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Medley investe R$ 30 milhões em P&D

fonte: matéria na íntegra portal Panorama Farmacêutico, 08 de maio de 2018.

O laboratório Medley investirá aproximadamente R$ 30 milhões em Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) de produtos em sua unidade em Campinas (SP). O valor será utilizado tanto na área de medicamentos genéricos quanto na de similares.

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A marca projeta crescer 10% em 2018 com a reformulação da estratégia para genéricos. “A alta foi de 2% na venda de itens desse tipo em 2017, e mudamos o posicionamento. Revisamos os preços de algumas moléculas para tratamento de problemas gástricos e cardiológicos e preparamos lançamentos”, comenta o diretor da marca, Carlos Aguiar.

Serão oito novas substâncias no mercado até o fim do ano, principalmente antibióticos e medicamentos usados no tratamento de depressão e esquizofrenia. Os medicamentos comercializados com a marca comercial da empresa representam 30% de sua receita. O objetivo é aumentar essa representatividade.

A Medley é uma empresa do grupo Sanofi.

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Decisão do STJ libera genérico de remédio que custa R$ 17 mil a unidade

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A 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça tornou pública a patente do remédio Soliris, único no mundo para tratar doença genética rara que afeta o sistema sanguíneo. Cada unidade do produto feito pela farmacêutica americana Alexion custa cerca de R$ 17 mil aos cofres públicos, já que o produto não é vendido nas farmácias e é disponibilizado apenas pelo Sistema Único de Saúde. Remédios cuja patente expirou podem ter concorrência de genéricos, decide STJ.

A relatora do caso foi a ministra Nancy Andrighi. Para ela, patentes de medicamentos e de produtos químicos registradas entre janeiro de 1995 e maio de 1996 (caso do Soliris) já expiraram, o que possibilita a concorrência de genéricos. O intervalo se refere ao período entre a assinatura de acordo internacional de proteção à propriedade intelectual (Trips, na sigla em inglês) e o início da vigência da legislação brasileira de propriedade intelectual. A ministra explicou no voto que a proteção da patente nesses casos é assegurada por 20 anos contados da data do depósito. A decisão foi unânime.

A empresa questiona no recurso analisado pelo STJ a anulação da patente pedida pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial e acatada pelas instâncias judiciais ordinárias. “Tratando-se de medicamentos, adiar a entrada em domínio público das invenções significa retardar o acesso ao mercado de genéricos, causando, como consequência, o prolongamento de preços mais altos, o que contribui para a oneração das políticas públicas de saúde e dificulta o acesso da população a tratamentos imprescindíveis”, disse a ministra.

A ministra cita estudo do Conselho Administrativo Brasileiro de Defesa Econômica que aponta que os preços dos medicamentos sem patente caem em média 66%. “A extensão indevida de prazos de vigência, como na hipótese, impõe sensíveis custos a maior para seus adquirentes”, disse Nancy.

Segundo a Advocacia-Geral da União, que representou o INPI no caso, o SUS gastou R$ 613 milhões com a compra do medicamento em 2016, que foi utilizado para tratar 442 pacientes diagnosticados com Hemoglobinúria Paroxística Noturna, que pode impor ao paciente a necessidade de transfusões de sangue periódicas. A enfermidade destrói os glóbulos vermelhos do sangue, causando anemia, fadiga, dificuldade de funcionamento de diversos órgãos, dores crônicas, urina escura, falta de ar e coágulos sanguíneos.

fonte: site Consultor Jurídico – por Marcelo Galli, dia 20 de abril de 2018 (matéria na íntegra)

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Venda de remédios no país deve crescer 8% neste ano

fonte: Publicado em 16/02/2018 por Valor Online

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Nelson Mussolini, do Sindusfarma: “Ano eleitoral não é fácil para o setor, mas confiamos no crescimento do país” Depois de crescerem 11,5% em receita em 2017, acima do esperado pela indústria farmacêutica, as vendas de medicamentos no mercado brasileiro devem desacelerar neste ano e mostrar expansão de cerca de 8% até dezembro. “Ano eleitoral nunca é fácil para o setor, mas estamos confiantes no crescimento do país, para minimizar as pressões de custos e a queda da lucratividade”, diz o presidente-executivo do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (Sindusfarma), Nelson Mussolini.

