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Boston Scientific adquire EndoChoice por US$ 210 milhões

A aquisição reforça os planos de expansão da companhia no segmento de endoscopia.

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Marlborough, Mass e Alpharetta, (27 de setembro de 2016) – Boston Scientific e EndoChoise anunciaram hoje a assinatura de um acordo para a aquisição da EndoChoise por parte da Boston Scientific. Feita a transação, EndoChoice passa a fazer parte da divisão de endoscopia da Boston.

A EndoChoise desenvolve e comercializa uma série de produtos e serviços inovadores, direcionados para diagnóstico e tratamento de problemas do trato gastrointestinal. Fazem parte do portfólio da EndoChoice dispositivos single use, tais como dispositivos para ressecção, agulhas, pinças e kits para controle de infecção. A empresa é bastante presente nos segmentos de patologia e diagnóstico por imagem.

Como parte do acordo, a Boston Scientific fará oferta pública das ações da EndoChoice a 8 dólares por ação. Se a oferta for bem sucedida, todas as ações restantes receberão o mesmo valor pago aos acionistas participantes da oferta pública. A transação foi de US$ 210 milhões de dólares e deverá ser concluída até o final de 2016 (sujeita às habituais condições de fechamento de um negócio como este).

“A inclusão dos produtos e serviços da EndoChoice ao nosso portfólio faz parte da nossa estratégia no fornecimento de soluções para o especialista e seus pacientes”, declarou Art Butcher, vice-presidente sênior da divisão de endoscopia da Boston Scientific. “Esperamos que esta aquisição possa expandir nossa liderança em novas tecnologias no segmento da Endoscopia, alavancando um forte crescimento em nossos negócios nesse segmento”, acrescenta.

Segundo Mark Gilreath, fundador e executivo-chefe, EndoChoice, “A combinação entre o nosso amplo portfólio de produtos e serviços para o médico e os produtos complementares, adicionados à grande infra-estrutura global que a Boston Scientific possui em Endoscopia, cria uma melhor e mais ampla plataforma de crescimento ambas as empresas, fornecendo valor imediato aos nossos acionistas. ”  

EndoChoice faturou aproximadamente US$ 75 milhões de dólares em faturamento em doze meses, contados até 30 de junho de 2016. O portfolio de imagem EndoChoice inclui o colonoscópio Full Spectrum Endoscopy (FUSE®), que permite ao médico melhor visualização da anatomia do trato gastrointestinal, bem como encontrar mais lesões durante a colonoscopia. Sobre o FUSE®, a Boston Scientific pretende avaliar alternativas estratégicas, fornecendo mais informações conforme o avanço da transação.

Sobre Boston Scientific

Boston Scientific transforma vidas por meio de soluções médicas inovadoras e que melhoram a saúde de pacientes em todo o mundo. Como líder global de tecnologia médica há mais de 35 anos, a Boston Scientific contribui para a vida, fornecendo uma ampla gama de soluções de alto desempenho que atendam às necessidades não satisfeitas dos pacientes, bem como promove a redução do custo com cuidados de saúde.

Sobre EndoChoice

Sediada em Atlanta (Georgia/USA), a EndoChoice é uma empresa de tecnologia médica com foco na fabricação e comercialização de tecnologias em sistemas de imagem endoscópica, dispositivos e produtos de controle de infecção e serviços de patologia para os especialistas no tratamento do sistema gastrointestinal, incluindo o Câncer de Cólon. Possui mais de 2.500 clientes nos Estados Unidos e trabalha com parceiros distribuidores em 30 países. A empresa foi fundada em 2008 e desenvolveu rapidamente um amplo e inovador portfólio de produtos. EndoChoice e Full Spectrum Endoscopy (Fuse®) são marcas registradas da EndoChoice Holdings, Inc.

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Quase 3 milhões de pessoas sem o seguro desemprego

Acompanhando o avanço do desemprego no Brasil, a situação de quem perdeu o emprego e passa a depender do seguro desemprego também fica mais complicada. O benefício tem duração máxima de 5 meses e, no mês de maio, cerca de 540 mil pessoas receberam a última parcela. No ano de 2016, o número de pessoas as quais receberam o benefício já foi 8% superior ao mesmo período de 2015, de acordo com o Ministério do Trabalho.

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Com o momento econômico, vagas estão sendo congeladas ou eliminadas, o que faz com que a busca por uma recolocação rápida seja cada vez mais difícil. Em abril de 2016,  pelo décimo terceiro mês consecutivo, o mercado formal encerrou 62.844 vagas.

Segundo especialistas em RH, profissionais ficarem, em média, 6 meses desempregados é considerado normal. Em tempos de vacas gordas, porém, o fato pode se dar pela rotatividade normal dos mercados, na busca pelos profissionais mais qualificados. Porém na crise, vira uma questão de necessidade.

