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ACS – uma trajetória feita de ética e propósito

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O que é um Propósito?

É a fundamentação por trás de tudo o que fazemos e está intimamente ligado com nossas crenças e valores. A certeza de que temos algo maior e mais transformador a realizar em nossas vidas, algo esse que não cabe no significado único de um dia de trabalho, de realização de tarefas, ou na satisfação basal da nossa “Pirâmide de Maslow”. O “simples” fato de trabalharmos com a saúde de outra pessoa, já seria suficiente para nos levar por esse caminho. Mas somos inquietos.

A ACS vive seus valores: Respeito ao Próximo, Colaboração, Empatia e Aprendizado. E um dos caminhos para que possamos viver nossos valores é o da ética nas relações e nos negócios, sempre por meio de interações saudáveis.

Levamos o tema da Saúde tão a sério, que desenvolvemos nosso próprio Programa de Compliance. Ser talvez a primeira empresa de representações comerciais brasileira na área da saúde a ter seu próprio Programa de Compliance é mais um importante passo no que consideramos nosso propósito maior: prestar serviços, horando as empresas as quais representamos, sempre mirando o bem estar dos pacientes e o apoio resolutivo dos profissionais que os atendem, no caso, os médicos.

Este é o DNA da ACS!

Veja a Pirâmide de Maslow e entenda o que é causa (propósito) e o que é consequência. Pense, reflita e veja se faz sentido. Nossas escolhas estão diretamente vinculadas à noção de propósito.

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visite nosso link (AQUI) e saiba mais sobre nosso Código de Ética.

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Citações de Bill Gates

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Bill Gates tem um patrimônio líquido estimado em 90 bilhões de dólares, valor maior do que o PIB de países como Cuba e o Sri Lanka. Por meio de sua Fundação, Bill e Melinda Gates, criada em 1997, desde 2000, já doou mais de 30 bilhões para causas sociais. O site Businness Insider publicou, há um tempo atrás, algumas citações de Bill Gates, bem interessantes:

Sobre o sucesso da Microsoft

“A maioria dos nossos concorrentes investiam em um só produto… Eles criavam esse único produto, mas nunca se aprofundavam na engenharia envolvida. Não pensavam em software de forma abrangente. Não se preocupavam com ferramentas e eficiência. Assim, eles fabricavam um produto, mas não o renovavam para que pudesse chegar à próxima geração.” (BBC, em 19 de junho de 2008)

Sobre trabalhar com Steve Jobs

“Steve e eu éramos muito diferentes. Mas éramos muito bons em escolher pessoas. Ambos hiperenergéticos e trabalhadores. Éramos parceiros próximos no desenvolvimento do software Mac original, e isso foi incrível, porque tínhamos mais gente trabalhando nele do que a própria Apple tinha. Mas fomos muito ingênuos. Steve prometeu que a máquina custaria 499 dólares e, de repente, custava 1.999 dólares. Mesmo assim, o projeto Mac foi uma experiência incrível.” (Rolling Stone, em 13 de março de 2014)

Sobre sucesso

“O sucesso é um péssimo professor. Seduz pessoas inteligentes a pensarem quem não podem perder.” (Livro “The Road Ahead”, de 1995)

Sobre o crescimento da Microsoft

“”Sabe, mesmo quando escrevemos na Microsoft, em 1975, ‘um computador em cada mesa e em cada casa’, nós não percebemos que teríamos que ser uma grande empresa. Cada vez que chegava o momento eu pensava ‘será que poderemos mesmo dobrar em tamanho?'” (Site AllThingsD, em 31 de maio de 2007)

Sobre aproveitar as coisas simples

“Eu lavo os pratos todas as noites – outros se oferecem, mas eu gosto do jeito que lavo.” (Reddit, em 10 de fevereiro de 2014)

Sobre o papel da tecnologia

“Tudo bem, visite essas super empresas de tecnologia como a Bangalore Infosys, mas por favor, só para aproveitar a visita, vá alguns quilômetros adiante e veja as pessoas que vivem sem banheiro, sem água encanada… O mundo não é preto e branco e computadores não estão nem entre as primeiras cinco necessidades humanas.” (The Financial Times, em 1º de novembro de 2013)

