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Transformação digital afeta diretamente os pacientes

Portal SaúdeWeb – matéria na íntegra, 24 de novembro 2016.

Mais de 75% dos pacientes de todo o mundo esperam utilizar serviços digitais no futuro – em torno de cinco anos. É o que aponta pesquisa feita pela consultoria americana McKinsey & Company. Nessa jornada rumo à transformação digital, na qual a rede de saúde está toda baseada em soluções de tecnologia e em uma plataforma aberta de comunicação e integração de dados, o papel de todos os envolvidos no sistema de saúde – pacientes, médicos e prestadores de serviço – sofre mudanças.

De um lado, os pacientes podem, de maneira mais rápida, acessar informações de saúde, “diagnosticar” suas próprias condições, obter resultados de exames e, assim, receber um tratamento melhor; de outro, médicos e prestadores de serviços têm em mãos o registro de todos os dados, por meio de soluções como Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP), Checagem Beira Leito e consulta de dados por meio de ferramentas de analytics. “Mas, para que isso funcione, tudo deve estar integrado em um sistema de gestão hospitalar que permita armazenar, pesquisar e coletar dados”, explica Aimar Lopes, docente em gestão hospitalar da Universidade São Camilo.

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Veja, a seguir, as principais tendências que fazem parte da transformação digital, impactam a atuação dos profissionais de saúde e remodelam a experiência do paciente – elo mais importante do sistema de saúde:

  1. Assistência médica e resultados baseados em valores

Os pacientes de hoje precisam enxergar valor nos serviços de saúde, a partir de diagnósticos baseados nos indicadores-chaves de desempenho e avaliações de outros pacientes em situações semelhantes às suas. Estatísticas puras não têm sentido; os resultados apresentados pelos médicos precisam ser mais relevantes e completos – aspecto tratado pelo uso de ferramentas de analytics e dados oriundos de todos os prontuários de pacientes.

  1. Pacientes informados e envolvidos
    Os usuários dos serviços de saúde envolvem-se com a assistência de diversas formas: buscam alívio quando doentes e, cada vez mais, querem participar ativamente da prevenção e dos cuidados próprios. Eles valorizam o acesso fácil à informação personalizada e confiável, resultados baseados em evidências para sua situação particular e a continuidade do tratamento e assistência. Engajar esse consumidor multifacetado requer novos canais de interação, formas de atendimento e disponibilização de serviços.

    3. Novas oportunidades em vestíveis, apps e Internet das Coisas (IoT)

A proliferação de clientes que possuem dispositivos médicos conectados à internet abastece a disponibilidade do Big Data, ajudando os provedores de saúde a identificar e responder às necessidades do paciente em tempo real e ajustar o que for preciso. Isso abre novas oportunidades para prevenção, monitoramento e tratamento, aumentando o engajamento – e a satisfação – do paciente.

“A entidade precisa estimular a discussão sobre todos esses pilares, mostrar resultados e fornecer treinamento constante para incentivar o engajamento e conseguir, de forma mais rápida, inserir-se na transformação digital”, completa Lopes.

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Como armazenar dados com segurança em seu consultório

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(Saúde Business.com – Tiago Salgado, matéria na íntegra)

Com a popularização dos prontuários eletrônicos, as informações mais importantes de médicos e pacientes ganharam espaço no mundo digital e foram para a nuvem. Esta iniciativa oferece uma série de benefícios para clínicas e consultórios, sobretudo no aumento de produtividade e qualidade no atendimento, mas também trouxe um receio que incomoda diversas pessoas: será que estes dados tão importantes estão seguros e livres de ataques cibernéticos?

Esta é uma preocupação constante na área. A última pesquisa TIC Saúde, realizada em 2014, mostra que quase metade dos médicos brasileiros (48%) considera “difícil” ou “muito difícil” a implantação de sistemas eletrônicos por conta das preocupações com segurança e confidencialidade das informações. Para reverter essa situação, é preciso apostar em tecnologias que possuem certificações de boas práticas no armazenamento das informações.