O seguro com valor máximo é de R$ 1.542,00, valor usado normalmente para as despesas básicas. Para solicitar o benefício, o profissional precisa recorrer às unidades da Caixa Federal credenciadas ou na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE) para obter maiores informações.

fonte: Folha de São Paulo

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Genéricos: maior volume de lançamentos em cinco anos

Um total de 35 medicamentos genéricos inéditos autorizados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), no ano passado, devem chegar ao mercado brasileiro em 2016, naquele que representa o maior volume de lançamentos dos últimos cinco anos, de acordo com levantamento da Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos (PróGenéricos). Conforme a entidade, formada por 15 associadas que concentram aproximadamente 90% das vendas do segmento no país, esses lançamentos têm potencial de adicionar R$ 615,7 milhões em vendas no mercado de genéricos.

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Do lado do consumidor, os novos medicamentos representam uma economia direta aproximada de R$ 215 milhões. Dos 35 produtos autorizados pela Anvisa, sete são de uso predominantemente hospitalar e não são encontrados no varejo.

A agência também autorizou o uso de 15 formas farmacêuticas inéditas de remédios que já estão no mercado. “Trata-se do maior volume de genéricos inéditos lançados nos últimos cinco anos”, afirma, em nota a presidente-executiva da entidade, Telma Salles.

Conforme a PróGenéricos, entre os produtos que poderão ser encontrados em versão genérica estão o antidepressivo Donaren (da Apsen) e o Ritmonorm (Abbott), indicado para arritmia.

fonte: site Interfarma  (Valor Econômico / jornalista: Stella Fontes)

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Boticário revê planos para 2015

Com o acanhamento do consumo e a economia ruim, o grupo Boticário revê planos expansionistas para 2015

A gigante brasileira da higiene e beleza o Gruo Boticário (3º lugar no ranking de participação de mercado) pôs em marcha uma reestruturação de seu plano estratégico, por conta do cenário macroeconômico vislumbrado para 2015. Segundo entrevista do Presidente da empresa para o Jornal Valor Econômico, Artur Grymbaum, o plano de expansão da empresa para esse ano considera a abertura de apenas 50 novas lojas, menos da metade das 120 lojas abertas em 2014.

euromotorAs necessidades de ajustes também consideram um redesenho organizacional, otimizando diretorias e departamentos, bem como eliminando duplicidades de posições. A empresa passa a trabalhar com unidades de negócios ao invés de divisões por marcas. Ainda segundo Grymbaum, à lentidão da economia se somam o dólar alto e o aumento da carga tributária, o que invariavelmente puxa os custos deste mercado pra cima. O plano agora é buscar produtividade e eficiência.

O grupo Boticário dobrou seu tamanho de 2010 a 2014 e faturou no ano passado 9,3 bilhões de reais.

Fonte: Valor Econômico

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Quando desanimar com o Brasil, pense em Jorge Paulo Lemann

Um carioca avesso à badalações, focado nos negócios e motivo de orgulho nacional.

Notícias sobre o cenário político-econômico do nosso  país não nos dão motivo de muito orgulho. Uma pena. Não temos muitos heróis e temos colecionado um monte de vilões. Por isso, prefiro olhar para um dos caras que certamente se fazem respeitar dentro e fora desse país. Jorge Paulo Lemann. Começou do zero no mercado financeiro na década de 70, foi fundador e dono do Banco Garantia, onde a ousadia nos negócios e a obsessão por resultados e corte de custos os levou a um modelo de negócios vitorioso. Vendeu o banco e, juntamente com os sócios, abriu a GP investimentos, o primeiro fundo Private Equity do Brasil. Compraram as Americanas e são donos da B2W. Fundaram a AMBEV comprando empresas de bebidas decadentes. Não satisfeitos, invadiram a Europa e adquiriram também a cervejaria belga Interbrew, depois fincaram o pé nos EUA comprando a americana Budweiser, o que fez com que a agora renomeada AB Imbev se tornasse a maior cervejaria do mundo. Em 2010, compraram também o Burger King.

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Em 2013, adquriram a líder do mercado americano de molhos Heinz (aquele catchup maravilhoso), numa operação conjunta com o magnata empreendedor Warren Buffet. E a mais recente tacada de João Paulo Lemann e seus sócios foi a aquisição e fusão da Kraft Foods (salgadinhos) com a Heinz. Juntas, as duas empresas americanas somam um faturamento de mais de 28 bilhões de dólares.

Cansou de acompanhar a lista de êxitos? Pois é. Dá ou não dá orgulho? O modelo de negócios de Lemann e sócios é buscar resultado financeiro, corte de custos e meritocracia, atributos não muito comuns em empresas brasileiras, normalmente lentas, indisciplinadas e familiares. Em tempos de Eike Batista, admirá-lo é uma forma de fazer justiça a esse discreto brasileiro que pensa em negócios 16 horas por dia. E em bons negócios, diga-se de passagem.

