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ACS – uma trajetória feita de ética e propósito

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O que é um Propósito?

É a fundamentação por trás de tudo o que fazemos e está intimamente ligado com nossas crenças e valores. A certeza de que temos algo maior e mais transformador a realizar em nossas vidas, algo esse que não cabe no significado único de um dia de trabalho, de realização de tarefas, ou na satisfação basal da nossa “Pirâmide de Maslow”. O “simples” fato de trabalharmos com a saúde de outra pessoa, já seria suficiente para nos levar por esse caminho. Mas somos inquietos.

A ACS vive seus valores: Respeito ao Próximo, Colaboração, Empatia e Aprendizado. E um dos caminhos para que possamos viver nossos valores é o da ética nas relações e nos negócios, sempre por meio de interações saudáveis.

Levamos o tema da Saúde tão a sério, que desenvolvemos nosso próprio Programa de Compliance. Ser talvez a primeira empresa de representações comerciais brasileira na área da saúde a ter seu próprio Programa de Compliance é mais um importante passo no que consideramos nosso propósito maior: prestar serviços, horando as empresas as quais representamos, sempre mirando o bem estar dos pacientes e o apoio resolutivo dos profissionais que os atendem, no caso, os médicos.

Este é o DNA da ACS!

Veja a Pirâmide de Maslow e entenda o que é causa (propósito) e o que é consequência. Pense, reflita e veja se faz sentido. Nossas escolhas estão diretamente vinculadas à noção de propósito.

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visite nosso link (AQUI) e saiba mais sobre nosso Código de Ética.

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Ponto de Inflexão – sua empresa atingiu o dela?

Na matemática, o Ponto de Inflexão é um ponto sobre uma curva ascendente, onde a curvatura troca de sinal, muda seu ritmo – sua ascendência estaciona e torna-se descendente, se alguma variável não se alterar. Em negócios, temos exatamente o mesmo movimento. O que torna a constante reinvenção cada vez mais necessária. Muitas empresas desapareceram nos últimos 50 anos, graças ao “boom” do Vale do Silício, com suas tecnologias e modelos disruptivos.

Pequenas empresas, desburocratizadas, minimamente hierarquizadas, dispostas a correr riscos e em busca de um modelo “monetizável” de suas fantásticas idéias, foram redefinindo o mercado.

Quando o ritmo da mudança da empresa for ultrapassado pelo ritmo fora dela, o fim está próximo.” (Jack Welsh).

De repente, como se uma mensagem viesse com o vento, algo precisa mudar.  Os modelos de negócio centralizadores, pesados, pautados em economia de escala e lucro pelo lucro vão perdendo relevância. A nova revolução, talvez mais pesada que a Industrial e a tecnológica juntas, é a da economia colaborativa e do propósito de resolver um grande problema, com resultados de grande impacto para quem compra um serviço. Assim surgiram Uber, AirbNb, Co-workings e outros modelos. Até o referencial de “ser bem sucedido” vem mudando. Gente engravatada, em carros de luxo, trabalhando para gente que simplesmente só anda de bicicleta (?).

A indústria da música é um ótimo exemplo. A digitalização fez desaparecer os discos, fitas e CDs, deu lugar ao download, que só durou até aparecerem os streamings. Apple, Spotify e Deezer subverteram a lógica de se gravar, vender e ouvir música.

Os jornais eram, até um passado não muito remoto, os centralizadores da notícia e da opinião, até o aparecimento dos blogs, redes sociais e, mais recentemente, a opinião é de quem a tem, por meio do Whatsapp.

Segundo o relatório do World Economic Fórum 2017-2018, 85% da população do planeta terra já vive próximo a,pelo menos, uma torre de celular (veja relatório AQUI). Ainda conforme o relatório, em 2019, 59% da população mundial terá um smartphone e mais da metade estará facilmente conectada à internet até 2025. Tudo isso com acesso ilimitado a dados, uma vez que a comoditização do armazenamento é um caminho natural, dado o aumento da capacidade.

Com tudo isso pela frente, mudar um modelo de negócios não é tarefa fácil, ainda mais em se tratando de algo que está dando lucro e que, aparentemente, vai bem. Erros precisam ser vistos como parte do ambiente de aprendizado. É como se, de tempos em tempos, tivéssemos que “resetar” e, dentro do ecossistema de negócios, lançar um novo olhar, como uma start up constante. Reaprender, voltar a estudar, a acertar, errar, reafirmar o aprendizado.

