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Citações de Bill Gates

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Bill Gates tem um patrimônio líquido estimado em 90 bilhões de dólares, valor maior do que o PIB de países como Cuba e o Sri Lanka. Por meio de sua Fundação, Bill e Melinda Gates, criada em 1997, desde 2000, já doou mais de 30 bilhões para causas sociais. O site Businness Insider publicou, há um tempo atrás, algumas citações de Bill Gates, bem interessantes:

Sobre o sucesso da Microsoft

“A maioria dos nossos concorrentes investiam em um só produto… Eles criavam esse único produto, mas nunca se aprofundavam na engenharia envolvida. Não pensavam em software de forma abrangente. Não se preocupavam com ferramentas e eficiência. Assim, eles fabricavam um produto, mas não o renovavam para que pudesse chegar à próxima geração.” (BBC, em 19 de junho de 2008)

Sobre trabalhar com Steve Jobs

“Steve e eu éramos muito diferentes. Mas éramos muito bons em escolher pessoas. Ambos hiperenergéticos e trabalhadores. Éramos parceiros próximos no desenvolvimento do software Mac original, e isso foi incrível, porque tínhamos mais gente trabalhando nele do que a própria Apple tinha. Mas fomos muito ingênuos. Steve prometeu que a máquina custaria 499 dólares e, de repente, custava 1.999 dólares. Mesmo assim, o projeto Mac foi uma experiência incrível.” (Rolling Stone, em 13 de março de 2014)

Sobre sucesso

“O sucesso é um péssimo professor. Seduz pessoas inteligentes a pensarem quem não podem perder.” (Livro “The Road Ahead”, de 1995)

Sobre o crescimento da Microsoft

“”Sabe, mesmo quando escrevemos na Microsoft, em 1975, ‘um computador em cada mesa e em cada casa’, nós não percebemos que teríamos que ser uma grande empresa. Cada vez que chegava o momento eu pensava ‘será que poderemos mesmo dobrar em tamanho?'” (Site AllThingsD, em 31 de maio de 2007)

Sobre aproveitar as coisas simples

“Eu lavo os pratos todas as noites – outros se oferecem, mas eu gosto do jeito que lavo.” (Reddit, em 10 de fevereiro de 2014)

Sobre o papel da tecnologia

“Tudo bem, visite essas super empresas de tecnologia como a Bangalore Infosys, mas por favor, só para aproveitar a visita, vá alguns quilômetros adiante e veja as pessoas que vivem sem banheiro, sem água encanada… O mundo não é preto e branco e computadores não estão nem entre as primeiras cinco necessidades humanas.” (The Financial Times, em 1º de novembro de 2013)

Sobre o papel do dinheiro

“Certamente estou bem cuidado em termos de alimento e vestimentas… O dinheiro não tem utilidade para mim, depois de um certo ponto. Sua utilidade está completamente direcionada em construir uma organização e distribuir recursos para os mais pobres e necessitados do mundo.” (The Telegraph UK, em 18 de janeiro de 2013)

Sobre o valor de clientes insatisfeitos

“Seus clientes mais insatisfeitos são sua grande fonte de aprendizado.” (Forbes, em 4 de março de 2014)

Sobre os limites do capitalismo

“O mercado não leva cientistas, jornalistas, pensadores e governos a fazerem as coisas certas, necessariamente. E somente prestando atenção a essas coisas certas e dispondo de pessoas brilhantes que se importam e atraem outras pessoas para elas é que podemos progredir o tanto quanto precisamos”. (TED Talk, em fevereiro de 2009)

Sobre a importância da inovação

“Nosso estilo de vida moderno não é uma criação política. Antes de 1700, grande parte das pessoas era muito pobre. A vida era curta e brutal. Não é porque não tínhamos bons políticos; tínhamos alguns muito bons políticos. Mas então começamos a inventar – eletricidade, motores a vapor, microprocessadores – e a entender de genética, medicina e coisas assim. Sim, estabilidade e educação são importantes – não estou tirando seu mérito – mas a inovação é o verdadeiro motor do progresso”. (Rolling Stone, em 13 de março de 2014)

 

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Pague Menos abre 25 lojas em 15 dias

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(Veículo: DCI – SP – Página: 6 – Autor: Não Assinado  Data: 14/11/2017)

Com a abertura de 25 lojas entre os dias 16 e 31 de outubro, a rede de farmácias Pague Menos corre para atingir a meta de 1,1 mil 1 ojas ao final deste ano. As operações já contam com o espaço de serviços farmacêuticos Clink: Farina, em um passo da rede para elevar a receita da rede. Com as aberturas de outubro a empresa somou 1.046 pontos de venda com destaque para as inaugurações que aconteceram em São Paulo: quatro lojas foram abertas na capital, uma em São José dos Campos e outra em São José do Rio Preto.

