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Estudo afirma: mais sexo em casa, maior produtividade no trabalho

CasalTradução e adaptação: Daniel Souza

Uma vida sexual ativa pode levar ao aumento de satisfação no trabalho. É o que afirma um estudo realizado pela Oregon State University’s College of Business.

O estudo, conduzido pelo Professor Keith Leavitt e colaboradores (Oregon State University’s College of Business) entrevistou 159 pessoas casadas e empregadas durante duas semanas. Acompanhando seus hábitos, identificou que os que priorizavam a atividade sexual em casa, apresentavam-se mais bem humorados e produtivos no trabalho.

Segundo Leavitt, é comum fazer piada com as pessoas que declaram viver “fogosamente” a relação de casal, mas isso é sério e precisa ser debatido, pois tem impacto direto no âmbito profissional. Assim com casais sexualmente ativos tem bons resultados na motivação para o trabalho, o movimento contrário também é relatado pelo estudo: o estresse que o funcionário carrega do escritório para casa afeta a saúde sexual do casal, principalmente em tempos onde os smartphones, e-mails e redes sociais fazem com que as pessoas fiquem conectadas o tempo todo.

O sexo libera dopamina (centros de recompensa do cérebro) e oxitocina (neuropeptídeo ligado ao comportamento social), tornando o ato sexual um “elevador” natural do humor e da motivação. Esse efeito se mostrou permanente nas 24 horas seguintes.

Ainda seguindo Leavitt, o resultado serve de alerta para a importância social, emocional e fisiológica do sexo – o que reforça a necessidade de os casais dediquem o tempo certo para a prática sexual. Lembra que, da mesma forma como, há vinte ou trinta anos, soava estranho e exagerado medir a qualidade do sono ou a ingesta de calorias como sinalizador de qualidade de vida no passado, talvez seja a hora de repensar o sexo sob a perspectiva de seus benefícios para a qualidade de vida.

“Existem ações mais estremas nesse sentido. Um vereador sueco propôs uma lei onde funcionários da prefeitura de Estocolmo usem uma hora por semana de seu horário de trabalho para fazer sexo. Ao defender a lei, justificou a necessidade de aumentar urgentemente a população jovem da cidade, bem como melhorar o humor e a qualidade de vida dos funcionários. Os gestores não precisam chegar a tanto, desde que busquem, no ambiente de suas equipes, estimular e melhorar o balanço entre vida pessoal e vida profissional. Um bom exemplo partiu da França, recentemente. Foi promulgada uma lei que impede e-mails além do horário do expediente, dando o direito ao funcionário de “se desconectar”, pondera Leavitt.

Os achados do estudo foram publicados recentemente no Journal of Management. Além do Professor Leavitt, participaram da pesquisa como co-autores os professores Christopher Barnes e Trevor Watkins da Universidade de Washington e David Wagner da Universidade de Oregon.

Veja o estudo na íntegra, clicando AQUI.

fonte: Oregon State University e Quartz website.

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Lidando com Millennials

Um novo olhar sobre o comportamento nos  mostram atitudes que valorizam mais o caminho do que o destino final. Essa “garotada” quer aliar, como ninguém, prazer e trabalho, onde o conceito de sucesso não é trabalhar duro para chegar mais rapidamente à diretoria. É encontrar no trabalho o motivador para ter mais qualidade de vida e auto-direcionamento. Hierarquias e convenções não tem significado algum e o prêmio maior é viver o hoje, não apenas o futuro. Extremamente conectados e ousados, prezam ambientes colaborativos e criativos, estimulando cada vez mais o surgimento de novas profissões, funções até então impensáveis e que foram aparecendo ao sabor das novas tecnologias. Quando se dedicam, são bons no que fazem, mas normalmente acreditam que são menos valorizados do que deveriam. Paciência para ganhar espaço a medida que demonstram seu valor não é o forte dessa geração.

Ao longo dos últimos 50 a 60 anos, diferenças marcantes foram definindo o perfil dos profissionais nas organizações. Gestores de empresas, sejam grandes ou pequenas, se vêm as voltas com um tipo peculiar de “funcionário” – a galera Millennial ou, como também é conhecida, a geração Internet.

A consultoria australiana UXC Solutions fez uma pesquisa com 1200 funcionários de empresas em segmentos variados e desenhou um quadro comparativo entre gerações.

nova geração

Como os Gerentes devem lidar com essa nova geração? Deixar claro o que é preciso para obter sucesso e dar-lhes atenção e treinamento. O trabalho tem que ter sentido. Agendas ocultas ou meias palavras não funcionam com eles. É, como se diz, “papo reto”. O uso de tecnologia para facilitar a relação, ao invés de demoradas conversas ao telefone certamente surtirão mais efeito. Para um Millennial, o emprego atual não é “a última bolacha do pacote” e pode ser trocado a qualquer momento, desde que deixe de fazer sentido.

