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Diversidade biológica inspira busca de remédios

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Folha de São Paulo, Gabriel Alves – 11/12/2017

Uma iniciativa 100% nacional irá buscar novas substâncias originárias da biodiversidade das plantas brasileiras com o objetivo de levar novos remédios às prateleiras das farmácias. Apesar do estágio inicial em que as pesquisas se encontram, as expectativas são altas.

O laboratório farmacêutico Aché, o Laboratório Nacional de Biociências (integrante do CNPEM, Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais) e a empresa Phytobios, especializada na prospecção e na obtenção de extratos da natureza, uniram-se na empreitada. O anúncio da parceria será feito nesta segunda (11).

Um dos dois projetos prospectará um medicamento oncológico. O outro deve ter aplicações em dermatologia ou em cosméticos, ao atuar como um agente antienvelhecimento.

O investimento na primeira fase de desenvolvimento é de R$ 10 milhões –metade do valor será pago pelo Aché. Do restante, uma parte fica a cargo da dobradinha CNPEM-Phytobios e outra, da Embrapii, a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial.

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Legalização da Cannabis Medicinal pode movimentar US$ 1,4 bilhão no Brasil

(Exame.com – 30 de novembro de 2017)

A New Frontier Data, autoridade global da indústria de cannabis em relatórios de inteligência de negócios e análise de dados, em parceria com The Green Hub, uma das primeiras plataformas de pesquisa e informação de cannabis medicinal no Brasil, acaba de publicar sua primeira análise aprofundada do mercado brasileiro – Cannabis Medicinal no Brasil: 2018 Visão Geral, com detalhamento do potencial impacto da legalização da cannabis medicinal no Brasil.

Segundo o estudo, a legalização da cannabis medicinal pelo governo brasileiro para diversos tratamentos, como ansiedade, câncer, autismo, Alzheimer e outros, o número de pacientes nos primeiros 36 meses de vendas legais de cannabis poderia chegar a 959 mil. Ao incluir o seu uso também no tratamento de dor crônica, o número alcançaria aproximadamente 3,4 milhões de pacientes ao ano, movimentando o equivalente a US$ 1,4 bilhão (R$ 4,7 bilhões) na economia do país.

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“O interesse contínuo do Brasil pela legalização potencial da cannabis medicinal é parte de um fenômeno global, pois dezenas de países de todo o mundo começaram a considerar a cannabis como um tratamento médico viável para uma variedade de doenças e condições. Dada a vasta área territorial do Brasil, clima e localização geográfica estratégica, o Brasil possui grande potencial de mercado, não só para aplicações médicas domésticas, mas também para expandir sua exportação para países incapazes de cultivar localmente, como Europa e América Latina”, disse a fundadora e CEO da New Frontier Data, Giadha Aguirre de Carcer.

O CEO da brasileira The Green Hub, Marcel Grecco, confirma as palavras de seu parceiro americano. “Existe atualmente um grande interesse pela legalização da cannabis medicinal no Brasil, bem como o entendimento do impacto potencial dessa legalização e regulação da cannabis no Brasil. Trabalhando em conjunto, The Green Hub e New Frontier Data estão melhor equipados para fornecerem não apenas às empresas privadas, mas aos órgãos governamentais e aos reguladores, os dados, a avaliação e os conhecimentos dos esforços de legalização em todo o mundo, para avaliar o potencial jurídico, econômico e social. Esses recursos serão inestimáveis, pois os funcionários do governo brasileiro terão dados seguros e legais para examinarem o assunto”, explica Marcel Grecco.

A parceria entre New Frontier Data e The Green Hub foi firmada para fornecer aos reguladores e legisladores locais, regionais e nacionais que estão trabalhando ou interessados no desenvolvimento da indústria de cannabis medicinal, os dados que eles precisam para tomar decisões assertivas. O relatório Cannabis Medicinal no Brasil: 2018 Visão Geral é o primeiro passo para a obtenção de análise de dados socioeconômicos, com estatísticas e informações precisas sobre métodos científicos, testes e tecnologias de cannabis para o mercado brasileiro de cannabis medicinal.

“Estamos muito felizes pela oportunidade dessa parceria com uma empresa perspicaz e pioneira como The Green Hub em um momento tão determinante, não só no Brasil, mas também em outros países, cujos players comerciais desse setor começam a surgir”, afirmou Aguirre de Carcer.