Na Bahia foram inauguradas trés lojas em Salvador e outras duas em Feira de Santana. lá em Sergipe, a rede fincou bandeira na cidade de Nossa Senhora da Glória, além de iniciar operações em outros três pontos de venda em Aracaju. As capitais do Ceará e do Amazonas receberam, cada uma, duas novas lojas.

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Quais hábitos os empreendedores de sucesso cultivam? – por Richard Branson


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Richard Branson fala de quatro hábitos que podem ajudar a tornar o seu negócio tão sonhado em realidade – tradução e adaptação by Daniel Souza

Existem muitos hábitos cultivados pelas pessoas bem sucedidas. E, embora isso não seja garantia de sucesso para ninguém, existem sim alguns comportamentos práticos que você pode adotar para ser mais eficiente, colaborando para o seu bem estar, e, consequentemente, contribuindo para o seu negócio. Vamos a eles:

Planeje e use agenda

Elon Musk diz planejar seu dia em blocos de cinco minutos. Tudo nem que esse nível de organização não seja lá muito atraente. Mas o planejamento e o agendamento são dois dos hábitos recorrentes das pessoas bem-sucedidas. Sair da cama um pouco mais cedo e usar esse tempo de forma útil é o seu primeiro hábito novo a se desenvolver. Cada minuto é valioso, então use seu agenda do Google ou da sua rede social para otimizar cada minuto. Reduza, por exemplo, os horários das reuniões escrevendo uma agenda bem estruturada.

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Distribuir em etapas grandes tarefas é uma outra maneira de manter o foco e o alto interesse pelo que está sendo realizado. Fixe o que deseja alcançar no longo prazo e dê pequenos passos em direção a esse objetivo. Use as pausas para pensar nos aprendizados e só então dê outro passo. E repita esse hábito até chegar no objetivo.

Dinheiro importa sim

A maioria dos empresários de sucesso tem uma verdadeira paixão pelo que estão fazendo. Amam identificar a necessidade de um mercado, em vez de tentar adivinhar o que os clientes querem. Investem muito tempo e recurso para descobrir o que levar a eles e só então, começam a ter ganhos. Para começo de conversa, especialistas sugerem que um empresário iniciante deva ter, pelo menos seis meses de capital antes de ver a cor do dinheiro entrando. Certifique-se de que você tem os recursos financeiros necessários. É importante testar sua ideia antes de investir todos os seus recursos. Se o teste for bem-sucedido, você pode planejar a próxima fase de crescimento do seu negócio.

Victoria Jossel e Romy Lewis começaram a Lola’s Cupcakes, com sede em Londres, em 2006. Com duas franquias e uma loja em Mayfair, começaram bem na época em que todo o Reino Unido começou a ficar louco por cupcakes. Alcançado o sucesso, venderam o negócio em 2011 para Asher Budwig, que expandiu exponencialmente. Hoje, quiosques e lojas de cupcakes podem ser vistos em estações de trem e centros comerciais em toda Londres e no Sudeste da Inglaterra. Em 2015, a Lola abriu uma loja no Japão.

Colabore e construa um bom time em torno de você

Os melhores empreendedores constroem conexões fortes, seja em parceria, seja com a equipe com quem trabalham. Isso permitirá que você se concentre no que você faz melhor, como o Steve Jobs e Steve Wozniak da Apple atestam, é preciso saber quem são as pessoas que ajudarão a tornar essas ideias realidade.

Uma vez tendo as pessoas certas, fazendo a coisa certa, não tenha medo de celebrar o sucesso. Empresários bem-sucedidos falam sobre seus sucessos e são generosos ao dar e receber a feedback, seja positivo ou negativo, sem qualquer pudor.

Manter-se bem – mental e fisicamente

Nestes dias corridos, um hábito de pessoas bem-sucedidas é demorar para ler. Isso mesmo, ler devagar e com atenção. E, além de ler sobre negócios, lêem livros, blogs, artigos de notícias e revistas de variedade por puro prazer. Uma pesquisa da Agência de Leitura do Reino Unido sugere uma série benefícios da leitura para a saúde. Segundo a pesquisa, leitores são mais saudáveis, empáticos e equilibrados mentalmente.

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Bem trabalhado o cérebro, cuide de seu corpo. Se você não gosta de academia, coloque na agenda intervalos regulares para exercícios. Dê uma volta na quadra na hora do almoço, escutando música ou podecasts. Levante-se mais cedo e faça ioga, por exemplo, ou algum exercício que te dê prazer.

E, finalmente…

Uma última dica é não ter medo de “tentar, tentar e tentar novamente”. Os empresários vêem o fracasso como parte do caminho para o sucesso e muitos dos nossos principais gurús dos negócios perderam várias vezes e começaram tudo de novo.

