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14 de julho – parabéns aos Representantes da Indústria Farmacêutica pelo seu Dia

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A MSD cortará 8.500 postos na área comercial

Merck-Sharp-Dohme-Luzern1-404x218A MSD informou que planeja cortar sua força de trabalho em cerca de 8.500 cargos buscando economias anuais de custos de aproximadamente US $ 2,5 bilhões até o final de 2015. A empresa indicou que a iniciativa visa “aperfeiçoar” o seu foco comercial e P & D.

“Essas ações farão a MSD uma empresa mais competitiva e melhor posicionada para impulsionar a inovação e comercializar de forma mais eficaz medicamentos e vacinas para as pessoas que deles necessitam”, comentou o CEO Kenneth C. Frazier.

A MSD observou que as economias de custos anuais projetados, 1bilhão dólares deverá acontecer até o final de 2014. A empresa acrescentou que a maior parte da economia virá de despesas de comercialização, administrativas e de P & D.

De acordo com a Merck, as novas reduções de pessoal, combinada com cortes previamente anunciados de cerca de 7500, resultará em uma diminuição de cerca de 20 por cento da força de trabalho global da farmacêutica de 81 mil postos até o final de 2015.“Essas ações são essenciais para garantir que a MSD possa continuar a cumprir a sua missão para o futuro, no entanto são decisões difíceis porque afetam nossos colegas dedicados e talentosos”, comentou Frazier.

fonte: Yahoo! Finance – Por: Matthew Dennis

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REPFARMA – Capacitar para Crescer

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André Reis – idealizador da REPFARMA – capacitação é o caminho do crescimento

Capacitar-se é tornar-se habilitado pra desempenhar uma determinada atividade. Para qualquer atividade, a capacitação abre as portas pra que determinada pessoa seja exposta à oportunidades de trabalho, vagas as quais necessitam de pessoas de alto desempenho para ocupá-las.

Na indústria farmacêutica, existe uma profissão que não é “pop”, como um engenheiro, um advogado ou um chef de cozinha: A Propaganda Médica, atividade relativamente nova (legitimada pela CLT por meio da Lei 6224 de 1975), exercida por um profissional de vendas (Propagandista). O Propagandista é contratado por um laboratório farmacêutico e treinado para visitar médicos, com o objetivo e conquistar a preferência desses profissionais para que prescrevam seus medicamentos. A Propaganda Médica é uma atividade desenvolvida mundialmente, mas exercer essa atividade no Brasil é estar sob rigorosa regulamentação do Conselho Federal de Medicina, por meio da resolução CFM Nº 1.974/2011. A resolução estabelece limites éticos na relação entre a Indústria Farmacêutica e Médicos.

Para exercer a atividade de Propaganda Médica de forma produtiva e, da mesma forma, dentro da ética estabelecida pelo CFM, laboratórios investem cada vez mais em treinamento e desenvolvimento, buscando formar profissionais capazes de bem representá-los. O Propagandista precisa ter conhecimento técnico sobre fisiologia e farmacologia, para que possa transmitir informações para médicos, enfermeiros e outros profissionais ligados a área da saúde.

O interesse pela atividade tem crescido de forma inversamente proporcional ao número de vagas disponíveis no mercado. Voltamos então ao início do nosso tema: capacitação. E quando a demanda por gente capacitada encontra, na outra ponta um afunilamento de vagas, surge a necessidade da diferenciação – o candidato a Propagandista que busca conhecimentos sobre a atividade ANTES de ser avaliado e contratado, pode aumentar sua empregabilidade. É a sobrevivência do mais capaz.

E quem primeiro percebeu a oportunidade de capacitar pessoas por meio de cursos livres para serem promotores na área da Saúde foi a REPFARMA. Iniciada em 2010, a REPFARMA surgiu por iniciativa de seu proprietário, André Reis. A empresa é líder no segmento de ensino com foco no treinamento de Propagandistas. Segundo André, a REPFARMA age como uma facilitadora no ingresso de pessoas que desejam entrar no segmento.  Só em 2012, a empresa, com sede no Rio de Janeiro, já formou mais de 400 alunos e em 2013 estende sua bem sucedida operação para os estados de São Paulo e Minas Gerais.

