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Cade aprova compra da farmacêutica Shire pela Abbvie

A farmacêutica americana Abbvie obteve aprovação da autoridade brasileira antitruste para a compra da Shire, companhia sediada na Irlanda. Anunciada em julho e submetida a entidades de diversos países, a operação foi aprovada no Brasil, onde ambas atuam, sem qualquer restrição, informou a Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), em despacho no “Diário Oficial da União” desta quinta-feira.

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Farmacêutica AbbVie compra Shire por US$ 53 bi

Além de incluir marcas importantes em seu portfólio de remédios, a americana conseguirá diminuir encargos fiscais

Depois de tentativas frustradas, a farmacêutica americana AbbVie conseguiu fechar um acordo para comprar a irlandesa Shire nesta sexta-feira por 53 bilhões de dólares (118 bilhões de reais). A irlandesa é fabricante de remédios como o Vyvanse, um dos mais vendidos no mundo para tratar hiperatividade, além de drogas caras para doenças raras. A empresa já havia rejeitado em junho uma proposta de 46 bilhões de dólares da AbbVie (que faz o remédio líder de vendas para artrite, Humira).

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Pfizer confirma interesse em comprar AstraZeneca

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A farmacêutica norte-americana Pfizer confirmou, esta segunda-feira, estar interessada em adquirir a rival britânica AstraZeneca,negócio que, a concretizar-se, seria o maior de todos os tempos no setor farmacêutico, informa o jornal Público.

Numa declaração oficial, a Pfizer admite que deu informou do seu interesse pela AstraZeneca em Janeiro, mas a farmacêutica recusou a avançar com as negociações. Seguiram-se, então, várias reuniões, sem resultados concretos. Em 26 de Abril, a Pfizer voltou a abordar a empresa que, uma vez mais, declinou a proposta.

A proposta de aquisição surge numa altura em que a atividade de fusões e aquisições na Europa regressou em força este ano, com crescimentos de 60% em comparação com 2013. Este mercado já terá movimentado 217 bilhões de euros e, no setor farmacêutico, a operação mais recente juntou a Novartis ao negócio de medicamentos oncológicos da GlaxoSmithKline, numa operação avaliada em 16 bilhões de dólares, cerca de 11.600 bilhões de euros.

A transação faz parte de um acordo mais vasto entre as duas empresas (das maiores do mundo) e inclui a compra, pela GlaxoSmithKline, do negócio de vacinas da Novartis.

fonte: Público

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Sun Pharmaceutical compra Ranbaxy por cerca de 3,2 bilhões de dólares

Fonte: Dikajob Pharma Networking (matéria na íntegra)

A Sun Pharmaceutical anunciou que vai adquirir a Ranbaxy Laboratories, sob um acordo que engloba a compra de todas as ações drugspor um valor de aproximadamente 3,2 bilhões de dólares. A Daiichi Sankyo, que detém atualmente 63,4 por cento da Ranbaxy, concordou em apoiar a transação e vai manter uma participação de cerca de 9% na empresa resultante da fusão com o direito de nomear um diretor para o conselho de administração da Sun Pharma.

Dilip Shanghvi, diretor da Sun Pharma, disse que “a Ranbaxy tem uma presença significativa no mercado farmacêutico indiano e nos EUA”, acrescentando que ” fornece uma plataforma forte nos mercados emergentes de alto crescimento”.

Sob os termos do acordo, os acionistas da Ranbaxy vão receber 0,8 ações da Sun Pharma por cada ação que detêm atualmente. As empresas referiram que a relação de substituição representa um valor de 457 rúpias (7,60 dólares) para cada ação da Ranbaxy, um prêmio de 24,3 por cento para o preço médio de 60 dias da empresa.

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Profarma aumenta capital e atrai sócio

Fonte: Valor Econômico – por Rodrigo Polito | Do Rio (matéria na íntegra)

A distribuidora de medicamentos e itens de higiene pessoal Profarma estuda fazer aquisições no segmento de varejo fora do Rio de Janeiro. O objetivo da empresa é ampliar a fatia dessa área de negócio nas vendas totais da companhia de 15% para 30%, em até três anos. A estratégia recebe impulso, agora, de duas operações: aumento de capital e a entrada de um novo sócio, a AmerisourceBergen.

