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Teva conclui aquisição da Actavis

A farmacêutica Teva anuncia a conclusão do processo de aquisição da Actavis – área de genéricos da Allergan – após o recebimento das aprovações necessárias das autoridades governamentais.

“Esta aquisição estratégica reúne duas empresas líderes no setor de genéricos, com marca e cultura complementares. Quando combinamos os portfólios de genéricos das duas companhias, reforçamos ainda mais nosso objetivo de entregar produtos da mais alta qualidade, com os preços mais acessíveis. O resultado é uma companhia mais competitiva, forte e bem posicionada para prosperar em um mercado global em evolução e oferecer mais valor aos nossos acionistas”, diz o presidente e CEO da Teva, Erez Vigodman.

O executivo continua: “A aquisição da Actavis vem em um momento em que Teva está muito forte, tanto nos produtos genéricos como nos produtos de marca. Com esse negócio, estamos estabelecendo uma base sólida de longo prazo e um crescimento sustentável. Tudo isso ancorado por produtos genéricos líderes e um pipeline inigualável que acelerará nossa capacidade de construir um portfólio excepcional, tanto em genéricos como em especialidades”.

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De acordo com Vigodman, a companhia está confiante na rápida integração das duas empresas. “Como resultado do nosso perfil financeiro, reforçado em consequência dessa transação, estaremos ainda melhor posicionados para aproveitar todos os benefícios de Pesquisa e Inovação da TEVA, a fim de sustentar o desenvolvimento de produtos de primeira linha e expandir nosso portfólio. Esperamos um aumento do fluxo de caixa nos próximos anos e continuaremos a avaliar oportunidades para entregar retornos atraentes e contínuos aos acionistas”.

Com a aquisição, a Teva tem agora mais de 325 registros de produtos pendentes de aprovação no FDA e mantém a posição de liderança em oportunidades “first-to-file” com 123 novos medicamentos genéricos em aprovação nos EUA.

Aumento comercial global

A aquisição da Actavis melhora as oportunidades comerciais internacionais e aumenta significativamente a escala global das vendas e plataformas de pesquisa e desenvolvimento. A Teva passa a ter presença comercial em 100 mercados, incluindo uma posição de liderança TOP 3 em mais de 40 mercados.

Destaques financeiros

A Teva espera alcançar sinergia de custos e economia de impostos de aproximadamente US$ 1,4 bilhão anualmente, em grande parte por ocasião do terceiro aniversário do fechamento da transação. A Teva prevê economias geradas pela eficiência nas operações, gastos gerais administrativos, fabricação, venda e marketing.

A Allergan recebeu US$ 33,75 bilhões em dinheiro e aproximadamente 100 milhões em ações da Teva.

Forte time global combinado à profunda experiência em todo o negócio

As duas empresas contam com cultura e estratégia muito próximas, e a Teva está focada em alavancar competências e talentos em ambas as organizações. A equipe de gestão é composta por líderes da Teva e da Actavis, e está estruturada para alavancar a força dos talentos de ambas as organizações para garantir que a Teva continue fortalecendo-se como líder mundial em genéricos. Com essa estrutura, a empresa está imediatamente posicionada para maximizar o crescimento em todos os seus negócios globais.

“Aqui no Brasil, estamos muito confiantes em que essa aquisição ampliará ainda mais nossa presença regionalmente e permitirá a oferta de produtos de alta qualidade com preços acessíveis, sempre focados na melhoria da qualidade de vida dos pacientes”, explica Nicolas Lodola, gerente geral da Teva Brasil.

Integração operacional e prontidão

Desde que o acordo de aquisição foi anunciado, em julho de 2015, as equipes da Teva e da Actavis trabalham com muito cuidado para planejar a integração das duas companhias, garantindo a operação logo após o fechamento da transação. Como resultado dessas ações, a Teva começará a capitalizar os benefícios oferecidos pela aquisição da Actavis imediatamente.

Lodola finaliza: “A Teva tem o histórico de realizar grandes transações de forma efetiva, com alto nível de adaptação do negócio, oferecendo rapidamente aos pacientes e familiares todos os benefícios que uma aquisição como essa pode oferecer”.

