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Hospitais dos EUA suprem falta de médico com contratação on-line

(fonte: Bloomberg – matéria na íntegra)

Uma startup financiada pelo ex-CEO da DoubleClick Kevin Ryan está ajudando hospitais a preencherem os cargos temporários necessários para médicos e enfermeiros da mesma forma que o Airbnb preenche camas de hotéis.

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A Nomad Health, uma plataforma on-line que conecta clínicos a hospitais que oferecem empregos de curto prazo, está se expandindo para Nova York nesta quarta-feira, elevando para 10 o número de estados nos quais opera nos EUA. A empresa compete com agências de emprego tradicionais mediante a cobrança de uma taxa fixa de 15 por cento, enquanto outros intermediários normalmente cobram o dobro disso.

“Isso é muito animador porque é uma forma de realmente testar nossa plataforma em diversos cenários de prática”, disse o CEO da Nomad, Alexi Nazem, 35, que tem diploma de Medicina pela Universidade de Yale e MBA em Harvard.

A força de trabalho do setor de saúde dos EUA está sob pressão porque o envelhecimento populacional e o rápido aumento no número de pacientes com cobertura médica criam uma procura maior. Em 2030, poderiam faltar mais de 100.000 médicos, segundo estudo divulgado em março do ano passado pela Associação Americana de Faculdades de Medicina.

As clínicas muitas vezes lidam com a falta de pessoal — como médicas que tomam licença-maternidade – por meio da contratação de pessoal de curto prazo, prática conhecida pelo termo latino locum tenens. Um relatório da Staff Care, uma provedora de trabalhadores de curto prazo para hospitais, apontou que 94 por cento dos gestores de instalações de saúde reportaram o uso de médicos por prazos curtos em 2016, 20 pontos percentuais a mais que em 2012.

Nenhuma novidade

A Nomad espera tirar proveito dessa escassez. A empresa com sede em Nova York levantou US$ 4 milhões em financiamento Série A em meados de 2016, um investimento que rendeu à companhia uma avaliação de US$ 20 milhões. Ryan, cofundador do site de notícias Business Insider e da Gilt Groupe, é presidente do conselho.

Os clínicos ou enfermeiros podem usar o Nomad porque são mais jovens e querem trabalho extra para quitar dívidas estudantis ou porque são mais velhos e não querem trabalhar em período integral. Atualmente, mais de 30.000 profissionais clínicos usam a plataforma, e a expansão para Nova York será iniciada com mais de 2.000 médicos com licença estadual e mais de 1.000 enfermeiros credenciados.

“Isso costumava ser novidade, mas agora eu diria que faz parte do plano de recrutamento”, disse Phil Miller, vice-presidente de comunicação da agência de recrutamento AMN Healthcare, empresa líder do setor, avaliada em US$ 2,5 bilhões. “A maioria das instalações que usam locum tenens preferiria ter médicos permanentes, mas, nas circunstâncias atuais, muitas utilizam essa ferramenta.”

Três anos atrás, foram necessários 10 meses para que Nazem conseguisse um trabalho de curto prazo como clínico em Massachusetts. Hoje, sua empresa é capaz de reduzir esse tempo para apenas um dia.

“Este é um ótimo momento para começar a apresentar esse tipo de serviço porque as pessoas, além de estarem desesperadas para encontrar soluções melhores, também estão acostumadas a ter esse nível de praticidade em quase todos os outros aspectos da vida”, disse Nazem.

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Takeda: a farmacêutica mais amada do Brasil

Takeda é reconhecida  como a farmacêutica mais amada pelos seus funcionários do Brasil. 

fonte: portal SEGs de Notícias, na íntegra

Recepção da Takeda, em São Paulo março de 2012

Em 2º lugar no ranking das 50 grandes empresas mais amadas pelos seus funcionários no Brasil pelo Love Mondays, Takeda tem suas práticas organizacionais como destaque.

A Takeda Farmacêutica, que conta com presença no Brasil por mais de 60 anos, foi reconhecida como a farmacêutica mais amada por seus funcionários, de acordo com ranking realizado pela plataforma Love Mondays. Dentro da categoria ‘50 grandes empresas mais amadas pelos seus funcionários no Brasil’, a companhia está em segundo lugar com índice de satisfação geral de 4,51 em uma escala que vai até 5. Anualmente, o portal realiza um ranking com as organizações de todo o país que possuem alguma avaliação na plataforma. O resultado se dá de acordo com a avaliação dos colaboradores que publicam resenhas anônimas e de maneira espontânea no próprio site.

Renata Campos, presidente da Takeda Brasil e Área Head LATAM, afirma que “ser reconhecida pela 3º vez consecutiva como uma das empresas mais amadas do Brasil é resultado de nossas práticas internas e esforços diários em empoderar nossos colaboradores como agentes de mudança na sociedade, com uma base de valores sólida, prioridades claras e o compromisso de colocar foco em nossos pacientes acima de qualquer decisão do negócio. Esse reconhecimento reflete que o caminho que estamos seguindo como companhia está na direção certa”.