Para obter mais informações sobre o relatório, visite http://thegreenhub.com.br

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Nova terapia pode diminuir os episódios de enxaqueca

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(Jornal O Globo online 30/11/2017. autor: não mencionado)

Desenvolvimento de anticorpos diminuiria também o grau da dor.

Uma a cada sete pessoas no mundo sofrem com enxaqueca. Pois uma nova terapia para prevenir crises pode diminuir o tanto número quanto o grau delas, mostraram dois ensaios clínicos. De acordo com os testes realizados nos estudos, cerca de 50% das pessoas analisadas tiveram uma redução pela metade do número de episódios da dor por mês. Pesquisadores da King”s College Hospital, responsáveis pelo estudo, classificaram o resultado como um “enorme acordo”.

O tratamento é o primeiro a ser desenvolvido especificamente para prevenir as dores com o uso de anticorpos para alterar a atividade química no cérebro. Apesar dos bons resultados, mais estudos ainda serão necessários para avaliar os efeitos colaterais a longo prazo.

A pesquisa mostrou um composto químico no cérebro – péptido relacionado com o gene da calcitonina ou CGRP (na sigla em inglês) – que está envolvido tanto na dor quanto na sensibilidade para “disparar” a enxaqueca.

Quatro empresas de medicamentos estão na corrida para desenvolver anticorpos capazes de neutralizar o CGRP. Alguns trabalhos são no sentido de aderir ao CGRP, enquanto outros são para bloquear a parte de uma célula do cérebro com a qual o composto interage. Estudos clínicos em dois dos anticorpos foram publicados no jornal científico “New England Journal of Medicine”.

Um antibiótico, de uma empresa farmacêutica, o erenumab, foi testado em 955 pacientes com enxaqueca episódica. No início do estudo, os pacientes tiveram uma média de oito dias de episódios por mês. O estudo descobriu que 50% destes que receberam injeções do anticorpo diminuirão pela metade o número de dias em que a dor se manifestava. Cerca de 27% tiveram um efeito similar sem a utilização do tratamento, o que reflete também o fluxo natural da doença.

Segundo contou à BBC o professor Peter Goadsby, que liderou os ensaios com o erenumab no centro de pesquisa NIHR da King”s: “É um grande acordo porque oferece um avanço na compreensão do distúrbio e no desenvolvimento de tratamentos contra a enxaqueca”.

O estudo demonstra, então, além da redução da frequência das crises, uma diminuição da severidade das dores de cabeça.

“Esses pacientes vão ter parte de suas vidas de volta e a sociedade terá estas pessoas retornando às suas funções.”

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Reino Unido será primeiro país a vender Viagra sem receita

(IstoÉ independente, publicação de 29/11/2017)

O Reino Unido será, a partir de 2018, o primeiro país do mundo a vender sem receita o medicamento contra problemas de ereção Viagra, anunciou seu fabricante, a companhia farmacêutica americana Pfizer. A Pfizer anunciou na terça-feira (28) à noite que tinha recebido autorização da agência reguladora britânica.

A notícia abre a porta para que homens envergonhados de expor seu problema aos médicos possam resolvê-lo discretamente, embora os que têm doenças cardíacas ou tomam remédios que possam interagir com a substância continuarão precisando de receita.

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As autoridades esperam que esta medida acabe com as compras de Viagra em sites que funcionam ilegalmente. “Esta decisão é boa para a saúde masculina”, disse Mick Foy, da Agência Reguladora de Produtos Médicos e Sanitários do Reino Unido (MHRA).

Facilitar o acesso ao medicamento “estimulará os homens a procurarem ajuda dentro do sistema de saúde e aumentará a conscientização sobre os problemas de ereção”, acrescentou Foy.

“Alguns homens evitavam buscar apoio e tratamento para esta condição, então acreditamos que dar a eles a opção de falar com o farmacêutico e comprar Viagra Connect pode ser um passo realmente positivo”, disse Berkeley Phillips, diretor médico da Pfizer no Reino Unido.

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OPMED – Congresso Nacional de OPME, em Riberão Preto

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O OPMED – CONGRESSO NACIONAL DE OPME UNIMED, em sua 3ª edição, reúne importantes nomes do segmento de Órtese, prótese e materiais especiais. O encontro tem o principal intuito de fomentar novas ideias para o segmento que movimenta, aproximadamente, mais de 14 bilhões de reais por ano. A ACS está no estande da Suprimed, participando deste evento. Juntas, Suprimed e ACS levam aos participantes do Congresso informações sobre o sistema PillCam (Medtronic) de cápsula endoscópica. O Congresso está acontecendo em Ribeirão Preto e vai de hoje até sábado.

