeão mundial de debates Harish Natarajan conseguiu ser mais convincente que “a máquina” e venceu o debate, de aproximadamente 40 minutos.

O tema escolhido foi a concessão de subsídios públicos para aumentar o acesso de alunos à pré-escola. O software não podia consultar a internet no momento do debate, mas apenas lançar mão das 10 bilhões de frases as quais o sistema poderia julgar e combinar, dando suporte à linha de raciocínio.

Harish Natarajan e o Project Dabater – debate consistente e informativo, impressionou o público.

Natarajan, contrário ao subsídio, conseguiu elevar seu nível de convencimento de 13% para 30% ao final do debate, enquanto o Project Debater iniciou o debate com 79% (a favor do subsídio) e terminou com 62%. O público era composto tanto de pessoas que estavam no debate quanto de internautas e reconheceram que “a máquina” contribuiu com importantes (e convincentes) informações sobre o tema.

Ao ser questionada sobre o tempo necessário para chegarmos ao ponto de a tecnologia derrotar o homem, a resposta da IBM foi cuidadosa: isso poderia ocorrer se a empresa tivesse algum interesse em investir nesse sentido. Todavia, o foco é que máquinas e homens trabalhem lado a lado. Junto com a computação em nuvem, análise de dados e segurança digital, a inteligência artificial é um dos mais importantes pilares estratégicos para a IBM.

O debate aconteceu durante a realização do “Tink”, evento anual promovido pela IBM.

Fonte: Valor Econômico

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Brasileiros são os que mais se socorrem no “Dr. Google”

O Google realizou uma pesquisa reveladora: 26% dos brasileiros, ao se depararem com um problema de saúde, recorrem ao “Dr. Google” antes de procurarem um médico. A pesquisa revela que o Brasil foi o país onde as buscas referentes à saúde mais cresceram nos últimos anos, mais até do que em outras categorias. Pesquisas em saúde cresceram 17,3%, muito mais do que cuidados com o cabelo ou maquiagem, por exemplo.

Esse movimento se deve ao fato de que 70% dos brasileiros não tem plano de saúde, o que torna o acesso à informação via web o recurso mais fácil de obtenção de prováveis “diagnósticos”. Ao mesmo tempo que a população se sente incluída com tanta informação, essa atitude traz “efeitos colaterais” importantes e perigosos: as pessoas acabam lançando mão de soluções sem a devida orientação profissional. Surgem também os “cibercondríacos” um estado de obsessão onde a pessoa adota o pensamento fixo de que, com base nas informações da web, pode estar com alguma doença grave.

Para especialistas do Google, a melhor maneira de combater a desinformação pelo excesso de informações sobre saúde é a produção de conteúdo de qualidade. Quanto mais profissionais médicos publicam, em linguagem simples e com base em evidências, informações esclarecedoras, menores as chances de o paciente se intoxicar com má informação.

Justamente com o objetivo de informar com qualidade, Rodrigo Calil, ortopedista, associou-se a outros dois colegas e abriu um canal no Youtube chamado Doutor Ajuda! Com mais de 350 mil inscritos, o canal fala de diagnósticos básicos do dia a dia, sempre reforçando que os vídeos não dispensam a procura por um médico.  

O Conselho Regional de Medicina alerta que buscar informações requer que as informações sejam sempre checadas quanto à fonte e à veracidade. E ressalta que é papel do médico estabelecer e ampliar a relação de confiança sólida com o paciente. Na busca de mais qualidade de informação, o Google tem realizado parcerias na elaboração de conteúdo, com mais de 1000 verbetes organizados em conjunto com o Hospital Albert Einstein e a Fio Cruz.

Fonte: Adaptado do texto de O Estado de S. Paulo – (10|Feb 2019/ Fabiana Cambricoli)

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Takeda dobra de tamanho no Brasil, com a compra da Shire

A farmacêutica japonesa Takeda concluiu aquisição da Shire e inicia processo mundial de integração das duas operações. Com a Shire, segundo Ricardo Marek, executivo responsável pela divisão de mercados emergentes, a empresa vai dobrar de tamanho no Brasil. Junto com Rússia e China, o país é um dos mercados-líderes de um grupo de 48 países que já respondem por 14% do negócio da Takeda.

Segundo Renata Campos, há 2 anos como Presidente da Takeda no Brasil, o plano estratégico para os próximos 3 anos está pronto e a empresa deverá lançar 4 novos produtos esse ano. A empresa segue sendo uma das 10 maiores do país, se mantem focada em Gastroenterologia, porém adentra 3 novos seguimentos: doenças raras, hematologia e nerociência. No Brasil, a operação tem agora 1500 funcionários, uma fábrica em Jaguariúna e 1 laborátorio de pesquisas em São Paulo. Ainda segundo Renata, a receita das vendas da Takeda brasileira, como o novo portfolio será: 36% com medicamentos de prescrição; 29%, hematologia; 14%, OTC (medicamentos que não necessitam de receita médica); 10%, doenças raras e 6% oncologia.  