A colocação da empresa entre as TOP3 é o reflexo do efetivo trabalho que a organização vem realizando com foco no cuidado e bem-estar de seu público interno. Além dos programas de desenvolvimento profissional como mentoring e quality conversation, a Takeda busca sempre ouvir seus funcionários. “Prezar pelo clima da companhia e criar um canal aberto e de mão dupla com todos os colaboradores da empresa nos faz compreender as necessidades do nosso público e buscar soluções que proporcionem um ambiente de trabalho leve, descontraído e com maior eficiência”, afirma Veronika Falconer, Diretora de RH, Administração e Comunicação.

“Ações como day off de aniversário dos filhos*, assessoria de corrida, horário flexível, oportunidades de job rotation internacional, entre outros benefícios, saíram de conversas entre líderes e liderados e opiniões expostas em canais de comunicação. Essas ideias foram apesentadas para o RH e Comitê Executivo da empresa que estudou a possibilidade de execução”, complementa Veronika.

Cada prática que a Takeda tem hoje é uma conquista do trabalho de cada individuo da companhia, para a presidente “mais do que um dever, é um grande prazer para nós cuidar e desenvolver nossos colaboradores, inspirar e proporcionar uma experiência de trabalho única. Assim, podemos juntos oferecer uma saúde melhor e um futuro mais brilhante para nossos pacientes por meio da liderança em inovação de medicamentos”.

O perfil da Takeda no website da Love Mondays conta atualmente com 227 avaliações e, entre os pontos elogiados pelos colaboradores na plataforma estão a evolução das pessoas e dos processos, os valores realmente colocados em prática no dia a dia, as oportunidades de aprendizado que formam o ambiente leve, interativo e respeitoso e a abertura da companhia para novas ideias e projetos. Além dessas informações, a Love Mondays também divulga vagas disponíveis na empresa e faixa salarial dos cargos contemplados. (*Aplicável para mães e pais de crianças de até 12 anos).

Sobre a Takeda Farmacêutica

Sediada em Osaka, Japão, a Takeda é uma companhia farmacêutica global que investe em pesquisa e inovação para comercializar mais de 700 produtos em 70 países, sendo especialmente forte na Ásia, América do Norte, Europa e Mercados Emergentes, incluindo América Latina, Rússia-CIS e China. Fundada há mais de 230 anos, é hoje uma das 15 maiores farmacêuticas do mundo e a número 1 no Japão, graças ao esforço contínuo de seus 31.000 colaboradores em lutar pela melhoria da saúde e um futuro mais brilhante das pessoas em todo o mundo, por meio da liderança na inovação de medicamentos. Com a integração da Millennium Pharmaceuticals e da Nycomed, a Takeda vem se transformando, aumentando sua expertise terapêutica e alcance geográfico.

A Takeda está entre as 10 principais farmacêuticas do Brasil e tem duas fábricas instaladas em território nacional – Jaguariúna (SP) e São Jerônimo (RS) –, contando com quase 2.000 colaboradores. A área de MIPs (medicamentos isentos de prescrição) possui medicamentos que são líderes no mercado e representam 48% do faturamento da companhia, que tem no portfólio produtos para dor de cabeça, problemas digestivos, antibactericida e tratamento dos sintomas da gripe4. Na área de prescrição médica, as principais especialidades atendidas pela Takeda são: gastroenterologia, cardiometabólica e imunologia, além da oncologia, lançada em 2015.

A afiliada no Brasil adquiriu em julho de 2012 o laboratório nacional Multilab – com portfólio focado em MIPs, genéricos e genéricos de marca – com o objetivo de diversificar a carteira de produtos da companhia e aproximar-se ainda mais da nova classe média.

 

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Estudo afirma: mais sexo em casa, maior produtividade no trabalho

CasalTradução e adaptação: Daniel Souza

Uma vida sexual ativa pode levar ao aumento de satisfação no trabalho. É o que afirma um estudo realizado pela Oregon State University’s College of Business.

O estudo, conduzido pelo Professor Keith Leavitt e colaboradores (Oregon State University’s College of Business) entrevistou 159 pessoas casadas e empregadas durante duas semanas. Acompanhando seus hábitos, identificou que os que priorizavam a atividade sexual em casa, apresentavam-se mais bem humorados e produtivos no trabalho.

Segundo Leavitt, é comum fazer piada com as pessoas que declaram viver “fogosamente” a relação de casal, mas isso é sério e precisa ser debatido, pois tem impacto direto no âmbito profissional. Assim com casais sexualmente ativos tem bons resultados na motivação para o trabalho, o movimento contrário também é relatado pelo estudo: o estresse que o funcionário carrega do escritório para casa afeta a saúde sexual do casal, principalmente em tempos onde os smartphones, e-mails e redes sociais fazem com que as pessoas fiquem conectadas o tempo todo.

