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Falta de ética – nível recorde de CEOs demitidos

A agência Bloomberg noticiou um recorde curioso pesquisado pela PwC nos Estados Unidos. Em 2018, 39% dos altos executivos substituídos nas organizações foram acusados de falta de ética. O índice supera de longe acusações de desempenho insuficiente.

A pesquisa mede o índice de rotatividade de 2.500 maiores empresas de capital aberto. Em 19 anos de existência do estudo, foi a primeira vez que Falta de Ética liderou a pesquisa.

fonte: Valor Econômico e Bloomberg

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Embraer mudará de nome

Com a efetivação da compra pela Boeing, por 5,26 bilhões de dólares, de 80% da empresa brasileira, a Embraer passa a se chamar Boeing Brasil – Commercial. Está no acordo uma joint venture para a comercialização do avião militar KC-390, operação esta onde a Embraer terá 51% de participação.

Em março de 2019, foram escolhidos os dois executivos que vão liderar a nova empresa. Marc Allen, atual Vice-Presidente da Boeing será o Presidente do Conselho e John Sllatery, atual Chefe da da divisão de aviação comercial do Boeing, será o CEO da “nova Embraer¨. Ambos coordenam o processo de integração entre Boeing e Embraer.

fonte: site Boeing Co. e Revista Veja.

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Noruega abre mão de bilhões em prol do meio ambiente

Autoridades do país se recusam a autorizar a perfuração de poço bilionário de petróleo em prol do meio ambiente. Decisão expõe ruptura no partido trabalhista do país, opondo interesses dos sindicatos do setor às preocupações com mudanças climáticas.

O maior partido do parlamento norueguês chocou a indústria petrolífera do país, depois de retirar o apoio à perfuração exploratória das ilhas Lofoten, no Ártico, consideradas uma maravilha natural. O movimento realizado pelo partido de oposição ao governo cria uma grande maioria parlamentar contra a exploração de petróleo na área costeira. A medida ilustra a crescente oposição ao combustível fóssil poluidor, que fez do país um dos mais ricos do mundo.

Atualmente, a Noruega bombeia mais de 1,6 milhão de barris de petróleo por dia em suas operações e está entre os 20 maiores produtores do mundo.

A maior produtora de petróleo da Noruega, a estatal Equinor ASA, afirmou que o acesso ao fornecimento de petróleo em Lofoten é essencial para o país manter os níveis de produção. Acredita-se que exista de 1 a 3 bilhões de barris de petróleo abaixo do fundo do mar no arquipélago de Lofoten. A área vinha sendo blindada por anos pelo governo de coalizão da Noruega por meio de vários acordos políticos. “Toda a indústria está surpresa e decepcionada”, disse o chefe da Associação Norueguesa de Petróleo e Gás, Karl Eirik Schjott-Pedersen, à Bloomberg.

Sindicatos do setor questionam decisão

A decisão do partido trabalhista, anunciada por seu líder, Jonas Gahr Store, expõe uma brecha na legenda. Enquanto a liderança tenta refletir as crescentes preocupações ambientais da população, o partido também quer acomodar os interesses dos sindicatos de trabalhadores da indústria petrolífera, seus principais apoiadores.

Store confirmou, porém, que o partido continuará a apoiar a indústria petrolífera, mas também disse que quer que as empresas do segmento se comprometam com um prazo para tornar todas as operações livres de emissões. O maior sindicato de petróleo da Noruega, a Industry Energy, que há muito tempo é aliada do Partido Trabalhista, atacou a decisão sobre a perfuração em Lofoten, que ocorre menos de dois anos depois de um acordo interno do partido sobre o assunto.

“Isso cria desequilíbrios nas discussões sobre políticas para uma indústria que depende de uma perspectiva de longo prazo, e não podemos aceitar isso”, disse o líder do sindicato, Frode Alfheim, ao jornal australiano Sydney Morning Herald. “Provavelmente, há muitas pessoas na indústria que estão se perguntando quem o partido realmente representa”, comenta o sindicalista.

A medida acontece depois que o governo da Noruega deu sinal verde na última sexta-feira para um fundo petrolífero de US$ 1 trilhão — o maior fundo soberano do mundo — para investir em projetos de energia renovável não listados nos mercados de ações. A expectativa é que o investimento de bilhões de dólares sejam direcionados para projetos de energia eólica e solar. Esta é a mais recente indicação de que a riqueza acumulada através de combustíveis fósseis está sendo redirecionada para lucros futuros em energia renovável. Um número maior de indústrias e países iniciaram estratégias de desinvestimento de combustíveis fósseis, citando riscos futuros para seus negócios e modelos econômicos.