A área da saúde no Brasil precisa de capacitação e desenvolvimento em diversas frentes. Fornecer para o mercado pessoas mais preparadas para a função de Propaganda Médica é um passo adiante, num segmento de grande responsabilidade entre os envolvidos. As empresas farmacêuticas oferecem as melhores oportunidades aos que buscam ficar acima da média. A REPFARMA trabalha incessantemente para elevar essa média.

para saber mais sobre a REPFARMA, clique aqui

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ANS – agora é pra valer

ANS divulga regras para a manutenção de planos de assistência médica para demitidos e aposentados (Revista Melhor Gestão de Pessoas, mar 2013 – matéria na íntegra)

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) publicou, no fim de novembro, a Resolução Normativa nº 279, que assegura aos demitidos e aposentados a manutenção do plano de saúde empresarial com cobertura idêntica à vigente durante o contrato de trabalho. Para ter direito ao beneficio o ex-empregado deverá ter sido demitido sem justa causa e deve ter contribuído no pagamento do plano de saúde. A resolução entra em vigor 90 dias após sua publicação.

Os empregados demitidos poderão permanecer no plano de saúde por um período equivalente a um terço do tempo em que foram beneficiários dentro da empresa, respeitando o limite mínimo de seis meses e máximo de dois anos. Já os aposentados que contribuíram por mais de dez anos podem manter o plano pelo tempo que desejarem. Quando o período for inferior, cada ano de contribuição dará direito a um ano no plano coletivo depois da aposentadoria.

aposentado

Para Carla Soares, diretora adjunta de Norma e Habilitação dos Produtos da ANS, a empresa poderá manter os aposentados e demitidos no mesmo plano dos ativos ou fazer uma contratação exclusiva para eles. “Se a empresa preferir colocar todos no mesmo plano, o reajuste será igual para empregados ativos, demitidos e aposentados, caso contrário, poderá ser diferenciado”, explica. A diretora adjunta conta, ainda, que no caso de planos específicos em separado para aposentados e demitidos, o cálculo do percentual de reajuste tomará como base todos os planos de ex-empregados na carteira da operadora. “O objetivo é diluir o risco e obter reajustes menores”, afirma. A norma prevê também a portabilidade especial, que poderá ser exercida pelo demitido e aposentado durante ou após o termino do seu contrato de trabalho. Com a portabilidade, o beneficiário poderá migrar para um plano individual ou coletivo por adesão sem ter de cumprir novas carências.

Pontos de atenção
Para Francisco Bruno, consultor da Mercer, mais de 90% do que está nessa nova resolução já era de conhecimento público, uma vez que se trata do que derivou da consulta pública nº 41, realizada entre abril e junho do ano passado, e que recebeu sugestões por parte da sociedade civil e dos agentes regulados. Apesar disso, ele levanta alguns pontos que merecem atenção.

Um deles refere-se aos planos separados. Em outras palavras: as operadoras de saúde terão de se adaptar à RN e oferecer, ao final dos 90 dias para a vigência da norma, uma carteira de saúde específica para os futuros aposentados das empresas clientes. Nesse grupo poderá estar o pessoal que também pendurou as chuteiras de outras companhias clientes da operadora. Essa nova carteira terá padrões de reajustes específicos, com a possibilidade de cobrança [do aposentado] por faixa etária, no valor cheio do plano. Uma pergunta, a partir desse ponto, fica no ar: algumas companhias terão o desejo de colocar os atuais aposentados nesse novo grupo? Pode ser que sim, lembra Bruno. Porém, será uma decisão capaz de gerar mais e mais discussões e responsabilidades.

O consultor chama a atenção, também, para a contagem de tempo para ter direito vitalício ao plano. Para isso, o profissional deve ter contribuído no pagamento da assistência médica por 10 anos ou mais enquanto estava na ativa. Ocorre que algumas empresas, há algum tempo, fizeram mudanças nesse benefício, tirando a contribuição fixa do trabalhador para que ele não atingisse a marca de uma década e perdesse a vitalicidade, ficando apenas com o período proporcional. “O que a RN oficializou, agora, é que o tempo anterior a 1º de janeiro de 1999 [que foi quando a lei 9.656 entrou em vigor] vai valer para o cálculo de contribuição”, diz Bruno.

Outro item que vale ser lembrado diz respeito ao profissional já aposentado pelo INSS, mas que ainda continua trabalhando na empresa. No momento em que ele se desligar da companhia, terá automaticamente direito a se enquadrar no artigo dos aposentados e não nos demitidos.

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Profissionais de Saúde – para ser “In”, esteja “Linked”

Médicos, Enfermeiros, instituições de Saúde e outras especialidades do setor ainda não descobriram o potencial do Linked In como perspectiva, mas ainda há tempo (por Daniel Souza, São Paulo – Brasil).

