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Pague Menos abre 25 lojas em 15 dias

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(Veículo: DCI – SP – Página: 6 – Autor: Não Assinado  Data: 14/11/2017)

Com a abertura de 25 lojas entre os dias 16 e 31 de outubro, a rede de farmácias Pague Menos corre para atingir a meta de 1,1 mil 1 ojas ao final deste ano. As operações já contam com o espaço de serviços farmacêuticos Clink: Farina, em um passo da rede para elevar a receita da rede. Com as aberturas de outubro a empresa somou 1.046 pontos de venda com destaque para as inaugurações que aconteceram em São Paulo: quatro lojas foram abertas na capital, uma em São José dos Campos e outra em São José do Rio Preto.

Na Bahia foram inauguradas trés lojas em Salvador e outras duas em Feira de Santana. lá em Sergipe, a rede fincou bandeira na cidade de Nossa Senhora da Glória, além de iniciar operações em outros três pontos de venda em Aracaju. As capitais do Ceará e do Amazonas receberam, cada uma, duas novas lojas.

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Quais hábitos os empreendedores de sucesso cultivam? – por Richard Branson


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Richard Branson fala de quatro hábitos que podem ajudar a tornar o seu negócio tão sonhado em realidade – tradução e adaptação by Daniel Souza

Existem muitos hábitos cultivados pelas pessoas bem sucedidas. E, embora isso não seja garantia de sucesso para ninguém, existem sim alguns comportamentos práticos que você pode adotar para ser mais eficiente, colaborando para o seu bem estar, e, consequentemente, contribuindo para o seu negócio. Vamos a eles:

Planeje e use agenda

Elon Musk diz planejar seu dia em blocos de cinco minutos. Tudo nem que esse nível de organização não seja lá muito atraente. Mas o planejamento e o agendamento são dois dos hábitos recorrentes das pessoas bem-sucedidas. Sair da cama um pouco mais cedo e usar esse tempo de forma útil é o seu primeiro hábito novo a se desenvolver. Cada minuto é valioso, então use seu agenda do Google ou da sua rede social para otimizar cada minuto. Reduza, por exemplo, os horários das reuniões escrevendo uma agenda bem estruturada.

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Distribuir em etapas grandes tarefas é uma outra maneira de manter o foco e o alto interesse pelo que está sendo realizado. Fixe o que deseja alcançar no longo prazo e dê pequenos passos em direção a esse objetivo. Use as pausas para pensar nos aprendizados e só então dê outro passo. E repita esse hábito até chegar no objetivo.

Dinheiro importa sim

A maioria dos empresários de sucesso tem uma verdadeira paixão pelo que estão fazendo. Amam identificar a necessidade de um mercado, em vez de tentar adivinhar o que os clientes querem. Investem muito tempo e recurso para descobrir o que levar a eles e só então, começam a ter ganhos. Para começo de conversa, especialistas sugerem que um empresário iniciante deva ter, pelo menos seis meses de capital antes de ver a cor do dinheiro entrando. Certifique-se de que você tem os recursos financeiros necessários. É importante testar sua ideia antes de investir todos os seus recursos. Se o teste for bem-sucedido, você pode planejar a próxima fase de crescimento do seu negócio.

Victoria Jossel e Romy Lewis começaram a Lola’s Cupcakes, com sede em Londres, em 2006. Com duas franquias e uma loja em Mayfair, começaram bem na época em que todo o Reino Unido começou a ficar louco por cupcakes. Alcançado o sucesso, venderam o negócio em 2011 para Asher Budwig, que expandiu exponencialmente. Hoje, quiosques e lojas de cupcakes podem ser vistos em estações de trem e centros comerciais em toda Londres e no Sudeste da Inglaterra. Em 2015, a Lola abriu uma loja no Japão.

Colabore e construa um bom time em torno de você

Os melhores empreendedores constroem conexões fortes, seja em parceria, seja com a equipe com quem trabalham. Isso permitirá que você se concentre no que você faz melhor, como o Steve Jobs e Steve Wozniak da Apple atestam, é preciso saber quem são as pessoas que ajudarão a tornar essas ideias realidade.