O sexo libera dopamina (centros de recompensa do cérebro) e oxitocina (neuropeptídeo ligado ao comportamento social), tornando o ato sexual um “elevador” natural do humor e da motivação. Esse efeito se mostrou permanente nas 24 horas seguintes.

Ainda seguindo Leavitt, o resultado serve de alerta para a importância social, emocional e fisiológica do sexo – o que reforça a necessidade de os casais dediquem o tempo certo para a prática sexual. Lembra que, da mesma forma como, há vinte ou trinta anos, soava estranho e exagerado medir a qualidade do sono ou a ingesta de calorias como sinalizador de qualidade de vida no passado, talvez seja a hora de repensar o sexo sob a perspectiva de seus benefícios para a qualidade de vida.

“Existem ações mais estremas nesse sentido. Um vereador sueco propôs uma lei onde funcionários da prefeitura de Estocolmo usem uma hora por semana de seu horário de trabalho para fazer sexo. Ao defender a lei, justificou a necessidade de aumentar urgentemente a população jovem da cidade, bem como melhorar o humor e a qualidade de vida dos funcionários. Os gestores não precisam chegar a tanto, desde que busquem, no ambiente de suas equipes, estimular e melhorar o balanço entre vida pessoal e vida profissional. Um bom exemplo partiu da França, recentemente. Foi promulgada uma lei que impede e-mails além do horário do expediente, dando o direito ao funcionário de “se desconectar”, pondera Leavitt.

Os achados do estudo foram publicados recentemente no Journal of Management. Além do Professor Leavitt, participaram da pesquisa como co-autores os professores Christopher Barnes e Trevor Watkins da Universidade de Washington e David Wagner da Universidade de Oregon.

Veja o estudo na íntegra, clicando AQUI.

fonte: Oregon State University e Quartz website.

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Lidando com Millennials

Um novo olhar sobre o comportamento nos  mostram atitudes que valorizam mais o caminho do que o destino final. Essa “garotada” quer aliar, como ninguém, prazer e trabalho, onde o conceito de sucesso não é trabalhar duro para chegar mais rapidamente à diretoria. É encontrar no trabalho o motivador para ter mais qualidade de vida e auto-direcionamento. Hierarquias e convenções não tem significado algum e o prêmio maior é viver o hoje, não apenas o futuro. Extremamente conectados e ousados, prezam ambientes colaborativos e criativos, estimulando cada vez mais o surgimento de novas profissões, funções até então impensáveis e que foram aparecendo ao sabor das novas tecnologias. Quando se dedicam, são bons no que fazem, mas normalmente acreditam que são menos valorizados do que deveriam. Paciência para ganhar espaço a medida que demonstram seu valor não é o forte dessa geração.

Ao longo dos últimos 50 a 60 anos, diferenças marcantes foram definindo o perfil dos profissionais nas organizações. Gestores de empresas, sejam grandes ou pequenas, se vêm as voltas com um tipo peculiar de “funcionário” – a galera Millennial ou, como também é conhecida, a geração Internet.

A consultoria australiana UXC Solutions fez uma pesquisa com 1200 funcionários de empresas em segmentos variados e desenhou um quadro comparativo entre gerações.

nova geração

Como os Gerentes devem lidar com essa nova geração? Deixar claro o que é preciso para obter sucesso e dar-lhes atenção e treinamento. O trabalho tem que ter sentido. Agendas ocultas ou meias palavras não funcionam com eles. É, como se diz, “papo reto”. O uso de tecnologia para facilitar a relação, ao invés de demoradas conversas ao telefone certamente surtirão mais efeito. Para um Millennial, o emprego atual não é “a última bolacha do pacote” e pode ser trocado a qualquer momento, desde que deixe de fazer sentido.

O vídeo abaixo pode dar uma boa noção sobre as transformações ocorridas no ambiente de trabalho. É inegável lançar um novo pensar na forma como gerenciamos a relação com colegas, funcionários, chefes em geral. Como sempre reforço em todo o artigo cujo tema seja comportamento, não existe espaço pra generalizações e rótulos. Tratamos de tendências. Mas, com certeza, o ambiente de trabalho não será mais o mesmo.