Maiores informações, clique AQUI

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Diabetes mata 1 pessoa a cada 6 segundos; obesidade aumenta risco

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(Veículo: Folha Vitória – Data: 14/11/2017, autor: não informado)

Doenças cardiovasculares são a principal causa de morte em diabéticos. Mais de 415 milhões de pessoas vivem com diabetes no mundo, sendo 14,3 milhões apenas no Brasil, e o número deve subir para 642 milhões até 2040.

Apesar de bastante comum e tratável, muitos diabéticos não controlam a doença e sofrem graves consequências, como amputação de membros, cegueira e problemas cardiovasculares. Neste dia Mundial de Diabetes, lembrado nesta terça-feira (14), o R7 conversou com especialistas para alertar a população sobre os perigos desta doença silenciosa, que mata uma pessoa a cada 6 segundos no mundo.

A diabetes é uma doença que provoca o aumento de açúcar no sangue como resultado do mau funcionamento da insulina — hormônio responsável por transportar o açúcar para dentro das células do corpo.

Há dois tipos de diabetes: o 1 e o 2, segundo a endocrinologista e professora adjunta de Endocrinologia e Metabologia da Universidade Federal do Paraná, Rosangela Réa. “O diabetes tipo 1 é uma doença autoimune que leva à destruição das células do pâncreas. Geralmente, ela é descoberta na infância e adolescência e atinge cerca de 10% dos portadores. O início é repentino e os sintomas, graves, por isso, é necessária reposição imediata de insulina. Já no diabetes tipo 2, o paciente pode até produzir insulina, mas com algum defeito ou ela não é aproveitada de forma correta pelo organismo. Isso acontece em mais de 90% dos casos. Este tipo costuma aparecer depois dos 40 anos. Porém, devido aos maus hábitos, pacientes cada vez mais jovens estão sendo diagnosticados”. O diagnóstico da diabetes é simples e feito por meio testes de glicemia e exames de sangue, o que poderia ser feito no atendimento básico. Os casos menos graves podem ser tratados com um clínico geral, por exemplo, mas o ideal é procurar um especialista, explica o endocrinologista e presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes, Luiz Turatti.