Com a Shire, a Takeda estará em 80 países e terá mais presença nos mercados ocidentais. No novo momento, metade da receita passa a vir do mercado americano. Sendo Europa e Canadá responsáveis por 19%, Japão 18% e Mercados Emergentes 14%. No ranking mundial, após a aquisição, a Takeda passa a ser a 9ª companhia farmacêutica no mundo.

Ricardo Marek (Presidente da Takeda para Mercados Emergentes) e Renata Campos (Presidente da Takeda no Brasil e América Latina)

fonte: Jornal Valor Econômico

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CNN Brasil passa a operar a partir do final de 2019

O empresário Rubens Menin, Presidente do Conselho da MRV Engenharia, licenciou a marca da americana CNN, canal americano de notícias, que pertence ao Grupo Turner. Com sede prevista para São Paulo e sucursais no Rio de Janeiro e em Brasília, a CNN Brasil, assim como ocorre com o canal nos EUA, “não terá nenhuma relação como governo, e sim com o Brasil”, declara Menin (nos EUA, a CNN faz oposição ao governo de Donald Trump).

Serão contratados 800 profissionais, metade destes, jornalistas e a Presidência da empresa ficará com Douglas Tavoro, executivo do mercado, com 15 anos de experiência na rede Record. Távoro foi o biógrafo de Edir Macedo.

Nos próximos meses que antecedem a abertura oficial da empresa, diversas atividades preparatórias serão realizadas, tais como infraestrutura, marketing e treinamento dos profissionais contratados.

Fonte: Valor Econômico

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Como a tecnologia está mudando a relação e os cuidados com o paciente na medicina?

O avanço na tecnologia individual está construindo o caminho para uma nova era em saúde. Este processo está mudando a forma como as decisões médicas são tomadas e como os tratamentos são administrados.

A idéia do vídeo How is technology changing the healthcare sector? (abaixo) é justamente explicar, em linhas gerais, esta crescente tendência, onde a gestão remota dos cuidados com o paciente permitirá o tratamento mais rápido, efetivo e com menores custos para todos os envolvidos.

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Com a ajuda de aplicativos cada vez mais sensíveis e ajustados às necessidades de médicos e pacientes, o monitoramento do paciente em casa não quer dizer menos suporte e amparo médico ou qualquer atitude de afastamento do universo do paciente, muito pelo contrário. A tecnologia não tem a pretensão de assumir o papel humano do médico e de sua equipe na gestão de um paciente.

Numa era em que, segundo o pensador Zygmunt Bauman, atravessamos um momento de absoluta instantaneidade, de relações frágeis e feitas para não durar, a humanização da medicina se mostra, paradoxalmente, um atributo cada vez mais necessário. Desta forma, a sofisticação dos aplicativos pode contribuir, e em muito, como importante coadjuvante, para a melhoria na relação médico paciente, rumo a uma medicina ainda mais resolutiva.

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ACS – uma trajetória feita de ética e propósito

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O que é um Propósito?

É a fundamentação por trás de tudo o que fazemos e está intimamente ligado com nossas crenças e valores. A certeza de que temos algo maior e mais transformador a realizar em nossas vidas, algo esse que não cabe no significado único de um dia de trabalho, de realização de tarefas, ou na satisfação basal da nossa “Pirâmide de Maslow”. O “simples” fato de trabalharmos com a saúde de outra pessoa, já seria suficiente para nos levar por esse caminho. Mas somos inquietos.

A ACS vive seus valores: Respeito ao Próximo, Colaboração, Empatia e Aprendizado. E um dos caminhos para que possamos viver nossos valores é o da ética nas relações e nos negócios, sempre por meio de interações saudáveis.

Levamos o tema da Saúde tão a sério, que desenvolvemos nosso próprio Programa de Compliance. Ser talvez a primeira empresa de representações comerciais brasileira na área da saúde a ter seu próprio Programa de Compliance é mais um importante passo no que consideramos nosso propósito maior: prestar serviços, horando as empresas as quais representamos, sempre mirando o bem estar dos pacientes e o apoio resolutivo dos profissionais que os atendem, no caso, os médicos.

Este é o DNA da ACS!

Veja a Pirâmide de Maslow e entenda o que é causa (propósito) e o que é consequência. Pense, reflita e veja se faz sentido. Nossas escolhas estão diretamente vinculadas à noção de propósito.

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visite nosso link (AQUI) e saiba mais sobre nosso Código de Ética.