Sobre o papel do dinheiro

“Certamente estou bem cuidado em termos de alimento e vestimentas… O dinheiro não tem utilidade para mim, depois de um certo ponto. Sua utilidade está completamente direcionada em construir uma organização e distribuir recursos para os mais pobres e necessitados do mundo.” (The Telegraph UK, em 18 de janeiro de 2013)

Sobre o valor de clientes insatisfeitos

“Seus clientes mais insatisfeitos são sua grande fonte de aprendizado.” (Forbes, em 4 de março de 2014)

Sobre os limites do capitalismo

“O mercado não leva cientistas, jornalistas, pensadores e governos a fazerem as coisas certas, necessariamente. E somente prestando atenção a essas coisas certas e dispondo de pessoas brilhantes que se importam e atraem outras pessoas para elas é que podemos progredir o tanto quanto precisamos”. (TED Talk, em fevereiro de 2009)

Sobre a importância da inovação

“Nosso estilo de vida moderno não é uma criação política. Antes de 1700, grande parte das pessoas era muito pobre. A vida era curta e brutal. Não é porque não tínhamos bons políticos; tínhamos alguns muito bons políticos. Mas então começamos a inventar – eletricidade, motores a vapor, microprocessadores – e a entender de genética, medicina e coisas assim. Sim, estabilidade e educação são importantes – não estou tirando seu mérito – mas a inovação é o verdadeiro motor do progresso”. (Rolling Stone, em 13 de março de 2014)

 

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Cannabis para fins medicinais – dilema longe de ser resolvido

Apesar do uso medicinal da cannabis ser amplamente debatido em países europeus e americanos, no Brasil o tema é embrionário. É grande a insegurança quanto ao desenvolvimento e ação nesse mercado, o que trava qualquer solução por parte dos poderes Legislativo e Judiciário. Com isso torna-se mais remota ainda a possibilidade de investidores destes segmentos olharem para o país.

O Brasil é signatário das duas maiores convenções sobre a regulamentação de drogas entorpecentes e narcóticos do mundo: a Convenção de 1961 e a Convenção de 1971. Os participantes de ambas se comprometem a combater o tráfico de drogas e entorpecentes de forma ampla e irrestrita, por meio de regulamentação própria.

A nossa Constituição trata o Tráfico de Drogas como caso de Segurança Pública, a ser conduzido por forças policiais e com medidas claras de prevenção, proibição à produção e tráfico, definidas na Leia de Drogas.  O cultivo, plantio, colheita, beneficiamento, também são previstos em lei e considerados proibidos.

O único acesso à cannabis permitido no Brasil é relativo aos dois itens que podem ser extraídos, o Canabidiol e o Tetraidocanabidiol. Pais de crianças portadoras de doenças como Esclerose Múltipla, Esquizofrenia, Paralisia Cerebral, Convulsões e outras, por meio de ação judicial, conseguem acesso ao produto. Apesar disso, até o momento, a questão da cannabis e sua intrincada árvore de decisões sobre usos e limites, não parede estar no horizonte de prioridades da ANVISA.

fonte: Jornal Valor Econômico e portal GreenMe

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James Allison e Tasuku Honjo – Nobel de Medicina 2018 por avanços no combate ao Câncer

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James Allison (EUA) e Tasuko Honjo (Japão)

O Prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina de 2018 foi para as mãos de dois imunologistas. James Allison, do MD Anderson Cancer Center no Texas, Estados Unidos, e Tasuku Honjo, da Kyoto University, no Japão, deram passos fundamentais ao desenvolver novos tipos de imunoterapias que ajudam nosso sistema imune a combater o câncer, principalmente o de pulmão e o mieloma.

Células imunes precisam de estrito controle para serem impedidas de se transformarem em organismos inapropriados que causam inflamações. Células do nosso sistema imune têm uma série de “interruptores” de ‘ligado’ e ‘desligado’ que funcionam harmonicamente para ajudar a regular suas funções. Quando ‘desligadas’ – chamadas de “checkpoints” -, funcionam mais ou menos como os freios de um carro.

Essa ação de balanceamento imune geralmente funciona bem, mas não é o caso em tumores cancerígenos: eles podem encorajar os freios imunes a ficarem ligados, o que significa que a resposta é diminuída e as células não podem matar os tumores efetivamente.