No mês passado, o fundo petrolífero da Noruega disse que não iria mais investir em 134 companhias que exploram petróleo e gás, mas que reteria participações em grandes empresas petrolíferas, incluindo BP e Shell, que possuem divisões de energia renovável.

(fonte: matéria na íntegra Jornal O GLOBO – 14/04/2019)

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Debate entre Inteligência Artificial e humanos – desta vez, o homem levou a melhor

Por quase três décadas, a IBM vem promovendo enfrentamentos entre inteligências artificiais e homens. Em 1997, o Deep Blue venceu o campeão Gerry Kasparov. Em 2011, o Watson venceu jogadores humanos no jogo de perguntas Jeopardy. Desta vez, o debate entre o software Project Debater, desenvolvido pela empresa americana para ser capaz de debater temas complexos com seres humanos, teve um resultado diferente: o campeão mundial de debates Harish Natarajan conseguiu ser mais convincente que “a máquina” e venceu o debate, de aproximadamente 40 minutos.

O tema escolhido foi a concessão de subsídios públicos para aumentar o acesso de alunos à pré-escola. O software não podia consultar a internet no momento do debate, mas apenas lançar mão das 10 bilhões de frases as quais o sistema poderia julgar e combinar, dando suporte à linha de raciocínio.

Harish Natarajan e o Project Dabater – debate consistente e informativo, impressionou o público.

Natarajan, contrário ao subsídio, conseguiu elevar seu nível de convencimento de 13% para 30% ao final do debate, enquanto o Project Debater iniciou o debate com 79% (a favor do subsídio) e terminou com 62%. O público era composto tanto de pessoas que estavam no debate quanto de internautas e reconheceram que “a máquina” contribuiu com importantes (e convincentes) informações sobre o tema.

Ao ser questionada sobre o tempo necessário para chegarmos ao ponto de a tecnologia derrotar o homem, a resposta da IBM foi cuidadosa: isso poderia ocorrer se a empresa tivesse algum interesse em investir nesse sentido. Todavia, o foco é que máquinas e homens trabalhem lado a lado. Junto com a computação em nuvem, análise de dados e segurança digital, a inteligência artificial é um dos mais importantes pilares estratégicos para a IBM.

O debate aconteceu durante a realização do “Tink”, evento anual promovido pela IBM.

Fonte: Valor Econômico

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Takeda dobra de tamanho no Brasil, com a compra da Shire

A farmacêutica japonesa Takeda concluiu aquisição da Shire e inicia processo mundial de integração das duas operações. Com a Shire, segundo Ricardo Marek, executivo responsável pela divisão de mercados emergentes, a empresa vai dobrar de tamanho no Brasil. Junto com Rússia e China, o país é um dos mercados-líderes de um grupo de 48 países que já respondem por 14% do negócio da Takeda.

Segundo Renata Campos, há 2 anos como Presidente da Takeda no Brasil, o plano estratégico para os próximos 3 anos está pronto e a empresa deverá lançar 4 novos produtos esse ano. A empresa segue sendo uma das 10 maiores do país, se mantem focada em Gastroenterologia, porém adentra 3 novos seguimentos: doenças raras, hematologia e nerociência. No Brasil, a operação tem agora 1500 funcionários, uma fábrica em Jaguariúna e 1 laborátorio de pesquisas em São Paulo. Ainda segundo Renata, a receita das vendas da Takeda brasileira, como o novo portfolio será: 36% com medicamentos de prescrição; 29%, hematologia; 14%, OTC (medicamentos que não necessitam de receita médica); 10%, doenças raras e 6% oncologia.  

Com a Shire, a Takeda estará em 80 países e terá mais presença nos mercados ocidentais. No novo momento, metade da receita passa a vir do mercado americano. Sendo Europa e Canadá responsáveis por 19%, Japão 18% e Mercados Emergentes 14%. No ranking mundial, após a aquisição, a Takeda passa a ser a 9ª companhia farmacêutica no mundo.

Ricardo Marek (Presidente da Takeda para Mercados Emergentes) e Renata Campos (Presidente da Takeda no Brasil e América Latina)

fonte: Jornal Valor Econômico

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ACS – uma trajetória feita de ética e propósito

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O que é um Propósito?

É a fundamentação por trás de tudo o que fazemos e está intimamente ligado com nossas crenças e valores. A certeza de que temos algo maior e mais transformador a realizar em nossas vidas, algo esse que não cabe no significado único de um dia de trabalho, de realização de tarefas, ou na satisfação basal da nossa “Pirâmide de Maslow”. O “simples” fato de trabalharmos com a saúde de outra pessoa, já seria suficiente para nos levar por esse caminho. Mas somos inquietos.