Sobre a Teva

A Teva Farmacêutica é líder global no setor farmacêutico e oferece soluções com alta qualidade voltadas para a melhora da qualidade de vida. Com sede em Israel, a Teva é o maior produtor de medicamentos genéricos do mundo, aproveitando um portfólio com mais de 1.000 moléculas para produzir uma ampla gama de produtos genéricos para quase todas as áreas terapêuticas. Além disso, a Teva tem uma posição de liderança mundial em tratamentos inovadores para doenças do sistema nervoso central, incluindo a dor, bem como um forte portfólio de produtos para a área respiratória. A divisão de pesquisa e desenvolvimento da Teva integra medicamentos genéricos e de marca, criando novas formas de abordagem para as diferentes necessidades dos pacientes e combinando o desenvolvimento de novas drogas com dispositivos, serviços e tecnologias. No Brasil desde 2006, oferece produtos para Saúde Feminina, Oncologia, Respiratória, Neurologia, Hematologia e Infectologia. A receita líquida global da Teva totalizou US$ 19,7 bilhões em 2015.

fonte: matéria na íntegra site corporativo Teva. clique aqui.

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Genéricos: maior volume de lançamentos em cinco anos

Um total de 35 medicamentos genéricos inéditos autorizados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), no ano passado, devem chegar ao mercado brasileiro em 2016, naquele que representa o maior volume de lançamentos dos últimos cinco anos, de acordo com levantamento da Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos (PróGenéricos). Conforme a entidade, formada por 15 associadas que concentram aproximadamente 90% das vendas do segmento no país, esses lançamentos têm potencial de adicionar R$ 615,7 milhões em vendas no mercado de genéricos.

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Do lado do consumidor, os novos medicamentos representam uma economia direta aproximada de R$ 215 milhões. Dos 35 produtos autorizados pela Anvisa, sete são de uso predominantemente hospitalar e não são encontrados no varejo.

A agência também autorizou o uso de 15 formas farmacêuticas inéditas de remédios que já estão no mercado. “Trata-se do maior volume de genéricos inéditos lançados nos últimos cinco anos”, afirma, em nota a presidente-executiva da entidade, Telma Salles.

Conforme a PróGenéricos, entre os produtos que poderão ser encontrados em versão genérica estão o antidepressivo Donaren (da Apsen) e o Ritmonorm (Abbott), indicado para arritmia.

fonte: site Interfarma  (Valor Econômico / jornalista: Stella Fontes)

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Deusmar e sua Pague Menos – um exemplo a ser seguido

size_810_16_9_consegui-nordesteFrancisco Deusmar Queirós, 67 anos, cearense de Fortaleza. Sua vida é uma das várias histórias de mega empresários que começaram do nada e se tornaram referência nacional. O Brasil, terra de muitos empreendedores, é pródigo dessas histórias. Deusmar construiu, em trinta anos, uma das maiores redes de farmácias desse país, a rede Pague Menos, com sede em Fortaleza. Quase 1000 lojas e um faturamento de mais de 1,5 bilhão de reais por ano. É gostoso ver o Deusmar falar. Sua motivação é contagiante e uma lição pra quem empreende nesse país. Veja abaixo como é a visão desse mega empresário.

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Anvisa aprova registro de três novos genéricos

genericoSubstâncias dos medicamentos aprovados ainda não têm concorrentes no mercado.

Brasília – A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou hoje (3) a aprovação do registro de três novos genéricos. As substâncias dos medicamentos ainda não têm concorrentes no mercado. “Isso significa que os pacientes e médicos poderão ter novas opções de tratamento a um custo mais acessível. Leia o resto deste post »

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Mudança surpreende e preocupa farmacêuticas

Por Vanessa Dezem | De São Paulo (Valor Econômico, matéria na íntegra)

A indústria farmacêutica recebeu com surpresa e preocupação o anúncio das novas regras para os medicamentos similares. Segundo participantes do mercado e analistas consultados pelo Valor, apesar de apoiar a intercambialidade do similar com o medicamento de referência, o setor ficou surpreso com o momento da divulgação – antes do esperado – e com a defesa do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, de que os similares sejam registrados com preço 35% menor que o medicamento de marca.

“A indústria se surpreendeu porque, dada a complexidade do assunto e a forma como ele vinha sendo tratado, esperava-se um debate mais profundo e cauteloso sobre o tema”, afirmou Antônio Britto, presidente-executivo da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma).

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“Os similares são diferentes. Não poderiam ser tratados de modo igual nos preços”, diz Henrique Tada, da Alanac.

A revisão dos preços preocupa principalmente porque muitas empresas já investiram no processo de equivalência de seus produtos similares ou estão em processo de investimentos, sem contar, no entanto, com a nova regra do desconto, o que gera dúvidas sobre o retorno desses desembolsos.