O “incomodo” pede atenção e ação. É a vivência constante do PDCA (tão antigo e tão novo ao mesmo tempo), só que observado em uma dinâmica completamente diferente. Planejar, fazer, ver como o modelo reagiu, corrigir. E seguir adiante, sabendo que SER grande importa bem menos do que PENSAR grande.

A grande questão: como manter minha empresa relevante e surpreendente para meus clientes, em um mercado que se move todos os dias e de forma tão exponencial, para desespero das verdades absolutas? E não adianta procrastinar. Todo esse movimento é para ontem, pois como diz o velho ditado, não há prazer sem uma dorzinha.

fontes de pesquisa: Meio & Mensagem, Computerworld website e World Economic Forum Competitiveness Report 2017-2018

 

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Takeda: a farmacêutica mais amada do Brasil

Takeda é reconhecida  como a farmacêutica mais amada pelos seus funcionários do Brasil. 

fonte: portal SEGs de Notícias, na íntegra

Recepção da Takeda, em São Paulo março de 2012

Em 2º lugar no ranking das 50 grandes empresas mais amadas pelos seus funcionários no Brasil pelo Love Mondays, Takeda tem suas práticas organizacionais como destaque.

A Takeda Farmacêutica, que conta com presença no Brasil por mais de 60 anos, foi reconhecida como a farmacêutica mais amada por seus funcionários, de acordo com ranking realizado pela plataforma Love Mondays. Dentro da categoria ‘50 grandes empresas mais amadas pelos seus funcionários no Brasil’, a companhia está em segundo lugar com índice de satisfação geral de 4,51 em uma escala que vai até 5. Anualmente, o portal realiza um ranking com as organizações de todo o país que possuem alguma avaliação na plataforma. O resultado se dá de acordo com a avaliação dos colaboradores que publicam resenhas anônimas e de maneira espontânea no próprio site.

Renata Campos, presidente da Takeda Brasil e Área Head LATAM, afirma que “ser reconhecida pela 3º vez consecutiva como uma das empresas mais amadas do Brasil é resultado de nossas práticas internas e esforços diários em empoderar nossos colaboradores como agentes de mudança na sociedade, com uma base de valores sólida, prioridades claras e o compromisso de colocar foco em nossos pacientes acima de qualquer decisão do negócio. Esse reconhecimento reflete que o caminho que estamos seguindo como companhia está na direção certa”.

A colocação da empresa entre as TOP3 é o reflexo do efetivo trabalho que a organização vem realizando com foco no cuidado e bem-estar de seu público interno. Além dos programas de desenvolvimento profissional como mentoring e quality conversation, a Takeda busca sempre ouvir seus funcionários. “Prezar pelo clima da companhia e criar um canal aberto e de mão dupla com todos os colaboradores da empresa nos faz compreender as necessidades do nosso público e buscar soluções que proporcionem um ambiente de trabalho leve, descontraído e com maior eficiência”, afirma Veronika Falconer, Diretora de RH, Administração e Comunicação.

“Ações como day off de aniversário dos filhos*, assessoria de corrida, horário flexível, oportunidades de job rotation internacional, entre outros benefícios, saíram de conversas entre líderes e liderados e opiniões expostas em canais de comunicação. Essas ideias foram apesentadas para o RH e Comitê Executivo da empresa que estudou a possibilidade de execução”, complementa Veronika.

Cada prática que a Takeda tem hoje é uma conquista do trabalho de cada individuo da companhia, para a presidente “mais do que um dever, é um grande prazer para nós cuidar e desenvolver nossos colaboradores, inspirar e proporcionar uma experiência de trabalho única. Assim, podemos juntos oferecer uma saúde melhor e um futuro mais brilhante para nossos pacientes por meio da liderança em inovação de medicamentos”.

O perfil da Takeda no website da Love Mondays conta atualmente com 227 avaliações e, entre os pontos elogiados pelos colaboradores na plataforma estão a evolução das pessoas e dos processos, os valores realmente colocados em prática no dia a dia, as oportunidades de aprendizado que formam o ambiente leve, interativo e respeitoso e a abertura da companhia para novas ideias e projetos. Além dessas informações, a Love Mondays também divulga vagas disponíveis na empresa e faixa salarial dos cargos contemplados. (*Aplicável para mães e pais de crianças de até 12 anos).