A ACS vive seus valores: Respeito ao Próximo, Colaboração, Empatia e Aprendizado. E um dos caminhos para que possamos viver nossos valores é o da ética nas relações e nos negócios, sempre por meio de interações saudáveis.

Levamos o tema da Saúde tão a sério, que desenvolvemos nosso próprio Programa de Compliance. Ser talvez a primeira empresa de representações comerciais brasileira na área da saúde a ter seu próprio Programa de Compliance é mais um importante passo no que consideramos nosso propósito maior: prestar serviços, horando as empresas as quais representamos, sempre mirando o bem estar dos pacientes e o apoio resolutivo dos profissionais que os atendem, no caso, os médicos.

Este é o DNA da ACS!

Veja a Pirâmide de Maslow e entenda o que é causa (propósito) e o que é consequência. Pense, reflita e veja se faz sentido. Nossas escolhas estão diretamente vinculadas à noção de propósito.

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visite nosso link (AQUI) e saiba mais sobre nosso Código de Ética.

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Citações de Bill Gates

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Bill Gates tem um patrimônio líquido estimado em 90 bilhões de dólares, valor maior do que o PIB de países como Cuba e o Sri Lanka. Por meio de sua Fundação, Bill e Melinda Gates, criada em 1997, desde 2000, já doou mais de 30 bilhões para causas sociais. O site Businness Insider publicou, há um tempo atrás, algumas citações de Bill Gates, bem interessantes:

Sobre o sucesso da Microsoft

“A maioria dos nossos concorrentes investiam em um só produto… Eles criavam esse único produto, mas nunca se aprofundavam na engenharia envolvida. Não pensavam em software de forma abrangente. Não se preocupavam com ferramentas e eficiência. Assim, eles fabricavam um produto, mas não o renovavam para que pudesse chegar à próxima geração.” (BBC, em 19 de junho de 2008)

Sobre trabalhar com Steve Jobs

“Steve e eu éramos muito diferentes. Mas éramos muito bons em escolher pessoas. Ambos hiperenergéticos e trabalhadores. Éramos parceiros próximos no desenvolvimento do software Mac original, e isso foi incrível, porque tínhamos mais gente trabalhando nele do que a própria Apple tinha. Mas fomos muito ingênuos. Steve prometeu que a máquina custaria 499 dólares e, de repente, custava 1.999 dólares. Mesmo assim, o projeto Mac foi uma experiência incrível.” (Rolling Stone, em 13 de março de 2014)

Sobre sucesso

“O sucesso é um péssimo professor. Seduz pessoas inteligentes a pensarem quem não podem perder.” (Livro “The Road Ahead”, de 1995)

Sobre o crescimento da Microsoft

“”Sabe, mesmo quando escrevemos na Microsoft, em 1975, ‘um computador em cada mesa e em cada casa’, nós não percebemos que teríamos que ser uma grande empresa. Cada vez que chegava o momento eu pensava ‘será que poderemos mesmo dobrar em tamanho?'” (Site AllThingsD, em 31 de maio de 2007)

Sobre aproveitar as coisas simples

“Eu lavo os pratos todas as noites – outros se oferecem, mas eu gosto do jeito que lavo.” (Reddit, em 10 de fevereiro de 2014)

Sobre o papel da tecnologia

“Tudo bem, visite essas super empresas de tecnologia como a Bangalore Infosys, mas por favor, só para aproveitar a visita, vá alguns quilômetros adiante e veja as pessoas que vivem sem banheiro, sem água encanada… O mundo não é preto e branco e computadores não estão nem entre as primeiras cinco necessidades humanas.” (The Financial Times, em 1º de novembro de 2013)

Sobre o papel do dinheiro

“Certamente estou bem cuidado em termos de alimento e vestimentas… O dinheiro não tem utilidade para mim, depois de um certo ponto. Sua utilidade está completamente direcionada em construir uma organização e distribuir recursos para os mais pobres e necessitados do mundo.” (The Telegraph UK, em 18 de janeiro de 2013)

Sobre o valor de clientes insatisfeitos

“Seus clientes mais insatisfeitos são sua grande fonte de aprendizado.” (Forbes, em 4 de março de 2014)

Sobre os limites do capitalismo

“O mercado não leva cientistas, jornalistas, pensadores e governos a fazerem as coisas certas, necessariamente. E somente prestando atenção a essas coisas certas e dispondo de pessoas brilhantes que se importam e atraem outras pessoas para elas é que podemos progredir o tanto quanto precisamos”. (TED Talk, em fevereiro de 2009)

Sobre a importância da inovação

“Nosso estilo de vida moderno não é uma criação política. Antes de 1700, grande parte das pessoas era muito pobre. A vida era curta e brutal. Não é porque não tínhamos bons políticos; tínhamos alguns muito bons políticos. Mas então começamos a inventar – eletricidade, motores a vapor, microprocessadores – e a entender de genética, medicina e coisas assim. Sim, estabilidade e educação são importantes – não estou tirando seu mérito – mas a inovação é o verdadeiro motor do progresso”. (Rolling Stone, em 13 de março de 2014)

 

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Ponto de Inflexão – sua empresa atingiu o dela?