A documentação clínica impacta diretamente na vida e bem-estar do paciente – e são os médicos e seus consultórios os responsáveis pela guarda desses dados. Dessa forma, prontuários eletrônicos e demais serviços tecnológicos precisam seguir critérios mínimos de segurança, qualidade, arquitetura, conteúdo e interoperabilidade (capacidade de um sistema interagir com outro). Quanto mais selos o fornecedor tiver, mais confiança ele irá passar para o mercado.

No Brasil, uma das principais certificações na área de tecnologia é a NGS 1 e 2, emitidas pela SBIS (Sociedade Brasileira de Informática em Saúde) em nome do CFM (Conselho Federal de Medicina). Quem conquistar o NGS-2, nível máximo de exigência, não só consegue trazer mais segurança no armazenamento dos dados de acordo com a conformidade legal, como também permite aos usuários assinarem os dados clínicos digitalmente com o certificado digital – elevando a clínica a outro patamar tecnológico.

Em uma época em que o digital está presente em praticamente tudo, ainda são poucos os fornecedores de tecnologia que buscam essas certificações. Os consultórios, por sua vez, também não prestam atenção a esse tema tão importante e correm riscos com os dados dos seus pacientes. Hoje, a informação é um dos principais ativos para qualquer negócio e exige atenção máxima para quem desejar crescer em um cenário cada vez mais competitivo.

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Hospital Bruno Born digitaliza prontuário

O HBB, de Lajeado/RS está investindo em novas tecnologias para qualificar o atendimento e reduzir o retrabalho no processo de enfermagem. E na linha de outros hospitais de médio e grande porte estão implantando o prontuário digital. O sistema permite a verificação dos sinais vitais do paciente à beira do leito, através de um tablet, onde estas informações ficam disponíveis e automaticamente inserHBB Beira do leito - tablet-1idas no sistema. Com o tablet o técnico de enfermagem acessa, através do sistema de gestão hospitalar, o prontuário eletrônico do paciente e informa os sinais vitais, como pressão arterial e temperatura. Outras informações disponíveis são ganhos e perdas (eliminações urinárias, intestinais e outros), administração de medicamentos e dietas assim como a ingestão de líquidos. Além disto, os registros de enfermagem, como evolução diária do estado do paciente, também estão sendo informatizados, facilitando a visualização das informações pela área assistencial e médica, em qualquer computador da instituição.

A coordenadora de enfermagem do HBB, enfermeira Lidiane Stole de Moura destaca que o principal objetivo desta implantação é a segurança do paciente. “E como vantagem temos a segurança da informação, pois o registro é efetuado uma única vez diretamente no sistema. No passado, como na maioria dos hospitais do Brasil, principalmente em cidades de médio e pequeno porte, era realizada uma anotação em papel e depois transcrito em outra folha”, salienta Lidiane.

Com isto é eliminado o retrabalho e cresce a agilidade e acessibilidade na consulta das informações, pois a área assistencial e HBB Beira do leito - computadormédica terá disponibilizado no prontuário eletrônico todo o histórico do paciente. Ou seja, não apenas da internação em curso, mas de todas as vezes que o paciente tenha sido atendido no HBB, mesmo em regime ambulatorial. Como informações referentes a atendimentos anteriores estarão disponíveis, facilita-se o processo de anaminese e dá-se mais segurança na tomadas de decisões. Também como vantagem está a qualificação dos registros através da padronização de textos e com informações completas do paciente.

Como efeito colateral da inovação reduz-se o tempo dedicado a cada paciente, ainda com expressivos ganhos de qualidade no processo, resultando disto tudo uma redução de custos e aumento na capacidade de atendimento e internação.

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Nos EUA, pediatras adotam tablets no cuidado de recém nascidos

Associação Pediátrica de Bellevue, Washington, usa tablets equipados com software móvel de EHR para registrar visitas de pacientes

(Saúde Web – matéria na íntegra)

Utilizando o aplicativo Greenway em um tablet com Windows 8, a Associação Pediátrica de Bellevue, Washington, está registrando seus pacientes tão logo chegam a este mundo.

“O maior benefício é percebido quando os médicos saem para visitar pacientes em hospitais, especialmente, os recém-nascidos”, diz Brock Morris, CIO da clínica com 85 médicos. “Eles criam a conta, por assim dizer, e começam a documentar o paciente desde recém-nascido”.

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