Sobre a Takeda Farmacêutica

Sediada em Osaka, Japão, a Takeda é uma companhia farmacêutica global que investe em pesquisa e inovação para comercializar mais de 700 produtos em 70 países, sendo especialmente forte na Ásia, América do Norte, Europa e Mercados Emergentes, incluindo América Latina, Rússia-CIS e China. Fundada há mais de 230 anos, é hoje uma das 15 maiores farmacêuticas do mundo e a número 1 no Japão, graças ao esforço contínuo de seus 31.000 colaboradores em lutar pela melhoria da saúde e um futuro mais brilhante das pessoas em todo o mundo, por meio da liderança na inovação de medicamentos. Com a integração da Millennium Pharmaceuticals e da Nycomed, a Takeda vem se transformando, aumentando sua expertise terapêutica e alcance geográfico.

A Takeda está entre as 10 principais farmacêuticas do Brasil e tem duas fábricas instaladas em território nacional – Jaguariúna (SP) e São Jerônimo (RS) –, contando com quase 2.000 colaboradores. A área de MIPs (medicamentos isentos de prescrição) possui medicamentos que são líderes no mercado e representam 48% do faturamento da companhia, que tem no portfólio produtos para dor de cabeça, problemas digestivos, antibactericida e tratamento dos sintomas da gripe4. Na área de prescrição médica, as principais especialidades atendidas pela Takeda são: gastroenterologia, cardiometabólica e imunologia, além da oncologia, lançada em 2015.

A afiliada no Brasil adquiriu em julho de 2012 o laboratório nacional Multilab – com portfólio focado em MIPs, genéricos e genéricos de marca – com o objetivo de diversificar a carteira de produtos da companhia e aproximar-se ainda mais da nova classe média.

 

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Lidando com Millennials

Um novo olhar sobre o comportamento nos  mostram atitudes que valorizam mais o caminho do que o destino final. Essa “garotada” quer aliar, como ninguém, prazer e trabalho, onde o conceito de sucesso não é trabalhar duro para chegar mais rapidamente à diretoria. É encontrar no trabalho o motivador para ter mais qualidade de vida e auto-direcionamento. Hierarquias e convenções não tem significado algum e o prêmio maior é viver o hoje, não apenas o futuro. Extremamente conectados e ousados, prezam ambientes colaborativos e criativos, estimulando cada vez mais o surgimento de novas profissões, funções até então impensáveis e que foram aparecendo ao sabor das novas tecnologias. Quando se dedicam, são bons no que fazem, mas normalmente acreditam que são menos valorizados do que deveriam. Paciência para ganhar espaço a medida que demonstram seu valor não é o forte dessa geração.

Ao longo dos últimos 50 a 60 anos, diferenças marcantes foram definindo o perfil dos profissionais nas organizações. Gestores de empresas, sejam grandes ou pequenas, se vêm as voltas com um tipo peculiar de “funcionário” – a galera Millennial ou, como também é conhecida, a geração Internet.

A consultoria australiana UXC Solutions fez uma pesquisa com 1200 funcionários de empresas em segmentos variados e desenhou um quadro comparativo entre gerações.

nova geração

Como os Gerentes devem lidar com essa nova geração? Deixar claro o que é preciso para obter sucesso e dar-lhes atenção e treinamento. O trabalho tem que ter sentido. Agendas ocultas ou meias palavras não funcionam com eles. É, como se diz, “papo reto”. O uso de tecnologia para facilitar a relação, ao invés de demoradas conversas ao telefone certamente surtirão mais efeito. Para um Millennial, o emprego atual não é “a última bolacha do pacote” e pode ser trocado a qualquer momento, desde que deixe de fazer sentido.

O vídeo abaixo pode dar uma boa noção sobre as transformações ocorridas no ambiente de trabalho. É inegável lançar um novo pensar na forma como gerenciamos a relação com colegas, funcionários, chefes em geral. Como sempre reforço em todo o artigo cujo tema seja comportamento, não existe espaço pra generalizações e rótulos. Tratamos de tendências. Mas, com certeza, o ambiente de trabalho não será mais o mesmo.

