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Fórum SINDUSFARMA discute perspectivas para 2018 e 2019

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Em 20 de junho de 2018 o SINDUSFARMA promoveu o evento “Fórum Expectativas 2019”. O encontro contou com a presença de diversos profissionais do setor farmacêutico, um dos mais importantes “fiéis de balança” quando é necessário analisar o comportamento do mercado de saúde brasileiro.

Crescimento acontecerá, mas com números realistas

Nelson Mussolini, Presidente do Sindusfarma (Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo) e um dos líderes mais respeitados, abriu o fórum declarando ser muito arriscado fazer prognósticos para os próximos 90 dias. Andréas Strakos, consultor do SINDUFARMA, ponderou que o cenário, antes da greve dos caminhoneiros de maio, era mais otimista. A indústria farmacêutica prevê crescimentos de 6,7% em unidades e 8,3% em valores para 2018. E 2019 não será um ano muito diferente. Trabalham com crescimentos de 7 a 9%, podendo esses números serem menores.  Bruno Abreu ressaltou que, dentre os prognósticos em política de preços desse setor, segue pesando a grande carga tributária sobre os medicamentos (31% no Brasil contra 6% no restante do mundo).

Segundo Felipe Abdo, Diretor da IQVIA (atendimento médico-hospitalar, junção das empresas Quintiles e IMS Health) abordou o crescimento de cerca de 10% do mercado farmacêutico nos últimos 4 anos e que esse crescimento tem sido afetados pelos altos e baixos das sucessivas crises. Este momento tem alterado consideravelmente a forma como as pessoas compram medicamentos e serviços, optando, por exemplo, por meios digitais.

Nota do Infoco: O cenário descrito reforça a necessidade de empresas e profissionais terem cada vez mais absoluto controle na gestão de suas despesas e focarem seus investimentos na busca de clientes: seja na manutenção dos que já são clientes, seja na prospecção de novos. Junto a isso, ofertar serviços que diferencie e que sejam percebidos como valor agregado. A atitude típica de muitos empresários, em cenários como este, é puxar o freio de mão,  desinvestir, esperando que o mercado se acomode e que o vento mude. Ótima área de oportunidade para que os mais visionários e ousados ponham a cabeça para fora, apostando num mercado acuado e incerto. Cria-se o paradoxo de que investir é arriscar em mar revolto e incerto, correto? Isso mesmo, pois ficar parado é assumir risco proporcionalmente muito parecido. Estamos num momento em que pensar pequeno, definitivamente, não é uma opção. 

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico

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GlaxoSmithKline modifica modelo de negócio no Brasil

Jornal Valor Econômico (04/10/2016) – matéria na íntegra

Sob a gestão de Aleksey Kolchin, novo presidente da operação brasileira, a GlaxoSmithKline (GSK), uma das maiores farmacêuticas do mundo, está implantando um novo modelo de negócios no país. Alinhada com a nova estratégia global para promover seus produtos junto à classe médica, a GSK do Brasil deixou de pagar para propagandistas bônus atrelados à prescrição de seus produtos, bem como viagens de médicos ou participação desses profissionais em palestras sobre tratamentos desenvolvidos pela empresa.

Agora, o foco é explorar cada vez mais plataformas multicanais, sobretudo digital, para conversar com profissionais da saúde. É um modelo onde o representante de vendas assumirá cada vez mais o papel de gestor de informação. Além disso, a GSK pretende direcionar mais recursos a instituições de pesquisa. “A tecnologia segue colocando a indústria farmacêutica no futuro”, explica Kolchin, que assumiu o comando da operação brasileira em dezembro de 2015. “Os representantes vão gerenciar um número maior de médicos e definir como falar ou fazer chegar a informação a um determinado profissional”, afirma.

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O novo posicionamento da GSK, pioneiro num setor que tradicionalmente recorre à visitação para promover seus produtos, foi anunciado no fim de 2013. Naquele ano, a farmacêutica se viu envolvida em um escândalo de pagamentos irregulares a médicos e autoridades na China, que ainda hoje repercute. Mas o executivo¬chefe da companhia, Andrew Witty, garante que a nova abordagem, que em 2011 já era testada nos Estados Unidos, não tem relação com o episódio.

“Nós já vínhamos nos perguntando se não haveria diferentes caminhos, formas mais efetivas de se operar, do que os meios que a indústria têm usado nos últimos 30, 40 anos”, disse Witty, em entrevista ao jornal “The New York Times”, publicada em 16 de dezembro de 2013. Desde então, a estratégia da GSK ganhou musculatura e, atualmente, no Japão, conferências via internet (webinar) podem atingir um público de 2 mil pessoas.