 “Com a evolução da doença, há necessidade de se fazer reajustes nos medicamentos, modificando o tratamento. Não é só tratar a doença, mas também as complicações. Sabe-se que 80% dos pacientes diabéticos morrem de doenças cardiovasculares e podem sofrer com outros problemas, como cegueira. 50% dos pacientes já sofrem com complicações quando descobrem a doença. ” Ainda segundo Rosangela, a diabetes pode não ter sintomas em muitos casos, mas os sinais mais comuns são muita sede, vontade de fazer xixi várias vezes e perda de peso. “É preciso conscientizar a população de que a diabetes tipo 2 está aparecendo cada vez mais cedo por causa da obesidade e dos maus hábitos. Por isso, a incidência está aumentando cada vez mais”. Mata mais que AIDS As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte em pacientes diabéticos do tipo 2. Apesar de não ter cura, a doença tem tratamento que costuma incluir mudança de hábitos de vida e, em alguns casos, medicação, diz Rosangela. “O paciente pode ficar anos com a doença e, quando recebe o diagnóstico, já sobre com as complicações, que atingem tanto pacientes do diabetes tipo 1 quanto do tipo 2. Estudos mostram que a melhora do controle glicêmico reduz esses problemas, como risco de infarto, cirurgia de catarata, amputações etc”. Segundo a especialista, dados da Federação Internacional de Diabetes mostram que a doença mata mais que a AIDS, malária e tuberculose juntas. Em 2015, 5 milhões de pessoas morreram no mundo vítimas da diabetes, sendo 130 mil apenas no Brasil. Ou seja, uma pessoa morre a cada 6 segundos por causa da doença. “ No mesmo ano, o Brasil gastou R$ 21,8 bilhões com pacientes diabéticos e o 5º País que mais gasta com a doença. Grande parte dessas despesas ocorre por causa das complicações, que poderiam ser evitadas com o bom controle da doença. Estudos mostram que apenas 26,8% dos pacientes com diabetes tipo 2 controlam o índice glicêmico. No tipo 1, a porcentagem é de 10,4%”, completa Rosangela. Prevenção e fatores de risco A diabetes tipo 1 é genética, então não há como evitar. Já a diabetes tipo 2 é intimamente ligada à obesidade e ao sedentarismo, além de herança genética. Mulheres grávidas também podem desenvolver a diabetes gestacional e, futuramente, têm mais chances de ter a doença, segundo a endocrinologista do Hospital 9 de Julho Roberta Frota Villas Boas. “Não necessariamente ela vai ter diabetes, mas é uma forte candidata, por isso ela precisa cuidar do peso e da alimentação”. Muita gente associa a diabetes ao hábito de comer muito doce. Porém, se a pessoa não tiver tendência, ela não vai desenvolver a doença mesmo se “entupir” de guloseimas, explica Roberta. O que de fato pode desencadear o problema é a obesidade. “O tecido gorduroso produz uma série de substâncias que são prejudiciais à algumas funções do nosso corpo, entre elas, a produção de insulina. Esse hormônio é o responsável pelo aproveitamento da glicose [açúcar] ser aproveitado nas células. Com o aumento de peso, o pâncreas produz menos insulina, que fica sobrando no sangue”. Pacientes que costumam fazer exames periódicos podem ser diagnosticados com pré-diabetes, ou seja, antes que a doença se desenvolva. “Se o paciente tiver alimentação saudável, fazer atividade física e perder peso ele pode reverter o quadro. ”, afirma Roberta. Tratamento para vida normal Em pacientes com diabetes tipo 1, o único tratamento é o uso de insulina, já que o paciente não produz este hormônio. Já no tipo 2, dependendo da gravidade do quadro, o paciente pode se tratar com medicamentos orais e mudança de hábitos, como a prática de atividade física e alimentação saudável.

Posteriormente, ele pode precisar de insulina, explica Rosangela. Para injetar a insulina no corpo, alguns pacientes, principalmente os do tipo 1, utilizam a bomba de insulina, que é um equipamento que libera quantidades pequenas do hormônio durante o dia. O problema, segundo Roberta, é o alto custo do aparelho. “A bomba é a forma mais eficaz e moderna de aplicar insulina, mas o custo é elevado [a partir de R$ 12 mil]. É um cateter que fica acoplado na pessoa e libera as doses calculadas para aquele paciente, de acordo com o estilo de vida dele etc. O tratamento é totalmente individualizado. Por isso, o mais comum é a utilização da caneta e da seringa, que é disponibilizada pelo SUS (Sistema Único de Saúde) ”. A partir de 2018, unidades do SUS vão distribuir a caneta a 100 mil crianças com diabetes do tipo 1. Ainda segundo Turatti, para reverter o quadro de diabéticos no Brasil é necessário que as pessoas tenham mais educação sobre a doença. “É um absurdo a quantidade de informações falsas sobre tratamentos milagrosos que prometem curar a doença ou que orientam o paciente a deixar de tomar os medicamentos. A diabetes não tem cura, mas tem controle”.

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Hospital do Câncer de Barretos inaugura unidade em Campinas (SP)

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O Hospital do Câncer de Barretos inaugurou recentemente sua unidade em Campinas, o Instituto de Prevenção do Câncer. Com o objetivo de atender 300 pacientes/mês, nasce de um compromisso firmado pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) no caso Basf/Shell, relativo à contaminação em Paulínia que afetou cerca de mil trabalhadores da empresa.

No Instituto serão realizados exames de papanicolau, mamografias, consultas e cirurgias de menor complexidade. O centro de diagnóstico terá centro cirúrgico com duas salas para procedimentos, consultórios, salas de coleta de papanicolau, salas para ultrassom, para exames e biópsias de mama, salas de treinamento e videoconferência, salas para realização de mamografias com equipamento digital, e sala de biópsia de mama equipada com mesa de estereotaxia.

Para funcionar, a unidade dependerá de recursos vindos do SUS, de doações e de um convênio com a Prefeitura de Campinas, que ainda está sendo negociado. Posteriormente, serão colocadas em funcionamento cinco carretas, sendo quatro destinadas a exames preventivos e uma para campanhas educativas itinerantes.

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Cássio Roberto Bossi

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