Richard Branson é um empresário britânico, o fundador do grupo Virgin. Seus investimentos vão da música à aviação, vestuário, biocombustíveis e até viagens aeroespaciais. Em 2014, segundo a revista Forbes, Branson é o 245.º homem mais rico do mundo, com uma fortuna avaliada em 4,9 bilhões de dólares.

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Coleta de sangue sem dor – um sonho que chega em breve ao mercado

by Daniel Souza

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Coletar sangue é folcloricamente tido como um procedimento “quase” indolor. “É só uma picadinha de mosquito” ou “quando você pensar na dor, já passou”. São explicações que não convencem os apavorados ou com baixa tolerância à dores e agulhas. Ouvi isso à vida inteira e me incluo nesse grupo – jamais acreditei nessas afirmações e, toda a vez que preciso ser espetado, o suor frio e a sensação de parar de respirar é o que precede a dor da tal picada.

Com o avanço acelerado das mais impressionantes tecnologias em medicina, sempre me perguntei porque extrair sangue (e o uso de agulhas, em geral) vinha sendo, há décadas, um procedimento tão medieval. Só nos EUA, são mais de 400 milhões de coletas com agulhas por ano. Pois um dispositivo desenvolvido por um grupo de inventores e apresentado no último Consumer Technology Association 2017 Digital Health Summit promete mudar essa realidade. É o TAP, sigla em inglês para Touch Activated Phlebotomy (Flebotomia Ativada pelo Toque).

O dispositivo, do tamanho de uma bola de golfe, extrai sangue de forma praticamente indolor, por meio de 30 micro agulhas que penetram camadas superficiais do epitélio. Em aproximadamente dois minutos de procedimento, são extraídos 100 microgramas de sangue. Segundo Mike Feibus, jornalista de saúde dos jornais US Today e Fortune (e que se submeteu ao procedimento), a micro punção realmente não dói. É como se o TAP fosse um “sanguessuga” eletrônico. Veja como funciona o TAP:

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O produto está em fase final de aprovação no FDA. Um dos estudos fornecidos comparou os níveis de dor com três tipos de métodos de coleta de sangue. Os dados mostraram que a pontuação de dor Wong-Baker para punção do dedo e punção venosa foi de 5, mas para o TAP foi de 2, indicando que ele é muito menos doloroso.

Tão logo seja aprovado pelo FDA, o fabricante entrará com estudos onde o paciente poderá colher seu próprio sangue, facilitando ainda mais o processo.

Conheça mais sobre o TAP, clicando aqui: TAP

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Saúde financeira: ao persistirem os sintomas, consulte o “médico”

Que crises, sejam políticas ou financeiras, fazem parte da cultura de amadurecimento de nosso país não é novidade pra ninguém. E normalmente são as empresas de pequeno e médio porte, pouco importando o setor a que pertençam, as que mais sentem seus efeitos. Nessas horas, o empresário precisa agir com frieza e encontrar meios de fortalecer-se para cruzar a instabilidade e desenhar novas perspectivas, pois é certo que em algum momento o ambiente de instabilidade vai passar. E esse caminho não precisa necessariamente ser percorrido sozinho. Entra em jogo o papel do Consultor Financeiro. Porque não?

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Cássio Bossi, Consultor Financeiro – “É muito difícil enxergar a existência de uma empresa sem Organização, Planejamento e Controle.”

Com expertise de quase 30 anos, vivenciada em diversas empresas nacionais e multinacionais como Gerente Administrativo Financeiro, Cássio Roberto Bossi, paulista de Jundiaí, acabou trazendo dessas experiências o seu propósito como Consultor Financeiro – levar o empresário que o contrata a pensar o seu negócio como um organismo vivo onde, se por um lado, a parte que impulsiona “o corpo” pra frente parece bem, a parte metabólica e de reservas de energia para enfrentar possíveis agressores e suas doenças, nem tanto.

O principal foco de Cássio é construir junto com o empresário que o procura uma “radiografia” e um diagnóstico pontual da saúde financeira da empresa. Cumprida essa etapa, passa a dar suporte interativo para a recuperação, manutenção, equilíbrio e crescimento do empreendimento do cliente. Segundo Cássio, seja o empresário um advogado, médico ou chef de cozinha, a gestão financeira do seu próprio negócio costuma ser o ponto frágil.

“Por mais habilidoso que um empreendedor seja, em sua área de expertise, salvo por iniciativas paralelas do próprio empresário ou se ele for formado em finanças, gestão financeira não costuma fazer parte da formação básica de um profissional. Existe um ponto de inflexão no negócio onde a tradicional Conta de Padeiro não ajuda a explicar o dia a dia. Então, mesmo sendo muito bem sucedido na área a qual abraçou, comumente esse empresário se vê às voltas com dificuldades para administrar seus recebimentos, suas despesas, bem como planejar o crescimento e a saúde do negócio.”