Quando estiver triste com o rumo das coisas no Brasil e como nos veem lá fora, pense em Jorge Paulo Lemann.

fonte: Exame.com

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Profarma aumenta capital e atrai sócio

Fonte: Valor Econômico – por Rodrigo Polito | Do Rio (matéria na íntegra)

A distribuidora de medicamentos e itens de higiene pessoal Profarma estuda fazer aquisições no segmento de varejo fora do Rio de Janeiro. O objetivo da empresa é ampliar a fatia dessa área de negócio nas vendas totais da companhia de 15% para 30%, em até três anos. A estratégia recebe impulso, agora, de duas operações: aumento de capital e a entrada de um novo sócio, a AmerisourceBergen.

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“Entramos no ano passado no varejo, através de duas redes no Rio de Janeiro [por meio da aquisição da Drogasmil/Farmalife e Tamoio]. Temos a visão de entrar em outros Estados através de aquisição. Nosso crescimento, nessa divisão de negócio, será um misto de crescimento orgânico e aquisição”, disse o diretor de relações com investidores da Profarma, Maximiliano Fischer, ao Valor PRO, serviço de informação em tempo real do Valor.

Parte dos recursos para turbinar a expansão será proveniente de um aumento de capital, de até R$ 335,6 milhões. Desse total, a gigante americana de distribuição de medicamentos AmerisourceBergen se comprometeu a injetar cerca de R$ 190 milhões, por meio de subscrição de ações que serão cedidas pela BMK Participações, controladora da Profarma. Ao fim da operação, previsto para o segundo trimestre, a americana terá de 17,6% a 19,9% da Profarma.

O acordo firmado entre as duas empresas, divulgado ontem, prevê a criação de uma joint venture, chamada Profarma Speciality, com participação de 50% cada uma, na área de especialidades hospitalares (produtos de alto valor como os destinados para tratamentos oncológicos e próteses mamárias, entre outros).

A contribuição da Profarma para a joint-venture será representada pelas empresas do setor Prodiet e Arpmed, adquiridas pela companhia em 2011 e 2012. Já a norte-americana, líder mundial no segmento, contribuirá com dois aportes, além dos R$ 190 milhões: um primário de R$ 40 milhões e um secundário (por meio de aquisição de ações adicionais) de R$ 21,3 milhões.

Assim como o mercado de varejo, o segmento de especialidades hospitalares é considerado estratégico para a Profarma. As duas áreas têm margens e rentabilidade superiores às da atividade de distribuição de produtos farmacêuticos, negócio original da Profarma e que ainda responde por 70% do faturamento da empresa.Segundo Fischer, o negócio de especialidades hospitalares responde por 15% das vendas da Profarma.

A AmerisourceBergen, por sua vez, também considera o acordo estratégico para sua entrada no mercado brasileiro. “Com uma visão de crescimento macroeconômico no longo prazo, demografia favorável e crescente acesso a serviços de saúde e especialidades farmacêuticas, o mercado brasileiro nos oferece uma tremenda oportunidade para expandir nossas ofertas internacionais”, afirmou o diretor-presidente da companhia, Steven Collis, em comunicado ontem.

Com receita anual de US$ 88 bilhões no ano fiscal terminado em outubro, a AmerisourceBergen tem acordo firmado, em 2013, com a Walgreens, maior rede de drogarias dos Estados Unidos, e com Alliance Boots, distribuidora europeia de remédios, em que as duas últimas têm direito de adquirir 23% do capital da norte-americana.

Segundo Fischer, o acordo com a AmerisourceBergen anunciado ontem, porém, não teve nenhum envolvimento da Walgreens e da Alliance Boots, e é focado em especialidades hospitalares.

As ações da Profarma fecharam o pregão com alta de 9,44%, cotadas a R$ 19,37.

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Covidien fecha acordo para aquisição da Given Imaging

A Covidien, gigante no mercado de dispositivos médicos, com mais de 38 mil funcionários no mundo e faturamento superior a 10 bilhões de dólares, fechou acordo de aquisição da Given Imaging por 860 milhões de dólares.

Bryan Hanson - Presidente da Covidien para Dispositivos Médicos e para os EUA

Bryan Hanson – Presidente da Covidien para Dispositivos Médicos e para os EUAbilhões de dólares, fechou acordo de aquisição da Given Imaging por 860 milhões de dólares.

A Given é a companhia israelense que revolucionou o mercado de exames diagnósticos com a  pesquisa, desenvolvimento e comercialização da tecnologia para a visualização, diagnóstico e monitoramento do sistema digestivo por meio de Cápsula Endoscópica (PillCam).

“Adquirir a Given permitirá à Covidien expandir significativamente a sua presença em um mercado estimado em cerca de 3 bilhões de dólares”, disse Bryan Hanson, Presidente da Covidien para dispositivos médicos e para os Estados Unidos. A transação deverá ser concluída, após análise e aprovação dos órgãos regulatórios competentes, até março de 2014.

fonte: Reuters

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