Diante da baixa inflação, os laboratórios já sabem que o reajuste anual autorizado pelo governo federal para os preços de medicamentos em 2018 será um dos menores dos últimos anos. Ao mesmo tempo, em períodos eleitorais, o poder público se esforça para que não falte remédio à população, mas ações de responsabilidade fiscal podem atrapalhar essa meta, bem como as negociações com a indústria farmacêutica. “Os custos de produção continuam comprimindo as margens e a pressão do Ministério da Saúde para reduções de preços pode afetar ainda mais a lucratividade das empresas”, afirma o executivo, que vê como fundamental, para o setor e para a economia no geral, que o equilíbrio das contas públicas seja perseguido pelo governo e que as reformas, principalmente a da previdência, sejam aprovadas.

No primeiro mês do ano, as vendas de remédios nas farmácias brasileiras cresceram em receita e em volume na comparação anual, mas ficaram abaixo do verificado em dezembro. Segundo dados da consultoria IQVIA (ex-Quintiles IMS), no mês passado foram vendidas no país 319,7 milhões de unidades, alta de 9,8% frente a janeiro de 2017. Em relação a dezembro, a baixa foi de 3,5%. Em 12 meses, o crescimento acumulado foi de 6,1%. “Certamente, o mês de fevereiro não será melhor, pois teremos um menor número de dias úteis, o que impacta nosso negócio”, observa Mussolini. Em receita, considerando-se os descontos concedidos (PPP, do inglês Pharmacy Purchase Price), as vendas subiram 13,6% em janeiro, na comparação anual, para R$ 4,73 bilhões, mas caíram 4,5% ante dezembro. No acumulado de fevereiro ao primeiro mês deste ano, o crescimento foi de 11,5%. Em todo o ano passado, a receita no varejo farmacêutico cresceu os mesmos 11,5% vistos até o mês passado, enquanto em unidades a alta foi de 6,12%.

O crescimento de cerca de 10% do faturamento líquido da indústria, pondera o presidente do Sindusfarma, não significa que o setor esteja “navegando por águas tranquilas”. “As vendas em unidades não têm acompanhado a espiral demográfica, o que é sempre um problema quando se olha para o futuro”. Os dados da IQVIA mostram ainda que os genéricos se mantêm como motor da expansão das vendas de medicamentos. Em janeiro, foram vendidas cerca de 105 milhões de unidades de genéricos no país, alta de 12,3% na comparação com o mesmo mês de 2017. Ante dezembro, porém, houve queda de 3,3%. Em receita, as vendas de genéricos subiram 17,7% no primeiro mês do ano, na comparação anual, para R$ 630,6 milhões, mas caíram 4,29% frente a dezembro. Segundo previsão da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma), o reajuste autorizado pelo governo neste ano deve ficar entre os mais baixos dos últimos 13 anos. Conforme a entidade, o menor índice médio de reajuste desde 2005 foi de 1,49%, em 2007, seguido por 2,18% em 2012. Nesses anos, o Índice de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado em 12 meses até março, que é usado na fórmula de preços, foi de 3,02% e 5,85%, respectivamente – para se ter uma ideia aproximada, em 2017, o IPCA ficou em 2,94%.

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Takeda: a farmacêutica mais amada do Brasil

Takeda é reconhecida  como a farmacêutica mais amada pelos seus funcionários do Brasil. 

fonte: portal SEGs de Notícias, na íntegra

Recepção da Takeda, em São Paulo março de 2012

Em 2º lugar no ranking das 50 grandes empresas mais amadas pelos seus funcionários no Brasil pelo Love Mondays, Takeda tem suas práticas organizacionais como destaque.

A Takeda Farmacêutica, que conta com presença no Brasil por mais de 60 anos, foi reconhecida como a farmacêutica mais amada por seus funcionários, de acordo com ranking realizado pela plataforma Love Mondays. Dentro da categoria ‘50 grandes empresas mais amadas pelos seus funcionários no Brasil’, a companhia está em segundo lugar com índice de satisfação geral de 4,51 em uma escala que vai até 5. Anualmente, o portal realiza um ranking com as organizações de todo o país que possuem alguma avaliação na plataforma. O resultado se dá de acordo com a avaliação dos colaboradores que publicam resenhas anônimas e de maneira espontânea no próprio site.

Renata Campos, presidente da Takeda Brasil e Área Head LATAM, afirma que “ser reconhecida pela 3º vez consecutiva como uma das empresas mais amadas do Brasil é resultado de nossas práticas internas e esforços diários em empoderar nossos colaboradores como agentes de mudança na sociedade, com uma base de valores sólida, prioridades claras e o compromisso de colocar foco em nossos pacientes acima de qualquer decisão do negócio. Esse reconhecimento reflete que o caminho que estamos seguindo como companhia está na direção certa”.