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Gestão em Saúde – dicas para administrar bem sua clínica

Profissionais de saúde, principalmente médicos, com freqüência relatam as dificuldades encontradas na gestão de suas clínicas. A tarefa de conciliar o exercício da atividade médica e, ao mesmo tempo, o ofício de empresário tem sido o grande desafio da maioria dos profissionais. Como viabilizar a clínica de tal forma que os serviços médicos possam ser oferecidos ao paciente com conforto e eficiência? E, do aspecto da empresa, qual o segredo para que a clínica se torne perene e rentável o suficiente para proporcionar ganhos atrativos tanto para médicos quanto para seus funcionários?

marketing em saúde

Parece básico, mas em gestão, quer seja uma clínica, uma padaria ou uma fábrica de móveis, os princípios para que o negócio se mantenha equilibrado e com perspectivas são os mesmos:

1) É importante ter um plano financeiro – mais do que importante, é questão de sobrevivência ter um plano anual de ganhos e despesas. Este exercício ajuda no controle e no direcionamento da clínica – é a bússola do negócio. Só é possível controlar aquilo que é possível medir. Sem essa disciplina, os riscos aumentam e a clínica fica vulnerável aos solavancos financeiros do dia a dia. Qual o impacto, por exemplo, da demissão de um ou dois funcionários na receita do mês? Quem já passou por isso sabe muito bem. Leia o resto deste post »

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REPFARMA – Capacitar para Crescer

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André Reis – idealizador da REPFARMA – capacitação é o caminho do crescimento

Capacitar-se é tornar-se habilitado pra desempenhar uma determinada atividade. Para qualquer atividade, a capacitação abre as portas pra que determinada pessoa seja exposta à oportunidades de trabalho, vagas as quais necessitam de pessoas de alto desempenho para ocupá-las.

Na indústria farmacêutica, existe uma profissão que não é “pop”, como um engenheiro, um advogado ou um chef de cozinha: A Propaganda Médica, atividade relativamente nova (legitimada pela CLT por meio da Lei 6224 de 1975), exercida por um profissional de vendas (Propagandista). O Propagandista é contratado por um laboratório farmacêutico e treinado para visitar médicos, com o objetivo e conquistar a preferência desses profissionais para que prescrevam seus medicamentos. A Propaganda Médica é uma atividade desenvolvida mundialmente, mas exercer essa atividade no Brasil é estar sob rigorosa regulamentação do Conselho Federal de Medicina, por meio da resolução CFM Nº 1.974/2011. A resolução estabelece limites éticos na relação entre a Indústria Farmacêutica e Médicos.

Para exercer a atividade de Propaganda Médica de forma produtiva e, da mesma forma, dentro da ética estabelecida pelo CFM, laboratórios investem cada vez mais em treinamento e desenvolvimento, buscando formar profissionais capazes de bem representá-los. O Propagandista precisa ter conhecimento técnico sobre fisiologia e farmacologia, para que possa transmitir informações para médicos, enfermeiros e outros profissionais ligados a área da saúde.

O interesse pela atividade tem crescido de forma inversamente proporcional ao número de vagas disponíveis no mercado. Voltamos então ao início do nosso tema: capacitação. E quando a demanda por gente capacitada encontra, na outra ponta um afunilamento de vagas, surge a necessidade da diferenciação – o candidato a Propagandista que busca conhecimentos sobre a atividade ANTES de ser avaliado e contratado, pode aumentar sua empregabilidade. É a sobrevivência do mais capaz.

E quem primeiro percebeu a oportunidade de capacitar pessoas por meio de cursos livres para serem promotores na área da Saúde foi a REPFARMA. Iniciada em 2010, a REPFARMA surgiu por iniciativa de seu proprietário, André Reis. A empresa é líder no segmento de ensino com foco no treinamento de Propagandistas. Segundo André, a REPFARMA age como uma facilitadora no ingresso de pessoas que desejam entrar no segmento.  Só em 2012, a empresa, com sede no Rio de Janeiro, já formou mais de 400 alunos e em 2013 estende sua bem sucedida operação para os estados de São Paulo e Minas Gerais.

A área da saúde no Brasil precisa de capacitação e desenvolvimento em diversas frentes. Fornecer para o mercado pessoas mais preparadas para a função de Propaganda Médica é um passo adiante, num segmento de grande responsabilidade entre os envolvidos. As empresas farmacêuticas oferecem as melhores oportunidades aos que buscam ficar acima da média. A REPFARMA trabalha incessantemente para elevar essa média.

para saber mais sobre a REPFARMA, clique aqui

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