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Medley investe R$ 30 milhões em P&D

fonte: matéria na íntegra portal Panorama Farmacêutico, 08 de maio de 2018.

O laboratório Medley investirá aproximadamente R$ 30 milhões em Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) de produtos em sua unidade em Campinas (SP). O valor será utilizado tanto na área de medicamentos genéricos quanto na de similares.

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A marca projeta crescer 10% em 2018 com a reformulação da estratégia para genéricos. “A alta foi de 2% na venda de itens desse tipo em 2017, e mudamos o posicionamento. Revisamos os preços de algumas moléculas para tratamento de problemas gástricos e cardiológicos e preparamos lançamentos”, comenta o diretor da marca, Carlos Aguiar.

Serão oito novas substâncias no mercado até o fim do ano, principalmente antibióticos e medicamentos usados no tratamento de depressão e esquizofrenia. Os medicamentos comercializados com a marca comercial da empresa representam 30% de sua receita. O objetivo é aumentar essa representatividade.

A Medley é uma empresa do grupo Sanofi.

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Venda de remédios no país deve crescer 8% neste ano

fonte: Publicado em 16/02/2018 por Valor Online

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Nelson Mussolini, do Sindusfarma: “Ano eleitoral não é fácil para o setor, mas confiamos no crescimento do país” Depois de crescerem 11,5% em receita em 2017, acima do esperado pela indústria farmacêutica, as vendas de medicamentos no mercado brasileiro devem desacelerar neste ano e mostrar expansão de cerca de 8% até dezembro. “Ano eleitoral nunca é fácil para o setor, mas estamos confiantes no crescimento do país, para minimizar as pressões de custos e a queda da lucratividade”, diz o presidente-executivo do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (Sindusfarma), Nelson Mussolini.

Diante da baixa inflação, os laboratórios já sabem que o reajuste anual autorizado pelo governo federal para os preços de medicamentos em 2018 será um dos menores dos últimos anos. Ao mesmo tempo, em períodos eleitorais, o poder público se esforça para que não falte remédio à população, mas ações de responsabilidade fiscal podem atrapalhar essa meta, bem como as negociações com a indústria farmacêutica. “Os custos de produção continuam comprimindo as margens e a pressão do Ministério da Saúde para reduções de preços pode afetar ainda mais a lucratividade das empresas”, afirma o executivo, que vê como fundamental, para o setor e para a economia no geral, que o equilíbrio das contas públicas seja perseguido pelo governo e que as reformas, principalmente a da previdência, sejam aprovadas.

No primeiro mês do ano, as vendas de remédios nas farmácias brasileiras cresceram em receita e em volume na comparação anual, mas ficaram abaixo do verificado em dezembro. Segundo dados da consultoria IQVIA (ex-Quintiles IMS), no mês passado foram vendidas no país 319,7 milhões de unidades, alta de 9,8% frente a janeiro de 2017. Em relação a dezembro, a baixa foi de 3,5%. Em 12 meses, o crescimento acumulado foi de 6,1%. “Certamente, o mês de fevereiro não será melhor, pois teremos um menor número de dias úteis, o que impacta nosso negócio”, observa Mussolini. Em receita, considerando-se os descontos concedidos (PPP, do inglês Pharmacy Purchase Price), as vendas subiram 13,6% em janeiro, na comparação anual, para R$ 4,73 bilhões, mas caíram 4,5% ante dezembro. No acumulado de fevereiro ao primeiro mês deste ano, o crescimento foi de 11,5%. Em todo o ano passado, a receita no varejo farmacêutico cresceu os mesmos 11,5% vistos até o mês passado, enquanto em unidades a alta foi de 6,12%.