Na matemática, o Ponto de Inflexão é um ponto sobre uma curva ascendente, onde a curvatura troca de sinal, muda seu ritmo – sua ascendência estaciona e torna-se descendente, se alguma variável não se alterar. Em negócios, temos exatamente o mesmo movimento. O que torna a constante reinvenção cada vez mais necessária. Muitas empresas desapareceram nos últimos 50 anos, graças ao “boom” do Vale do Silício, com suas tecnologias e modelos disruptivos.

Pequenas empresas, desburocratizadas, minimamente hierarquizadas, dispostas a correr riscos e em busca de um modelo “monetizável” de suas fantásticas idéias, foram redefinindo o mercado.

Quando o ritmo da mudança da empresa for ultrapassado pelo ritmo fora dela, o fim está próximo.” (Jack Welsh).

De repente, como se uma mensagem viesse com o vento, algo precisa mudar.  Os modelos de negócio centralizadores, pesados, pautados em economia de escala e lucro pelo lucro vão perdendo relevância. A nova revolução, talvez mais pesada que a Industrial e a tecnológica juntas, é a da economia colaborativa e do propósito de resolver um grande problema, com resultados de grande impacto para quem compra um serviço. Assim surgiram Uber, AirbNb, Co-workings e outros modelos. Até o referencial de “ser bem sucedido” vem mudando. Gente engravatada, em carros de luxo, trabalhando para gente que simplesmente só anda de bicicleta (?).

A indústria da música é um ótimo exemplo. A digitalização fez desaparecer os discos, fitas e CDs, deu lugar ao download, que só durou até aparecerem os streamings. Apple, Spotify e Deezer subverteram a lógica de se gravar, vender e ouvir música.

Os jornais eram, até um passado não muito remoto, os centralizadores da notícia e da opinião, até o aparecimento dos blogs, redes sociais e, mais recentemente, a opinião é de quem a tem, por meio do Whatsapp.

Segundo o relatório do World Economic Fórum 2017-2018, 85% da população do planeta terra já vive próximo a,pelo menos, uma torre de celular (veja relatório AQUI). Ainda conforme o relatório, em 2019, 59% da população mundial terá um smartphone e mais da metade estará facilmente conectada à internet até 2025. Tudo isso com acesso ilimitado a dados, uma vez que a comoditização do armazenamento é um caminho natural, dado o aumento da capacidade.

Com tudo isso pela frente, mudar um modelo de negócios não é tarefa fácil, ainda mais em se tratando de algo que está dando lucro e que, aparentemente, vai bem. Erros precisam ser vistos como parte do ambiente de aprendizado. É como se, de tempos em tempos, tivéssemos que “resetar” e, dentro do ecossistema de negócios, lançar um novo olhar, como uma start up constante. Reaprender, voltar a estudar, a acertar, errar, reafirmar o aprendizado.

O “incomodo” pede atenção e ação. É a vivência constante do PDCA (tão antigo e tão novo ao mesmo tempo), só que observado em uma dinâmica completamente diferente. Planejar, fazer, ver como o modelo reagiu, corrigir. E seguir adiante, sabendo que SER grande importa bem menos do que PENSAR grande.

A grande questão: como manter minha empresa relevante e surpreendente para meus clientes, em um mercado que se move todos os dias e de forma tão exponencial, para desespero das verdades absolutas? E não adianta procrastinar. Todo esse movimento é para ontem, pois como diz o velho ditado, não há prazer sem uma dorzinha.

fontes de pesquisa: Meio & Mensagem, Computerworld website e World Economic Forum Competitiveness Report 2017-2018

 

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Medley investe R$ 30 milhões em P&D

fonte: matéria na íntegra portal Panorama Farmacêutico, 08 de maio de 2018.

O laboratório Medley investirá aproximadamente R$ 30 milhões em Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) de produtos em sua unidade em Campinas (SP). O valor será utilizado tanto na área de medicamentos genéricos quanto na de similares.

