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Falta de ética – nível recorde de CEOs demitidos

A agência Bloomberg noticiou um recorde curioso pesquisado pela PwC nos Estados Unidos. Em 2018, 39% dos altos executivos substituídos nas organizações foram acusados de falta de ética. O índice supera de longe acusações de desempenho insuficiente.

A pesquisa mede o índice de rotatividade de 2.500 maiores empresas de capital aberto. Em 19 anos de existência do estudo, foi a primeira vez que Falta de Ética liderou a pesquisa.

fonte: Valor Econômico e Bloomberg

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Embraer mudará de nome

Com a efetivação da compra pela Boeing, por 5,26 bilhões de dólares, de 80% da empresa brasileira, a Embraer passa a se chamar Boeing Brasil – Commercial. Está no acordo uma joint venture para a comercialização do avião militar KC-390, operação esta onde a Embraer terá 51% de participação.

Em março de 2019, foram escolhidos os dois executivos que vão liderar a nova empresa. Marc Allen, atual Vice-Presidente da Boeing será o Presidente do Conselho e John Sllatery, atual Chefe da da divisão de aviação comercial do Boeing, será o CEO da “nova Embraer¨. Ambos coordenam o processo de integração entre Boeing e Embraer.

fonte: site Boeing Co. e Revista Veja.

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MassSpec Pen – detecção de tumores em 10 segundos

Cientistas e engenheiros da Universidade do Texas, em Austin (TX), descobriram uma maneira rápida e precisa para diagnosticar tumores por meio de um dispositivo do tamanho de uma caneta, o MassSpec Pen. Ele pode detectar vários tipos de cânceres e, segundo um primeiro trial de 250 amostras, com 96,5% de precisão.

Segundo a cientista brasileira Livia Schiavenato Eberlin, coordenadora do projeto, ao tocar o tecido, o sistema capta moléculas que se dissolvem na água e, por meio de um espectrômetro de massa de alto desempenho, aponta se o médico está diante de células cancerosas ou não. O cirurgião obtém um diagnóstico preditivo em menos de 10 segundos.

Um dos maiores desafios do cirurgião é a certeza ou não sobre a remoção completa de um determinado tumor. Não é uma tarefa simples distinguir onde a lesão termina e onde precisamente começa o tecido saudável. Atualmente, este tipo de detecção só é realizada com o patologista em sala e leva de 30 a 40 minutos para dar o resultado. Esta espera expõe o paciente ao risco aumentado de infecções e outras intercorrências.

Esta etapa do estudo foi publicada na revista Science Translational Medicine, em 2017. O próximo passo, já aprovado por comitês de ética, é realizar testes clínicos em cirurgias reais, o que deve ocorrer no segundo semestre de 2019.

Outro aspecto a ser ainda estudado é o custo do processo. A caneta, impressa em 3D, é barata. Porém existe o investimento em espectrômetros de massa. Feitos todos estes estudos, a MassSpec Pen deverá passar por avaliação do FDA, antes de sua produção em caráter comercial.

O MassSpec Pen já foi testado em câncer de ovário, tireóide, pulmão, mama e começa a ser considerado em certos tipos de câncer de pele.

Para ter acesso ao estudo, clique aqui –
Science Translational Medicine

fontes: CNBC website

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Noruega abre mão de bilhões em prol do meio ambiente

Autoridades do país se recusam a autorizar a perfuração de poço bilionário de petróleo em prol do meio ambiente. Decisão expõe ruptura no partido trabalhista do país, opondo interesses dos sindicatos do setor às preocupações com mudanças climáticas.

O maior partido do parlamento norueguês chocou a indústria petrolífera do país, depois de retirar o apoio à perfuração exploratória das ilhas Lofoten, no Ártico, consideradas uma maravilha natural. O movimento realizado pelo partido de oposição ao governo cria uma grande maioria parlamentar contra a exploração de petróleo na área costeira. A medida ilustra a crescente oposição ao combustível fóssil poluidor, que fez do país um dos mais ricos do mundo.

Atualmente, a Noruega bombeia mais de 1,6 milhão de barris de petróleo por dia em suas operações e está entre os 20 maiores produtores do mundo.