O vídeo abaixo pode dar uma boa noção sobre as transformações ocorridas no ambiente de trabalho. É inegável lançar um novo pensar na forma como gerenciamos a relação com colegas, funcionários, chefes em geral. Como sempre reforço em todo o artigo cujo tema seja comportamento, não existe espaço pra generalizações e rótulos. Tratamos de tendências. Mas, com certeza, o ambiente de trabalho não será mais o mesmo.

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Como a Avon reduziu os custos sem demitir ninguém

Ao readequar a jornada de trabalho para cinco dias por semana no centro de distribuição de Cabreúva, a empresa conseguiu cortar gastos a ponto de compensar o aumento de 10% nos salários e ainda acrescentar a cesta básica como benefício, sem uma demissão – Revista Você RH, Ursula Alonso Manso (matéria na íntegra)

Em 2015, a fabricante de cosméticos Avon crescia menos do que havia planejado no ano anterior. Sem poder repassar os custos para os produtos e, consequentemente, aos consumidores, ao mesmo tempo em que a inflação alta balizaria o aumento salarial dos funcionários, a empresa levou a seguinte questão aos 1 800 colaboradores do seu centro de distribuição em Cabreúva, o maior da empresa do mundo, a 80 quilômetros da capital paulista: como reduzir custos e ganhar produtividade? “Apesar de a unidade trabalhar com padrões de qualidade e produtividade muito altos, sabíamos que podíamos ser mais eficientes”, diz a vice-presidente de recursos humanos Alessandra Ginante. “Deixamos claro para os funcionários que nossa intenção era preservar os empregos e nos abrimos para construir soluções em conjunto.”

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Alessandra Ginante, VP de RH da Avon. Mais produtividade, menos custos sem um só funcionário desempregado.

Durante nove meses, a Avon realizou reuniões com empregados e dirigentes sindicais. Em setembro de 2015, a convenção coletiva previa não somente o aumento salarial de 10,33% como também a concessão de cestas básicas e o aumento da jornada de trabalho semanal em quatro horas. “O que se vê, normalmente, são conversas para aumento salarial com redução da jornada. Aqui, aumentamos as horas trabalhadas com o apoio dos nossos funcionários”, diz Alessandra.

A solução

Inaugurado em 2011, o centro de distribuição da Avon em Cabreúva tem cerca de 300.000 metros quadrados e processa em média 6 500 pedidos de revendedoras por hora. É uma “fábrica de caixas”, como define Alessandra, com a ressalva de que “cada caixa é única porque cada revendedora tem um pedido único”. Em janeiro de 2015, quando a área de RH começou a conversar com os trabalhadores a respeito de previsões nada animadoras para o ano, a jornada de trabalho em Cabreúva era de 40 horas semanais, incluindo o expediente aos sábados. Na prática, isso implicava seis dias por semana de custos com transporte fretado, funcionamento do refeitório, além de gastos com segurança patrimonial e ambulatório médico, entre outros.

As conversas se estenderam até setembro, envolvendo também a liderança do centro de distribuição. Ao final, o trabalho aos sábados foi eliminado, mas a jornada aumentou de 40 para 44 horas semanais, de segunda a sexta. “Mudamos cerca de 30 processos para adequar a operação a cinco dias por semana”, conta a executiva. Para isso, foram criadas sete frentes de tarefas, com cerca de 50 colaboradores diretamente envolvidos, que se reuniam semanalmente. A contrapartida foi a concessão de cesta básica no valor de 150 reais. “Era um pedido antigo dos colaboradores, assim como a folga aos sábados”, diz Alessandra.

O resultado

O objetivo inicial da Avon era proteger os empregos em um ano difícil. De quebra, a empresa ainda conseguiu garantir maior qualidade de vida aos seus funcionários. “Os colaboradores mostraram uma disposição enorme em ajudar”, diz Alessandra. A executiva não revela o valor economizado, por questões estratégicas do negócio, mas destaca a redução do custo operacional, já que o transporte fretado e o refeitório, por exemplo, agora funcionam cinco dias por semana, em vez de seis. Além disso, o aumento da jornada semanal de trabalho contribuiu para um crescimento de 10% na produtividade, desde setembro. “No último trimestre do ano normalmente temos que contratar funcionários temporários em função da maior demanda. Dessa vez, isso não será preciso”, diz Alessandra.