Uma vez tendo as pessoas certas, fazendo a coisa certa, não tenha medo de celebrar o sucesso. Empresários bem-sucedidos falam sobre seus sucessos e são generosos ao dar e receber a feedback, seja positivo ou negativo, sem qualquer pudor.

Manter-se bem – mental e fisicamente

Nestes dias corridos, um hábito de pessoas bem-sucedidas é demorar para ler. Isso mesmo, ler devagar e com atenção. E, além de ler sobre negócios, lêem livros, blogs, artigos de notícias e revistas de variedade por puro prazer. Uma pesquisa da Agência de Leitura do Reino Unido sugere uma série benefícios da leitura para a saúde. Segundo a pesquisa, leitores são mais saudáveis, empáticos e equilibrados mentalmente.

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Bem trabalhado o cérebro, cuide de seu corpo. Se você não gosta de academia, coloque na agenda intervalos regulares para exercícios. Dê uma volta na quadra na hora do almoço, escutando música ou podecasts. Levante-se mais cedo e faça ioga, por exemplo, ou algum exercício que te dê prazer.

E, finalmente…

Uma última dica é não ter medo de “tentar, tentar e tentar novamente”. Os empresários vêem o fracasso como parte do caminho para o sucesso e muitos dos nossos principais gurús dos negócios perderam várias vezes e começaram tudo de novo.

Richard Branson é um empresário britânico, o fundador do grupo Virgin. Seus investimentos vão da música à aviação, vestuário, biocombustíveis e até viagens aeroespaciais. Em 2014, segundo a revista Forbes, Branson é o 245.º homem mais rico do mundo, com uma fortuna avaliada em 4,9 bilhões de dólares.

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Fusão cria farmacêutica de R$ 1,2 bi

(Isto É Dinheiro – matéria na íntegra)

A farmacêutica Farmoquímica (grupo FQM), controlada pela argentina Roemmers, e a Divcom, do Recife, uniram seus negócios para criar uma nova companhia, com receita estimada em R$ 1,2 bilhão, apurou o Estado. Na transação, que inclui troca de ações, a Farmoquímica ficará com 80% da nova empresa e a Divcom com os 20% restantes.

A união das duas empresas tem como estratégia reforçar a posição da Farmoquímica em dermocosméticos, uma divisão de negócio que tem crescido acima de dois dígitos nos últimos anos. A operação também prevê que a Divcom deverá receber R$ 400 milhões pela venda das marcas de medicamentos, que são voltadas para a classe média baixa.

O acordo foi fechado ontem, depois de meses de negociações. Fontes de mercado afirmaram que a Divcom, que é especializada em medicamentos de apelo mais popular, como o Imecap, para tratamento capilar, já tinha sido sondada por multinacionais no passado.

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Com sede no Rio de Janeiro, a Farmoquímica está entre as maiores empresas do setor farmacêutico no País e tem importante atuação no segmento pediátrico – um dos carros-chefes é o xarope Abrilar –, e também tem uma linha de antibióticos.

A farmacêutica também tem produto capilar no seu portfólio – o Exímia Fortalize e outros produtos vitamínicos. Procuradas, as duas companhias não retornaram os pedidos de entrevista.

Fundada nos anos 1930 no Rio, o controle do grupo FQM foi adquirido pelo grupo argentino em 2001. Desde então, a empresa foi crescendo por aquisições. Em 2009, a FQM comprou a companhia paranaense Herbarium Laboratório Botânico e, em 2013, adquiriu a SKL Pharma, de produtos funcionais, expandindo sua atuação. “A Roemmers é uma das maiores empresas da América Latina e está atenta a aquisições”, disse uma fonte a par do assunto.

Concentração

O setor farmacêutico no País, que viveu um boom de investimentos e alvo de grupos internacionais entre 2009 e 2013, deverá voltar a ser atrativo, diz Nelson Mussolini, presidente executivo do Sindicato da Indústria Farmacêutica do Estado de São Paulo (Sindusfarma). “Há espaço para novos negócios e os fundos de investimentos voltaram a olhar o setor novamente”, disse.

