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Unimed Uberlândia começa a sair do modelo centrado na doença

De forma gradual, operadora muda estratégia e passa a priorizar acolhimento, assistência multidisciplinar com base em necessidades individualizadas.

Substituir gradativamente o atual modelo de atenção baseado em sistema hierárquico por uma rede horizontal de serviços integrados passou a ser a estratégia da Unimed Uberlândia. Acolhimento, assistência multidisciplinar, levando em consideração as necessidades individualizadas do cliente, serão os pontos de atenção trabalhados pela operadora.

unimed uberlândia

 “O desafio principal é superar o modelo hegemonicamente centrado na doença e baseado na demanda espontânea, em busca de um modelo de atenção no qual haja incorporação progressiva de ações de promoção de saúde e prevenção de riscos”, divulgou a Unimed em comunicado ao mercado.

O modelo priorizará ações de promoção, vigilância, prevenção e assistência, voltadas para as especificidades de grupos. Para colocar em prática ações baseadas neste novo modelo, a  operadora inaugurou um Centro Integrado de Atenção à Saúde (CIAS), que atuará como porta de entrada, realizando o trabalho de direcionamento e monitoramento de assistência médica. O CIAS será também a unidade de referência para o produto Unimed Mais – novo plano empresarial com foco para as pequenas e médias empresas.

A Unidade contemplará 16 consultórios com atendimento nas diversas especialidades, salas de exames complementares e área de apoio assistencial.

 fonte: portal Saúde business

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Entra em vigor ampliação da cobertura de planos de saúde

Planos passam a cobrir o custo de 87 procedimentos, incluindo 37 medicamentos orais contra o câncer

Entra em vigor hoje (2) a ampliação da cobertura obrigatória para beneficiários de planos de saúde, que inclui 37 medicamentos orais para tratamento domiciliar de câncer, além de 50 novos procedimentos como exames, consultas e cirurgias. As mudanças foram anunciadas em outubro pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

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É a primeira vez que os planos de saúde terão que cobrir os custos com medicamentos via oral para o tratamento do câncer em casa. Com essa inclusão, passam a ser ofertados remédios para o tratamento de tumores de grande prevalência na população como estômago, fígado, intestino, rim, testículo, mama, útero e ovário. De acordo com a ANS, a forma de distribuição desses medicamentos ficará a cargo de cada operadora de plano de saúde. Leia o resto deste post »

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Planos pequenos (até 20 mil usuários) e médios (até 100 mil) serão os mais prejudicados, aponta levantamento divulgado pela Abramge PR/SC

plano-saudeEntra em vigor em janeiro o novo Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da ANS, que inclui 87 novos procedimentos na cobertura obrigatória dos planos de saúde. Fazem parte da medida novos tipos de exames, cirurgias, consultas e medicamentos orais para o tratamento de câncer, além do aumento do número de consultas e sessões com fonoaudiólogos, psicólogos, terapeutas ocupacionais e nutricionistas.

A Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge PR/SC) divulgou esta semana um estudo segundo o qual o impacto econômico destas mudanças nas despesas assistenciais será 3,1% acima da inflação – sendo 1,7% apenas por conta dos novos medicamentos. O estudo foi desenvolvido pela CTS Consultoria.

A entidade se diz preocupada com o impacto econômico sobre as operadoras de saúde, já que os novos procedimentos devem ser ofertados a partir no início do ano e os planos só poderão sofrer reajuste no final de 2014. Cadri Massuda, presidente da Abramge PR/SC, diz não ser contra a inclusão dos novos procedimentos no rol, mas que não há como arcar com as novas despesas sem variação de receita.

Segundo a Abramge PR/SC, as operadoras que mais devem sofrer com as mudanças são as pequenas (com até 20 mil usuários) e as médias (entre 20 e 100 mil usuários), que não dispõem da mesma estrutura e reserva financeira que as demais. A previsão de Massuda é que muitas operadoras fechem as portas. Algumas inclusive já teriam parado de comercializar planos considerados inviáveis.