“Os similares são diferentes no que diz respeito a suas características de mercado. Não poderiam ser tratados de modo igual”, afirma Henrique Tada, presidente executivo da Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Nacionais (Alanac). Ao contrário dos genéricos, os similares têm marca, ou seja, exigem maiores esforços em marketing e em políticas comerciais. “As marcas consolidadas ficarão fragilizadas e isso preocupa. A política governamental deve permitir que quem participa deste mercado continue investindo”, explica Telma Salles, presidente-executiva da Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos.

Além do preço máximo, também não tinha sido discutida com a indústria a mudança das embalagens. Pela nova regra, as embalagens dos similares trarão o símbolo “EQ”, que significa equivalente, assim, a mesma prescrição médica que atualmente permite ao paciente adquirir medicamento de referência ou genérico também poderá ser usada para a compra do similar. Neste caso, a mudança pode ser positiva para os fabricantes, já que procura deixar claro para o consumidor que ele está consumindo um medicamento que pode substituir o de referência, elevando assim, o “status” do similar, muitas vezes questionado com relação a sua qualidade.

Outro fator que está sendo questionado pelo setor farmacêutico é se os objetivos das medidas o serão alcançados. O governo espera que, com as novas regras, a população tenha mais acesso aos medicamentos, dada a redução de preços e o aumento da oferta.

O mercado, no entanto, está colocando em xeque o real alcance das medidas. Segundo Pedro Zabeu, analista da Fator Corretora, as farmácias geralmente repassam para o consumidor um desconto menor do que o dado pelo fabricante (assim como já acontece com os genéricos), situação que fará com que o consumidor não sinta uma diferença tão grande na hora da compra de um similar. Além disso, as novas exigências farão com que empresas menores tenham mais dificuldades em competir com as grandes neste mercado.

“Alguns fabricantes não vão conseguir renovar seus produtos, dados os elevados investimentos necessários. Vai diminuir a competição de similares”, afirmou o presidente do laboratório Teuto, Marcelo Henriques.

Agora, os representantes da indústria vão aproveitar o período de 30 dias de consulta pública, para dialogar em Brasília. “Nós gostaríamos que houvesse uma discussão mais profunda, para evitar prejuízos à política nacional de genéricos e para que não se gere falsa expectativa sobre a ampliação de acesso a medicamentos no país”, afirma o presidente da Interfarma.

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Remédio similar deve ter status de genérico

genericosA Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) vai colocar nesta semana em consulta pública uma resolução que concede aos medicamentos similares o mesmo status de genéricos. A mudança vai permitir que o farmacêutico possa indicar o produto como substituto ao remédio de marca para o consumidor. Atualmente, essa possibilidade, chamada intercambialidade, é permitida apenas para os genéricos. Com a medida, a ideia é ampliar a concorrência e, em consequência, reduzir o preço dos produtos.

A mudança na classificação do remédio será precedida de uma revisão de preços pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed). O anúncio da nova política está previsto para ser feito hoje pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que no próximo mês deve deixar a pasta para disputar o governo de São Paulo. Dentro do governo, a ideia é que essa marca possa ser usada como um trunfo eleitoral, a exemplo do que José Serra fez com os medicamentos genéricos, quando estava à frente da mesma pasta. Remédios genéricos atualmente não podem custar mais do que 65% do que é cobrado pelo produto de referência. O reajuste de similares é feito de acordo com uma fórmula estabelecida pela Cmed. A revisão, de acordo com fontes ouvidas pelo Estado, não significa necessariamente que preços similares terão queda linear.

Embalagens

O texto da resolução, aprovado ontem (15) pela diretoria colegiada da agência, prevê ainda mudanças na embalagens dos medicamentos similares. Elas terão de obedecer um padrão, como ocorre atualmente com genéricos, que estampam com destaque a letra G. O prazo para alteração das embalagens deverá ser de até 180 dias, a contar da publicação da resolução, que, por sua vez, deve ocorrer em até três meses. Essa mudança na política também é reflexo de uma decisão de 2003, quando a Anvisa estabeleceu um cronograma com prazos para que medicamentos similares apresentassem à agência um teste de bioequivalência, uma exigência que sempre foi feita para o registro de genéricos. O prazo termina neste ano.

O teste é feito para comprovar que o remédio é uma cópia idêntica ao de referência: apresenta o mesmo princípio ativo, a mesma eficiência, o mesmo mecanismo de ação. De acordo com dados da Anvisa, praticamente 100% do mercado de similares já se adaptou. A Alanac (Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Nacionais) afirma que, ao longo desses anos, foram investidos cerca de R$ 700 milhões para realização dos testes.

No mercado

O País tem 185 laboratórios de produtos similares. Dados da Alanac mostram que os remédios dessa classe representam 43% do mercado. Genéricos concentram 27% e os de referência, 21%. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

fonte: R7 website

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