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“Entramos no ano passado no varejo, através de duas redes no Rio de Janeiro [por meio da aquisição da Drogasmil/Farmalife e Tamoio]. Temos a visão de entrar em outros Estados através de aquisição. Nosso crescimento, nessa divisão de negócio, será um misto de crescimento orgânico e aquisição”, disse o diretor de relações com investidores da Profarma, Maximiliano Fischer, ao Valor PRO, serviço de informação em tempo real do Valor.

Parte dos recursos para turbinar a expansão será proveniente de um aumento de capital, de até R$ 335,6 milhões. Desse total, a gigante americana de distribuição de medicamentos AmerisourceBergen se comprometeu a injetar cerca de R$ 190 milhões, por meio de subscrição de ações que serão cedidas pela BMK Participações, controladora da Profarma. Ao fim da operação, previsto para o segundo trimestre, a americana terá de 17,6% a 19,9% da Profarma.

O acordo firmado entre as duas empresas, divulgado ontem, prevê a criação de uma joint venture, chamada Profarma Speciality, com participação de 50% cada uma, na área de especialidades hospitalares (produtos de alto valor como os destinados para tratamentos oncológicos e próteses mamárias, entre outros).

A contribuição da Profarma para a joint-venture será representada pelas empresas do setor Prodiet e Arpmed, adquiridas pela companhia em 2011 e 2012. Já a norte-americana, líder mundial no segmento, contribuirá com dois aportes, além dos R$ 190 milhões: um primário de R$ 40 milhões e um secundário (por meio de aquisição de ações adicionais) de R$ 21,3 milhões.

Assim como o mercado de varejo, o segmento de especialidades hospitalares é considerado estratégico para a Profarma. As duas áreas têm margens e rentabilidade superiores às da atividade de distribuição de produtos farmacêuticos, negócio original da Profarma e que ainda responde por 70% do faturamento da empresa.Segundo Fischer, o negócio de especialidades hospitalares responde por 15% das vendas da Profarma.

A AmerisourceBergen, por sua vez, também considera o acordo estratégico para sua entrada no mercado brasileiro. “Com uma visão de crescimento macroeconômico no longo prazo, demografia favorável e crescente acesso a serviços de saúde e especialidades farmacêuticas, o mercado brasileiro nos oferece uma tremenda oportunidade para expandir nossas ofertas internacionais”, afirmou o diretor-presidente da companhia, Steven Collis, em comunicado ontem.

Com receita anual de US$ 88 bilhões no ano fiscal terminado em outubro, a AmerisourceBergen tem acordo firmado, em 2013, com a Walgreens, maior rede de drogarias dos Estados Unidos, e com Alliance Boots, distribuidora europeia de remédios, em que as duas últimas têm direito de adquirir 23% do capital da norte-americana.

Segundo Fischer, o acordo com a AmerisourceBergen anunciado ontem, porém, não teve nenhum envolvimento da Walgreens e da Alliance Boots, e é focado em especialidades hospitalares.

As ações da Profarma fecharam o pregão com alta de 9,44%, cotadas a R$ 19,37.

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Facebook compra Whatsapp

face wathsappO Facebook comprou por 16 bilhões de dólares a empresa de mensagens instantâneas Whatsapp. A Rede Social pagou 4 bilhões em dinheiro e o restante será pago em ações do próprio Facebook que ainda vai desembolsar mais 3 bilhões em ações a serem distribuídas entre os funcionários do Whatsapp. Atualmente mais de 450 milhões de pessoas utilizam o serviço de mensagens  (das quais 70% todos os dias) que agrega 1 milhão de novos usuários diariamente. Segundo Mark Zuckerberg (CEO do Facebook), em entrevista coletiva, o Whatsapp logo vai conectar 1 bilhão de pessoas – isto faz com que empresas com esta perspectiva seja tão valiosas, além de reforçar um forte ponto de identificação entre as duas empresas: tornar o mundo mais aberto e conectado.

