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Indústria farmacêutica e médica têm cartilha para usar redes sociais

A agência americana FDA (Food and Drug Adminstration) ‘acordou’ para a social media e sugeriu, redes sociais
finalmente, práticas para as empresas interagirem com os consumidores

A agência americana responsável por regulamentar a indústria farmacêutica e média, Food and Drug Administration (FDA) acordou para as redes sociais e liberou uma cartilha de práticas como sugestão para que as fabricantes de produtos farmacêuticos e médicos possam usar a social media para fazer o marketing de seus produtos ou criar um canal de comunicação para esclarecer informação incorreta ou inadequada sobre seus produtos que possa ter sido divulgada na web.

Segundo o jornalista Erik Sass, autor do blog The Social Graf, “as regras foram divulgadas como ‘rascunhos’ portanto como referência não oficial por hora, o que não obriga a FDA a se responsabilizar por elas e também pode gerar mudanças”. A cartilha tem 18 páginas e pode ser baixada por esse link.

As regras de marketing divulgadas pela FDA reconhecem por exemplo que, ao contrário de jornais e revistas que têm espaços maiores para publicidade, redes sociais como Facebook e Twitter oferecem espaço limitado para explicar detalhadamente um produto ou mesmo publicar aquelas informações em letras beeem pequenas.

Mas a agência enfatiza que os profissionais de marketing dessas companhias estão submissos às regras preexistentes que regulam mensagens promocionais, incluindo informes sobre riscos, benefícios e outras indicações específicas ligadas aos produtos. Nesse caso, todo tweet, post no Facebook ou outro tipo de informe em social media terá obrigatoriamente que incluir, por exemplo, dados sobre o risco do produto.

Sempre que possível, informações sobre riscos de uso dos produtos precisam ganhar um destaque especial e, se não houver espaço para todos os riscos, o mais sério precisa ser priorizado. Além disso, em todos os casos, a empresa precisa acompanhar o post de um link que remeta a uma página com informes completos.

Segundo Sass, a FDA não se importa se a empresa decidir encurtar a URL (ufa!), mas recomenda que o link seja parecido com “www.product.com/risk”. E, se o produto tiver uma lista de informes consideravelmente grande, a FDA sugere que a companhia “jogue a toalha” e use outro tipo de mídia para promove-lo.

No caso de correção de má informação ou dados incorretos publicados em sites terceiros (numa Wikipedia, por exemplo, ou em um forum de discussão), a FDA entende que as regras do site podem impedir a empresa de ocupar todo o espaço necessário para colocar os informes habituais do produto.

Nesses casos, se a fabricante não foi responsável pela publicação original, ela não é obrigada a publicar todos os detalhes técnicos e legais, limitando-se a publicar um texto que corrija o erro e identificando-se como a fonte da correção e não tirando vantagem da situação para fazer marketing de produto.

Fonte: Dikajob

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Facebook compra Whatsapp

face wathsappO Facebook comprou por 16 bilhões de dólares a empresa de mensagens instantâneas Whatsapp. A Rede Social pagou 4 bilhões em dinheiro e o restante será pago em ações do próprio Facebook que ainda vai desembolsar mais 3 bilhões em ações a serem distribuídas entre os funcionários do Whatsapp. Atualmente mais de 450 milhões de pessoas utilizam o serviço de mensagens  (das quais 70% todos os dias) que agrega 1 milhão de novos usuários diariamente. Segundo Mark Zuckerberg (CEO do Facebook), em entrevista coletiva, o Whatsapp logo vai conectar 1 bilhão de pessoas – isto faz com que empresas com esta perspectiva seja tão valiosas, além de reforçar um forte ponto de identificação entre as duas empresas: tornar o mundo mais aberto e conectado.

O CEO e fundador do Whatsapp, Jan Koum, vai virar executivo do Facebook e ocupar uma cadeira no conselho diretor da empresa. Ainda segundo Zuckerberg, as duas empresas irão operar de forma independente, não havendo qualquer mudança no plano de ação da empresa e inclusive o Headquarter permanecerá no mesmo lugar, em Montain View. Ainda segundo o CEO do Facebook, anúncios não são o caminho para monetarizar o serviço de mensagens. Em função disso ,o Whatsapp não terá anúncios nos próximos anos.

fonte: Folha de São Paulo e Exame.com

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