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Citações de Bill Gates

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Bill Gates tem um patrimônio líquido estimado em 90 bilhões de dólares, valor maior do que o PIB de países como Cuba e o Sri Lanka. Por meio de sua Fundação, Bill e Melinda Gates, criada em 1997, desde 2000, já doou mais de 30 bilhões para causas sociais. O site Businness Insider publicou, há um tempo atrás, algumas citações de Bill Gates, bem interessantes:

Sobre o sucesso da Microsoft

“A maioria dos nossos concorrentes investiam em um só produto… Eles criavam esse único produto, mas nunca se aprofundavam na engenharia envolvida. Não pensavam em software de forma abrangente. Não se preocupavam com ferramentas e eficiência. Assim, eles fabricavam um produto, mas não o renovavam para que pudesse chegar à próxima geração.” (BBC, em 19 de junho de 2008)

Sobre trabalhar com Steve Jobs

“Steve e eu éramos muito diferentes. Mas éramos muito bons em escolher pessoas. Ambos hiperenergéticos e trabalhadores. Éramos parceiros próximos no desenvolvimento do software Mac original, e isso foi incrível, porque tínhamos mais gente trabalhando nele do que a própria Apple tinha. Mas fomos muito ingênuos. Steve prometeu que a máquina custaria 499 dólares e, de repente, custava 1.999 dólares. Mesmo assim, o projeto Mac foi uma experiência incrível.” (Rolling Stone, em 13 de março de 2014)

Sobre sucesso

“O sucesso é um péssimo professor. Seduz pessoas inteligentes a pensarem quem não podem perder.” (Livro “The Road Ahead”, de 1995)

Sobre o crescimento da Microsoft

“”Sabe, mesmo quando escrevemos na Microsoft, em 1975, ‘um computador em cada mesa e em cada casa’, nós não percebemos que teríamos que ser uma grande empresa. Cada vez que chegava o momento eu pensava ‘será que poderemos mesmo dobrar em tamanho?'” (Site AllThingsD, em 31 de maio de 2007)

Sobre aproveitar as coisas simples

“Eu lavo os pratos todas as noites – outros se oferecem, mas eu gosto do jeito que lavo.” (Reddit, em 10 de fevereiro de 2014)

Sobre o papel da tecnologia

“Tudo bem, visite essas super empresas de tecnologia como a Bangalore Infosys, mas por favor, só para aproveitar a visita, vá alguns quilômetros adiante e veja as pessoas que vivem sem banheiro, sem água encanada… O mundo não é preto e branco e computadores não estão nem entre as primeiras cinco necessidades humanas.” (The Financial Times, em 1º de novembro de 2013)

Sobre o papel do dinheiro

“Certamente estou bem cuidado em termos de alimento e vestimentas… O dinheiro não tem utilidade para mim, depois de um certo ponto. Sua utilidade está completamente direcionada em construir uma organização e distribuir recursos para os mais pobres e necessitados do mundo.” (The Telegraph UK, em 18 de janeiro de 2013)

Sobre o valor de clientes insatisfeitos

“Seus clientes mais insatisfeitos são sua grande fonte de aprendizado.” (Forbes, em 4 de março de 2014)

Sobre os limites do capitalismo

“O mercado não leva cientistas, jornalistas, pensadores e governos a fazerem as coisas certas, necessariamente. E somente prestando atenção a essas coisas certas e dispondo de pessoas brilhantes que se importam e atraem outras pessoas para elas é que podemos progredir o tanto quanto precisamos”. (TED Talk, em fevereiro de 2009)

Sobre a importância da inovação

“Nosso estilo de vida moderno não é uma criação política. Antes de 1700, grande parte das pessoas era muito pobre. A vida era curta e brutal. Não é porque não tínhamos bons políticos; tínhamos alguns muito bons políticos. Mas então começamos a inventar – eletricidade, motores a vapor, microprocessadores – e a entender de genética, medicina e coisas assim. Sim, estabilidade e educação são importantes – não estou tirando seu mérito – mas a inovação é o verdadeiro motor do progresso”. (Rolling Stone, em 13 de março de 2014)

 

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Cannabis para fins medicinais – dilema longe de ser resolvido

Apesar do uso medicinal da cannabis ser amplamente debatido em países europeus e americanos, no Brasil o tema é embrionário. É grande a insegurança quanto ao desenvolvimento e ação nesse mercado, o que trava qualquer solução por parte dos poderes Legislativo e Judiciário. Com isso torna-se mais remota ainda a possibilidade de investidores destes segmentos olharem para o país.

O Brasil é signatário das duas maiores convenções sobre a regulamentação de drogas entorpecentes e narcóticos do mundo: a Convenção de 1961 e a Convenção de 1971. Os participantes de ambas se comprometem a combater o tráfico de drogas e entorpecentes de forma ampla e irrestrita, por meio de regulamentação própria.

A nossa Constituição trata o Tráfico de Drogas como caso de Segurança Pública, a ser conduzido por forças policiais e com medidas claras de prevenção, proibição à produção e tráfico, definidas na Leia de Drogas.  O cultivo, plantio, colheita, beneficiamento, também são previstos em lei e considerados proibidos.

O único acesso à cannabis permitido no Brasil é relativo aos dois itens que podem ser extraídos, o Canabidiol e o Tetraidocanabidiol. Pais de crianças portadoras de doenças como Esclerose Múltipla, Esquizofrenia, Paralisia Cerebral, Convulsões e outras, por meio de ação judicial, conseguem acesso ao produto. Apesar disso, até o momento, a questão da cannabis e sua intrincada árvore de decisões sobre usos e limites, não parede estar no horizonte de prioridades da ANVISA.

fonte: Jornal Valor Econômico e portal GreenMe

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