Mais importante ainda é o fato de que os 1.800 funcionários de Cabreúva aprovaram o acordo junto ao sindicato — e ninguém foi demitido. “A ameaça da crise era real, com pressão mais forte no centro de distribuição, que produz para a entrega imediata de pedidos às revendedoras. Mas conseguimos manter os empregos, demos folga aos sábados, não cortamos nenhum benefício e ainda acrescentamos a cesta básica”, diz a executiva.

Agora a Avon se prepara para levar o modelo aos cerca de 1.000 funcionários de seus outros dois centros de distribuição, na Bahia e no Ceará.

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14 de julho – parabéns aos Representantes da Indústria Farmacêutica pelo seu Dia

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Distribuidoras de remédios empregam mais em 2013

(Coluna MERCADO ABERTO – Folha de São Paulo, Maria Cristina Frias)

As distribuidoras de medicamentos do país fecharão este ano com um número maior de funcionários do que em 2012. Em 2013, 54,6% dos associados devem contar com um quadro de empregados maior que o do ano passado, segundo levantamento da Abradilan (Associação Brasileira dos Distribuidores dos Laboratórios Nacionais). Pouco mais de 27% planejam manter o número de trabalhadores estável, enquanto aproximadamente 18% devem reduzi-lo.

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REPFARMA – Capacitar para Crescer

andre reis

André Reis – idealizador da REPFARMA – capacitação é o caminho do crescimento

Capacitar-se é tornar-se habilitado pra desempenhar uma determinada atividade. Para qualquer atividade, a capacitação abre as portas pra que determinada pessoa seja exposta à oportunidades de trabalho, vagas as quais necessitam de pessoas de alto desempenho para ocupá-las.

Na indústria farmacêutica, existe uma profissão que não é “pop”, como um engenheiro, um advogado ou um chef de cozinha: A Propaganda Médica, atividade relativamente nova (legitimada pela CLT por meio da Lei 6224 de 1975), exercida por um profissional de vendas (Propagandista). O Propagandista é contratado por um laboratório farmacêutico e treinado para visitar médicos, com o objetivo e conquistar a preferência desses profissionais para que prescrevam seus medicamentos. A Propaganda Médica é uma atividade desenvolvida mundialmente, mas exercer essa atividade no Brasil é estar sob rigorosa regulamentação do Conselho Federal de Medicina, por meio da resolução CFM Nº 1.974/2011. A resolução estabelece limites éticos na relação entre a Indústria Farmacêutica e Médicos.

Para exercer a atividade de Propaganda Médica de forma produtiva e, da mesma forma, dentro da ética estabelecida pelo CFM, laboratórios investem cada vez mais em treinamento e desenvolvimento, buscando formar profissionais capazes de bem representá-los. O Propagandista precisa ter conhecimento técnico sobre fisiologia e farmacologia, para que possa transmitir informações para médicos, enfermeiros e outros profissionais ligados a área da saúde.

O interesse pela atividade tem crescido de forma inversamente proporcional ao número de vagas disponíveis no mercado. Voltamos então ao início do nosso tema: capacitação. E quando a demanda por gente capacitada encontra, na outra ponta um afunilamento de vagas, surge a necessidade da diferenciação – o candidato a Propagandista que busca conhecimentos sobre a atividade ANTES de ser avaliado e contratado, pode aumentar sua empregabilidade. É a sobrevivência do mais capaz.

E quem primeiro percebeu a oportunidade de capacitar pessoas por meio de cursos livres para serem promotores na área da Saúde foi a REPFARMA. Iniciada em 2010, a REPFARMA surgiu por iniciativa de seu proprietário, André Reis. A empresa é líder no segmento de ensino com foco no treinamento de Propagandistas. Segundo André, a REPFARMA age como uma facilitadora no ingresso de pessoas que desejam entrar no segmento.  Só em 2012, a empresa, com sede no Rio de Janeiro, já formou mais de 400 alunos e em 2013 estende sua bem sucedida operação para os estados de São Paulo e Minas Gerais.

A área da saúde no Brasil precisa de capacitação e desenvolvimento em diversas frentes. Fornecer para o mercado pessoas mais preparadas para a função de Propaganda Médica é um passo adiante, num segmento de grande responsabilidade entre os envolvidos. As empresas farmacêuticas oferecem as melhores oportunidades aos que buscam ficar acima da média. A REPFARMA trabalha incessantemente para elevar essa média.

para saber mais sobre a REPFARMA, clique aqui

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