A maior produtora de petróleo da Noruega, a estatal Equinor ASA, afirmou que o acesso ao fornecimento de petróleo em Lofoten é essencial para o país manter os níveis de produção. Acredita-se que exista de 1 a 3 bilhões de barris de petróleo abaixo do fundo do mar no arquipélago de Lofoten. A área vinha sendo blindada por anos pelo governo de coalizão da Noruega por meio de vários acordos políticos. “Toda a indústria está surpresa e decepcionada”, disse o chefe da Associação Norueguesa de Petróleo e Gás, Karl Eirik Schjott-Pedersen, à Bloomberg.

Sindicatos do setor questionam decisão

A decisão do partido trabalhista, anunciada por seu líder, Jonas Gahr Store, expõe uma brecha na legenda. Enquanto a liderança tenta refletir as crescentes preocupações ambientais da população, o partido também quer acomodar os interesses dos sindicatos de trabalhadores da indústria petrolífera, seus principais apoiadores.

Store confirmou, porém, que o partido continuará a apoiar a indústria petrolífera, mas também disse que quer que as empresas do segmento se comprometam com um prazo para tornar todas as operações livres de emissões. O maior sindicato de petróleo da Noruega, a Industry Energy, que há muito tempo é aliada do Partido Trabalhista, atacou a decisão sobre a perfuração em Lofoten, que ocorre menos de dois anos depois de um acordo interno do partido sobre o assunto.

“Isso cria desequilíbrios nas discussões sobre políticas para uma indústria que depende de uma perspectiva de longo prazo, e não podemos aceitar isso”, disse o líder do sindicato, Frode Alfheim, ao jornal australiano Sydney Morning Herald. “Provavelmente, há muitas pessoas na indústria que estão se perguntando quem o partido realmente representa”, comenta o sindicalista.

A medida acontece depois que o governo da Noruega deu sinal verde na última sexta-feira para um fundo petrolífero de US$ 1 trilhão — o maior fundo soberano do mundo — para investir em projetos de energia renovável não listados nos mercados de ações. A expectativa é que o investimento de bilhões de dólares sejam direcionados para projetos de energia eólica e solar. Esta é a mais recente indicação de que a riqueza acumulada através de combustíveis fósseis está sendo redirecionada para lucros futuros em energia renovável. Um número maior de indústrias e países iniciaram estratégias de desinvestimento de combustíveis fósseis, citando riscos futuros para seus negócios e modelos econômicos.

No mês passado, o fundo petrolífero da Noruega disse que não iria mais investir em 134 companhias que exploram petróleo e gás, mas que reteria participações em grandes empresas petrolíferas, incluindo BP e Shell, que possuem divisões de energia renovável.

(fonte: matéria na íntegra Jornal O GLOBO – 14/04/2019)

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Quando o Amor é tudo

Em 2018, após 10 meses de trabalho, foi produzida a peça publicitária que apresenta o novo nome do Hospital de Câncer de Barretos: HOSPITAL DE AMOR. Criada pela WMcCann, Zombie Studio e LOUD, mostra o quanto essa palavrinha mágica faz diferença no tratamento daqueles que literalmente perdem o chão por causa da doença. Compatilhe sem qualquer moderação. 

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O futuro da conectividade em saúde é logo ali

Não é novidade que a qualidade em todos os estágios dos serviços de saúde, desde uma consulta simples a procedimentos cirúrgicos e emergenciais mais complexos, passa termos por profissionais bem qualificados, instalações minimamente certificadas e modernizadas para bem receber o paciente. Todavia, sem sombra de dúvidas, será o investimento em conectividade o fundamental para a prática médica e o melhor atendimento das necessidades do paciente. A conectividade, na realidade, permeia tudo o que foi mencionado como fundamental.

Por mais que se discuta dilemas éticos, práticos, filosóficos (e a discussão deve mesmo existir), a integração por transmissão de dados, som e imagem irá cada vez mais garantir que se consiga prestar ótimos serviços à população. Equipamentos com inteligência artificial, sistemas que se conversam e “pensam” junto com a equipe médica e de suporte, responsáveis por realizar os melhores protocolos de atendimentos, tomam conta do dia a dia em saúde.

