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Mudanças sim, mudar não

Simples e efetivo puxão de orelha de Ricardo Amorim. Por isso a matéria foi transposta na íntegra de seu blog no Linked In.

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Amorim

Todos querem que a corrupção acabe… todos menos os corruptos.

Todos sabem que o foro privilegiado e a indicação política dos juízes do STF não podem continuar…todos menos os que se protegem com isso.

Todos acham as regras previdenciárias de políticos, juízes e militares absurdas… menos políticos, juízes e militares.

Todos acham inaceitável que servidores públicos tenham um regime previdenciário muito mais generoso que os outros…todos menos os servidores públicos e seus familiares.

Todos querem reformar a Previdência de políticos, juízes, militares e servidores públicos mas reformar o INSS, que só no ano passado precisou de R$150 bilhões, que poderiam ter ido para educação, saúde ou segurança, para complementar os benefícios que as contribuições não cobriram, nem pensar.

Todos de acordo que a dívida das grandes empresas com o INSS têm de ser cobradas, mas muitos atrasados nos pagamentos de suas próprias dívidas.

Todos descontentes com a educação, mas ninguém chocado que o governo brasileiro direcione nove vezes mais recursos per capita para gastos previdenciários do que para a educação de nossas crianças.

Todos querem menos impostos, produtos mais baratos e salários maiores, mas ninguém quer que o governo reduza seus gastos para que os imposto possam cair para que isso aconteça.

Todos de acordo que algo radical tem de ser feito para reverter o crescimento da informalidade e do desemprego, que deixou dezenas de milhões de brasileiros sem condições de sustentar suas famílias. Algo radical menos reformar a CLT para que as empresas contratem mais e menos gente trabalhe na informalidade, sem direitos trabalhistas efetivos.

Em meio aos escândalos bilionários de corrupção que não param de emergir, é compreensível a revolta da população e a impressão de que se eliminássemos a corrupção, os outros problemas brasileiros desapareceriam.

Infelizmente, a corrupção não será eliminada, sequer reduzida substancialmente, sem que nos mobilizemos para que os corruptos sejam exemplarmente punidos. Os corruptos sempre estarão organizados para que isto não aconteça. Além disso, se a corrupção for eliminada, os demais problemas brasileiros serão reduzidos, mas nenhum deles será eliminado. Temos de trabalhar para resolver cada um deles também.

Sabendo que as mudanças não vão acontecer se não mudarmos também, fica a pergunta: você quer mudanças, mas está disposto a mudar?

Ricardo Amorim, autor do bestseller Depois da Tempestade, apresentador do Manhattan Connection da Globonews, o economista mais influente do Brasil segundo a revista Forbes, o brasileiro mais influente no LinkedIn, único brasileiro entre os melhores palestrantes mundiais do Speakers Corner e ganhador do prêmio Os + Admirados da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças.

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Lidando com Millennials

Um novo olhar sobre o comportamento nos  mostram atitudes que valorizam mais o caminho do que o destino final. Essa “garotada” quer aliar, como ninguém, prazer e trabalho, onde o conceito de sucesso não é trabalhar duro para chegar mais rapidamente à diretoria. É encontrar no trabalho o motivador para ter mais qualidade de vida e auto-direcionamento. Hierarquias e convenções não tem significado algum e o prêmio maior é viver o hoje, não apenas o futuro. Extremamente conectados e ousados, prezam ambientes colaborativos e criativos, estimulando cada vez mais o surgimento de novas profissões, funções até então impensáveis e que foram aparecendo ao sabor das novas tecnologias. Quando se dedicam, são bons no que fazem, mas normalmente acreditam que são menos valorizados do que deveriam. Paciência para ganhar espaço a medida que demonstram seu valor não é o forte dessa geração.

Ao longo dos últimos 50 a 60 anos, diferenças marcantes foram definindo o perfil dos profissionais nas organizações. Gestores de empresas, sejam grandes ou pequenas, se vêm as voltas com um tipo peculiar de “funcionário” – a galera Millennial ou, como também é conhecida, a geração Internet.

A consultoria australiana UXC Solutions fez uma pesquisa com 1200 funcionários de empresas em segmentos variados e desenhou um quadro comparativo entre gerações.

nova geração

Como os Gerentes devem lidar com essa nova geração? Deixar claro o que é preciso para obter sucesso e dar-lhes atenção e treinamento. O trabalho tem que ter sentido. Agendas ocultas ou meias palavras não funcionam com eles. É, como se diz, “papo reto”. O uso de tecnologia para facilitar a relação, ao invés de demoradas conversas ao telefone certamente surtirão mais efeito. Para um Millennial, o emprego atual não é “a última bolacha do pacote” e pode ser trocado a qualquer momento, desde que deixe de fazer sentido.

O vídeo abaixo pode dar uma boa noção sobre as transformações ocorridas no ambiente de trabalho. É inegável lançar um novo pensar na forma como gerenciamos a relação com colegas, funcionários, chefes em geral. Como sempre reforço em todo o artigo cujo tema seja comportamento, não existe espaço pra generalizações e rótulos. Tratamos de tendências. Mas, com certeza, o ambiente de trabalho não será mais o mesmo.

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Anvisa aprova registro de três novos genéricos

genericoSubstâncias dos medicamentos aprovados ainda não têm concorrentes no mercado.