A colocação da empresa entre as TOP3 é o reflexo do efetivo trabalho que a organização vem realizando com foco no cuidado e bem-estar de seu público interno. Além dos programas de desenvolvimento profissional como mentoring e quality conversation, a Takeda busca sempre ouvir seus funcionários. “Prezar pelo clima da companhia e criar um canal aberto e de mão dupla com todos os colaboradores da empresa nos faz compreender as necessidades do nosso público e buscar soluções que proporcionem um ambiente de trabalho leve, descontraído e com maior eficiência”, afirma Veronika Falconer, Diretora de RH, Administração e Comunicação.

“Ações como day off de aniversário dos filhos*, assessoria de corrida, horário flexível, oportunidades de job rotation internacional, entre outros benefícios, saíram de conversas entre líderes e liderados e opiniões expostas em canais de comunicação. Essas ideias foram apesentadas para o RH e Comitê Executivo da empresa que estudou a possibilidade de execução”, complementa Veronika.

Cada prática que a Takeda tem hoje é uma conquista do trabalho de cada individuo da companhia, para a presidente “mais do que um dever, é um grande prazer para nós cuidar e desenvolver nossos colaboradores, inspirar e proporcionar uma experiência de trabalho única. Assim, podemos juntos oferecer uma saúde melhor e um futuro mais brilhante para nossos pacientes por meio da liderança em inovação de medicamentos”.

O perfil da Takeda no website da Love Mondays conta atualmente com 227 avaliações e, entre os pontos elogiados pelos colaboradores na plataforma estão a evolução das pessoas e dos processos, os valores realmente colocados em prática no dia a dia, as oportunidades de aprendizado que formam o ambiente leve, interativo e respeitoso e a abertura da companhia para novas ideias e projetos. Além dessas informações, a Love Mondays também divulga vagas disponíveis na empresa e faixa salarial dos cargos contemplados. (*Aplicável para mães e pais de crianças de até 12 anos).

Sobre a Takeda Farmacêutica

Sediada em Osaka, Japão, a Takeda é uma companhia farmacêutica global que investe em pesquisa e inovação para comercializar mais de 700 produtos em 70 países, sendo especialmente forte na Ásia, América do Norte, Europa e Mercados Emergentes, incluindo América Latina, Rússia-CIS e China. Fundada há mais de 230 anos, é hoje uma das 15 maiores farmacêuticas do mundo e a número 1 no Japão, graças ao esforço contínuo de seus 31.000 colaboradores em lutar pela melhoria da saúde e um futuro mais brilhante das pessoas em todo o mundo, por meio da liderança na inovação de medicamentos. Com a integração da Millennium Pharmaceuticals e da Nycomed, a Takeda vem se transformando, aumentando sua expertise terapêutica e alcance geográfico.

A Takeda está entre as 10 principais farmacêuticas do Brasil e tem duas fábricas instaladas em território nacional – Jaguariúna (SP) e São Jerônimo (RS) –, contando com quase 2.000 colaboradores. A área de MIPs (medicamentos isentos de prescrição) possui medicamentos que são líderes no mercado e representam 48% do faturamento da companhia, que tem no portfólio produtos para dor de cabeça, problemas digestivos, antibactericida e tratamento dos sintomas da gripe4. Na área de prescrição médica, as principais especialidades atendidas pela Takeda são: gastroenterologia, cardiometabólica e imunologia, além da oncologia, lançada em 2015.

A afiliada no Brasil adquiriu em julho de 2012 o laboratório nacional Multilab – com portfólio focado em MIPs, genéricos e genéricos de marca – com o objetivo de diversificar a carteira de produtos da companhia e aproximar-se ainda mais da nova classe média.

 

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Diversidade biológica inspira busca de remédios

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Folha de São Paulo, Gabriel Alves – 11/12/2017

Uma iniciativa 100% nacional irá buscar novas substâncias originárias da biodiversidade das plantas brasileiras com o objetivo de levar novos remédios às prateleiras das farmácias. Apesar do estágio inicial em que as pesquisas se encontram, as expectativas são altas.

O laboratório farmacêutico Aché, o Laboratório Nacional de Biociências (integrante do CNPEM, Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais) e a empresa Phytobios, especializada na prospecção e na obtenção de extratos da natureza, uniram-se na empreitada. O anúncio da parceria será feito nesta segunda (11).

Um dos dois projetos prospectará um medicamento oncológico. O outro deve ter aplicações em dermatologia ou em cosméticos, ao atuar como um agente antienvelhecimento.

O investimento na primeira fase de desenvolvimento é de R$ 10 milhões –metade do valor será pago pelo Aché. Do restante, uma parte fica a cargo da dobradinha CNPEM-Phytobios e outra, da Embrapii, a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial.