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A marca projeta crescer 10% em 2018 com a reformulação da estratégia para genéricos. “A alta foi de 2% na venda de itens desse tipo em 2017, e mudamos o posicionamento. Revisamos os preços de algumas moléculas para tratamento de problemas gástricos e cardiológicos e preparamos lançamentos”, comenta o diretor da marca, Carlos Aguiar.

Serão oito novas substâncias no mercado até o fim do ano, principalmente antibióticos e medicamentos usados no tratamento de depressão e esquizofrenia. Os medicamentos comercializados com a marca comercial da empresa representam 30% de sua receita. O objetivo é aumentar essa representatividade.

A Medley é uma empresa do grupo Sanofi.

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Venda de remédios no país deve crescer 8% neste ano

fonte: Publicado em 16/02/2018 por Valor Online

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Nelson Mussolini, do Sindusfarma: “Ano eleitoral não é fácil para o setor, mas confiamos no crescimento do país” Depois de crescerem 11,5% em receita em 2017, acima do esperado pela indústria farmacêutica, as vendas de medicamentos no mercado brasileiro devem desacelerar neste ano e mostrar expansão de cerca de 8% até dezembro. “Ano eleitoral nunca é fácil para o setor, mas estamos confiantes no crescimento do país, para minimizar as pressões de custos e a queda da lucratividade”, diz o presidente-executivo do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (Sindusfarma), Nelson Mussolini.

Diante da baixa inflação, os laboratórios já sabem que o reajuste anual autorizado pelo governo federal para os preços de medicamentos em 2018 será um dos menores dos últimos anos. Ao mesmo tempo, em períodos eleitorais, o poder público se esforça para que não falte remédio à população, mas ações de responsabilidade fiscal podem atrapalhar essa meta, bem como as negociações com a indústria farmacêutica. “Os custos de produção continuam comprimindo as margens e a pressão do Ministério da Saúde para reduções de preços pode afetar ainda mais a lucratividade das empresas”, afirma o executivo, que vê como fundamental, para o setor e para a economia no geral, que o equilíbrio das contas públicas seja perseguido pelo governo e que as reformas, principalmente a da previdência, sejam aprovadas.

No primeiro mês do ano, as vendas de remédios nas farmácias brasileiras cresceram em receita e em volume na comparação anual, mas ficaram abaixo do verificado em dezembro. Segundo dados da consultoria IQVIA (ex-Quintiles IMS), no mês passado foram vendidas no país 319,7 milhões de unidades, alta de 9,8% frente a janeiro de 2017. Em relação a dezembro, a baixa foi de 3,5%. Em 12 meses, o crescimento acumulado foi de 6,1%. “Certamente, o mês de fevereiro não será melhor, pois teremos um menor número de dias úteis, o que impacta nosso negócio”, observa Mussolini. Em receita, considerando-se os descontos concedidos (PPP, do inglês Pharmacy Purchase Price), as vendas subiram 13,6% em janeiro, na comparação anual, para R$ 4,73 bilhões, mas caíram 4,5% ante dezembro. No acumulado de fevereiro ao primeiro mês deste ano, o crescimento foi de 11,5%. Em todo o ano passado, a receita no varejo farmacêutico cresceu os mesmos 11,5% vistos até o mês passado, enquanto em unidades a alta foi de 6,12%.

O crescimento de cerca de 10% do faturamento líquido da indústria, pondera o presidente do Sindusfarma, não significa que o setor esteja “navegando por águas tranquilas”. “As vendas em unidades não têm acompanhado a espiral demográfica, o que é sempre um problema quando se olha para o futuro”. Os dados da IQVIA mostram ainda que os genéricos se mantêm como motor da expansão das vendas de medicamentos. Em janeiro, foram vendidas cerca de 105 milhões de unidades de genéricos no país, alta de 12,3% na comparação com o mesmo mês de 2017. Ante dezembro, porém, houve queda de 3,3%. Em receita, as vendas de genéricos subiram 17,7% no primeiro mês do ano, na comparação anual, para R$ 630,6 milhões, mas caíram 4,29% frente a dezembro. Segundo previsão da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma), o reajuste autorizado pelo governo neste ano deve ficar entre os mais baixos dos últimos 13 anos. Conforme a entidade, o menor índice médio de reajuste desde 2005 foi de 1,49%, em 2007, seguido por 2,18% em 2012. Nesses anos, o Índice de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado em 12 meses até março, que é usado na fórmula de preços, foi de 3,02% e 5,85%, respectivamente – para se ter uma ideia aproximada, em 2017, o IPCA ficou em 2,94%.

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