Ao explorar o conhecimento sobre o funcionamento de células imunes, os pesquisadores descobriram que é possível ajuda-las a atacarem o tumor. O tratamento funciona ao liberar os freios de células imunes específicas, chamadas células T. Isso permite que elas ficam ligadas e possam matar as células tumorosas.

Allison estava estudando uma proteína chamada CLTA-4, que é um freio importantíssimo em nosso sistema imune. Ele compete com os interruptores de “ligado” para ajudar a controlar a imunidade. Percebeu, então, que bloquear a ação da CTLA-4 teria um potencial incrível para ajudar as células imunes a atacarem células de tumores.

Honjo descobriu outro grupo de checkpoints chamados “família PD-1”. Esta família de proteínas trabalha de uma forma totalmente diferente da CTLA-4, mas também age como um freio imune.

Os dois pesquisadores enxergaram o potencial de seu trabalho e perceberam que mirar nestes dois grupos de freios imunes poderia revolucionar a terapia de câncer. A descoberta de inibidores de checkpoints como imunoterapia foi revolucionária na terapia de câncer.

Terapia combinada

Um bônus é que, como estas terapias têm diferentes mecanismos, elas podem ser usadas ao mesmo tempo. A terapia combinada provou, em alguns casos, ser mais efetiva no tratamento de tumores em pacientes do que uma droga sozinha.

O campo da imunoterapia é um dos mais empolgantes em imunologia. Conforme aprendemos mais sobre imunologia e como células imunes trabalham, identificamos mais checkpoints e mais formas de empoderar nosso sistema imune para lutar contra o câncer.

A imunoterapia também é importante para outras doenças como autoimunidade, onde o sistema imune reage de forma exagerada. Neste aso, é possível regulá-lo “para baixo”, ajudando o corpo a encontrar equilíbrio.

Conforme descobrimos mais sobre imunologia, o número de alvos que podemos observar para manipular a aplicação de imunoterapias cresce, fazendo este um momento incrível para ser um imunologista.

Esta premiação brinda um incrível trabalho feito por dois laboratórios e é uma realização fantástica. Ainda assim, é importante reconhecer que esta pesquisa revolucionária foi construída através de um trabalho fundamental de imunologia, e que há um lugar crucial para ela, assim como trabalhos clinicamente aplicados em pesquisa.

Revista Galileu, matéria na integra da jornalista Sheena Chuckshank. Para acesso ao conteúdo original, clique aqui.

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Ponto de Inflexão – sua empresa atingiu o dela?

Na matemática, o Ponto de Inflexão é um ponto sobre uma curva ascendente, onde a curvatura troca de sinal, muda seu ritmo – sua ascendência estaciona e torna-se descendente, se alguma variável não se alterar. Em negócios, temos exatamente o mesmo movimento. O que torna a constante reinvenção cada vez mais necessária. Muitas empresas desapareceram nos últimos 50 anos, graças ao “boom” do Vale do Silício, com suas tecnologias e modelos disruptivos.

Pequenas empresas, desburocratizadas, minimamente hierarquizadas, dispostas a correr riscos e em busca de um modelo “monetizável” de suas fantásticas idéias, foram redefinindo o mercado.

Quando o ritmo da mudança da empresa for ultrapassado pelo ritmo fora dela, o fim está próximo.” (Jack Welsh).

De repente, como se uma mensagem viesse com o vento, algo precisa mudar.  Os modelos de negócio centralizadores, pesados, pautados em economia de escala e lucro pelo lucro vão perdendo relevância. A nova revolução, talvez mais pesada que a Industrial e a tecnológica juntas, é a da economia colaborativa e do propósito de resolver um grande problema, com resultados de grande impacto para quem compra um serviço. Assim surgiram Uber, AirbNb, Co-workings e outros modelos. Até o referencial de “ser bem sucedido” vem mudando. Gente engravatada, em carros de luxo, trabalhando para gente que simplesmente só anda de bicicleta (?).

A indústria da música é um ótimo exemplo. A digitalização fez desaparecer os discos, fitas e CDs, deu lugar ao download, que só durou até aparecerem os streamings. Apple, Spotify e Deezer subverteram a lógica de se gravar, vender e ouvir música.

Os jornais eram, até um passado não muito remoto, os centralizadores da notícia e da opinião, até o aparecimento dos blogs, redes sociais e, mais recentemente, a opinião é de quem a tem, por meio do Whatsapp.