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Legalização da Cannabis Medicinal pode movimentar US$ 1,4 bilhão no Brasil

(Exame.com – 30 de novembro de 2017)

A New Frontier Data, autoridade global da indústria de cannabis em relatórios de inteligência de negócios e análise de dados, em parceria com The Green Hub, uma das primeiras plataformas de pesquisa e informação de cannabis medicinal no Brasil, acaba de publicar sua primeira análise aprofundada do mercado brasileiro – Cannabis Medicinal no Brasil: 2018 Visão Geral, com detalhamento do potencial impacto da legalização da cannabis medicinal no Brasil.

Segundo o estudo, a legalização da cannabis medicinal pelo governo brasileiro para diversos tratamentos, como ansiedade, câncer, autismo, Alzheimer e outros, o número de pacientes nos primeiros 36 meses de vendas legais de cannabis poderia chegar a 959 mil. Ao incluir o seu uso também no tratamento de dor crônica, o número alcançaria aproximadamente 3,4 milhões de pacientes ao ano, movimentando o equivalente a US$ 1,4 bilhão (R$ 4,7 bilhões) na economia do país.

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“O interesse contínuo do Brasil pela legalização potencial da cannabis medicinal é parte de um fenômeno global, pois dezenas de países de todo o mundo começaram a considerar a cannabis como um tratamento médico viável para uma variedade de doenças e condições. Dada a vasta área territorial do Brasil, clima e localização geográfica estratégica, o Brasil possui grande potencial de mercado, não só para aplicações médicas domésticas, mas também para expandir sua exportação para países incapazes de cultivar localmente, como Europa e América Latina”, disse a fundadora e CEO da New Frontier Data, Giadha Aguirre de Carcer.

O CEO da brasileira The Green Hub, Marcel Grecco, confirma as palavras de seu parceiro americano. “Existe atualmente um grande interesse pela legalização da cannabis medicinal no Brasil, bem como o entendimento do impacto potencial dessa legalização e regulação da cannabis no Brasil. Trabalhando em conjunto, The Green Hub e New Frontier Data estão melhor equipados para fornecerem não apenas às empresas privadas, mas aos órgãos governamentais e aos reguladores, os dados, a avaliação e os conhecimentos dos esforços de legalização em todo o mundo, para avaliar o potencial jurídico, econômico e social. Esses recursos serão inestimáveis, pois os funcionários do governo brasileiro terão dados seguros e legais para examinarem o assunto”, explica Marcel Grecco.

A parceria entre New Frontier Data e The Green Hub foi firmada para fornecer aos reguladores e legisladores locais, regionais e nacionais que estão trabalhando ou interessados no desenvolvimento da indústria de cannabis medicinal, os dados que eles precisam para tomar decisões assertivas. O relatório Cannabis Medicinal no Brasil: 2018 Visão Geral é o primeiro passo para a obtenção de análise de dados socioeconômicos, com estatísticas e informações precisas sobre métodos científicos, testes e tecnologias de cannabis para o mercado brasileiro de cannabis medicinal.

“Estamos muito felizes pela oportunidade dessa parceria com uma empresa perspicaz e pioneira como The Green Hub em um momento tão determinante, não só no Brasil, mas também em outros países, cujos players comerciais desse setor começam a surgir”, afirmou Aguirre de Carcer.

Para obter mais informações sobre o relatório, visite http://thegreenhub.com.br

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Reino Unido será primeiro país a vender Viagra sem receita

(IstoÉ independente, publicação de 29/11/2017)

O Reino Unido será, a partir de 2018, o primeiro país do mundo a vender sem receita o medicamento contra problemas de ereção Viagra, anunciou seu fabricante, a companhia farmacêutica americana Pfizer. A Pfizer anunciou na terça-feira (28) à noite que tinha recebido autorização da agência reguladora britânica.

A notícia abre a porta para que homens envergonhados de expor seu problema aos médicos possam resolvê-lo discretamente, embora os que têm doenças cardíacas ou tomam remédios que possam interagir com a substância continuarão precisando de receita.

Capturar

As autoridades esperam que esta medida acabe com as compras de Viagra em sites que funcionam ilegalmente. “Esta decisão é boa para a saúde masculina”, disse Mick Foy, da Agência Reguladora de Produtos Médicos e Sanitários do Reino Unido (MHRA).

Facilitar o acesso ao medicamento “estimulará os homens a procurarem ajuda dentro do sistema de saúde e aumentará a conscientização sobre os problemas de ereção”, acrescentou Foy.

“Alguns homens evitavam buscar apoio e tratamento para esta condição, então acreditamos que dar a eles a opção de falar com o farmacêutico e comprar Viagra Connect pode ser um passo realmente positivo”, disse Berkeley Phillips, diretor médico da Pfizer no Reino Unido.

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