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CLT ou PJ? impactos e diferenças para quem busca trabalho em um país em crise

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O Brasil é um país com cerca de 12 milhões de desempregados e cujas perspectivas profissionais historicamente acompanham ondas de crescimento e recessão. A previsão de crescimento do PIB para 2018 gira em torno de 1,5% e para 2019 até 2021, os economistas não acreditam em crescimento anual superior a 2,5%. Este cenário nos faz supor que, em relação ao emprego, não haja mar de rosas no horizonte brasileiro pelos próximos 3 a 5 anos.

Como esse cenário impacta o mercado de trabalho?

A alta carga tributária embutida na contratação de um profissional CLT tem sido um dos entraves para o aumento da oferta emprego num Brasil recessivo. A realidade é que contratar custa caro. E boa parte do que o empresário paga por um funcionário não vai para o bolso do funcionário, mas sim para o bolso do governo.

Uma alternativa para este dilema é a contratação de profissionais como Pessoa Jurídica (PJ). Porém existe o desconhecimento do próprio profissional sobre as vantagens e desvantagens deste modelo. Portanto este artigo tem como foco esclarecer de forma simplificada as diferenças entre os modelos PJ e CLT. Empregados e empregadores podem, desta forma, avaliar claramente o que pretendem acordar, de forma a atender interesses mútuos.

O Modelo CLT (Consolidação das Leis do Trabalho)

O funcionário contratado pelo modelo CLT tem carteira assinada e, portanto, tem direito a férias remuneradas, vale transporte e alimentação, 13° salário, licença maternidade, INSS e recolhimento do FGTS.

Nesta modalidade, o salário registrado na carteira não é o dinheiro que vai para as mãos do funcionário – é um valor sempre menor. Isso porque o INSS, o Imposto de Renda e eventuais vales são descontados do valor que ele recebe. Esse valor é, em média, ¼ menor, ou seja, se o salário é 1000 reais, vai para a mão do funcionário 750 reais. Levando em conta o Imposto de Renda (IR), cujo teto pode ir de 7,5 a 27,5%, dependendo do valor do salário, os descontos podem representar até 40% do total. Além destes pontos observados, o funcionário “celetista” deve cumprir uma rotina fixa de trabalho.

No ambiente atual, onde a crise econômica, o empobrecimento da população e a instabilidade política fizeram diminuir a atividade industrial, o consumo e as vendas, a gestão por diminuição de custos tem sido o dia a dia das empresas.  Por essa razão, o peso dos custos com pessoal tem refreado a oferta de vagas,  estimulado constantes revisões de estrutura e consequente diminuição no efetivo de funcionários CLT.

O modelo Pessoa Jurídica (PJ)

O valor que o profissional recebe não tem desconto porque a Pessoa Jurídica é contratada para prestar serviços, sem vínculo empregatício com a empresa. E é por este motivo que a PJ também não tem os benefícios do CLT. Nesta modalidade, a relação formal se dá por assinatura de um Contrato de Prestação de Serviços e o principal compromisso é com metas e objetivos claros.

Se, por um lado, esse profissional não tem direito aos benefícios da CLT, por outro, não precisa cumprir jornada ou receber ordens de superiores – normalmente sua atividade é auto-gerenciável. Ele deve apenas cumprir o que foi estabelecido em contrato, o que lhe permite mais liberdade no trabalho. O profissional PJ é, por assim dizer, dono de sua própria agenda e mobilidade funcional.

No caso de um Representante Comercial, por exemplo, como a forma de remuneração é por comissionamento, o aumento do ganho é diretamente proporcional ao aumento de vendas e da produtividade. Isso permite que a própria pessoa construa seu ganho, podendo esta remuneração ser muito mais elevada do que no modelo CLT (a remuneração celetista é autolimitada pelo salário-teto da função).