Segundo o relatório do World Economic Fórum 2017-2018, 85% da população do planeta terra já vive próximo a,pelo menos, uma torre de celular (veja relatório AQUI). Ainda conforme o relatório, em 2019, 59% da população mundial terá um smartphone e mais da metade estará facilmente conectada à internet até 2025. Tudo isso com acesso ilimitado a dados, uma vez que a comoditização do armazenamento é um caminho natural, dado o aumento da capacidade.

Com tudo isso pela frente, mudar um modelo de negócios não é tarefa fácil, ainda mais em se tratando de algo que está dando lucro e que, aparentemente, vai bem. Erros precisam ser vistos como parte do ambiente de aprendizado. É como se, de tempos em tempos, tivéssemos que “resetar” e, dentro do ecossistema de negócios, lançar um novo olhar, como uma start up constante. Reaprender, voltar a estudar, a acertar, errar, reafirmar o aprendizado.

O “incomodo” pede atenção e ação. É a vivência constante do PDCA (tão antigo e tão novo ao mesmo tempo), só que observado em uma dinâmica completamente diferente. Planejar, fazer, ver como o modelo reagiu, corrigir. E seguir adiante, sabendo que SER grande importa bem menos do que PENSAR grande.

A grande questão: como manter minha empresa relevante e surpreendente para meus clientes, em um mercado que se move todos os dias e de forma tão exponencial, para desespero das verdades absolutas? E não adianta procrastinar. Todo esse movimento é para ontem, pois como diz o velho ditado, não há prazer sem uma dorzinha.

fontes de pesquisa: Meio & Mensagem, Computerworld website e World Economic Forum Competitiveness Report 2017-2018

 

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Nasce o quarto macaquinho

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Adaptação ultra atual de Roberto Margosi – o quarto macaquinho não vê, não ouve e não fala nada…mesmo!

O Ilustrador italiano Roberto Margosi apresenta ao mundo o quarto macaquinho, uma adaptação ultra moderna de “Os 3 macacos sábios”, escultura japonesa do século XVII.

O significado original desta escultura (localizada em um templo na cidade de Nikkõ, Japão) remonta o folclore japonês: se as pessoas não olhassem, não ouvissem e não falassem mal ou do mal, teríamos um mundo de paz e harmonia (miru=olhar, kiku=ouvir, iu=falar e zaru=negar).

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Kikazaru (o que tapa os ouvidos), iwazaru (o que tapa a boca) e mizaru (o que cobre os olhos).

Adaptações ilustrativas desta escultura ficaram mundialmente famosas, principalmente no mundo ocidental, por um significado bem menos nobre: como alusão à pessoa que não se posiciona ou que, diante de atos ilícitos, faz vista grossa.

Dado o contexto atual, a representação de Margosi remete a uma “real evolução da espécie”.

fonte: wikipedia

 

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Anvisa aprova medicamentos para câncer de mama e asma grave

Publicado em 01/08/2018, Por Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil/Brasília (matéria na íntegra)

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou dois novos medicamentos: o Kisqali (succinato de ribociclibe), indicado para o tratamento de câncer de mama localmente avançado ou metastático em mulheres na pós-menopausa; e o Cinqair (reslizumabe), indicado como terapia adjuvante de manutenção em pacientes adultos com asma grave.

De acordo com a Anvisa, o Kisqali será comercializado na forma de comprimido revestido, com concentração de 254,4 miligramas (mg) de succinato de ribociclibe (200 mg de ribociclibe), fabricado pela empresa Novartis Singapore Pharmaceutical Manufacturing PTE. LTD, em Cingapura. A detentora do registro no Brasil é a Novartis Biociências S.A.

Já o Cinqair (reslizumabe) está enquadrado na categoria de produto biológico novo e é indicado, por exemplo, quando o quadro clínico for inadequadamente controlado com o uso de corticosteroides inalatórios, em doses médias a alta, associado a outro medicamento para tratamento de manutenção.

O Cinqair (reslizumabe) não deve ser utilizado para tratar os sintomas agudos da asma ou exacerbações agudas. Também não é indicado para o alívio de broncoespasmos agudos ou estado de mal asmático”, informou a agência. O produto será fabricado pela Lonza Biologicals Inc., nos Estados Unidos, e a detentora do registro no Brasil é a empresa Teva Farmacêutica Ltda.

