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Quem Procura, Cura – projeto inovador na cidade de Belterra (AM/Brasil)

belterra 4Projeto inovador mobiliza equipe de especialistas na detecção do câncer colorretal em população da Amazônia

Um importante e inédito projeto está se desenvolvendo numa região onde até então, de acordo com a visão leiga do assunto, se poderia considerar improvável candidata ao mesmo: O Rastreamento do Câncer Colorretal em Belterra, município amazonense com 16 mil habitantes localizado há 106 quilômetros da cidade de Santarém.

O projeto, cuja chamada da campanha é “Quem procura, cura” – Campanha de Prevenção e Detecção do Câncer no Intestino, alia objetivos assistenciais e de pesquisa promovendo atendimentos gratuitos a mais de 2 mil pessoas na faixa etária de 50 a 70 anos. Várias importantes instituições estão engajadas: Hospitais Sírio Libanês, Boston Scientific, Gastro Com Fujinon, Hospital Albert Einstein, Prefeitura de Belterra, Dasa e o Hospital Regional do Baixo Amazonas do Pará, que é administrado pela parceria Governo do Estado e Pró-Saúde.

Segundo entrevista concedida à assessoria de imprensa do HRBA (Hospital Regional do Baixo Amazonas) na ocasião do lançamento da campanha (outubro de 2014), o médico coloproctologista do Hospital Sírio-Libanês, Marcelo Averbach afirma que a proposta do projeto foi realizar o rastreamento em população da Amazônia. “No Brasil não existe uma política definida de rastreamento do câncer colorretal na verdade quando falamos de campanha de rastreamento é um trabalho que não tem fim, obviamente as gerações se sucedem e nós estamos dando o “ponta pé inicial” em um projeto que não tem data para terminar”, afirma.

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Chegada da equipe à Belterra. Em destaque, Francisco Ou (Diretor de Marketing Boston Scientific).

Na mesma ocasião, o Cirurgião do Hospital Albert Ainstein, Angelo Ferrari, falou que a ideia do projeto será detectar as lesões benignas e realizar remoção das mesmas logo após a detecção e, em casos de diagnostico de câncer de cólon, os pacientes serão referenciados para o HRBA onde será dado o prosseguimento no tratamento. “Este exame permite que a gente identifique as lesões que após algum tempo podem virar câncer de cólon, então a gente retira essas lesões enquanto elas ainda são benignas e com isso a gente diminui a incidência do câncer de cólon e a mortalidade do câncer de cólon. Esse trabalho esta esquematizado para durar um pouco mais de um ano, a ideia é fazer mutirões, cada mutirão terá duração de quatro dias e vai atender até 130 pacientes em cada mutirão e o total de pacientes ficará em torno de 2,5 mil pacientes”, disse Ângelo.

Para o coordenador de oncologia do HRBA, Marcos Fraga Fortes, a realização do trabalho de rastreamento de câncer na região Oeste Paraense complementa todo o projeto desenvolvido pela equipe de oncologia do HRBA que, há aproximadamente seis anos, se instalou em Santarém e iniciou um trabalho minucioso sobre os mitos e verdades do câncer em comunidades mais distantes. “Este é um projeto muito importante e que vem de uma continuidade de projetos que já realizamos a quase seis anos, isso culmina agora com o convênio por meio de um convênio com a Boston Scientific e o Hospital Sírio Libanês. É consequência de um trabalho que vem amadurecendo e trazendo melhores frutos”, Marcos Fortes.

O Diretor Geral do HRBA, Hebert Moreschi, falou da importância de cada empresa e instituição no desenvolvimento deste projeto que nasce da união de todos em busca de um bem maios, desenvolver saúde de média e alta complexidade no coração da Amazônia. “A iniciativa de empresas referencias vindas de outros locais foi de extrema importância para desenvolver políticas de saúde na nossa região. Este projeto possui dois objetivos que é desenvolver a pesquisa cientifica entre a população pré-estabelecida e o segundo detectar casos de câncer que serão encaminhados para o Hospital Regional que é referencia no tratamento oncológico na região norte do país”, finalizou.

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Edson Bueno desembolsa R$ 1,8 bi e consegue controle do Dasa

Edson Bueno - 1,8 bi pelo controle do DASA

Edson Bueno – 1,8 bi pelo controle do DASA

Investidor conseguiu levar oferta pública de ações adiante e adquiriu mais 38% do grupo de medicina diagnóstica

Depois de superar alguns revezes em sua tentativa de adquirir a maior parte das ações do grupo de medicina diagnóstica Dasa, o fundador da Amil, Edson Bueno, conseguiu nesta segunda-feira (10) levar adiante a oferta pública voluntária de ações (OPA) e comprou 38% do capital da empresa por R$ 1,79 bilhão. A nova fatia confere ao investidor um total de 62,5% das ações do Dasa, mas a operação ainda depende de aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Em janeiro, diante da recusa de alguns sócios minoritários em aceitar o preço oferecido pelo empresário, Bueno fracassou na primeira tentativa de controle do DASA e foi obrigado a mudar o contrato de aquisição. Outros três grandes acionistas (Petros, Tarpon e Oppenheimer Funds) detêm cerca de 25% da companhia e não se interessaram em participar da OPA.

Em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo, Bueno revelou que não terá cargo executivo na empresa, mas que tentará promover uma reestruturação da rede de laboratórios, inclusive com a contratação de novos gestores. Mas a intensão ainda precisa passar pela convencimento do conselho de administração que, antes, exige a realização de uma nova OPA a um preço por ação mais elevado.

* com informações do site SaúdeWbe, matéria na ítegra

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