O modelo PJ é um modelo onde a disciplina e o controle de gestão dos gastos pessoais e dos investimentos são fundamentais para que a pessoa possa ter alguma reserva financeira e uma vida confortável. Ponto de atenção: o PJ tem que abrir uma empresa, pagar impostos e INSS, além de contabilizar e controlar demais despesas, como gasolina, pedágio, alimentação, e plano de saúde. Por isso, é fundamental contar com o auxílio de um bom contador.

Mudanças recentemente ocorridas na legislação trabalhista

A nova lei trabalhista entrou em vigor no dia 11 de novembro de 2017. Esta nova legislação mudou a relação entre empregadores e empregados, onde o maior impacto foi a ampla flexibilização por norma coletiva e a terceirização. No novo cenário, acordos entre empregador e empregado tem força soberana sobre a legislação. Por esse motivo, os contratos devem ser bem redigidos e firmados, de forma a que tudo fique devidamente claro entre as partes. Esta mudança favorece ainda mais o ambiente para que o modelo profissional PJ seja uma tendência ainda maior, estimulando o aumento da oferta de trabalho em nosso país.

fonte: pesquisa Valor Econômico, Consolidação das Leis Trabalhistas, Portal G1. 

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Saúde financeira: ao persistirem os sintomas, consulte o “médico”

Que crises, sejam políticas ou financeiras, fazem parte da cultura de amadurecimento de nosso país não é novidade pra ninguém. E normalmente são as empresas de pequeno e médio porte, pouco importando o setor a que pertençam, as que mais sentem seus efeitos. Nessas horas, o empresário precisa agir com frieza e encontrar meios de fortalecer-se para cruzar a instabilidade e desenhar novas perspectivas, pois é certo que em algum momento o ambiente de instabilidade vai passar. E esse caminho não precisa necessariamente ser percorrido sozinho. Entra em jogo o papel do Consultor Financeiro. Porque não?

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Cássio Bossi, Consultor Financeiro – “É muito difícil enxergar a existência de uma empresa sem Organização, Planejamento e Controle.”

Com expertise de quase 30 anos, vivenciada em diversas empresas nacionais e multinacionais como Gerente Administrativo Financeiro, Cássio Roberto Bossi, paulista de Jundiaí, acabou trazendo dessas experiências o seu propósito como Consultor Financeiro – levar o empresário que o contrata a pensar o seu negócio como um organismo vivo onde, se por um lado, a parte que impulsiona “o corpo” pra frente parece bem, a parte metabólica e de reservas de energia para enfrentar possíveis agressores e suas doenças, nem tanto.

O principal foco de Cássio é construir junto com o empresário que o procura uma “radiografia” e um diagnóstico pontual da saúde financeira da empresa. Cumprida essa etapa, passa a dar suporte interativo para a recuperação, manutenção, equilíbrio e crescimento do empreendimento do cliente. Segundo Cássio, seja o empresário um advogado, médico ou chef de cozinha, a gestão financeira do seu próprio negócio costuma ser o ponto frágil.

“Por mais habilidoso que um empreendedor seja, em sua área de expertise, salvo por iniciativas paralelas do próprio empresário ou se ele for formado em finanças, gestão financeira não costuma fazer parte da formação básica de um profissional. Existe um ponto de inflexão no negócio onde a tradicional Conta de Padeiro não ajuda a explicar o dia a dia. Então, mesmo sendo muito bem sucedido na área a qual abraçou, comumente esse empresário se vê às voltas com dificuldades para administrar seus recebimentos, suas despesas, bem como planejar o crescimento e a saúde do negócio.”

Para Bossi, organização, planejamento e controle são pilares cruciais em qualquer processo de gestão, não importando o tamanho da empresa. E o exemplo que costuma usar é o da ida a um médico.

“Quando vamos ao médico, sabemos dizer a ele onde dói. O mesmo se dá em uma empresa, onde o dono também tem que saber dizer (ou mostrar) suas dificuldades para que possa “tomar o remédio” indicado pelo consultor, isso é organização e controle. E se o médico receitar um exame caro demais, quando vou poder fazê-lo? Isso é o planejamento.”