Redes de alta qualidade já permitem compartilhar dados clínicos em tempo real, conectados com equipamentos de alta performance em medição paramétrica, tanto na ação de monitorar um paciente quanto na eficiente disponibilização de resultados de exames de imagem em nuvem, por exemplo.

Para se ter uma ideia do quanto precisamos entender esse movimento, a Global Market Insights prevê que até 2024 (estamos falando de míseros 5 anos), o mercado digital em saúde deverá crescer 26% em média anualmente. E, claro, o avanço galopante dos smartphones tem sido o grande responsável por esse movimento, uma vez que traz consigo o desenvolvimento de aplicativos que permitem interagir cada vez mais com o paciente, para rápidas consultas, prescrições para problemas simples ou análise de exames. Outro pilar desse avanço é a melhoria sistêmica dos sistemas de transmissão, por meio de redes de alta velocidade (fibra ótica), proporcionando baixíssimos níveis de “delay”. Não estamos falando de tecnologias ainda em teste ou distante. A fibra ótica é exatamente a mesma que traz TVs a cabo para dentro de nossas casas, nada de mais.


Swymed – mochila capaz de auxiliar médicos a coletar informações, fazer diagnósticos críticos e promover webconferences em campo

Ainda segundo o Global Market Insights,  cinco formas de como a conectividade confiável e de baixo “delay” contribui com a prática médica no segmento de saúde:

  1. Acesso ao paciente – pessoas que vivem em áreas remotas, distante dos recursos comumente usados em grandes cidades ou pessoas que simplesmente não conseguem encaixar cuidados com a saúde em horários regulares, poderão se beneficiar. O médico pode usar o recurso tecnológico como um primeiro “filtro diagnóstico”, evitando que o paciente precise se desloca ou armar uma verdadeira operação logística por uma consulta que, em primeira análise, pode resolver problemas simples de forma remota.
  • Colaboração Interdisciplinar – o diagnóstico multidisciplinar nem sempre é tarefa fácil e precisa de consenso rápido. Membros de um mesmo time nem sempre conseguem estar juntos para tomar uma decisão quanto a um determinado caso. É possível que médicos, enfermeiros e demais envolvidos possam rapidamente interagir por voz e imagem, tendo compartilhado em tela todo o histórico do paciente.
  • Atendimento emergencial mais efetivo – no caso do atendimento a um acidente de trânsito, tempo significa salvar vidas. Os paramédicos ou socorristas precisam agir rápido e, idealmente, ter em mãos informações e recursos que lhes permitam salvar aquele paciente. A SwayMed (http://swymed.com/), uma empresa de softwares em telemedicina de Massachusetts, desenvolveu uma mochila capaz de auxiliar médicos a coletar informações e fazer diagnósticos críticos em campo mesmo. Leve e intuitiva, a mochila contem itens como estetoscópio, ultrasom e até um sistema de fibras óticas capaz de emitir rapidamente resultados de exames clínicos para análise em minutos. Quase como um “médico de bolso”.
  • Monitoramento em tempo real – pacientes crônicos precisam ser monitorados e as informações, via de regra, precisam ser precisas e em tempo real. Um bom exemplo são pacientes diabéticos ou cardíacos. Os wearables (em tradução informal, tecnologias que podem ser “vestidas”), detectam rapidamente informações que podem ser captadas e lidas por especialistas e que os alertas necessários sejam detectados.
  • Transmissão segura dos dados – nenhuma informação pode ficar à mercê de hakers. Pois cabos de fibra ótica são reconhecidamente mais difíceis de serem invadidos do que cabos de cobre, por exemplo. Hospitais que utilizam a tecnologia de fibra ótica, portanto, tem muito mais tranquilidade quanto à proteção de dados.  A gradativa eliminação de provedores físicos (espaços, caros e vulneráveis a hakers), em substituição ao ambiente de nuvem tende a acelerar esse processo.

Como vemos, a interação remota, a digitalização de dados e o transito de informações, quer seja voz, dados ou imagens em alta definição, já são uma realidade no meio médico, ainda que não necessariamente nesta ordem de importância ou de grandeza.