Para Bossi, organização, planejamento e controle são pilares cruciais em qualquer processo de gestão, não importando o tamanho da empresa. E o exemplo que costuma usar é o da ida a um médico.

“Quando vamos ao médico, sabemos dizer a ele onde dói. O mesmo se dá em uma empresa, onde o dono também tem que saber dizer (ou mostrar) suas dificuldades para que possa “tomar o remédio” indicado pelo consultor, isso é organização e controle. E se o médico receitar um exame caro demais, quando vou poder fazê-lo? Isso é o planejamento.”

Ainda segundo Cássio, somos um povo empreendedor, gostamos de nos arriscar. Mas educação financeira não é um traço cultural do brasileiro, o que acaba sendo um tiro no pé no momento em que o empresário põe em prática seus talentos empreendedores.

“O comportamento mais comum de um negócio bem sucedido é seu crescimento rápido e desordenado, fruto do tino de seu proprietário. Esse é um ralo de recursos e que precisa ser contido. Na mesma velocidade com que o empresário vê seu dinheiro entrando, vê sair, mas não sabe bem com agir sobre isso, pois não foi treinado pra isso. Sempre surgem perguntas do tipo para qual rumo a minha empresa está indo? Ou por que é que faturo tanto e não consigo pagar as minhas contas em dia? Por que o meu concorrente consegue ter margem e eu não? E muitos outros questionamentos que ao longo da existência de uma empresa vão surgir. Não raro, no primeiro contato com o cliente, pergunto se ele já teve a oportunidade de analisar o Balanço Financeiro da empresa. Invariavelmente, a maioria das respostas é não.”

Um dos pontos frágeis de uma gestão e sob a qual Cássio dedica cuidadosa atenção é na relação entre o cliente e seu escritório de contabilidade. Na maioria das vezes, por ter o escritório uma carteira com muitos clientes (um bom escritório tem normalmente mais de 500 clientes em atendimento simultâneo), não é possível o contador ir muito além do cumprimento das obrigações contábeis básicas para com seu cliente. Cassio afirma que, por mais confiável que seja essa relação, ela deve ser questionada sempre.

“Não digo que precise haver um clima de desconfiança contínua na relação com o contador, longe disso. Mas cabe sim lembrar que a legislação tributária brasileira é densa, confusa e cheia de pequenas sutilezas. Nesse particular podemos ter diversos pequenos ralos financeiros e que, dado o volume de trabalho de um escritório de contabilidade, não podem ser particularizados nem vistos com o devido detalhe.”

Quando questionado por seus clientes sobre a crise econômica atual, Cássio é firme na visão de que temos que ter cuidado e não deixar que a emoção e enxurrada de más notícias tire o empresário do seu foco.

“A Economia é fascinante, mas também perniciosa. Quando a economia vai bem, tudo parece fluir e as receitas da empresa também são generosas. Isso cria uma ilusão de óptica para gestões menos controladas e organizadas, onde pequenas e médias empresas que faturam muito não sabem o quanto ganham ou qual a saúde desse ganho. Na falta de oxigênio tendem a encolher ou mesmo fechar portas. Mas também existem aquelas que, com gordura acumulada, passam pela crise e criam oportunidades. Esse é o reflexo do Planejamento Financeiro. Um piloto bem treinado sabe conduzir o avião na turbulência, bem como quanto combustível tem nas asas para superá-la e chegar no céu azul.”

Formado em Economia e pós-graduado em Administração Financeira, Cassio acredita que é possível combinar ousadia empresarial e olho clínico para os gargalos financeiros do negócio.

“Tudo bem que para o empreendedor visionário, a cultura de finanças não seja a parte mais sedutora do negócio, mas ela existe e, se não for cuidada com carinho e visão de futuro, pode pôr em risco muitos sonhos e planos de um negócio bem sucedido. É o momento de rever como as coisas são feitas e, repito, não importas se o seu negócio é uma clínica médica, um pequeno supermercado ou um escritório de arquitetura. Precisa de um bom plano de negócios, focado em projetar recursos e resultados. Se isso soa estranho ao empreendedor, então é o momento de buscar ajuda. É pra isso que existimos”, acrescenta.

Perguntado sobre quais são os empresários e perfis de sucesso que o inspiram, Cássio tem especial apreço pelos brasileiros: “Gosto do Jorge Paulo Lemann, mas admiro ainda mais Silvio Santos, pois criou do nada diversas empresas e modelos de negócio inovadores sem comprar empresas falidas e deficitárias ou absorver marcas mundialmente conhecidas.”

para endereçar perguntas ou saber mais sobre Cássio Roberto Bossi, anote: bossi.roberto@terra.com.br

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