Uma pesquisa recente da consultoria McKinsey& Company também procurou respostas a essa indagação e chegou à conclusão de que os médicos estão abertos a novidades na forma como se relacionam com os laboratórios e isso pode trazer ganhos à indústria. O estudo aponta que o uso de multicanais (vídeos, telefonemas, e-mails, webconferências, entre outros) traz ganhos mensuráveis e algumas farmacêuticas chegaram a registrar aumento de 10% a 15% nas vendas, com redução em torno de 10% dos gastos com marketing.

Para Kolchin, o uso da tecnologia traz ganhos de produtividade e amplia o alcance das estratégias de divulgação, sem necessariamente levar à redução da força de vendas. “Estamos contratando nesse momento”, diz o executivo. No Brasil, a divisão farmacêutica da GSK conta com cerca de 430 representantes. “Esse novo modelo cria outros postos, como por exemplo em governança. É preciso verificar se as políticas estão sendo cumpridas”, explica.

Ao mesmo tempo, comentou Kolchin, canais digitais não conseguirão cobrir todo o contato com médicos e há profissionais mais conservadores, que ainda preferem o contato pessoal. “Não acredito nisso [na substituição integral da visita]. O que está havendo é a adição de novos canais, o que trará mais eficiência e produtividade”, ressalta. Com novos canais, argumenta, será possível chegar a mais médicos.

O executivo, nascido na Rússia e formado em Medicina, afirma que o Brasil é o melhor lugar para se estar entre os países emergentes, em termos de carreira, especialmente neste momento de transição para o novo modelo de negócios. A divisão farmacêutica da GSK no país deve encerrar 2016 com vendas totais de R$ 2 bilhões, após ter registrado crescimento de 29% no primeiro semestre.

A percepção, diz o executivo, é a de que há retomada da confiança no país, mas a crise econômica, uma das mais graves da história, deixou algumas marcas no mercado farmacêutico nacional, com impacto diferente em cada segmento. As vendas em volume de medicamentos, exemplifica, chegaram a mostrar declínio, em um mercado cujo crescimento nos últimos anos superou a marca 10% ao ano. Ainda assim, o Brasil continua sendo um dos melhores mercados em desempenho no mundo.

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Quase 3 milhões de pessoas sem o seguro desemprego

Acompanhando o avanço do desemprego no Brasil, a situação de quem perdeu o emprego e passa a depender do seguro desemprego também fica mais complicada. O benefício tem duração máxima de 5 meses e, no mês de maio, cerca de 540 mil pessoas receberam a última parcela. No ano de 2016, o número de pessoas as quais receberam o benefício já foi 8% superior ao mesmo período de 2015, de acordo com o Ministério do Trabalho.

carteira de trabalho

Com o momento econômico, vagas estão sendo congeladas ou eliminadas, o que faz com que a busca por uma recolocação rápida seja cada vez mais difícil. Em abril de 2016,  pelo décimo terceiro mês consecutivo, o mercado formal encerrou 62.844 vagas.

Segundo especialistas em RH, profissionais ficarem, em média, 6 meses desempregados é considerado normal. Em tempos de vacas gordas, porém, o fato pode se dar pela rotatividade normal dos mercados, na busca pelos profissionais mais qualificados. Porém na crise, vira uma questão de necessidade.

O seguro com valor máximo é de R$ 1.542,00, valor usado normalmente para as despesas básicas. Para solicitar o benefício, o profissional precisa recorrer às unidades da Caixa Federal credenciadas ou na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE) para obter maiores informações.

fonte: Folha de São Paulo

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Indústria Farmacêutica segue crescendo no Brasil

Indústria farmacêutica brasileira cresce 10,6% entre janeiro e abril de 2016

Folha de São Paulo, 15 de maio de 2016 (matéria na íntegra) – O faturamento com remédios avançou 10,6% nos quatro primeiros meses deste ano, segundo o Sindusfarma (do setor farmacêutico). No período, o total comercializado foi de R$ 13,9 bilhões, em 2015, para R$ 15,3 bilhões.

“Esperávamos um quadrimestre um pouco pior, mas algumas questões do setor, como os reajustes

Mussolini

Nelson Mussolini, Presidente do Sindusfarma – “a Indústria está com menos previsibilidade”.

de preços, foram resolvidas e nos ajudaram”, diz Nelson Mussolini, presidente da entidade.