O Linked In a Rede Mundial de compartilhamento de perfis profissionais mais conhecida e acessada do momento. Pra se ter uma idéia, a Rede nasceu em 2002 e atualmente (2014) são mais de 300 milhões de usuários cadastrados. Muitas foram as Redes Sociais que surgiram ao longo desse tempo. Mas, como na vida real, longevidade carece de sentido prático, relevância na vida das pessoas – coisa que o Linked In se esmera para mostrar, ano após ano. E significado é um atributo perseguido por outras Redes Sociais. O esgotamento do modelo de redes onde as pessoas ficam apenas se mostrando, matando a falta do que fazer ou alimentando um novo vício, está fadado ao desaparecimento.

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Se você ainda não conhece ou apenas “ouviu falar” do Linked In, é bom ver alguns fatos com mais atenção: se buscarmos por Linked In no Google, são mais de um bilhão e duzentos milhões de referências. Se buscarmos apenas o verbete “linked in é” em português, são mais de 18 milhões de alusões. É inegável que, para profissionais que pretendem deixar sua identidade profissional visível, a referência é o Linked In. Empresas de Recursos Humanos também pensam desta forma – é o que diz uma pesquisa da Right Management (2010) constatando que o Linked In faz a diferença em pesquisa de perfis em uma razão de 1 para 4 análises de candidatos. Normalmente é levada em conta a forma como a pessoa interage na rede, além do seu histórico profissional – fatos e dados. Não é pra menos que o Próprio Google, quando mencionamos “dicas linked in”, mostra quase cinco milhões de referências – muita gente sugerindo como ficar bem na foto.

Tudo isso dito, pra enfatizar outro ponto curioso – a baixa adesão de profissionais da área da saúde no Linked In é um fato. Se filtrarmos alguns verbetes no próprio site, temos: Médico (452.000 – médicos atuantes ou em outra profissão que não a medicina – termo em inglês (physician), enfermeiro ou enfermeira (60.600, somando as duas referências) e farmacêutico (49.509 referências). O segmento da Saúde passa por um desafio cruzado: a dificuldade encontrada por bons profissionais para mostrar seu trabalho e a necessidade de clientes (pacientes) e empresas em localizar bons médicos, enfermeiros e outros especialistas com comprovada capacidade de resolução. O Linked In transita com destacada desenvoltura no nosso meio, em nossa rotina. Falta o profissional de saúde dedicar mais tempo e atenção para utilizá-lo de forma a “vender seu peixe”.

Ao contrário do que muita gente pensa, a procura de emprego não é o principal foco e nem o que motiva as pessoas a manterem seus perfis no Linked In. Segundo o Diretor Geral da rede, Osvaldo Barbosa de Oliveira, os principais motivos são a manutenção da sua identidade profissional e a possibilidade de compartilhar conteúdo relevante para o desenvolvimento de sua carreira. Segundo ele, “Só em oitavo lugar aparece a procura por emprego”. Então, quem não usa o Linked In com medo de que o chefe perceba com “maus olhos” ou que os colegas pensem que “tem algo errado”, fique tranquilo. Não que esse também não seja um ponto importante para o site: hoje no Brasil, existem cerca de 150 clientes usando o Linked In Recruiter. Empresas como Citroen, HSBC e Fiat estão entre os principais.

Médicos, enfermeiros, farmacêuticos, pesquisadores e outros especialistas – aprendam mais sobre o Linked In. Quem sabe não está aí o resgate da antiga relação “médico-paciente” ou “hospital-profissional” ou “seguradora de saúde-clínica” sob outra perspectiva de mercado ainda não devidamente explorada?  

Sob o enfoque de alavancagem de carreira, eu apreciaria muito se meu médico tivesse um perfil bem estruturado no Linked In. Sem dúvida compartilharia com meus contatos (que não são poucos)…

Osvaldo Barbosa - "Busca por emprego está em oitavo lugar no uso do Linked In"

Osvaldo Barbosa, Presidente do Linked In Brasil  – “Busca por emprego está em oitavo lugar no Linked In”

Mais algumas informações sobre o Linked In que merecem atenção:

  • No Brasil, o Linked In tem mais de 10 milhões de usuários (2013). Quando entrou no Brasil em 2010, eram menos de 1 milhão.
  • O Brasil é o 3º pais mais presente na Rede, empatado com Inglaterra (EUA e India são 1º e 2º respectivamente).
  • O Linked In registrou lucro líquido de US$ 11,5 milhões no quarto trimestre de 2012, um aumento de 66% ante o lucro de US$ 6,9 milhões no mesmo período de 2011.
  • Aumento de 86% na receita – de US$ 522,2 milhões em 2011 para US$ 972,3 milhões em 2012.
  • A receita deve encerrar 2013 entre US$ 1,41 bilhão e US$ 1,44 bilhão e o e o lucro ajustado entre US$ 315 milhões e US$ 330 milhões.

fontes: Folha.com e Época Negócios.

para se cadastrar ao Linked In clique AQUI

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