No ano passado, o faturamento do setor somou cerca de R$ 55 bilhões, um crescimento de 11% em relação ao ano anterior. Neste ano, Mussolini espera um crescimento menor, de cerca de 8%.

O setor de saúde é um dos que mais crescem no País e está mais alheio à crise econômica. Segundo fontes, a farmacêutica Biotoscana, que tem o fundo Advent como principal acionista, está se preparando para abrir seu capital na Bolsa.

O Advent também é apontado como o favorito para comprar a Teuto, divisão de genéricos que pertence ao grupo americano Pfizer e que foi colocada à venda, conforme informou o Estado em janeiro.

A farmacêutica nacional Theraskin, especializada em dermocosméticos, também tem sido alvo de multinacionais, mas as negociações ainda não avançaram, segundo fontes.

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“O Sócio” – nova temporada

Dicas e dilemas sobre os problemas de gestão mais comuns em pequenas empresas 

by Daniel Souza

O empresário Marcus Lemonis é Chairman da Camping World, uma mega empresa americana no setor de camping, com mais de 7.200 funcionários, 120 lojas nos EUA e uma receita de mais de 3 bilhões de dólares/ano.

Mas Marcus é mais conhecido, tanto nos EUA como no Brasil, por produzir e apresentar o Reality Show “O Sócio” (The Profit, nos EUA). Na série, pequenas empresas buscam a ajuda de Marcus para não fechar. Os problemas mais comumente apresentados são desorganização na gestão, decisões mal tomadas sobre investimentos e a velha falta de habilidade para gerenciar funcionários. Para tirar as estas empresas do “buraco”, Marcus faz um acordo onde investe dinheiro em parte do negócio, na troca do controle absoluto sobre as decisões operacionais e estratégicas.

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Marcus acredita que 99% dos problemas provém de três pilares tratados por ele na série: Pessoas, Produto e Processo. Com esse mantra, comanda mudanças necessárias. Nem sempre a empreitada dá certo, o que garante boa dose tensão em alguns episódios.

Para quem gosta de gerenciar negócios, as situações apresentadas em ambiente aparentemente “controlado” garantem boa dose de diversão e reflexão sobre como certos negócios são conduzidos, suas fragilidades e oportunidades. Com os passar dos episódios, os casos tornam-se repetitivos, em função da rígida estrutura do programa. O choque de realidades está presente o tempo todo, pois o formato pasteurizado da série faz supor que os problemas são menores do que realmente são na vida real. Mas vale à pena como diversão e aprendizado.

No Brasil, o programa tem nova temporada em 2017 pelo canal History, as terças feiras as 23:35hs. Veja abaixo trailer da série:

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Mayo Clinic e Boston Scientific – parceria pelo futuro

Minneapolis/St. Paul Business Journal

Mayo Clinic e Boston Scientific, dois pesos pesados em cuidados com a Saúde, tornaram publico uma parceira mantida em segredo por anos. Estão reunindo uma super equipe de engenheiros, médicos e executivos para trabalhar em 50 ideias de grande potencial e em uma dúzia de projetos em seu pipeline.

O projeto colaborativo teve início há 3 anos mas somente agora ambas as empresas estão divulgando o trabalho. Dois dos principais projetos são: um cateter especialmente pensado para válvulas cardíacas e também um estimulador da medula espinhal, ambos já em fase de ensaios clínicos.

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Como se trata de um grandioso projeto e que impacta diretamente o futuro de ambas as empresas, tudo tem sido mantido em alto sigilo e apenas alguns poucos detalhes foram recentemente divulgados. Para tal, foi preciso um cuidadoso processo de negociação de direitos de propriedade intelectual, bem como a forma de compartilhamento de produtos e idéias.