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Como a Avon reduziu os custos sem demitir ninguém

Ao readequar a jornada de trabalho para cinco dias por semana no centro de distribuição de Cabreúva, a empresa conseguiu cortar gastos a ponto de compensar o aumento de 10% nos salários e ainda acrescentar a cesta básica como benefício, sem uma demissão – Revista Você RH, Ursula Alonso Manso (matéria na íntegra)

Em 2015, a fabricante de cosméticos Avon crescia menos do que havia planejado no ano anterior. Sem poder repassar os custos para os produtos e, consequentemente, aos consumidores, ao mesmo tempo em que a inflação alta balizaria o aumento salarial dos funcionários, a empresa levou a seguinte questão aos 1 800 colaboradores do seu centro de distribuição em Cabreúva, o maior da empresa do mundo, a 80 quilômetros da capital paulista: como reduzir custos e ganhar produtividade? “Apesar de a unidade trabalhar com padrões de qualidade e produtividade muito altos, sabíamos que podíamos ser mais eficientes”, diz a vice-presidente de recursos humanos Alessandra Ginante. “Deixamos claro para os funcionários que nossa intenção era preservar os empregos e nos abrimos para construir soluções em conjunto.”

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Alessandra Ginante, VP de RH da Avon. Mais produtividade, menos custos sem um só funcionário desempregado.

Durante nove meses, a Avon realizou reuniões com empregados e dirigentes sindicais. Em setembro de 2015, a convenção coletiva previa não somente o aumento salarial de 10,33% como também a concessão de cestas básicas e o aumento da jornada de trabalho semanal em quatro horas. “O que se vê, normalmente, são conversas para aumento salarial com redução da jornada. Aqui, aumentamos as horas trabalhadas com o apoio dos nossos funcionários”, diz Alessandra.

A solução

Inaugurado em 2011, o centro de distribuição da Avon em Cabreúva tem cerca de 300.000 metros quadrados e processa em média 6 500 pedidos de revendedoras por hora. É uma “fábrica de caixas”, como define Alessandra, com a ressalva de que “cada caixa é única porque cada revendedora tem um pedido único”. Em janeiro de 2015, quando a área de RH começou a conversar com os trabalhadores a respeito de previsões nada animadoras para o ano, a jornada de trabalho em Cabreúva era de 40 horas semanais, incluindo o expediente aos sábados. Na prática, isso implicava seis dias por semana de custos com transporte fretado, funcionamento do refeitório, além de gastos com segurança patrimonial e ambulatório médico, entre outros.

As conversas se estenderam até setembro, envolvendo também a liderança do centro de distribuição. Ao final, o trabalho aos sábados foi eliminado, mas a jornada aumentou de 40 para 44 horas semanais, de segunda a sexta. “Mudamos cerca de 30 processos para adequar a operação a cinco dias por semana”, conta a executiva. Para isso, foram criadas sete frentes de tarefas, com cerca de 50 colaboradores diretamente envolvidos, que se reuniam semanalmente. A contrapartida foi a concessão de cesta básica no valor de 150 reais. “Era um pedido antigo dos colaboradores, assim como a folga aos sábados”, diz Alessandra.

O resultado

O objetivo inicial da Avon era proteger os empregos em um ano difícil. De quebra, a empresa ainda conseguiu garantir maior qualidade de vida aos seus funcionários. “Os colaboradores mostraram uma disposição enorme em ajudar”, diz Alessandra. A executiva não revela o valor economizado, por questões estratégicas do negócio, mas destaca a redução do custo operacional, já que o transporte fretado e o refeitório, por exemplo, agora funcionam cinco dias por semana, em vez de seis. Além disso, o aumento da jornada semanal de trabalho contribuiu para um crescimento de 10% na produtividade, desde setembro. “No último trimestre do ano normalmente temos que contratar funcionários temporários em função da maior demanda. Dessa vez, isso não será preciso”, diz Alessandra.

Mais importante ainda é o fato de que os 1.800 funcionários de Cabreúva aprovaram o acordo junto ao sindicato — e ninguém foi demitido. “A ameaça da crise era real, com pressão mais forte no centro de distribuição, que produz para a entrega imediata de pedidos às revendedoras. Mas conseguimos manter os empregos, demos folga aos sábados, não cortamos nenhum benefício e ainda acrescentamos a cesta básica”, diz a executiva.

Agora a Avon se prepara para levar o modelo aos cerca de 1.000 funcionários de seus outros dois centros de distribuição, na Bahia e no Ceará.

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14 de julho – parabéns aos Representantes da Indústria Farmacêutica pelo seu Dia

Dia do propagandista 3

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Distribuidoras de remédios empregam mais em 2013

(Coluna MERCADO ABERTO – Folha de São Paulo, Maria Cristina Frias)

As distribuidoras de medicamentos do país fecharão este ano com um número maior de funcionários do que em 2012. Em 2013, 54,6% dos associados devem contar com um quadro de empregados maior que o do ano passado, segundo levantamento da Abradilan (Associação Brasileira dos Distribuidores dos Laboratórios Nacionais). Pouco mais de 27% planejam manter o número de trabalhadores estável, enquanto aproximadamente 18% devem reduzi-lo.

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