Brasília – A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou hoje (3) a aprovação do registro de três novos genéricos. As substâncias dos medicamentos ainda não têm concorrentes no mercado. “Isso significa que os pacientes e médicos poderão ter novas opções de tratamento a um custo mais acessível. Leia o resto deste post »

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Saúde entrega ‘Hospital do Homem’ da zona Norte de SP

Referência no atendimento ambulatorial e cirúrgico em urologia, novo serviço tem como previsão a realização de 760 consultas médicas e 200 procedimentos cirúrgicos por mês

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo entrega hoje, dia 3 de novembro, o “Hospital do Homem” da zona Norte. Trata-se de um novo serviço ambulatorial e cirúrgico de urologia, instalado dentro do Hospital São José, no bairro do Imirim. Será referência para pacientes encaminhados pelos pelas Unidades Básicas de Saúde da região, com atendimento completo na área de saúde do homem.saude03111426_gd

O serviço especializado em urologia vai oferecer procedimentos como postectomia, varicocele, retirada de testículos e cirurgias de próstata benigna e maligna, entre outros. Leia o resto deste post »

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Quem promulgou a Lei de Murphy?

Um Guru do Marketing ou um Monge Tibetano?

(Por Luiz Souza Filho)

Nenhum dos dois. foi um baiano. Nós mortais apenas a endossamos e a usamos para justificar nossas falhas e as de outros trapalhões mundo a fora. E chegou ao Brasil na década de 1960,Stapp e Murphy junto com os então modernos sistemas de gestão de projetos trazidos pelos executivos americanos e consagrou-se como o matricida da lei. Isto mesmo. Foi um filhote que passou a assassinar a própria mãe e chamou-se primeiro double-check e posteriormente triple-check. A Lei de Murphy é um adágio (uma máxima), mas na verdade é um folclore. Pelo contexto em que surgiu, assumiu ares de coisa séria. E o que é pior: seu autor não é Murphy. E o ainda mais pior (licença poética) é que seu autor foi um brasileiro e baiano chamado John Paul Stapp. Leia o resto deste post »

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Indústria farmacêutica e médica têm cartilha para usar redes sociais

A agência americana FDA (Food and Drug Adminstration) ‘acordou’ para a social media e sugeriu, redes sociais
finalmente, práticas para as empresas interagirem com os consumidores

A agência americana responsável por regulamentar a indústria farmacêutica e média, Food and Drug Administration (FDA) acordou para as redes sociais e liberou uma cartilha de práticas como sugestão para que as fabricantes de produtos farmacêuticos e médicos possam usar a social media para fazer o marketing de seus produtos ou criar um canal de comunicação para esclarecer informação incorreta ou inadequada sobre seus produtos que possa ter sido divulgada na web.

Segundo o jornalista Erik Sass, autor do blog The Social Graf, “as regras foram divulgadas como ‘rascunhos’ portanto como referência não oficial por hora, o que não obriga a FDA a se responsabilizar por elas e também pode gerar mudanças”. A cartilha tem 18 páginas e pode ser baixada por esse link.

As regras de marketing divulgadas pela FDA reconhecem por exemplo que, ao contrário de jornais e revistas que têm espaços maiores para publicidade, redes sociais como Facebook e Twitter oferecem espaço limitado para explicar detalhadamente um produto ou mesmo publicar aquelas informações em letras beeem pequenas.

Mas a agência enfatiza que os profissionais de marketing dessas companhias estão submissos às regras preexistentes que regulam mensagens promocionais, incluindo informes sobre riscos, benefícios e outras indicações específicas ligadas aos produtos. Nesse caso, todo tweet, post no Facebook ou outro tipo de informe em social media terá obrigatoriamente que incluir, por exemplo, dados sobre o risco do produto.

Sempre que possível, informações sobre riscos de uso dos produtos precisam ganhar um destaque especial e, se não houver espaço para todos os riscos, o mais sério precisa ser priorizado. Além disso, em todos os casos, a empresa precisa acompanhar o post de um link que remeta a uma página com informes completos.

Segundo Sass, a FDA não se importa se a empresa decidir encurtar a URL (ufa!), mas recomenda que o link seja parecido com “www.product.com/risk”. E, se o produto tiver uma lista de informes consideravelmente grande, a FDA sugere que a companhia “jogue a toalha” e use outro tipo de mídia para promove-lo.

No caso de correção de má informação ou dados incorretos publicados em sites terceiros (numa Wikipedia, por exemplo, ou em um forum de discussão), a FDA entende que as regras do site podem impedir a empresa de ocupar todo o espaço necessário para colocar os informes habituais do produto.

Nesses casos, se a fabricante não foi responsável pela publicação original, ela não é obrigada a publicar todos os detalhes técnicos e legais, limitando-se a publicar um texto que corrija o erro e identificando-se como a fonte da correção e não tirando vantagem da situação para fazer marketing de produto.

Fonte: Dikajob

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Anvisa suspende 14 marcas de tinta usadas para tatuagens

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu a utilização de 14 marcas de tintas para tatuagens por falta de registro na agência. A resolução foi publicada nesta terça-feira, 6, no Diário Oficial da União. As marcas suspensas são: Intenze, Eternal Ink, Suprema Collors, Solid Ink, Drawing Ink 700, Extrema Magic Collors, Master Ink, Kuro Sumi, Murano, Kactus, Kokkai Sumi Ink, Infinity Tattoo Ink, Korrai Sumi Ink e Bowery Ink.

titnas

As Vigilâncias Sanitárias dos Estados e municípios do País foram orientadas a apreender e inutilizar as unidades destas marcas encontradas no mercado. A Anvisa também tenta impedir o uso de outra tinta, a Indian Ink, que tem registro na agência, mas não deve ser usada para tatuagens. No País, de acordo com a Anvisa, há apenas três marcas de tinta regulares para tatuagens: a Starbrite Colors, a Electric Ink e a Irons Work.

fonte: O Estadão.com (matéria na íntegra)

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