O crescimento de cerca de 10% do faturamento líquido da indústria, pondera o presidente do Sindusfarma, não significa que o setor esteja “navegando por águas tranquilas”. “As vendas em unidades não têm acompanhado a espiral demográfica, o que é sempre um problema quando se olha para o futuro”. Os dados da IQVIA mostram ainda que os genéricos se mantêm como motor da expansão das vendas de medicamentos. Em janeiro, foram vendidas cerca de 105 milhões de unidades de genéricos no país, alta de 12,3% na comparação com o mesmo mês de 2017. Ante dezembro, porém, houve queda de 3,3%. Em receita, as vendas de genéricos subiram 17,7% no primeiro mês do ano, na comparação anual, para R$ 630,6 milhões, mas caíram 4,29% frente a dezembro. Segundo previsão da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma), o reajuste autorizado pelo governo neste ano deve ficar entre os mais baixos dos últimos 13 anos. Conforme a entidade, o menor índice médio de reajuste desde 2005 foi de 1,49%, em 2007, seguido por 2,18% em 2012. Nesses anos, o Índice de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado em 12 meses até março, que é usado na fórmula de preços, foi de 3,02% e 5,85%, respectivamente – para se ter uma ideia aproximada, em 2017, o IPCA ficou em 2,94%.

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Pague Menos abre 25 lojas em 15 dias

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(Veículo: DCI – SP – Página: 6 – Autor: Não Assinado  Data: 14/11/2017)

Com a abertura de 25 lojas entre os dias 16 e 31 de outubro, a rede de farmácias Pague Menos corre para atingir a meta de 1,1 mil 1 ojas ao final deste ano. As operações já contam com o espaço de serviços farmacêuticos Clink: Farina, em um passo da rede para elevar a receita da rede. Com as aberturas de outubro a empresa somou 1.046 pontos de venda com destaque para as inaugurações que aconteceram em São Paulo: quatro lojas foram abertas na capital, uma em São José dos Campos e outra em São José do Rio Preto.

Na Bahia foram inauguradas trés lojas em Salvador e outras duas em Feira de Santana. lá em Sergipe, a rede fincou bandeira na cidade de Nossa Senhora da Glória, além de iniciar operações em outros três pontos de venda em Aracaju. As capitais do Ceará e do Amazonas receberam, cada uma, duas novas lojas.

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Quais hábitos os empreendedores de sucesso cultivam? – por Richard Branson


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Richard Branson fala de quatro hábitos que podem ajudar a tornar o seu negócio tão sonhado em realidade – tradução e adaptação by Daniel Souza

Existem muitos hábitos cultivados pelas pessoas bem sucedidas. E, embora isso não seja garantia de sucesso para ninguém, existem sim alguns comportamentos práticos que você pode adotar para ser mais eficiente, colaborando para o seu bem estar, e, consequentemente, contribuindo para o seu negócio. Vamos a eles:

Planeje e use agenda

Elon Musk diz planejar seu dia em blocos de cinco minutos. Tudo nem que esse nível de organização não seja lá muito atraente. Mas o planejamento e o agendamento são dois dos hábitos recorrentes das pessoas bem-sucedidas. Sair da cama um pouco mais cedo e usar esse tempo de forma útil é o seu primeiro hábito novo a se desenvolver. Cada minuto é valioso, então use seu agenda do Google ou da sua rede social para otimizar cada minuto. Reduza, por exemplo, os horários das reuniões escrevendo uma agenda bem estruturada.

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Distribuir em etapas grandes tarefas é uma outra maneira de manter o foco e o alto interesse pelo que está sendo realizado. Fixe o que deseja alcançar no longo prazo e dê pequenos passos em direção a esse objetivo. Use as pausas para pensar nos aprendizados e só então dê outro passo. E repita esse hábito até chegar no objetivo.

Dinheiro importa sim

A maioria dos empresários de sucesso tem uma verdadeira paixão pelo que estão fazendo. Amam identificar a necessidade de um mercado, em vez de tentar adivinhar o que os clientes querem. Investem muito tempo e recurso para descobrir o que levar a eles e só então, começam a ter ganhos. Para começo de conversa, especialistas sugerem que um empresário iniciante deva ter, pelo menos seis meses de capital antes de ver a cor do dinheiro entrando. Certifique-se de que você tem os recursos financeiros necessários. É importante testar sua ideia antes de investir todos os seus recursos. Se o teste for bem-sucedido, você pode planejar a próxima fase de crescimento do seu negócio.