Ainda segundo Cássio, somos um povo empreendedor, gostamos de nos arriscar. Mas educação financeira não é um traço cultural do brasileiro, o que acaba sendo um tiro no pé no momento em que o empresário põe em prática seus talentos empreendedores.

“O comportamento mais comum de um negócio bem sucedido é seu crescimento rápido e desordenado, fruto do tino de seu proprietário. Esse é um ralo de recursos e que precisa ser contido. Na mesma velocidade com que o empresário vê seu dinheiro entrando, vê sair, mas não sabe bem com agir sobre isso, pois não foi treinado pra isso. Sempre surgem perguntas do tipo para qual rumo a minha empresa está indo? Ou por que é que faturo tanto e não consigo pagar as minhas contas em dia? Por que o meu concorrente consegue ter margem e eu não? E muitos outros questionamentos que ao longo da existência de uma empresa vão surgir. Não raro, no primeiro contato com o cliente, pergunto se ele já teve a oportunidade de analisar o Balanço Financeiro da empresa. Invariavelmente, a maioria das respostas é não.”

Um dos pontos frágeis de uma gestão e sob a qual Cássio dedica cuidadosa atenção é na relação entre o cliente e seu escritório de contabilidade. Na maioria das vezes, por ter o escritório uma carteira com muitos clientes (um bom escritório tem normalmente mais de 500 clientes em atendimento simultâneo), não é possível o contador ir muito além do cumprimento das obrigações contábeis básicas para com seu cliente. Cassio afirma que, por mais confiável que seja essa relação, ela deve ser questionada sempre.

“Não digo que precise haver um clima de desconfiança contínua na relação com o contador, longe disso. Mas cabe sim lembrar que a legislação tributária brasileira é densa, confusa e cheia de pequenas sutilezas. Nesse particular podemos ter diversos pequenos ralos financeiros e que, dado o volume de trabalho de um escritório de contabilidade, não podem ser particularizados nem vistos com o devido detalhe.”

Quando questionado por seus clientes sobre a crise econômica atual, Cássio é firme na visão de que temos que ter cuidado e não deixar que a emoção e enxurrada de más notícias tire o empresário do seu foco.

“A Economia é fascinante, mas também perniciosa. Quando a economia vai bem, tudo parece fluir e as receitas da empresa também são generosas. Isso cria uma ilusão de óptica para gestões menos controladas e organizadas, onde pequenas e médias empresas que faturam muito não sabem o quanto ganham ou qual a saúde desse ganho. Na falta de oxigênio tendem a encolher ou mesmo fechar portas. Mas também existem aquelas que, com gordura acumulada, passam pela crise e criam oportunidades. Esse é o reflexo do Planejamento Financeiro. Um piloto bem treinado sabe conduzir o avião na turbulência, bem como quanto combustível tem nas asas para superá-la e chegar no céu azul.”

Formado em Economia e pós-graduado em Administração Financeira, Cassio acredita que é possível combinar ousadia empresarial e olho clínico para os gargalos financeiros do negócio.

“Tudo bem que para o empreendedor visionário, a cultura de finanças não seja a parte mais sedutora do negócio, mas ela existe e, se não for cuidada com carinho e visão de futuro, pode pôr em risco muitos sonhos e planos de um negócio bem sucedido. É o momento de rever como as coisas são feitas e, repito, não importas se o seu negócio é uma clínica médica, um pequeno supermercado ou um escritório de arquitetura. Precisa de um bom plano de negócios, focado em projetar recursos e resultados. Se isso soa estranho ao empreendedor, então é o momento de buscar ajuda. É pra isso que existimos”, acrescenta.