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Criatividade é o que nos faz humanos – por Marcos Piangers

O radialista, colunista e repórter Marcos Piangers provoca, de forma muito divertida, reflexões sobre o dilema que assombra a humanidade: o paradoxo da tecnologia. Onde pode a inteligência artificial chegar a ponto de, em dez anos, robôs reproduzirem comportamentos complexos os quais hoje são atributos unicamente nossos? O medo Hollywoodiano de que as máquinas nos superem e dominem, relegando o ser humano à sub-raça nos acompanha desde o tempo em que os carros eram carroças a vapor.  Se a nossa caminhada evolutiva nos remete a sermos seres melhores, porque razão as máquinas, organismos em contante estágio de sofisticação, seriam organismos piores que nós? Isso só faz sentido em Hollywood.

fonte: TED Talks Joinville, 2016.

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Anvisa aprova novo genérico para tratamento da hepatite C

Por: Ascom/Anvisa – Publicado (última modificação):  22/05/2018 15:26

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, nesta segunda-feira (21/5), o registro de um medicamento genérico inédito destinado ao tratamento de infecções causadas por hepatite C crônica. O Sofosbuvir, que será utilizado como um componente da combinação do regime de tratamento antiviral, atua como inibidor da polimerase NS5B, enzima essencial para a replicação do vírus que provoca a doença.

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De acordo com a Anvisa, a aprovação do Sofosbuvir deve reduzir os custos do tratamento, pois os medicamentos genéricos entrarão no mercado com valor, no mínimo, 35% menor que o do produto de referência.

Até o momento, não havia genéricos do medicamento Sofosbuvir, que está no mercado com o nome comercial Sovaldi, registrado pela empresa Gilead Sciences Farmacêutica do Brasil Ltda. O registro aprovado nesta segunda (21/5) pela Anvisa foi concedido à empresa Blanver Farmoquimica e Farmacêutica S.A.

Sobre a doença

A infecção viral por hepatite C, conhecida por provocar inflamação do fígado, é um problema de saúde global, com estimativa de 170 milhões de indivíduos cronicamente infectados. Não existe vacina contra a doença, por isso, o caminho é a prevenção.

De acordo com informações do Ministério da Saúde, a hepatite C é causada pelo vírus C (HCV) e está presente no sangue das pessoas infectadas. Entre as causas de transmissão estão a transfusão de sangue e o compartilhamento de material para uso de drogas (seringas, agulhas, cachimbos, entre outros), para higiene pessoal (lâminas de barbear e depilar, escovas de dente, alicates de unha ou outros objetos que furam ou cortam) ou para confecção de tatuagem e colocação de piercings.

Embora sejam formas mais raras, a transmissão da doença também pode ocorrer da mãe infectada para o filho, durante a gravidez, e por sexo sem camisinha com uma pessoa infectada.

Ainda de acordo com o Ministério da Saúde, quando a infecção pelo HCV persiste por mais de seis meses, o que é comum em até 80% dos casos, caracteriza-se a evolução para a forma crônica. Cerca de 20% dos infectados cronicamente pelo HCV podem evoluir para cirrose hepática e cerca de 1% a 5% para câncer de fígado.

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Medley investe R$ 30 milhões em P&D

fonte: matéria na íntegra portal Panorama Farmacêutico, 08 de maio de 2018.

O laboratório Medley investirá aproximadamente R$ 30 milhões em Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) de produtos em sua unidade em Campinas (SP). O valor será utilizado tanto na área de medicamentos genéricos quanto na de similares.

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A marca projeta crescer 10% em 2018 com a reformulação da estratégia para genéricos. “A alta foi de 2% na venda de itens desse tipo em 2017, e mudamos o posicionamento. Revisamos os preços de algumas moléculas para tratamento de problemas gástricos e cardiológicos e preparamos lançamentos”, comenta o diretor da marca, Carlos Aguiar.

Serão oito novas substâncias no mercado até o fim do ano, principalmente antibióticos e medicamentos usados no tratamento de depressão e esquizofrenia. Os medicamentos comercializados com a marca comercial da empresa representam 30% de sua receita. O objetivo é aumentar essa representatividade.

A Medley é uma empresa do grupo Sanofi.

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