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Um gaúcho na Diretoria Executiva do Hospital Sírio-Libanês

1O economista Fernando Andreatta Torelly (foto) foi anunciado como novo executivo do HOSPITAL SÍRIO LIBANÊS, de São Paulo. Com mais de 30 anos de experiência desempenhando funções em hospitais de referência de Porto Alegre, Torelly assumirá como Diretor Executivo de um dos mais importantes hospitais da América Latina, fundado em 1921 por imigrantes da comunidade sírio libanesa no Brasil. O Sírio Libanês possui cerca de 6 mil colaboradores e registrou crescimento de 15% em 2015, com um faturamento de mais de R$ 1,4 bilhão. Em fase final de ampliação, e com três unidades em São Paulo (capital) e duas em Brasília (centros de oncologia), a instituição conta com 451 leitos e possui um projeto de expansão em andamento que chegará a 656 leitos.  Segundo nota do portal Setor Saúde, da FEHOSUL, o convite para assumir a função foi feito diretamente pela direção do Sírio Libanês.

Em entrevista ao portal, o contratado disse que “O ponto principal deste desafio, é poder2 participar de um projeto nacional, em um dos principais hospitais da América Latina. Entendi que não tinha como dizer não”.

Torelly deixa o cargo de Superintendente Executivo do HOSPITAL MOINHOS DE VENTO, mas passará a fazer parte do Conselho de Administração da instituição gaúcha. “Ter a oportunidade de continuar contribuindo e fazer parte de duas governanças [no Sírio e no Moinhos] é uma situação bastante privilegiada para quem está na área de gestão em saúde” resume Torelly.

Torelly destacou os projetos de expansão do Sírio Libanês como os investimentos em Brasília, que a partir de agora, ocuparão o seu dia a dia. “É um hospital que tem planos de crescimento extremamente robustos”.

O médico Paulo Chapchap, Superintendente de Estratégia Corporativa do Sírio Libanês confirmou em entrevista ao jornal Valor Econômico, investimentos de R$ 500 milhões na capital fluminense. A instituição planeja também a construção de um hospital para pacientes de doenças crônicas, orçado em R$ 250 milhões. Esse novo hospital será erguido num terreno de 5 mil m² na avenida Nove de Julho, em São Paulo, também próximo ao hospital principal. Em Brasília, o atual centro de oncologia está sendo ampliado com investimento de R$ 2,5 milhões e ficará pronto em novembro. Torelly acredita que o mercado de Porto Alegre, como o de São Paulo, possui uma competitividade alta, porém com menos recursos disponíveis para investimento. “Em Porto Alegre, nós temos a obrigação de ser eficientes, mas com menos recursos. Acredito que um pouco desta experiência, de conseguir ter qualidade num mercado restritivo, poderá contribuir. O Sírio possui projetos para a busca constante da melhoria da produtividade operacional”.

O executivo diz que levará para São Paulo valiosos aprendizados adquiridos nos anos em que atuou no mercado de saúde de Porto Alegre. “Porto Alegre é uma cidade com uma imagem muito positiva da qualidade de gestão na saúde. Aqui, conheci pessoas competentes, tanto na área pública como na privada. Profissionais que estão sempre se qualificando e buscam aperfeiçoamento e com compromisso em fazer bem o seu trabalho.

A formação de grandes redes ou grupos econômicos é, na visão de Torelly, um fator que deverá moldar o cenário da saúde brasileira nos próximos anos. O executivo defende uma maior integração entre os hospitais e sistemas de saúde para entregar qualidade assistencial, com resultados econômicos, mesmo em um cenário que apresenta aumento constante nos custos da saúde. “A compra de hospitais por grandes redes e a entrada de capital internacional são fatores que forçam os hospitais filantrópicos, como Moinhos, o Mãe de Deus, Sírio Libanês e outros a não trabalharem mais de uma forma isolada, como ‘ilhas’. De alguma maneira eles devem ter uma estratégia de colaboração, para que possam ter ganho de escala e de resultados. Acredito que devemos criar redes de colaboração entre as instituições para que existam os ambientes de concorrência e os ambientes de colaboração. Nós temos que gerar mais resultados. A saúde está ficando muito cara, e com a margem econômica que os hospitais estão conseguindo, eles não conseguirão acompanhar a demanda de investimentos”.