Victoria Jossel e Romy Lewis começaram a Lola’s Cupcakes, com sede em Londres, em 2006. Com duas franquias e uma loja em Mayfair, começaram bem na época em que todo o Reino Unido começou a ficar louco por cupcakes. Alcançado o sucesso, venderam o negócio em 2011 para Asher Budwig, que expandiu exponencialmente. Hoje, quiosques e lojas de cupcakes podem ser vistos em estações de trem e centros comerciais em toda Londres e no Sudeste da Inglaterra. Em 2015, a Lola abriu uma loja no Japão.

Colabore e construa um bom time em torno de você

Os melhores empreendedores constroem conexões fortes, seja em parceria, seja com a equipe com quem trabalham. Isso permitirá que você se concentre no que você faz melhor, como o Steve Jobs e Steve Wozniak da Apple atestam, é preciso saber quem são as pessoas que ajudarão a tornar essas ideias realidade.

Uma vez tendo as pessoas certas, fazendo a coisa certa, não tenha medo de celebrar o sucesso. Empresários bem-sucedidos falam sobre seus sucessos e são generosos ao dar e receber a feedback, seja positivo ou negativo, sem qualquer pudor.

Manter-se bem – mental e fisicamente

Nestes dias corridos, um hábito de pessoas bem-sucedidas é demorar para ler. Isso mesmo, ler devagar e com atenção. E, além de ler sobre negócios, lêem livros, blogs, artigos de notícias e revistas de variedade por puro prazer. Uma pesquisa da Agência de Leitura do Reino Unido sugere uma série benefícios da leitura para a saúde. Segundo a pesquisa, leitores são mais saudáveis, empáticos e equilibrados mentalmente.

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Bem trabalhado o cérebro, cuide de seu corpo. Se você não gosta de academia, coloque na agenda intervalos regulares para exercícios. Dê uma volta na quadra na hora do almoço, escutando música ou podecasts. Levante-se mais cedo e faça ioga, por exemplo, ou algum exercício que te dê prazer.

E, finalmente…

Uma última dica é não ter medo de “tentar, tentar e tentar novamente”. Os empresários vêem o fracasso como parte do caminho para o sucesso e muitos dos nossos principais gurús dos negócios perderam várias vezes e começaram tudo de novo.

Richard Branson é um empresário britânico, o fundador do grupo Virgin. Seus investimentos vão da música à aviação, vestuário, biocombustíveis e até viagens aeroespaciais. Em 2014, segundo a revista Forbes, Branson é o 245.º homem mais rico do mundo, com uma fortuna avaliada em 4,9 bilhões de dólares.

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Fusão cria farmacêutica de R$ 1,2 bi

(Isto É Dinheiro – matéria na íntegra)

A farmacêutica Farmoquímica (grupo FQM), controlada pela argentina Roemmers, e a Divcom, do Recife, uniram seus negócios para criar uma nova companhia, com receita estimada em R$ 1,2 bilhão, apurou o Estado. Na transação, que inclui troca de ações, a Farmoquímica ficará com 80% da nova empresa e a Divcom com os 20% restantes.

A união das duas empresas tem como estratégia reforçar a posição da Farmoquímica em dermocosméticos, uma divisão de negócio que tem crescido acima de dois dígitos nos últimos anos. A operação também prevê que a Divcom deverá receber R$ 400 milhões pela venda das marcas de medicamentos, que são voltadas para a classe média baixa.

O acordo foi fechado ontem, depois de meses de negociações. Fontes de mercado afirmaram que a Divcom, que é especializada em medicamentos de apelo mais popular, como o Imecap, para tratamento capilar, já tinha sido sondada por multinacionais no passado.

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Com sede no Rio de Janeiro, a Farmoquímica está entre as maiores empresas do setor farmacêutico no País e tem importante atuação no segmento pediátrico – um dos carros-chefes é o xarope Abrilar –, e também tem uma linha de antibióticos.

A farmacêutica também tem produto capilar no seu portfólio – o Exímia Fortalize e outros produtos vitamínicos. Procuradas, as duas companhias não retornaram os pedidos de entrevista.

Fundada nos anos 1930 no Rio, o controle do grupo FQM foi adquirido pelo grupo argentino em 2001. Desde então, a empresa foi crescendo por aquisições. Em 2009, a FQM comprou a companhia paranaense Herbarium Laboratório Botânico e, em 2013, adquiriu a SKL Pharma, de produtos funcionais, expandindo sua atuação. “A Roemmers é uma das maiores empresas da América Latina e está atenta a aquisições”, disse uma fonte a par do assunto.