Perguntado sobre quais são os empresários e perfis de sucesso que o inspiram, Cássio tem especial apreço pelos brasileiros: “Gosto do Jorge Paulo Lemann, mas admiro ainda mais Silvio Santos, pois criou do nada diversas empresas e modelos de negócio inovadores sem comprar empresas falidas e deficitárias ou absorver marcas mundialmente conhecidas.”

para endereçar perguntas ou saber mais sobre Cássio Roberto Bossi, anote: bossi.roberto@terra.com.br

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Onde Está a Crise? – Reflexão para os Gerentes de equipes

Quer seja a sua empresa uma empresa multinacional, uma clínica, um hospital ou qualquer outra empresa ligada á área da saúde. Quer seja você empresário ou funcionário em posição gerencial. Se já não está sendo, em algum momento, essa reflexão será sua aliada.

Dada a grande receptividade ao tema (e a pedidos), vamos abordá-lo novamente, mas desta vez falando um pouco sobre quais premissas são importantes para que, juntas, possam ajuda-lo a nadar na contra mão de um momento de crise. Vamos a elas, logo abaixo.

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1ª premissa – Crises passam

Não é a primeira e não será a última vez que você navega em um mar revolto. Nesse momento, guardar energia e saber usar os recursos disponíveis de forma ponderada, é crucial. O Professor Caproni, especialista em Marketing na área da saúde, alerta que crises são como gripes. Se você souber manter seu sistema imunológico forte e saudável, a gripe vem leve e passa rápido. Mas há que se “ler” os sinais do ambiente.

Os animais são naturalmente sábios – porque ursos e alguns outros animais hibernam no inverno? O metabolismo destes animais cai drasticamente, o que lhes permite acumular energia enquanto o inverno castiga. O principio é o mesmo em relação ao seu negócio – tire um tempo para identificar quais áreas estão sendo “ladrões” de dinheiro, quais áreas podem trabalhar mais e melhor. Enxugue as contas e gaste menos. Os investimentos precisam ser saudáveis e a ordem do dia é fazer mais com menos, grande novidade. Guarde a maior reserva de energia possível pra quando o momento da “nevasca” passar.

2ª premissa – Trabalhe o emocional

O maior inimigo de um mau momento é o seu mau humor. O medo de não pagar as contas, o receio de perder clientes, a angústia de ser superado por um concorrente mais ousado, o peso de ter que continuar investindo pra não ficar obsoleto – tudo isso só torna o momento crítico mais pesado. Sem falar que dificulta a elaboração de alternativas.

Acordar na defensiva é a pior forma de começar um dia. E um empreendedor não pode se dar ao luxo de viver na retranca, ou será atropelado pelos que pisam no acelerador. Ter optado por ser um empresário é ter a consciência de que não se pode olhar o futuro, sempre de olho no retrovisor. Não é dado ao empresário o direito de pensar um negócio apenas sob a perspectiva da subsistência. Pensar só no curto prazo garante a comida de hoje, mas jamais garantirá seu futuro – esse é o preço a pagar: a corda bamba.

Também não é prerrogativa do empreendedor viver reclamando, se vitimizando ou pondo a culpa em terceiros. Isso afeta diretamente o clima da empresa. Lembre-se que você é o líder e suas atitudes são observadas o tempo todo pela sua equipe. Líder reclamão e inseguro, sinal vermelho para a equipe. E o pior que poderia acontecer em momentos onde você mais precisa da dedicação das pessoas é justamente uma debandada de talentos por perda de confiança no líder.

Busque alguma atividade que lhe dê prazer ao longo da semana, como uma corrida, um jantar com colegas do tempo de escola, malhação. Ative um hobby há muito esquecido ou adormecido, como a música. São válvulas de escape necessárias para energizar e ajudar a lidar com o dia a dia.