Claro que não podemos desconsiderar que toda a inovação, quando se trata de lidar com a vida do paciente, precisa ainda mais de critérios, consensos e rígidos protocolos. O erro médico é a 3ª maior causa de mortalidade nos EUA. Segundo pesquisa da Johns Hopkins Medicine, perde apenas para complicações cardíacas e câncer. Claro que o estudo não credita seus achados estatísticos apenas à tecnologia, mas falhas em função de ferramentas digitais também são consideradas. Novos aplicativos “facilitadores” do dia a dia são lançados a todo o momento. Cabe às organizações e suas áreas de TI a responsabilidade de “separar o jôio do trigo”, minimizar erros, treinar suas equipes e seus usuários, garantindo assim a integridade do paciente quanto ao uso de dispositivos digitais integrados.

Falhas ocorridas por mal uso ou mal funcionamento de ferramentas digitais podem trazer efeitos nefastos, pondo em risco a saúde do paciente e comprometendo tanto a credibilidade do médico quanto a da instituição de saúde.

Por fim, a interação entre especialistas no universo digital, gerenciadores de redes e os profissionais médicos que planejam as aplicações clínicas ainda é uma cultura em franco desenvolvimento. Sintoma claro de um movimento em estágio adolescente. Executivos de TI sofrem um forte impacto quando desembarcam na área de saúde, principalmente em clínicas e hospitais. Segundo o CEO da Medigram, Sherri Douville, “É difícil para eles a compreensão de que sua rede e infraestrutura são a chave mágica para o uso de um simples celular”. Constantemente confundem o ambiente do consumidor e suas peculiaridades, com o ambiente hospitalar, pondera.

Existe ainda uma enorme área de necessidade e oportunidade para que fornecedores, ao invés de tratar apenas de soluções corporativas em TI, mirem soluções específicas para a assistência médica como um todo. Um árduo caminho para que a conectividade esteja, cada vez mais, a serviço de médicos e pacientes na construção de melhores soluções de saúde e de qualidade de vida.

Fonte: Hit Infrastructure Xintelligent Healthcare Media

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Brasileiros são os que mais se socorrem no “Dr. Google”

O Google realizou uma pesquisa reveladora: 26% dos brasileiros, ao se depararem com um problema de saúde, recorrem ao “Dr. Google” antes de procurarem um médico. A pesquisa revela que o Brasil foi o país onde as buscas referentes à saúde mais cresceram nos últimos anos, mais até do que em outras categorias. Pesquisas em saúde cresceram 17,3%, muito mais do que cuidados com o cabelo ou maquiagem, por exemplo.

Esse movimento se deve ao fato de que 70% dos brasileiros não tem plano de saúde, o que torna o acesso à informação via web o recurso mais fácil de obtenção de prováveis “diagnósticos”. Ao mesmo tempo que a população se sente incluída com tanta informação, essa atitude traz “efeitos colaterais” importantes e perigosos: as pessoas acabam lançando mão de soluções sem a devida orientação profissional. Surgem também os “cibercondríacos” um estado de obsessão onde a pessoa adota o pensamento fixo de que, com base nas informações da web, pode estar com alguma doença grave.

Para especialistas do Google, a melhor maneira de combater a desinformação pelo excesso de informações sobre saúde é a produção de conteúdo de qualidade. Quanto mais profissionais médicos publicam, em linguagem simples e com base em evidências, informações esclarecedoras, menores as chances de o paciente se intoxicar com má informação.

Justamente com o objetivo de informar com qualidade, Rodrigo Calil, ortopedista, associou-se a outros dois colegas e abriu um canal no Youtube chamado Doutor Ajuda! Com mais de 350 mil inscritos, o canal fala de diagnósticos básicos do dia a dia, sempre reforçando que os vídeos não dispensam a procura por um médico.  

O Conselho Regional de Medicina alerta que buscar informações requer que as informações sejam sempre checadas quanto à fonte e à veracidade. E ressalta que é papel do médico estabelecer e ampliar a relação de confiança sólida com o paciente. Na busca de mais qualidade de informação, o Google tem realizado parcerias na elaboração de conteúdo, com mais de 1000 verbetes organizados em conjunto com o Hospital Albert Einstein e a Fio Cruz.