Concentração

O setor farmacêutico no País, que viveu um boom de investimentos e alvo de grupos internacionais entre 2009 e 2013, deverá voltar a ser atrativo, diz Nelson Mussolini, presidente executivo do Sindicato da Indústria Farmacêutica do Estado de São Paulo (Sindusfarma). “Há espaço para novos negócios e os fundos de investimentos voltaram a olhar o setor novamente”, disse.

No ano passado, o faturamento do setor somou cerca de R$ 55 bilhões, um crescimento de 11% em relação ao ano anterior. Neste ano, Mussolini espera um crescimento menor, de cerca de 8%.

O setor de saúde é um dos que mais crescem no País e está mais alheio à crise econômica. Segundo fontes, a farmacêutica Biotoscana, que tem o fundo Advent como principal acionista, está se preparando para abrir seu capital na Bolsa.

O Advent também é apontado como o favorito para comprar a Teuto, divisão de genéricos que pertence ao grupo americano Pfizer e que foi colocada à venda, conforme informou o Estado em janeiro.

A farmacêutica nacional Theraskin, especializada em dermocosméticos, também tem sido alvo de multinacionais, mas as negociações ainda não avançaram, segundo fontes.

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“O Sócio” – nova temporada

Dicas e dilemas sobre os problemas de gestão mais comuns em pequenas empresas 

by Daniel Souza

O empresário Marcus Lemonis é Chairman da Camping World, uma mega empresa americana no setor de camping, com mais de 7.200 funcionários, 120 lojas nos EUA e uma receita de mais de 3 bilhões de dólares/ano.

Mas Marcus é mais conhecido, tanto nos EUA como no Brasil, por produzir e apresentar o Reality Show “O Sócio” (The Profit, nos EUA). Na série, pequenas empresas buscam a ajuda de Marcus para não fechar. Os problemas mais comumente apresentados são desorganização na gestão, decisões mal tomadas sobre investimentos e a velha falta de habilidade para gerenciar funcionários. Para tirar as estas empresas do “buraco”, Marcus faz um acordo onde investe dinheiro em parte do negócio, na troca do controle absoluto sobre as decisões operacionais e estratégicas.

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Marcus acredita que 99% dos problemas provém de três pilares tratados por ele na série: Pessoas, Produto e Processo. Com esse mantra, comanda mudanças necessárias. Nem sempre a empreitada dá certo, o que garante boa dose tensão em alguns episódios.

Para quem gosta de gerenciar negócios, as situações apresentadas em ambiente aparentemente “controlado” garantem boa dose de diversão e reflexão sobre como certos negócios são conduzidos, suas fragilidades e oportunidades. Com os passar dos episódios, os casos tornam-se repetitivos, em função da rígida estrutura do programa. O choque de realidades está presente o tempo todo, pois o formato pasteurizado da série faz supor que os problemas são menores do que realmente são na vida real. Mas vale à pena como diversão e aprendizado.

No Brasil, o programa tem nova temporada em 2017 pelo canal History, as terças feiras as 23:35hs. Veja abaixo trailer da série:

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Mayo Clinic e Boston Scientific – parceria pelo futuro

Minneapolis/St. Paul Business Journal

Mayo Clinic e Boston Scientific, dois pesos pesados em cuidados com a Saúde, tornaram publico uma parceira mantida em segredo por anos. Estão reunindo uma super equipe de engenheiros, médicos e executivos para trabalhar em 50 ideias de grande potencial e em uma dúzia de projetos em seu pipeline.

O projeto colaborativo teve início há 3 anos mas somente agora ambas as empresas estão divulgando o trabalho. Dois dos principais projetos são: um cateter especialmente pensado para válvulas cardíacas e também um estimulador da medula espinhal, ambos já em fase de ensaios clínicos.

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Como se trata de um grandioso projeto e que impacta diretamente o futuro de ambas as empresas, tudo tem sido mantido em alto sigilo e apenas alguns poucos detalhes foram recentemente divulgados. Para tal, foi preciso um cuidadoso processo de negociação de direitos de propriedade intelectual, bem como a forma de compartilhamento de produtos e idéias.

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