Fernando Andreatta Torelly nasceu em 1964, na cidade de Porto Alegre. Graduado em Ciências Econômicas (PUCRS), possui especializações em Administração de Recursos Humanos, Administração Hospitalar e Negócios da Saúde (IAHCS) e mestrado em Administração de Empresas (PUCRJ). Atua como docente de programas de pós ¬graduação nas instituições IAHCS/Fasaúde e FGV. Foi vice Presidente Administrativo do Hospital de Clínicas de Porto Alegre e atuou como Gerente de Recursos Humanos do Hospital Mãe de Deus e no Clinicas. Atua no Hospital Moinhos de Vento desde 2008 e em maio de 2012 passou a ocupar cargo de superintendente executivo. Em 2014, assumiu como presidente do Sindicato dos Hospitais de Porto Alegre (Sindihospa. Em 2015, recebeu reconhecimento como um dos “100 Mais Influentes da Saúde”, na categoria Gestor na Saúde. Em 2016, foi eleito diretor da Federação dos Hospitais e Estabelecimentos de Saúde do Rio Grande do Sul.
3A direção do HOSPITAL MOINHOS DE VENTO definiu o economista Mohamed Parrini, atual Superintendente de Finanças e Operações, como novo Superintendente Executivo.  Em entrevista para o Portal Setor Saúde, realizada logo após o anúncio, Mohamed Parrini salientou: “Fizemos parte do grupo que entrou para o Hospital cerca de 9 anos atrás com o dr. Polanczyk, hoje aposentado, e que buscou, juntamente com o Conselho de Administração, representado na época pelo dr. Jorge Gerdau, dar um novo dinamismo e profissionalização para o Moinhos de Vento. Saímos de um faturamento de cerca de 170 milhões de reais para um faturamento superior a R$ 600 milhões”.

Dentre as mudanças gerenciais destacadas pelo novo superintendente, implementadas ao longo deste período, estão avanços como “estabelecimento da meritocracia, valorização das pessoas e do corpo clínico, além de melhoria na comunicação interna, incorporação de conhecimento e o aumento da segurança do paciente”, resume. Mohamed Parrini disse que a escolha de seu nome é parte da continuidade e do reconhecimento a este projeto amplo e bem-sucedido de fortalecimento da marca.

“A gente tem uma missão, que é cuidar de vidas. E representar o Rio Grande do Sul da melhor forma possível, no Brasil e na América Latina. Quando os gaúchos precisarem estaremos presentes com a melhor medicina, comparada aos melhores centros médicos do mundo. Este é o nosso papel”, defendeu Mohamed.

O executivo falou também sobre os recentes investimentos anunciados pela instituição.4 “Estamos investindo mais de 400 milhões de reais. Somente neste ano serão investidos mais de 100 milhões. Estamos construindo um prédio novo, com mais de 46 milhões em tecnologias novas. Estes investimentos são bastante agressivos. Fazemos por acreditar no Rio Grande do Sul. Não estamos numa corrida de cem metros, estamos em uma maratona. Parte da minha missão, juntamente com o atual presidente do Conselho, dr. Eduardo Bier, é que daqui há cem anos, o Moinhos continuará aqui, forte e firme”.

Ainda sobre o futuro, Mohamed Parrini disse: “Temos como meta continuar mudando e crescendo. O nosso foco é fomentar ainda mais a tecnologia, investir em infraestrutura, em processos, na acreditação internacional, e em nossa afiliação com a Johns Hopkins, sempre reforçando o foco na segurança do paciente. E apoiar ainda mais o desenvolvimento do corpo clínico.

Economista formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e com especialização em logística, Mohamed Parrini possui extensão executiva pela Harvard Bussiness School na área de estratégia, em programa que teve docência de Michael Porter. É também mestre em Filosofia.O Hospital Moinhos de Vento informou, segundo a mesma fonte que, a partir de março deste ano, a Presidência do Conselho de Administração será exercida pelo conselheiro Eduardo Bier de Araújo Correa. O empresário – que hoje é vice-presidente, teve seu nome aprovado por unanimidade pelos demais conselheiros e associados para o exercício da função.