“De março para abril, porém, houve queda de 6,7%, o que acende um sinal amarelo, e a indústria está com menos previsibilidade. Quando alguém antigamente nos perguntava em maio como seria o ano, dava para imaginar.”

Com a mudança de governo e as incertezas em relação aos próximos meses, o setor só deverá ser capaz de estimar como será o resto do ano em junho, diz Mussolini.

“No Brasil, sempre é preciso esperar seis meses para se confirmar uma tendência”, diz José Fernando de Almeida, da Chiesi, que estima crescer 10% em 2016. “O mercado sabia que este ano seria desafiador e se planejou.”

A produção de unidades também aumentou de janeiro a abril, com crescimento de 7,2% no período. Entre os genéricos, a elevação foi maior, de 16,1% –nos produtos de marca, de 3,7%.

“Os remédios convencionais, no entanto, ganharam em faturamento. Isso porque há uma preocupação das empresas em aumentar o portfólio”, avalia Paulo Nigro, presidente da Aché, que cresceu cerca de 18% no quadrimestre.

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Procon faz reunião com Unimed Paulistana para garantir atendimento a usuários

Criado em 04/09/15 10h57 e atualizado em 04/09/15 11h00 – Por Daniel Mello – Repórter da Agência Brasil Edição:Talita Cavalcante Fonte: Agência Brasil

unimed-esseO Procon de São Paulo se reúne no final da manhã de hoje (4) com representantes da Unimed Paulistana. A intenção é assinar um termo de ajustamento de conduta que garanta o atendimento dos clientes da operadora, especialmente nos casos emergenciais.

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) determinou na quarta-feira (2) que a Unimed Paulistana repassasse toda a carteira de clientes para outra operadora. Segundo o órgão, a medida visa a garantir a assistência aos consumidores, uma vez que a empresa tem uma situação financeira delicada.

Até a transferência, a Unimed tem a obrigação de continuar a atender os beneficiários. Os consumidores devem manter os pagamentos em dia para garantir os direitos de migração para a nova operadora. Porém, somente ontem (3) o Procon recebeu 300 reclamações referentes ao plano. A maior parte das queixas era de falta de atendimento médico e informações insuficientes.

A Unimed disse, por meio de nota, que parte da rede credenciada vem adotando “atitude abusiva e unilateral” ao suspender o atendimento aos beneficiários da operadora. A empresa afirma que vem tomando medidas para que os clientes continuem a ter acesso aos serviços contratados. “Lembramos que a Unimed Paulistana teve decretada a alienação de carteira e não sua falência ou liquidação, ou mesmo ‘quebra’, e os boatos neste sentido apenas agravam o relacionamento com os prestadores de serviço”, informa o comunicado.

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Boticário revê planos para 2015

Com o acanhamento do consumo e a economia ruim, o grupo Boticário revê planos expansionistas para 2015

A gigante brasileira da higiene e beleza o Gruo Boticário (3º lugar no ranking de participação de mercado) pôs em marcha uma reestruturação de seu plano estratégico, por conta do cenário macroeconômico vislumbrado para 2015. Segundo entrevista do Presidente da empresa para o Jornal Valor Econômico, Artur Grymbaum, o plano de expansão da empresa para esse ano considera a abertura de apenas 50 novas lojas, menos da metade das 120 lojas abertas em 2014.

euromotorAs necessidades de ajustes também consideram um redesenho organizacional, otimizando diretorias e departamentos, bem como eliminando duplicidades de posições. A empresa passa a trabalhar com unidades de negócios ao invés de divisões por marcas. Ainda segundo Grymbaum, à lentidão da economia se somam o dólar alto e o aumento da carga tributária, o que invariavelmente puxa os custos deste mercado pra cima. O plano agora é buscar produtividade e eficiência.

O grupo Boticário dobrou seu tamanho de 2010 a 2014 e faturou no ano passado 9,3 bilhões de reais.

Fonte: Valor Econômico

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Embraer e Boeing farão pesquisas em biocombustível no Brasil

Centro Conjunto de Pesquisa na área de Biocombustíveis deve ser instalado no Parque Tecnológico de São José dos Campos (SP)

As fabricantes de aviões Boeing e Embraer anunciaram nesta segunda-feira que abrirão um centro de pesquisa conjunto para o desenvolvimento de tecnologias de biocombustíveis sustentáveis para a aviação. O Centro Conjunto de Pesquisa na área de Biocombustíveis deve ser instalado no Parque Tecnológico de São José dos Campos (SP).

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