Fonte: Adaptado do texto de O Estado de S. Paulo – (10|Feb 2019/ Fabiana Cambricoli)

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Takeda dobra de tamanho no Brasil, com a compra da Shire

A farmacêutica japonesa Takeda concluiu aquisição da Shire e inicia processo mundial de integração das duas operações. Com a Shire, segundo Ricardo Marek, executivo responsável pela divisão de mercados emergentes, a empresa vai dobrar de tamanho no Brasil. Junto com Rússia e China, o país é um dos mercados-líderes de um grupo de 48 países que já respondem por 14% do negócio da Takeda.

Segundo Renata Campos, há 2 anos como Presidente da Takeda no Brasil, o plano estratégico para os próximos 3 anos está pronto e a empresa deverá lançar 4 novos produtos esse ano. A empresa segue sendo uma das 10 maiores do país, se mantem focada em Gastroenterologia, porém adentra 3 novos seguimentos: doenças raras, hematologia e nerociência. No Brasil, a operação tem agora 1500 funcionários, uma fábrica em Jaguariúna e 1 laborátorio de pesquisas em São Paulo. Ainda segundo Renata, a receita das vendas da Takeda brasileira, como o novo portfolio será: 36% com medicamentos de prescrição; 29%, hematologia; 14%, OTC (medicamentos que não necessitam de receita médica); 10%, doenças raras e 6% oncologia.  

Com a Shire, a Takeda estará em 80 países e terá mais presença nos mercados ocidentais. No novo momento, metade da receita passa a vir do mercado americano. Sendo Europa e Canadá responsáveis por 19%, Japão 18% e Mercados Emergentes 14%. No ranking mundial, após a aquisição, a Takeda passa a ser a 9ª companhia farmacêutica no mundo.

Ricardo Marek (Presidente da Takeda para Mercados Emergentes) e Renata Campos (Presidente da Takeda no Brasil e América Latina)

fonte: Jornal Valor Econômico

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CNN Brasil passa a operar a partir do final de 2019

O empresário Rubens Menin, Presidente do Conselho da MRV Engenharia, licenciou a marca da americana CNN, canal americano de notícias, que pertence ao Grupo Turner. Com sede prevista para São Paulo e sucursais no Rio de Janeiro e em Brasília, a CNN Brasil, assim como ocorre com o canal nos EUA, “não terá nenhuma relação como governo, e sim com o Brasil”, declara Menin (nos EUA, a CNN faz oposição ao governo de Donald Trump).

Serão contratados 800 profissionais, metade destes, jornalistas e a Presidência da empresa ficará com Douglas Tavoro, executivo do mercado, com 15 anos de experiência na rede Record. Távoro foi o biógrafo de Edir Macedo.

Nos próximos meses que antecedem a abertura oficial da empresa, diversas atividades preparatórias serão realizadas, tais como infraestrutura, marketing e treinamento dos profissionais contratados.

Fonte: Valor Econômico

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Como a tecnologia está mudando a relação e os cuidados com o paciente na medicina?

O avanço na tecnologia individual está construindo o caminho para uma nova era em saúde. Este processo está mudando a forma como as decisões médicas são tomadas e como os tratamentos são administrados.

A idéia do vídeo How is technology changing the healthcare sector? (abaixo) é justamente explicar, em linhas gerais, esta crescente tendência, onde a gestão remota dos cuidados com o paciente permitirá o tratamento mais rápido, efetivo e com menores custos para todos os envolvidos.

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Com a ajuda de aplicativos cada vez mais sensíveis e ajustados às necessidades de médicos e pacientes, o monitoramento do paciente em casa não quer dizer menos suporte e amparo médico ou qualquer atitude de afastamento do universo do paciente, muito pelo contrário. A tecnologia não tem a pretensão de assumir o papel humano do médico e de sua equipe na gestão de um paciente.

Numa era em que, segundo o pensador Zygmunt Bauman, atravessamos um momento de absoluta instantaneidade, de relações frágeis e feitas para não durar, a humanização da medicina se mostra, paradoxalmente, um atributo cada vez mais necessário. Desta forma, a sofisticação dos aplicativos pode contribuir, e em muito, como importante coadjuvante, para a melhoria na relação médico paciente, rumo a uma medicina ainda mais resolutiva.

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