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Aché planeja dobrar de tamanho em cinco anos

Valor Econômico – Stella Fontes – 10/11/2015 (matéria na integra)

Um dos maiores laboratórios nacionais, o Aché iniciou em 2015 um novo ciclo de crescimento. A meta é internacionalizar o negócio – avançando prioritariamente nos mercados da América Latina -, dobrar de tamanho a cada cinco anos e lançar ao menos um medicamento desenvolvido a partir de inovação radical que se consagre líder em seu segmento, como o anti-inflamatório Acheflan.

O caminho que o laboratório deve seguir está previsto no planejamento estratégico 2030, desenhado com a participação do novo presidente, Paulo Nigro, que antes de chegar à indústria farmacêutica estava à frente da Tetra Pak nas Américas. O executivo assumiu em janeiro, efetivamente, a presidência do Aché, que por quase dois anos, após a saída do ex-presidente José Ricardo Mendes da Silva no início de 2013, foi comandado por um comitê de gestão.

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Paulo Nigro, Presidente do Aché

Nesse período, multinacionais teriam assediado os acionistas do laboratório – as famílias Depieri, Dellape Baptista e Siaulys -, interessados em comprar a empresa que no ano passado fechou com receita líquida de R$ 2,1 bilhões e lucro de R$ 471 milhões. As tratativas, porém, não prosperaram e diante da renovação da estratégia de longo prazo, os acionistas não estariam sequer olhando oportunidades nesse sentido.

De acordo com Nigro, o planejamento estratégico é sustentado por cinco pilares, entre os quais crescimento em todas as áreas de negócio, com foco prioritário em inovação. No ano passado, os investimentos em inovação giraram em torno de R$ 140 milhões. Em 2015, já são mais de R$ 200 milhões, dos quais R$ 20 milhões na chamada inovação radical.

O laboratório, conforme Nigro, quer chegar a um novo medicamento líder de mercado e referência em inovação, como o Acheflan, que exigiu dez anos de pesquisas e foi o primeiro fitoterápico 100% desenvolvido no Brasil. Com vendas superiores a R$ 20 milhões por ano, responde por 28% das prescrições médicas em seu segmento.

Para impulsionar o desenvolvimento de drogas inovadoras, o Aché inaugura amanhã em sua sede, em Guarulhos (SP), o Laboratório de Design e Síntese Molecular, dentro do novo Centro de Inovação Radical. “Queremos agora uma inovação radical sintética”, disse Nigro, acrescentando que na lista de boas apostas aparecem uma molécula para tratamento do vitiligo e outra para ansiedade.

Ao todo, o portfólio atual contempla 16 projetos de inovação radical, divididos em sintéticos, fitoterápicos (um deles para diarreia, cujo potencial de vendas também é elevado) e em dermocosmésticos. Essas moléculas, segundo Nigro, podem credenciar o Aché a entrar em mercados estrangeiros, especialmente latino-americanos, que aos poucos passariam a receber outros produtos.

“Vamos com portfólio novo, diferenciado, e uma vez estabelecido o relacionamento comercial, gradativamente agregamos outros produtos já existentes”, explicou Nigro. Hoje, as exportações representam apenas 1% dos negócios e não há planos, inicialmente, de aquisição de ativos para produção em solo internacional. “Não acredito em internacionalização via aquisição”, afirmou.

Outra via de acesso ao mercado internacional é ao estabelecimento de parcerias com farmacêuticas estrangeiras para desenvolver plataformas tecnológicas. A primeira parceria do Aché nessa linha foi fechada com a biofarmacêutica sueca Ferring, que concentra seus esforços de pesquisa e fabricação na área de peptídeos e proteínas.

Dono de medicamentos com vendas acima de R$ 100 milhões, o Aché utiliza sobretudo recursos próprios para financiar a expansão. Em 2015, disse Nigro, a receita líquida deve mostrar expansão de 10% e boa parte do crescimento vem de produtos novos, colocados no mercado nos últimos dois ou três anos. No total, o Aché conta com 176 produtos em desenvolvimento em seu pipeline.

Além de medicamentos sob prescrição, genéricos e isentos de prescrição (MIP), o Aché atua no segmento de dermocosmésticos e se prepara para entrar no mercado farmacêutico institucional, que abrange hospitais e governo. Hoje, praticamente 100% das vendas do laboratório se dão no varejo.

 

 

 

 

 

 

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