Massuda diz que as despesas das operadoras estão sempre em crescimento, por conta da evolução da medicina e dos tratamentos, da tecnologia, do aumento da procura por médicos e pela maior longevidade dos pacientes. Defende ainda que a ANS busque estratégias para a saúde financeira das operadoras.

fonte: Saúdeweb (matéria na íntegra). 

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ANS aprova compra da Amil pela UnitedHealthcare

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), após análises técnicas, aprovou a transferência do controle societário das operadoras de planos de saúde controladas pela Amil Participações S/A para a operadora norte-americana UnitedHealthcare. Segundo a Agência, a participação do capital estrangeiro já ocorre no Brasil desde 1997. “Faz parte, inclusive, do cotidiano das empresas cujo capital, diretamente ou por meio de controladoras, seja objeto de negociação em bolsa de valores, na qual é livre o acesso aos investidores estrangeiros”, diz a ANS, em comunicado. A Amil Participações é a empresa controladora de cinco operadoras de planos de saúde do Grupo Amil: Amil Assistência Médica Internacional S/A, Amil Planos por Administração Ltda, Amico Saúde Ltda, Excelsior Med S/A e ASL – Assistência à Saúde Ltda. Para o consumidor do Grupo Amil não há mudanças, tendo sido preservados seus direitos, bem como os deveres das operadoras de planos de saúde em questão.

ANS esclarece – Não há mudanças para os beneficiários da Amil. Para os beneficiários das operadoras que pertencem à Amil Participações S/A, assim como para os prestadores de serviços, não há qualquer alteração. Portanto, ficam integralmente preservados os direitos dos consumidores e prestadores, conforme previsto na legislação nacional vigente.

Direitos e deveres das operadoras nestas situações – Qualquer empresa que comercialize planos de saúde no Brasil, independente de possuir capital estrangeiro ou não, obedece ao mesmo regramento legal e normativo, seguindo o rigor assistencial e econômico-financeiro exigido pelo órgão regulador. Portanto, as obrigações legais e normativas da operadora, assim como os direitos dos consumidores, são exatamente os mesmos vigentes antes da mudança de controle societário.

Quanto à participação de capital estrangeiro na operação – A Constituição Brasileira admite a participação de capital estrangeiro em serviços de saúde, na forma do § 3º do artigo 199. Além disso, a legislação da saúde suplementar permite a livre participação de capital estrangeiro em operadoras de planos de saúde, segundo o § 3º do artigo 1º da Lei nº 9.656 de 1998.

A Procuradoria Federal junto à ANS também não identificou impedimento jurídico à participação do capital estrangeiro em operadoras de planos de saúde, mesmo que tenham rede própria, conforme consta em manifestação do ano de 2008 e disponível no site da Advocacia Geral da União. Além disso, as operadoras de planos de saúde prestam serviços de saúde diretamente ou por meio de uma rede credenciada, referenciada ou cooperada, nos termos do artigo 1º, I e II, da Lei nº 9.656, de 1998. A descrição detalhada dos serviços assistenciais próprios (hospitais, laboratórios, clínicas, pronto-atendimentos) e de terceiros é uma das condições para que a ANS lhes conceda autorização de funcionamento, conforme o artigo 8º da Lei nº 9.656, de 1998.

Veja a Manifestação da Procuradoria Federal junto à ANS – Como a ANS avalia este tipo de negociação: A mudança de controle societário de operadoras de planos de saúde segue as determinações da ANS através da Resolução Normativa nº 270 e da Instrução Normativa nº 49. Além disso, a participação de capital estrangeiro em operadoras de planos de saúde no Brasil com ou sem rede assistencial própria (hospitais, laboratórios, clínicas e pronto-atendimentos) não é fato inédito no país, ocorrendo desde 1997. A prática inclusive faz parte do cotidiano de operadoras de planos de saúde cujo capital, diretamente ou por meio de controladoras, seja objeto de negociação em bolsa de valores, na qual é livre o acesso aos investidores estrangeiros. A Agência Nacional de Saúde Suplementar considera que este tipo de negociação – amparada pela legislação vigente – pode ser positiva para o beneficiário de planos de saúde no Brasil na medida em que aumentar o nível da concorrência no setor.

Fonte: ANS e Saúde Web (matéria na íntegra)

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