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United Health – investindo alto em tecnologia

Fonte: Folha UOL, por Maria Cristina Frias (matéria na íntegra)

Leonardo almeida

Leonardo Almeida – Diretor de Tecnologia

O United Health Group Brasil, controlador da Amil, Américas Serviços Médicos e Optum, vai investir R$ 360 milhões em tecnologia neste ano, valor 26% maior que o destinado à área em 2016.

O objetivo é instalar novos sistemas para digitalizar transações, desde a venda de planos a autorizações de procedimentos médicos. Além de ganhos de eficiência, a empresa espera diminuir as perdas com fraudes, afirma Leonardo Almeida, diretor de tecnologia do grupo.

Em 2015, desvios e desperdícios custaram R$ 22,5 bilhões às operadoras. Isso representa 19% de todos os gastos dos planos de saúde, aponta o IESS (entidade que estuda o setor). A Amil possui 8,8% do mercado no país.

“Com a digitalização, consegue-se ter uma ideia clara de quem são os pacientes, quais têm doenças crônicas, como diabetes, e direcioná-los a programas de gestão de saúde adequados”, diz Leonardo.

Um dos principais projetos é um token para a autorização de procedimentos médicos. Um código de liberação será enviado ao celular ou tablet do paciente para validar exames e consultas. O sistema começará a ser usado até o fim do semestre.

A United Healh faturou R$ 17, 1 milhões em 2015 e atualmente possui 32 mil funcionários.

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Edson Bueno desembolsa R$ 1,8 bi e consegue controle do Dasa

Edson Bueno - 1,8 bi pelo controle do DASA

Edson Bueno – 1,8 bi pelo controle do DASA

Investidor conseguiu levar oferta pública de ações adiante e adquiriu mais 38% do grupo de medicina diagnóstica

Depois de superar alguns revezes em sua tentativa de adquirir a maior parte das ações do grupo de medicina diagnóstica Dasa, o fundador da Amil, Edson Bueno, conseguiu nesta segunda-feira (10) levar adiante a oferta pública voluntária de ações (OPA) e comprou 38% do capital da empresa por R$ 1,79 bilhão. A nova fatia confere ao investidor um total de 62,5% das ações do Dasa, mas a operação ainda depende de aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Em janeiro, diante da recusa de alguns sócios minoritários em aceitar o preço oferecido pelo empresário, Bueno fracassou na primeira tentativa de controle do DASA e foi obrigado a mudar o contrato de aquisição. Outros três grandes acionistas (Petros, Tarpon e Oppenheimer Funds) detêm cerca de 25% da companhia e não se interessaram em participar da OPA.

Em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo, Bueno revelou que não terá cargo executivo na empresa, mas que tentará promover uma reestruturação da rede de laboratórios, inclusive com a contratação de novos gestores. Mas a intensão ainda precisa passar pela convencimento do conselho de administração que, antes, exige a realização de uma nova OPA a um preço por ação mais elevado.

* com informações do site SaúdeWbe, matéria na ítegra

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UnitedHealth: Edson Bueno continuará no comando da Amil

Para vice-presidente executivo da multinacional, Simon Stevens, Brasil representa importantes oportunidades de negócios. Empresa fatura US$ 110,6 bi e possui 86 milhões de beneficiários

“Obviamente queremos que o Edson continue no comando para que a Amil mantenha sua posição de liderança no Brasil”, afirma o vice-Stevenspresidente executivo da UnitedHealth Group, Simon Stevens, durante o 18° Congresso Abramge (Associação Brasileira de Medicina de Grupo). A gigante norte-americana comprou a operadora brasileira no final do ano passado e o fundador da Amil, Edson de Godoy Bueno, e sua sócia Dulce Pugliese continuaram a ter participação remanescente de 10% na companhia.

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ANS aprova compra da Amil pela UnitedHealthcare

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), após análises técnicas, aprovou a transferência do controle societário das operadoras de planos de saúde controladas pela Amil Participações S/A para a operadora norte-americana UnitedHealthcare. Segundo a Agência, a participação do capital estrangeiro já ocorre no Brasil desde 1997. “Faz parte, inclusive, do cotidiano das empresas cujo capital, diretamente ou por meio de controladoras, seja objeto de negociação em bolsa de valores, na qual é livre o acesso aos investidores estrangeiros”, diz a ANS, em comunicado. A Amil Participações é a empresa controladora de cinco operadoras de planos de saúde do Grupo Amil: Amil Assistência Médica Internacional S/A, Amil Planos por Administração Ltda, Amico Saúde Ltda, Excelsior Med S/A e ASL – Assistência à Saúde Ltda. Para o consumidor do Grupo Amil não há mudanças, tendo sido preservados seus direitos, bem como os deveres das operadoras de planos de saúde em questão.

ANS esclarece – Não há mudanças para os beneficiários da Amil. Para os beneficiários das operadoras que pertencem à Amil Participações S/A, assim como para os prestadores de serviços, não há qualquer alteração. Portanto, ficam integralmente preservados os direitos dos consumidores e prestadores, conforme previsto na legislação nacional vigente.

Direitos e deveres das operadoras nestas situações – Qualquer empresa que comercialize planos de saúde no Brasil, independente de possuir capital estrangeiro ou não, obedece ao mesmo regramento legal e normativo, seguindo o rigor assistencial e econômico-financeiro exigido pelo órgão regulador. Portanto, as obrigações legais e normativas da operadora, assim como os direitos dos consumidores, são exatamente os mesmos vigentes antes da mudança de controle societário.

Quanto à participação de capital estrangeiro na operação – A Constituição Brasileira admite a participação de capital estrangeiro em serviços de saúde, na forma do § 3º do artigo 199. Além disso, a legislação da saúde suplementar permite a livre participação de capital estrangeiro em operadoras de planos de saúde, segundo o § 3º do artigo 1º da Lei nº 9.656 de 1998.

A Procuradoria Federal junto à ANS também não identificou impedimento jurídico à participação do capital estrangeiro em operadoras de planos de saúde, mesmo que tenham rede própria, conforme consta em manifestação do ano de 2008 e disponível no site da Advocacia Geral da União. Além disso, as operadoras de planos de saúde prestam serviços de saúde diretamente ou por meio de uma rede credenciada, referenciada ou cooperada, nos termos do artigo 1º, I e II, da Lei nº 9.656, de 1998. A descrição detalhada dos serviços assistenciais próprios (hospitais, laboratórios, clínicas, pronto-atendimentos) e de terceiros é uma das condições para que a ANS lhes conceda autorização de funcionamento, conforme o artigo 8º da Lei nº 9.656, de 1998.

Veja a Manifestação da Procuradoria Federal junto à ANS – Como a ANS avalia este tipo de negociação: A mudança de controle societário de operadoras de planos de saúde segue as determinações da ANS através da Resolução Normativa nº 270 e da Instrução Normativa nº 49. Além disso, a participação de capital estrangeiro em operadoras de planos de saúde no Brasil com ou sem rede assistencial própria (hospitais, laboratórios, clínicas e pronto-atendimentos) não é fato inédito no país, ocorrendo desde 1997. A prática inclusive faz parte do cotidiano de operadoras de planos de saúde cujo capital, diretamente ou por meio de controladoras, seja objeto de negociação em bolsa de valores, na qual é livre o acesso aos investidores estrangeiros. A Agência Nacional de Saúde Suplementar considera que este tipo de negociação – amparada pela legislação vigente – pode ser positiva para o beneficiário de planos de saúde no Brasil na medida em que aumentar o nível da concorrência no setor.

Fonte: ANS e Saúde Web (matéria na íntegra)

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