3ª premissa – Trabalhe com alternativas

Momentos de crise geram oportunidades, nem sempre percebidas anteriormente. Onde pode existir um determinado tipo de clientela que não está sendo atendida? Que tipos de parcerias complementares podem ser costuradas para ampliar o foco de atuação? Eu tenho um direcionamento, um nicho que eu atendo e um colega é expert em outro nicho de clientes. Ao invés de vê-lo como concorrente, porque não juntar forças nesse momento?

Planejar é uma atitude conhecida, mas pouco praticada. Reserve tempo para desenhar um plano simples para o seu negócio. Pense no mês, no ano corrente e no ano que vem. Tente cruzar cenários e alternativas viáveis. Tenha plano A, B e C. Não é fácil. Mas se fosse fácil, todo mundo faria…

4ª premissa – converse com seus clientes

Atenção redobrada a esse ponto, profissionais que estão na área da saúde: Quais mensagens desejo passar aos meus atuais e futuros clientes? E por quais meios conseguiria mais atenção por parte deles? Saúde é credibilidade. E em momentos de crise, credibilidade é um patrimônio muito precioso. Não importa o tamanho da sua clínica, consultório ou hospital. Perceba que as grandes corporações, em momentos de recessão, aumentam o investimento para falar com os clientes. Por outro lado, é comum a postura de encolhimento de alguns empresários, de afastamento dos clientes. Neste caso, vale a velha história dos dois camaradas que precisavam fugir de um leão. Enquanto um corria, o outro colocava um par de tênis de corrida. O que corria, pergunta: “- Rapaz, o leão vem vindo e você para pra calçar um par de tênis?? Vamos lá, precisamos correr mais que ele!” ao que o outro responde tranquilamente: “- Errado. Eu não preciso correr mais que o leão, eu preciso correr mais que você”. Calce o tênis. Converse com seus clientes!

5ª premissa – pense no seu time

Quem são as pessoas que você tem no seu time e o que cada uma pode dar para contribuir com esse momento? Avalie cada um minuciosamente, suas atitudes e conhecimentos. Defina se estão na posição certa, dando 100% do que podem dar de empenho pessoal pelo negócio. Reconheça as pessoas empenhadas, as que superam o esperado e que superam a si mesmas. Oriente e conduza as que poderiam render mais, as que se dispersam ou gastam energia de forma pouco efetiva. Ofereça treinamento, desafie com mais perspectivas, mostre o caminho certo. E dê tempo às pessoas – o maior erro que um Gerente pode cometer é simplesmente trocar a pessoa ao menor sinal de problema. Lembre que trocar deve ser sempre a última alternativa e normalmente motivada por questões comportamentais. Demitindo sem um bom critério, você perde uma pessoa que já conhecia o trabalho e terá que investir tempo e dinheiro para prepara outra.

Mostre ao seu time de pessoas os desafios desse momento, o quanto a colaboração e o empenho são importantes e o quanto a mais será exigido de cada um, pelo bem do negócio. Dê a elas metas possíveis de serem atingidas e cobre os resultados.

Finalizando…

O professor de Estratégia da Fundação Dom Cabral Paulo Vicente dos Santos afirmou, durante a Expogestão 2015, ser esse momento o cenário ideal para quem tem liquidez, uma vez que os ativos são vendidos abaixo do valor. Segundo ele, o mundo está passando por uma crise, mas o cenário é bem pior fora do Brasil, o que não tem sido novidade pra ninguém. As empresas continuarão apertando o cinto ao longo de 2015 e 2016, é o mínimo esperado, básico.

Com certeza, estamos vivendo um momento desafiador para todo o empresário. Porém é inegável que a busca por diferenciação alavanca empresas e pessoas, mesmo em momentos de crise. Que o seu negócio possa fazer parte das empresas vitoriosas e que souberam passar por esse momento, como um trem – firme, forte e decidido. Não é o momento de dar ouvidos ao pessimismo, pois a receita não mudou, sabemos o que deve ser feito. Trabalhe mais, entregue mais, comunique mais e gaste menos. E não terá nem tempo de ver a crise…

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