O CEO e fundador do Whatsapp, Jan Koum, vai virar executivo do Facebook e ocupar uma cadeira no conselho diretor da empresa. Ainda segundo Zuckerberg, as duas empresas irão operar de forma independente, não havendo qualquer mudança no plano de ação da empresa e inclusive o Headquarter permanecerá no mesmo lugar, em Montain View. Ainda segundo o CEO do Facebook, anúncios não são o caminho para monetarizar o serviço de mensagens. Em função disso ,o Whatsapp não terá anúncios nos próximos anos.

fonte: Folha de São Paulo e Exame.com

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ANS aprova compra da Amil pela UnitedHealthcare

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), após análises técnicas, aprovou a transferência do controle societário das operadoras de planos de saúde controladas pela Amil Participações S/A para a operadora norte-americana UnitedHealthcare. Segundo a Agência, a participação do capital estrangeiro já ocorre no Brasil desde 1997. “Faz parte, inclusive, do cotidiano das empresas cujo capital, diretamente ou por meio de controladoras, seja objeto de negociação em bolsa de valores, na qual é livre o acesso aos investidores estrangeiros”, diz a ANS, em comunicado. A Amil Participações é a empresa controladora de cinco operadoras de planos de saúde do Grupo Amil: Amil Assistência Médica Internacional S/A, Amil Planos por Administração Ltda, Amico Saúde Ltda, Excelsior Med S/A e ASL – Assistência à Saúde Ltda. Para o consumidor do Grupo Amil não há mudanças, tendo sido preservados seus direitos, bem como os deveres das operadoras de planos de saúde em questão.

ANS esclarece – Não há mudanças para os beneficiários da Amil. Para os beneficiários das operadoras que pertencem à Amil Participações S/A, assim como para os prestadores de serviços, não há qualquer alteração. Portanto, ficam integralmente preservados os direitos dos consumidores e prestadores, conforme previsto na legislação nacional vigente.

Direitos e deveres das operadoras nestas situações – Qualquer empresa que comercialize planos de saúde no Brasil, independente de possuir capital estrangeiro ou não, obedece ao mesmo regramento legal e normativo, seguindo o rigor assistencial e econômico-financeiro exigido pelo órgão regulador. Portanto, as obrigações legais e normativas da operadora, assim como os direitos dos consumidores, são exatamente os mesmos vigentes antes da mudança de controle societário.

Quanto à participação de capital estrangeiro na operação – A Constituição Brasileira admite a participação de capital estrangeiro em serviços de saúde, na forma do § 3º do artigo 199. Além disso, a legislação da saúde suplementar permite a livre participação de capital estrangeiro em operadoras de planos de saúde, segundo o § 3º do artigo 1º da Lei nº 9.656 de 1998.

A Procuradoria Federal junto à ANS também não identificou impedimento jurídico à participação do capital estrangeiro em operadoras de planos de saúde, mesmo que tenham rede própria, conforme consta em manifestação do ano de 2008 e disponível no site da Advocacia Geral da União. Além disso, as operadoras de planos de saúde prestam serviços de saúde diretamente ou por meio de uma rede credenciada, referenciada ou cooperada, nos termos do artigo 1º, I e II, da Lei nº 9.656, de 1998. A descrição detalhada dos serviços assistenciais próprios (hospitais, laboratórios, clínicas, pronto-atendimentos) e de terceiros é uma das condições para que a ANS lhes conceda autorização de funcionamento, conforme o artigo 8º da Lei nº 9.656, de 1998.

Veja a Manifestação da Procuradoria Federal junto à ANS – Como a ANS avalia este tipo de negociação: A mudança de controle societário de operadoras de planos de saúde segue as determinações da ANS através da Resolução Normativa nº 270 e da Instrução Normativa nº 49. Além disso, a participação de capital estrangeiro em operadoras de planos de saúde no Brasil com ou sem rede assistencial própria (hospitais, laboratórios, clínicas e pronto-atendimentos) não é fato inédito no país, ocorrendo desde 1997. A prática inclusive faz parte do cotidiano de operadoras de planos de saúde cujo capital, diretamente ou por meio de controladoras, seja objeto de negociação em bolsa de valores, na qual é livre o acesso aos investidores estrangeiros. A Agência Nacional de Saúde Suplementar considera que este tipo de negociação – amparada pela legislação vigente – pode ser positiva para o beneficiário de planos de saúde no Brasil na medida em que aumentar o nível da concorrência no setor.

Fonte: ANS e Saúde Web (matéria na íntegra)

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